Minha 1° vez - Despertando o desejo



Meu primeiro conto e tudo o que está aqui é verídico. Espero que gostem.

O que vou contar aconteceu quando eu e meu primo começamos a entrar na adolescência. Muito antes disso, já havia acontecido o famoso troca-troca. Nada muito vulgar, apenas um pegando no outro e alguns selinhos. Isso aconteceu algumas vezes e então a "brincadeira" parou e ficamos anos sem repetir, sem imaginar o que vinha pela frente. Então agora vou contar sobre o fatídico dia em que assistíamos à televisão num sábado à noite, uns 5 anos depois das brincadeiras de troca-troca.

Nesse sábado a noite, assistíamos a um programa de auditório onde uma loira vulgarmente gostosa rebolava no meio do auditório, e víamos àquilo sedentos, cheios de tesão, aquele tesão exagerado de moleque, que chega até a atrapalhar a respiração e que impede a fala de sair da boca de um jeito normal, em que tudo sai meio ofegante. O corpo tremia tanto que na hora dificultava simples movimentos como pegar o controle e aumentar e abaixar o volume da televisão. O vai e vem do volume se dava pelo fato de nossos avós estarem no cômodo ao lado, também assistindo à televisão. Como saberíamos se eles estavam saindo rumo a onde estávamos para ver se estava tudo bem ou não, ou se estavam prestes a fazer qualquer coisa que fosse atrapalhar aquele momento que começava a despertar a vontade de repetir aquelas coisas que fazíamos quando pequenos?

Acontece que todo o esfrega-esfrega recheado de selinhos e esfregação não ficou no passado. A vontade ficou ali em nós e fomos descobrir naquele momento, vendo televisão no quarto ao lado de onde nossos avós estavam. O tesão não era pela loira gostosa, o tesão era na verdade fruto de todas as lembranças safadas de toda a sacanagenzinha que fizemos no passado e ali, naquele momento, eu e ele sentimos isso e sabíamos que era só um pedir que nós dois iríamos voltar com mais fogo ainda, com mais malícia e com mais maldade. A descoberta do sexo é gostosa, mas nada se compara ao sexo vulgar, proibido, onde você senta querendo sentar, rebolando igual aquela atriz que tanto admira e que te serviu de inspiração te ensinando como servir um homem de verdade. Mas isso tudo eu descobri só mais tarde. Enfim, vamos retornar ao dia da televisão rs. Quem tomou a iniciativa foi ele, como sempre. Quando éramos garotinhos ele que veio perguntando: "me dá um selinho?" sabendo que eu ia obedecer. Com o coração quase saindo pela boca ele vira e diz "vamos bater? Eu pra você e você pra mim?". Pronto, eu já não conseguia mais falar, só balancei a cabeça positivamente, mas no fundo minha vontade era dizer "vamos, eu sou seu, é só pedir que eu sou toda sua, me usa", mas a timidez não deixou, não tive coragem. Quando ele abaixou a samba-canção dele meu corpo todo entrou em êxtase, o tesão era tanto que eu nem senti minha mão quando peguei naquele pau, bem médio, apontado pra cima com tanta firmeza que para bater umazinha pra ele deixando aquele pau reto eu sentia minha mão fazer força. Ele não depilava, era peludinho, bem lisos, todo por cima do pau, mas o saco lisinho e pequeno. Eu estava tão vidrado naquela rola que nem conseguia sentir a mão dele no meu pau, na verdade nem fazia diferença, eu não fazia questão. Meu tesão sempre foi servir ele, ser sua passivinha afeminada. Eu batia bem devagarinho, sentindo todo o cacete dele na minha mão. Aquele pau duro, quente, pulsando. Eu olhava pra ele e ele com aquela cara de abestalhado com tesão, boca aberta, olho fechado, com a cuequinha dele no joelho e aquele pau duro na minha mão, aquela barriguinha definida de moleque e aquela coxas com um pelo aqui e outro ali. Queria passar minha língua por ele todo, beijar a boca dele e deixar que ele me fodesse a noite inteira, mas não tive coragem de pedir e ser taxado de sei lá, viadinho. Ficamos naquele movimento uns 5 minutos, até que um barulho do cômodo ao lado assustou a gente e subimos nossa cueca rapidinho. Felizmente era só minha vó indo na cozinha, felizmente pois nosso pinto estava bem duro e marcando a cueca. Não voltamos ao ato naquela hora, era arriscado. Mas o tesão ficou me corroendo e aquele pau não saía da minha cabeça. 

Algumas horas depois ele dormiu. Era uma cama dupla e ele dormiu na de baixo. Eu não conseguia pregar os olhos. O sono dele era pesado, sem chances dele acordar. Os minutos foram passando e meus avós foram dormir também. Eu fiquei acordado com minhas fantasias. Olhava para baixo e via ele deitado só de cueca, e meu pau ficando cada vez mais duro enquanto eu esfregava ele no colchão. Eu precisava extravasar, muito. Então fiz algo muito arriscado, pois tudo que eu mais queria no mundo naquele momento era sentir o corpo dele, qualquer parte. E comecei. Coloquei minha mão bem devagar na coxa dele, nenhuma reação dele. Passei a mão bem devagar na barriga dele, nada também. A coisa tomou conta de mim de uma forma que eu nem ligava mais se ele ia acordar ou não, ou até mesmo se alguém poderia abrir a porta ou não. Devagarzinho fui dedilhando a coxa dele e levantando a cueca, relando no saco dele que foi saindo pra fora. Levantei mais um pouquinho e senti a pontinha do pau dele bem mole apontado pra baixo e eu fiquei ali relando nele devagarinho. Meu coração saía pela boca e meu pau nunca ficou tão duro e acho que pela primeira vez tive a sensação verdadeira e avassaladora de ter o "cuzinho piscando". Verifiquei e a respiração dele continuava profunda. Saí da coxa e fui pra barriga, abaixei a cueca, senti aquele montinho de pelos, fui abaixando mais e coloquei o pau dele todo pra fora. Nenhum sinal dele acordar. Fiquei ali olhando a cena toda por alguns segundos. Queria usar minha boca, chega de carícia, não me saciava. Beijei a barriga bem lentinho. Uns dois ou três beijinho pelo abdômen dele e nada dele acordar. Não acordou até aquele momento então não acordaria mais, pensei. Minha boca então foi direto naquele pau mole. senti o cheiro de perto, tinha o cheiro forte. Nunca tinha sentido. Comecei relando o lábio, dei um beijinho, dois, três, relei a língua. Eu já não conseguia pensar em mais nada, e quando me dei conta eu já tinha o pau dele todo dentro da minha boca. E nossa, eu não esqueço daquilo até hoje, foi como se eu tivesse realizado um sonho, minha vontade era gemer, parar o tempo ali. Eu poderia chorar de tesão naquele momento, com aquele pau na minha boca. A vontade era chupar até endurecer e depois fazer gozar, mas me contentei com aquele pau mole na minha boca por alguns segundos. Decidi parar com aquilo tudo antes que fosse descoberto. Já na minha cama, bati uma e gozei como não gozava há tempos. Porra por toda minha barriga. Não tinha papel e também não queria ir no banheiro todo gozado. Limpei com a mão mão e lambi tudo, dedo por dedo e toda a palma da mão. Deixei na boca por um tempo para ter a sensação de que ele tinha gozado na minha boca. Queria sentir o que as atrizes sentiam nos filmes que eu via. Mas eu queria mais. 

Depois desse episódio, muita coisa aconteceu. Se quiserem saber, comentem aqui.


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Comentários


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nicepallas Comentou em 12/02/2025

Ansioso pelo próximo relato já

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casado82bi Comentou em 10/02/2025

Conta tudo!!

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cinthiacarlinhos Comentou em 10/02/2025

Delicia, o que aconteceu depois? e hoje ainda se pegam?

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chaozinho Comentou em 08/02/2025

Se eu quero saber o que aconteceu depois? Tu deve tá é doido perguntando isso? A minha curiosidade está a mil por hora! Depois desse relato não vou dormir em paz.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha 1° vez - Despertando o desejo

Codigo do conto:
228848

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/02/2025

Quant.de Votos:
12

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