Apesar dos 66 anos, ainda mantenho uma boa vida sexual, pelo menos duas vezes na semana marco ponto na esposa, não reclamo sempre tive tesão nela, quando jovem magrinha muito gostosa, peitos grandes, uma foda sempre gostosa. Bem, o que vou contar sobre minha irmã mais velha, quando adolescente gostava de olhar ela trocando de roupa pela fechadura do quarto, moça clarinha, peitos médios, corpinho flácido, maciozinho que me provocava muito tesão. Ela trabalhava em uma loja de crediários, chegava após as 23 horas e para não ir dormir direto passava no meu quarto que tinha televisão, meu pau ficava uma tora, sentia meu sangue inteiro nas veias do cacete, mas pensava sempre melhor não avançar para não machucar minha querida irmã. Passados muitos anos ela casou e em poucos anos separou, o marido a trocou por uma pistoleira do escritório, lógico acabou levou um belo corno da colega de trabalho. Minha irmã e eu sempre mantivemos um ótimo relacionamento, e percebia que de maneira muito sutil mantinha um amor muito grande por mim, coisas de irmã para irmão. Há cinco anos, fomos a um contador acertar nosso imposto de rendas, na volta ela comenta comigo passando por um motel espelunca que lugar curioso e quantas histórias de vidas devem passar por estes quartos.... Em um ímpeto, falei sem pensar: - Vamos entrar? - Por mim tudo bem, ela respondeu. Tenho curiosidade para saber como é um motel. Dei uma volta no carro e entramos em um quarto muito simples, uma cama com um lençol surrado, uma meia luz, e uma um banheiro minúsculo. Neste momento nos demos conta do que um homem de 60 anos e sua irmã mais velha estavam fazendo, por minutos nos olhamos profundamente e soltamos nossos instintos, algo armazenado em uma vida, o amor entre irmãos. Nos beijamos carinhosamente, senti sua língua em minha boca, em um abraço muito quente. Lentamente, fui tirando sua blusa e cariciando seu peitinho muito rosado, beijos e línguas que fizeram ficar durinhos. Acabamos sem roupas e pude sentir a maciez de sua bucetinha quase virgem dentro de sua calcinha, isso pelo longo tempo sem uso, pelinhos por depilar, mas latejando por uma rola. Não resisti a passadas de língua e chupadas, me deliciando no cheiro gostosos de uma boceta que não estava preparada para ser comida. Em poucos minutos coloquei minha rola na boceta e pude sentir no pau a maciez, e o apertadinho gostoso que me fez gozar jatos de porra quentinhos naquela boceta que tanto sonhei um dia comer. Ela não se conteve e fechava as pernas para que o gozo não escapasse da boceta, como se fosse guardar o prazer no meio das suas pernas. Disse que sempre teve um amor muito grande e desejo por mim, e claro os padrões morais nunca permitiram uma concretização desse carinho, e que aquele momento era muito especial, e inesquecível. Dito isto, meu pau se enrijeceu, vias as veias pulsando ao redor da cacete, e com todo amor coloquei mais uma vez naquela boceta quentinha e já gozada, entrado muito mais facilmente. Umas boas bombadas e derramei mais uma boa dose de porra. Nos beijamos, entrelaçamos nossas línguas, e um forte abraço firmamos o amor entre irmãos. Fomos embora e não falamos mais sobre este dia.
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Poder concretizar desejos reprimidos por anos entre irmãos é uma benção.
Que o Senhor abençoe que esse amor entre irmãos sempre possa ser compartilhado através do sexo.