Esposinha arrombada na festa de aniversário da amiga.
O fato aconteceu num sábado de 2023, Eu e Vanessa estávamos na festa de aniversário da Bárbara, esposa do Carlos, nós somos amigos desde a faculdade, sempre gostaram de fazer grandes festas no sítio deles, uns 30 km da capital, essa seria a festa de 40 anos da Bárbara e eram muitos convidados e isso nos empolgava, pois adoramos baladas ao ar livre. A festa estava muito boa, começou meio devagar, mas depois que o pessoal foi chegando, ficou mais agitada, como estava um tempo muito gostoso e o lugar era bem descontraído, todos estavam usando roupas leves e informais, Vanessa estava usando uma saia estampada azul e uma blusinha preta soltinha e claro sem nada por baixo dela, ela tem seios firmes e volumosos, que sempre chamam a atenção tanto de homens como das mulheres. A festa estava muito animada e depois de conversar com muita gente, dançar e beber muito, resolvemos sair um pouco e dar uma volta, para apreciar a lua cheia, nos arredores da sede do sitio, mal nos afastamos e começamos a ouvir uns gemidos e risadas, percebemos que tinha mais gente que resolveu olhar a lua longe dos outros. Fomos silenciosamente indo na direção dos gemidos e vimos que era o Carlos e uma outra mulher e pela intensidade dos gemidos, a transa estava ótima. Ficamos ouvindo eles e de repente senti a mão da Vanessa acariciando meu pau por cima da calça, ela ficava apertando no mesmo ritmo dos gemidos, não demorou muito e já estávamos nos beijando loucamente e nos alisando, logo éramos nós que estávamos gemendo e querendo um ao outro, não resistindo mais, me abaixe, levantei a saia dela, abaixei a calcinha e comecei a chupar aquela delícia de buceta, fazendo ela gemer alto e começar a falar: “Chupa meu amor! Chupa com vontade essa buceta.” Ela falou tão alto que os gemidos dos nossos vizinhos se silenciaram por uns instantes e logo voltaram com mais intensidade, não demorou muito e ela gozou intensamente na minha boca, que quase fez ela cair, quando me levantei Vanessa me beijou alucinadamente, como se quisesse saborear seu gozo na minha boca, depois me falou: “Vem amor, agora é a minha vez de fazer você gozar.” Ela se abaixou, abaixou minha calça e começou a chupar a minha rôla com muita vontade, enquanto com uma das mãos massageava os meus testículos, nem preciso falar que acabei gozando na sua boquinha deliciosa. Num movimento rápido Vanessa se virou, levantou a saia deixando aquela bunda deliciosa a mostra, colocou as mãos numa árvore, empinou a bunda e falou: “Vem amor, quero você me fudendo aqui e agora.” Fui chegando já com o pau duro e comecei a enterrar na bucetinha até colocar tudo, estávamos tão excitados que nem nos preocupamos com nossos gemidos. Conforme eu sentia que ela estava com mais tesão, eu aumentava o ritmo das bombadas, até que nossos gemidos se intensificaram e eu senti a Vanessa empurrar a bunda loucamente contra mim, puxei ela pela cintura com força contra o meu corpo e bombei mais forte, até o fundo e acabamos gozando juntos. Ficamos parados apreciando aquele momento até que meus jatos cessaram, Vanessa virou o rosto e nos beijamos, estávamos com as pernas bambas ainda, ela pegou a calcinha que estava no chão e limpou a porra que escorria da bucetinha. Arrumamos nossas roupas e sentamos para apreciar a lua que estava maravilhosa. Depois de um tempo voltamos para a festa, para comer alguma coisa e pegar mais bebidas, enquanto estávamos bebendo, percebi que alguma coisa estava incomodando ela e perguntei: “Amor, que foi? Parece que tem algo te incomodando?” Ela disse: “Amor, estou sentindo que vou vomitar.” Nessa hora fomos em direção da casa, chegando lá encontramos a Bárbara na varanda e perguntamos qual banheiro poderíamos usar, pois a Vanessa estava passando mal devido a bebida, ela imediatamente mandou entrarmos e usarmos o banheiro do quarto dela, que estava mais limpo e teríamos mais privacidade, entramos no quarto dela e levei a Vanessa direto para o vaso, ela acabou vomitando bastante e ficou muito tonta, acabando sentada no chão do banheiro. Foi quando ouvimos um estrondo lá fora e simultaneamente as luzes apagaram, o transformador havia estourado, pedi calma para ela e disse que iria pegar no carro o meu celular, para usar como lanterna, quando sai da casa todos estava agitados procurando os celulares ou lanternas, demorei alguns minutos devido a confusão, mas consegui chegar no carro e pegar os celulares, voltei para o banheiro com o celular ligado na mão, mas parei na porta com a cena que vi diante dos meus olhos! Carlos estava em pé, com as calças arriadas e Vanessa de joelhos na frente dele segurando seu pau, pulsando de tesão entre as mãos da minha esposa, que com cara de bêbada sorria para mim. Vanessa: “Amor, estava escuro e quando ele chegou no banheiro, achei que era você e quis fazes um carinho.” Carlos: “Então amigo, quando eu cheguei aqui para usar o banheiro, achei que era a Bárbara! Eu não sabia o que fazer ou falar, e por isso mesmo continuei parado e mudo.” Enquanto eles falavam, Vanessa ficava punhetando o pau dele rsrs e de repente foi enfiando aquela rôla imensa boca adentro, seus olhos chegavam a arregalar de tesão, parecia querer aproveitar cada centímetro, ela envolvia a cabeça com os lábios e dava algumas chupadas suaves e demoradas e depois ia lambendo todo o pau com a língua até chegar na base. Mesmo sem querer aquilo, meu pau cresceu dentro da minha calça, Vanessa parecia ignorar minha presença, suas mãos agarraram as nádegas do Carlos e passaram a impulsionar para frente e para trás, movimentando a rôla dentro da sua boca, eu de pau duro e incrédulo naquela cena, minha esposa continuava chupando na maior naturalidade. Carlos delirava de prazer fudendo a boca da minha mulher, a rôla mal entrava, entupindo sua garganta, fazendo ela engasgar, após alguns minutos Carlos enchia a boca dela com sua porra, eu não acreditava no que via, escorria porra pelos cantos de sua boca, ela estava uma verdadeira puta: Vanessa: “Vem, aqui Carlos, vem comer a minha buceta com essa rôla enorme, vem!” Eles ficaram pelados e ela pulou no colo dele, cruzando as pernas em volta de seu corpo e com a mão posicionou a rôla na entrada da buceta, não acreditei no que ouvi dela: “Agora me fode, igual você estava fudendo aquela puta lá no escuro!”. Carlos deu uma risada e começou a penetrar ela, a cada centímetro que entrava ela dava um gritinho de dor e prazer, quando finalmente ele tinha colocado tudo, iniciou um vai e vem frenético, ela gemia e falava que estava sentindo a cabeça da rôla dele empurrar o útero dela. Devido os barulhos, Bárbara acabou aparecendo no quarto, para ver o que estava acontecendo e viu o marido dela comendo a minha mulher no banheiro. Bárbara: “Sério, Carlos! Com uma das minha melhores amigas?” Nessa hora ela olha para mim, com uma cara de quem me questiona alguma coisa, fiquei imóvel mas não posso negar que minha rôla dura dentro da calça, entregava que eu estava com tesão, nisso Bárbara pegou meu pagou e falou: “Já que é assim... agora me fode, Jean!” Ela tirou a roupa e se deitou no tapete do quarto abrindo as pernas se arreganhando, sem nem pensar fui para cima dela e comecei a comer aquela buceta, enquanto, minha esposa gemia na rôla do Carlos, que cada vez mais arrombava ela. Nunca achei que a Vanessa fosse capaz daquilo, então ele começou a fuder com violência a buceta, minha esposa estava sendo literalmente arrombada e gritava num misto de dor e prazer a cada arremetida daquela rôla enorme. Foi quando a Bárbara com ciúmes, resolveu que queria me dar o cuzinho dela, imediatamente coloquei ela de quatro e comecei a penetrar, nessa hora descobrir que Carlos nunca tinha comido o cuzinho dela, pois ela tinha medo do tamanho do pau dele, não demorou muito e eu fudia com força aquele rabo e dava tapas na bunda dela, que fazia Bárbara dar gritos de dor e pedia para eu ir devagar, pois estava doendo. Enquanto isso, Vanessa já estava quase desfalecida, quando Carlos acabou de gozar tirou a rôla da buceta dela e aí eu pude ver o estrago realizado, um buraco enorme, ele havia arrombado a minha mulher. Aquela imagem me deixou com mais tesão ainda, aumentei as estocadas e acabei gozando dentro do cuzinho da Bárbara, inundando aquele lindo rabo de porra. Nos arrumamos e voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido, não demorou muito e os outros convidados acabaram indo embora, quando estávamos indo para o carro, Bárbara pediu para que dormíssemos no sítio, pois ela queria continuar a nossa brincadeira, olhei pra Vanessa, que concordou com um sinal de cabeça. Por volta da 3 da manhã, ainda tinha dois casais de amigos deles muito bêbados para dirigir e nós, que também estávamos alterados pela bebida, Carlos pediu minha ajuda para acomodar os casais na casa de hóspedes ao lado da piscina e depois fomos para a casa sede, nos acomodar. Acabamos transando e revezando nossas esposas por quase 2 horas, quando finalmente dormimos, já era quase dia. Lá pelas 10 da manhã acordei para ir ao banheiro e deixei Vanessa, Bárbara e Carlos dormindo na cama, aproveitei para tomar um banho e ao voltar para o quarto, vi Carlos acordado com a rôla dura olhando para a minha loirinha dormindo com a bunda para cima na cama. Carlos: “Mano, acordei com um tesão louco e quero comer o cuzinho da Vanessa. Será que ela deixaria?” Eu: “Sério? Não basta arrombar a buceta dela, agora quer arrombar o cuzinho tbm? Rsrs” Carlos: “Desde que eu vi você comendo o cuzinho da Bárbara, fiquei doido de tesão! E como sei que a minha esposa não vai deixar, só me restou tentar com a sua”. Eu: “Faz assim, acorda ela e pergunta se ela aceita!” Carlos: “Vanessa! Vanessa!” Vanessa: “Que foi Carlos! Me deixa dormir.” Carlos: “Não consigo parar de pensar em comer o seu cuzinho!” Vanessa: “Oque?” Nessa hora Vanessa sentou na cama e me olhou e disse: “Amor, o que você acha disso?” Eu: “Acho, que você vai ficar arrombado da buceta e do cuzinho rsrs” Vanessa riu sem graça, ficou pensativa mas disse que sim para o delírio do Carlos. Eu não acreditei, quando olhei para trás ela já estava de quatro chupando a rôla dele, que cena linda viu, minha esposinha com sua linda bunda de quatro chupando outro. Eu peguei uma enorme quantidade de creme e passei em todo seu cuzinho, a pedido dela, enfiei primeiro minha rôla naquele rabo gostoso para acostumar um pouco, Carlos já gemia de tesão, enquanto eu enrabava ela, quando eu finalmente gozei no seu cuzinho, Carlos se postou atrás e apontou a rôla para o cuzinho já lubrificado com o creme e a minha porra, com as mãos segurou a cintura dela e começou a forçar a entrada. Mesmo com tanta lubrificação, seu pau avançava com dificuldade, devido a seu imenso tamanho, Vanessa gemia, com os olhos fechados e os dentes cerrados, falando palavras sem sentido, aos poucos a rôla dele começou a escorregar mais fácil e os gemidos de prazer da minha mulher aumentaram. Vanessa: “Isso, enfia essa rôla no meu cú! Amor, ele está me arrombando! Quando o cuzinho dela já havia se acostumado com o pau dele, ele começou a dar estocadas firmes e vigorosas, os seios delas balançavam freneticamente devido a força com que ele arrombava ela, Carlos estava castigando a minha mulher lhe dando uma surra de pica que ela nunca tinha levado na vida. Eu vendo aquela imagem, não aguentei mais e fui para cima da Bárbara que ainda estava desacordada, comecei a chupar a sua buceta e lamber o seu cuzinho até ela acordar, quando finalmente ela acordou viu o Carlos enrabando a Vanessa e já ficou de quatro, liberando o cuzinho para mim. Carlos começou a acelerar os movimentos com fúria, anunciando o gozo, Vanessa arreganhou as nádegas com as mãos, fazendo ele soltar uma quantidade imensa de porra dentro do cú dela, quando ele tirou a rôla do cuzinho dela, um caldo escorria do rabo para a buceta e as coxas. Eu também não aguentei e gozei alucinadamente, enchendo o cuzinho da Bárbara com a minha porra, depois de nos restabelecermos fomos os quatro tomar banho juntos e acordar os outros para almoçar e irmos embora, nem preciso falar que a Vanessa ficou andando com dificuldade por 2 dias né rsrs.
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