Viagem na pandemia [ficção]



[Essa é uma história de ficção sobre uma grande epidemia em um futuro um pouco afrente e mais tecnológico do que o presente]

As viagens de avião haviam sido restabelecidas com novos protocolos de segurança por causa da pandemia. Renata estava aliviada de poder viajar de novo, mas ela não tinha tempo de tomar a vacina pois queria aproveitar o feriado. Por isso ela arranja um comprovante falso de vacina.

Ela havia vestido calças pantalonas brancas por cima de uma calcinha

No voo Renata só pensa em como ela ia curtir a praia e ia finalmente poder usar os biquínis minúsculos que ela tinha comprado, mas que não tinha coragem de usar em uma praia onde podia encontrar conhecidos.

Só que para surpresa dela haviam dois policiais esperando por ela no portão de desembarque.

-- Madame, você poderia nos seguir para esclarecer algumas dúvidas? -- Diz o policial.

-- O que aconteceu? O que é isso?

-- Não deve ser nada, só precisamos fazer uma verificação.

Renata não resiste e é escoltada para uma sala dentro do aeroporto. Na sala não havia nada, somente uma mesa e uma cadeira. Ela espera por uma hora lá, e isso só a deixa mais nervosa. Mas nada havia preparado ela para a chegada de duas pessoas em traje de biohazard completo. Fica difícil de ver, mas através dos capacetes ela acredita ver um homem e um mulher.

-- Senhora, detectamos que o seu comprovante de vacina é falso, vamos ter que executar um teste de emergência para saber se você está com o vírus.

Ela tenta disfarçar que havia sido pega e em um tom de tédio ela diz: -- Tá bom, mas faça o teste logo pois eu não quero perder mais das minha férias.

-- Senhora, o protocolo demanda um teste anal.

-- COMO!!! ISSO É ABSURDO!!!!

-- Para mulheres existe a opção do teste vaginal.

-- EU NÃO VOU ACEITAR ISSO!!!

-- A senhora se recusa a fazer o teste?

-- CLARO QUE SIM, EU NUNCA PODERIA ACEITAR ALGO TÃO ABSURDO.

-- Fica registrado que a acusada recusou cooperar.

Os dois guardas então imobilizam Renata e a colocam de bruços contra a mesa. Ela sente o frio do metal no rosto dela. Em seguida os punhos dela são colocados para trás e algemados. Mas depois é pior, ela tente a calça sendo puxada para baixo, nesse momento ela só pensa na calcinha fio-dental de micro-fibra que ela havia colocado para não marcar a calça, mas não por muito tempo pois logo em seguida a calcinha é puxada para os tornozelos dela.

-- PAREM!!! VOCÊS NÃO PODEM FAZER ISSO!!!!

-- Senhora, você ainda pode escolher se deseja o teste vaginal ou anal.

-- EU NÃO VOU ESCOLHER NADA!!!!

-- Fica registrado que a escolha do local do teste é livre para o agente.

Mais baixos os agentes falam:

-- O que você acha?

-- Acho que está mais fácil enfiar na boceta dela -- Ele toca no sexo dela -- veja, a paciente até está lubrificada.

E com isso eles pegam o teste que tinha o formato de um consolo e não era exatamente fino. Em contato com a mucosa do corpo o instrumento era capaz de detectar o vírus em em 10 minutos com absoluta precisão.

Renata está completamente humilhada, nua da cintura para baixo, com a bunda empinada, algemada e com um intruso enfiado na boceta, o pior, o aparelho vibrada durante o teste. A situação deveria deixa-la completamente  mortificada, mas acaba tendo o efeito contrário e antes dos 10 minutos, para a absolute vergonha, ela goza sendo abusada pelos guardas. Eles percebem o que havia acontecido e não conseguem deixar de pensar que estavam com uma puta depravada.

Finalmente o instrumento apita e é removido da boceta de Renata. Na tela está o resultado: POSITIVO.

-- Infelizmente o vírus foi detectado na senhora, para proteger essa região você vai ser imediatamente enviada para uma das nossas facilities de quarentena.

-- VOCÊS NÃO PODEM FAZER ISSO COMIGO!!! EU TENHO DIREITOS!!!

Um dos guardas fica de saco cheio dos gritos da dondoca e dá uma tapa no rosto dela.

-- Cala a boca sua piranha depravada!! Você está ameaçando todos nós com o seu vírus. Fica de boa, daqui 15 dias você vai poder ir para a praia dar para alguém.

Renata se cala. Os guardas pegam um saco de plástico e uma tesoura.

-- Senhora, as suas roupas estão contaminadas e vão ter que ser incineradas. Como a senhora demonstrou resistência ao teste elas vão ser removidas com a senhora algemada.

Os guardas pegam uma tesoura e cortam o top de Renata sem tirar as algemas dela, depois terminam de tirar a calça e a calcinha e a deixam completamente pelada, ela não pode nem usar as mão para cobrir os grandes seios falsos ou a boceta dela. Ela também recebe uma algema nos tornozelos para evitar que ela corresse.

-- A senhora vai ter que andar com essa máscara para não contaminar outras pessoas no caminho para o ônibus.

Eles colocam uma máscara que  cobre o rosto inteiro dela e  com respiradores dos lados. O guarda masculino a pega pelo ombro e Renata é conduzida através de um corredor. Os passageiros não a veem, mas algumas funcionários do aeroporto passam por eles e veem o corpo completamente exposto dela. O único alívio de Renata é que pelo menos o rosto dela estava coberto.

Eles chegam em uma van de policia e Renata é colocada em um banco, os punhos e os tornozelos dela são presos em barras de metal, ela fica ainda mais exposta pois além de não conseguir cobrir os peitos, ela também era forçada à ficar com as pernas abertas. Na van haviam outras 5 mulheres de diferentes idades, todas nuas e com as máscaras que cobriam a cabeça inteira, mas só mais uma estava algemada como Renata. Chegam mais duas mulheres, bem novinhas e também algemadas. Renata repara como elas eram completamente raspadas e por isso não tinham nem os pelos para cobrir as bocetas, Renata fica feliz de pelo menos ter uma faixinha de pelos para esconder os lábios da xoxota.

Entram duas pessoas em trajes de biohazard e a van sai do aeroporto. Não dava para ver nada pois a van não tinha janelas. Renata perde a noção do tempo ela só consegue pensar o que espera por ela...

* * *

Elas chegam na facility de quarentena.  Passam por um muro alto com portão de aço e estacionam em um área central antes da entrada para as celas de confinamento. As mulheres que não estavam algemadas saem da van, já as que haviam resistido são puxadas pelos guardas. Mas isso não faz muita diferença, no final estão todas nuas e expostas e são colocadas lado-a-lado contra a parede e um dos guardas chega com uma mangueira e dispara um jato de desinfetante com água no corpo de todas elas. Renata sente o gelo e a pressão da água com um forte cheiro de produtos químico contra o corpo e até entrando nas partes mais delicadas dela. Depois elas se viram e o processo é repetido.

As mulheres tem que esperar nuas e com frio, encostadas na parede, ela nem pode usar as mãos para tentar cobrir os peitos ou a boceta, tudo isso enquanto os guardas usam a mesma mangueira para lavar a van e desinfetar tudo. Só depois disso elas são conduzidas por uma porta e em fila passam por um jato de ar quente que as seca. No final desse corredor tem uma sala com 4 macas adaptadas. As primeira 4 mulheres da fila são presas  nelas, os braços algemados acima da cabeça e os tornozelos presos em apoios ginecológicos modificados para prende-los. Mesmo as mulheres que haviam colaborado com os guardas são presas assim, nuas e arreganhadas. As macas são voltadas para a para onde as outras detentas esperam e podem ver o que acontece com as outras mulheres. Para piorar todo o processo era filmado e cada detalhe do corpo das detentas era fotografado para o registro médico e elas podiam se ver naquela posição humilhante em um telão fixo na parede da sala.

Cada uma delas, mesmo as que já tinha a boceta depilada, recebe primeiro um creme depilatório nas axilas, vagina e o ânus, o creme tem efeito definitivo mesmo depois do fim da quarentena os pelos das prisioneiras não voltam à crescer. Enquanto o creme faz efeito elas recebem a injeção da vacina, que normalmente seria no braço, mas naquela situação, o guardas tinham uma preferencia por injetar nos seios, o que fazia eles ficarem inchados e doloridos por 3 dias. Elas também tem o corpo inteiro examinado, incluindo um exame completo vaginal depois que o creme terminava de fazer efeito e os pelos caíam da xoxota e do cu.  Isso era feito assim pois o vírus podia causar feridas genitais e durante toda a quarentena as prisioneiras eram inspecionadas diariamente.

O único alívio é que depois do exame humilhante as detentas finalmente recebiam uma roupa descartável para vestir. O tecido era extremamente fino e semitransparente, elas não recebiam nenhuma lingerie, por isso elas continuavam bem expostas, mas era certamente melhor que nada.

As mulheres que haviam resistido vão por último e Renata tem a impressão de que o guarda é especialmente cruel com ela. Ela pega um guarda homem e ele aperta os mamilos dela com mais força do que deveria e na hora de examinar a vagina , ele dá uma apertadinha no grelo exposto dela e a fode um pouco com os dedos.

Depois do exame elas são levadas para os quartos onde ficam trancadas até o horário das refeições e do banho de sol. Renata deita na cama e chora, mas logo é interrompida por uma videochamada na tela que era chumbada na parede. Era o advogado querendo falar com ela.

-- Senhorita Renata, eu devo dizer que sua situação é bem grave. O governo à esta multando em $10mil e você vai ter que pagar mais $20mil pelo custo da quarentena.

-- Mas como pode isso,  eles estão me tratando como um animal. Veja, veja...

Ela ia falar das roupas que eram tão finas que os seios e os mamilos dela eram claramente visíveis. Mas não teve coragem de tocar no assunto de tanta vergonha que ela estava.

-- Infelizmente esse é o procedimento padrão. Você sabe como é séria essa pandemia. O governo está fazendo o correto.  Em relação da punição pecuniária, os seus bens vão ser usados para pagar o governo, mas se não for suficiente outras medidas podem ser aplicadas, mas eu não sei. Eu já entrei em contato com o seu banco e com os seus pais. A proposito eles estão esperando para falar com você, vou transferir.

Renata gela ao ouvir sobre os pais. Ela não queria ser vista assim pelo pai!!!! Ela tenta cobrir os peitos com o braço antes da videochamada ser transferida.

-- Minha filha, como você pode fazer isso -- diz o pai -- você desrespeitou a lei.

A mãe chorando: -- Você não sabe como essa pandemia é um perigo!!! O governo está fazendo o certo!

-- Pai, mãe, vocês não sabem o que é isso aqui, eles nos tratam....

Nesse momento a ligação é cortada e uma voz gravada diz:

"NÃO É AUTORIZADO O COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES SOBRE AS INSTALAÇÕES DE QUARENTENA. ISSO É PARA A SEGURANÇA DE TODOS."

E a ligação é cortada e Renata chora na cama até que o cansaço à faz dormir.

Nos dias seguintes Renata segue uma rotina bem maçante. De manhã a janelinha na porta se abre e o café da manhã é servido em um prato de metal. Ela tem que esperar no quarto até chegar o enfermeiro, o que é muito chato pois a única coisa que tinha para fazer era assistir a TV, a mesma que foi usada para a videochamada, onde só passava notícias sobre a pandemia. Chegava o enfermeiro no traje de biohazar, ela tinha que tirar toda a roupa. Completamente nua ela é submetida à uma verificação padrão de saúde, a boca e os olhos são inspecionados, mas no final vem a pior parte, o exame genital. Renata recebe algemas nos punhos e nos tornozelos e tem que deitar na cama que, convenientemente tinha ganchos nos lados onde os braços e as pernas são presos, deixando-a completamente exposta e arreganhada, as pernas são presas de forma que elas fiquem para  trás e para cima, expondo não somente a boceta como também o cu dela. O enfermeiro então começa enfiando um termômetro no cu de Renata e o deixa lá enquanto ele examina com cuidado a boceta dela, por fora e por dentro. Ela também examina os seios dela, puxa com força os mamilos e por fim, sem solta-la, lhe mede a temperatura. Depois dessa humilhação ela recebe uma "roupa" nova e é autorizada à se juntar as outras mulheres no pátio do lugar.

Era um lugar deprimente, várias mulheres de diversas idades todas usando somente os vestidos transparentes, menos uma garota que estava completamente nua. Renata vai falar com ela:

-- Garota, o que aconteceu com você? Porque você está completamente pelada?

-- O Guarda, ele disse que eu desobedeci ele e não me deu o vestido para colocar. Eu obedeci tudo, mas ele disse que eu resisti quando ele me algemou na cama.

Mesmo a gente estando todas praticamente peladas, eu vejo que ela estava muito envergonhada. Os guardas pareciam estar se divertindo com a situação. Nós ficamos mais algumas horas no pátio, depois somos recolhidas para as celas, recebemos mais uma refeição e ficamos trancadas o resto do dia, a monotonia só é interrompida pelo jantar.

No dia seguinte é o mesmo, só que é uma diferente garota que é obrigada a ficar nua. Novamente é uma garota jovem e bonita. No dia seguinte sou eu que não recebo o meu uniforme e tenho que ficar nua na frente das outras. Eu quero morrer de vergonha, ainda mais porque eles tinham me depilado de maneira permanente, eu estava completamente lisa e exposta. Mas no fundo eu sinto um pouco de liberdade, afinal, não era minha culpa que eu estava nua e a atenção do guardas me deixou um pouco excitada.

Naquele dia, depois do almoço, eu fico deitada na minha cama ainda pelada e eu me imagino pelada no meio de um monte de gente vestida, mas não naquele lugar, mas no meu emprego, eu estou pelada e todo mundo vestido vendo o meu corpo e isso me dá tesão e eu começo à me masturbar. Sinto a pele lisa da minha boceta e imagino todos os meus colegas vendo a minha boceta toda exposta, sem nenhum pelinho e estou quase gozando quando a porta abre e entram dois guardas com uma mulher.

Eu imediatamente tiro a mão da minha boceta,  mas era óbvio o que eu estava fazendo, mas todo mundo me ignora, a garota é deixada na segunda cama do quarto e os guardas vão embora.

-- Primeira vez na quarentena? -- Pergunta a garota

-- Sim, e a última.

-- Eu também achava que ia ser a minha última e olha eu aqui de novo...

Eu presto atenção nela pela primeira vez, era uma garota linda, cabelos bem pretos naturalmente encaracolados, pele bem branca, grandes seios com natural formato de gota,


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bocage

Nome do conto:
Viagem na pandemia [ficção]

Codigo do conto:
205425

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
30/07/2022

Quant.de Votos:
2

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