Vocês me desculpam meu jeito de escrever, sou um professor de exatas e palavras não são bem o meu forte, dava aula de Geometria numa matéria chamada Dimensões e Sistemas, no curso de Programação Visual na Fiaam em São Paulo, foi a época que ria de barriga cheia, se é que vocês me entendem. Dava aulas na manhã e na noite e fervilhava de gostosinhas, e ainda nos dois períodos, riquinhas e outras bem da periferia mesmo, o cardápio era longo, bucetas, rabos e peitos para todos os gostos!
No curso na qual eu dava aula, era cheio de delicinhas, boa parte do curso é formada por mulheres dos 18 até 29 anos, há pouquíssimos homens na sala, na parte da manhã então nem se fala, 5 homens para 21 mulheres em sala de aula e a noite não é tão diferente assim, aliás a sala tem bem mais pessoas nesse horário, 12 homens para 30 e poucos mulheres. Há bastante garota bem burrinha, escolheu o curso por ter menos “matemática” e se dão mal por não ler ou pesquisar direito sobre a grade curricular do curso, passa nos 2 primeiros semestres, da qual realmente não tem aulas de exatas e chega no terceiro semestre meus amigos! Levam na bunda (algumas literalmente huahua)
Li alguns relato, alguns contos e vi que os personagens são descritos certo? Beleza então, vamos lá!
Sou Marcelo Fonseca, como eu já disse acima, sou professor numa universidade particular em São Paulo, na época do ocorrido que vou contar pra vocês, eu tinha 37 anos, tenho o cabelo raspado, sou magro mas não esquelético, sou alto com 1,82 de altura, me visto bem casual calça jeans, tênis de corrida, camiseta e as vezes, camisa de botão. Meu pau tem 19 cm e não é muito grosso assim. Agora chega de falar do meu pau e vamos ao que interessa.
Como eu comentei o curso em que dou aula é cheio de gostosinhas, uma melhor que a outra, e no meio sempre tem garotas burrinhas, algumas se esforçam e passam de semestre sem pegar DP, outras são um completo desastre. Estamos no ano de 2014, começa um novo semestre e eu já vou olhando minhas possíveis presas, claro que não dava pra saber com absoluta certeza, o que o destino reservava. E com um tempo, nem tão longo assim como eu imaginava eu pude ter certeza. No período da manhã havia 4 garotas bem burrinhas, elas: Laís Matos, Elizabeth Baradel, Juliana Carneiro e Cláudia Dias e a noite várias bombavam na minha matéria e dava pra ver que iriam abandonar o curso, mas havia uma que parecia querer ir até o fim, Maria Nobres.
Na manhã a Laís se esforçava e logo tirava o dela da reta, Elizabeth trancou o curso e ela era a melhor amiga da Juliana Carneiro e as duas sempre se ajudavam muito pelo que parecia. Juliana, uma presa confirmada! Tem também Cláudia Lima era uma safadinha de mão de cheia, se escorava nos nerds da sala pra se dar bem com os 3 primeiros pontos do semestre, ela eu contarei depois sobre o que aconteceu. E a noite tem a Maria Nobres uma negrinha deliciosa que também contarei em outra oportunidade sobre o que ocorreu no dia.
Voltando ao assunto, a nota lá nessa universidade que eu dava aula era o seguinte, 3 pontos no decorrer do semestre, as atividades, trabalhos e etc. 7 pontos da avaliação final, nos primeiros 3 pontos até 2,50 vai para a avaliação final, menos que isso roda!
Juliana via que não tinha chance nenhuma e como já havia gastado rios de dinheiro com a faculdade não queria trancar e nem pegar DP.
Ah é, descrever como ela era!
Juliana é uma gordelícia com 1,69 de altura, bem branquinha do cabelo castanho escuro longo que batia até na bunda da safada. Coxas maravilhosas, peitos enormes, tem umas unhas grandes que eu achava bem estranho, mas a danada era por completo uma delícia, tinha um rabo perfeito, daqueles que você fica com medo de se ela sentar no seu pau você irá encontrar ele algum dia novamente, namorava um cara que jamais fiz questão de saber quem era.
Numa das aulas, quando todo mundo saiu fiz um sinal para Juliana ficar que eu precisava urgente falar com ela
-Olha Juliana, as primeiras atividades você mandou muito mal mesmo, você sabe o que é uma reta? -falei eu com um tom sério sem demonstrar piedade
-Aii professor... ffui ttão mal aassim? – perguntava ela ruborizado e já com um olhar de espanto
-Mal? Pra mal ainda falta você evoluir bastante – e continuei -Olha isso, você sabe o que é uma reta? Olha essas cotas! Você não usou o gabarito para desenhar bem essas setas? Olha como estão! – falei eu seco mas não tanto assim, óbvio
-Masss.. é que.. é que ...- dizia ela quase indo aos prantos, gaguejava estava visivelmente nervosa
-Desse jeito é DP direto, você não vai fazer a avaliação final nunca! – disse eu com o mesmo semblante sério
-Eu.. eu – ela não conseguia nem se expressar direito e foi aos prantos, ia se levantar e eu segurei ela.
-Não chora não, olha tem uma coisa que você pode fazer e conseguir passar dessa
Eu normalmente não ligo para lições que tenha errinhos não tão graves assim, mas eu sou o professor, eu tenho o poder da nota!
Ela assustada se ajeita na cadeira. Coloquei a mão no joelho dela e disse:
-Você me paga com outra coisa e aí você passa direto, se você me denunciar você nunca ira passar nessa matéria, eu pego até leve, outros professores jamais dariam tal brecha pra você passar
Com um olhar de espanto ela ouvia tudo, falou que era sujo, imoral, se eu não tinha vergonha, tentou inventar um monte de desculpas (não se levantou e nem me deu um tapa na cara, era o que deveria ter feito), disse que era casada.
E sem me acovardar, disse:
-Então a gente se vê na DP – e fui levantando, ela segurou meu braço
-Nãaao, não tem mais nada que eu possa fazer? – tom de súplica já dava pra ver que estava considerando a proposta
-Não, não tem! Agora deixa eu levantar, com licença! -ela agarrou meu braço e senti aquelas unhas enormes dela cravando no meu antebraço
-Tá bommm! – e ela continua -ninguém pode saber, se não tô fudida! -o rosto estava cheio de lágrimas
-Humm tá certo! -peguei ela pelo braço e fui até a sala do auditório, tranquei pra ninguém ir xeretar
Lá estando, via que ela estava aflita, tremia, enxugou as lágrimas de antes. E eu já fui atacando! Os peitões dela foram para fora, eu os expus da blusinha que ela estava usando e do sutiã tamanho GG dela. Dois peitões maravilhosos meus amigos! Cai de boca gostoso nos dois, lambi os biquinhos até que eles ficassem duros! De vez em quando eu escutava os gemidinhos que ela tentava abafar de mim. Dei várias mordidinhas, suguei bastante aqueles peitos de vaca mimosa. Ela tremia com as minhas investidas. Mandei ela tirar toda a blusinha e ficar com os peitos pra fora, ela devagar tirou, seu semblante era de apreensão, tentou ainda cobrir com um dos braços os peitões, eu dei uma bronca e rapidinho ela tirou o braço e os peitões iam para frente. Mandei ela ficar de bruços sobre a maior mesa do auditório e lá vai ela sentir o gelado da mesa. Aquela enorme bunda para o meu lado esperando que eu castigasse! Meu pau já explodia dentro das calças! Abaixei as calças legging que ela estava usando e foi revelada a abundância! Que rabo meus amigos! Que RABO! As calcinhas eu fiz questão de levantar e dar uma encravada nela, deu um gemidinho delicioso, depois mandei que permanecesse na posição de bruços, ela acatou, então ajeitei a calcinha para o lado e vi que a buceta dela já estava babando, sedenta por um pau. No vidro vi a feição do rosto dela, pensei que seria tudo contra vontade dela, ledo engano, ela mordia o lábio inferior e fazia isso pensando que eu não estava vendo.
Soquei a rola naquele bucetão, agora ela não conseguia disfarçar os gemidos, bombei devagar e logo sapequei a gordelícia. Ela em vão tentava abafar com a mão seus gemidos e eu pegava sem dó, socava em cheio nessa putinha gorda e maravilhosa na minha frente. Desci o tapa na raba branca dela e a danada gemia e gritava que nem louca. Peguei seus cabelos e fiz quase um nó na mão, eu os puxava e a buceta tava que tava. Depois de um tempinho enfiando eu escuto e fica até espantado com que ela disse:
-Socaaa gostosoo! Socaaa! Ahhhh – e continuava – me chama de puta, chama!
Meus amigos! A desgraça do namorado daquela puta não dava rola pra ela não?
Eu sapecava mais ainda, xingava ela de vagabunda, puta, safada e ela adorava! Aquele rabo pulava contra meu abdômen, chacoalhava deliciosamente, a buceta dela era quentinha e bem fofinha, socava até dizer chega naquela buceta maravilhosa. Virei ela e ela colocou as pernas para cima meio dobradas, soquei mais ainda no bucetão daquela gordinha, era tão safada e estava tão sedenta que chupou até meu dedão da mão. Tirei o pau pra fora e gozei na cara e nos peitos dela e simultaneamente ela jorrava porra na mesa do auditório
Nós nos arrumamos, ela saiu sem dizer palavra e seguimos nosso rumo no dia
No decorrer do semestre todo, fodemos bem gostoso!
Os próximos relatos são sobre a Cláudia Lima e a Maria Nobres, vejo vocês na próxima!
Continua