O amigo do meu dono


Hoje venho contar sobre mais um dia desta advogada criminalista: combativa, forte e aguerrida, que não abaixa a cabeça para promotor, advogado ou juiz. No trabalho, é considerada uma das melhores, mas, em sua vida íntima, entrega toda a sua submissão por amor a outro advogado criminalista, que é seu dominador.

Ela acordou em seu apartamento, tomou um banho quente, vestiu-se, perfumou-se e se arrumou impecavelmente, pois teria uma audiência com um promotor muito bonito, embora irritante e arrogante. Como adorno, colocou apenas a coleira social e discreta que seu dominador lhe havia presenteado, destinada a ser usada no dia a dia, mantendo-a sempre pronta para servi-lo, caso ele assim desejasse.

A audiência transcorreu de forma complicada, mas algo fez o promotor baixar a guarda, e a advogada soube aproveitar a oportunidade para se sobressair: ele notou a coleira que ela usava, e, de repente, seu olhar mudou. Sem dúvidas, ele também fazia parte daquele meio e, naquele instante, compreendeu que, por trás da advogada imponente, havia uma submissa. A pergunta que pairava em sua mente era: quem seria o dono dela, já que ela era solteira? Seria essa a razão de sua postura firme e autoritária na profissão, um contraponto à sua natureza submissa?

Ela notou o olhar carregado de desejo e intensidade que brotou nele, fazendo-a corar. Pela primeira vez, abaixou a cabeça ao se dirigir a ele. Era inegável: aquele era o olhar de um dominador.

A audiência terminou logo depois, com parte dos trabalhos adiados para uma nova data, garantindo assim um reencontro em breve.

Na saída, ele a chamou pelo nome, sem o formal "Doutora", um gesto carregado de significado. Quando ela se aproximou, ele a examinou de cima a baixo, agora sem arrogância, mas com ares de dominação. Levou a mão até a coleira, apreciando-a. Eles haviam se reconhecido, identificado. Sem rodeios, ele perguntou quem era o dono dela. Ela apenas respondeu que não estava autorizada a revelar, mas que eles se conheciam. A resposta o deixou intrigado.

Sentindo seu corpo em chamas, ela se afastou rapidamente. Como podia sentir algo por aquele homem arrogante, que tantas vezes lhe causara repulsa, mas agora despertava desejo? Aquilo era inconcebível.

Assim que entrou no carro, ligou para seu dono e contou tudo. Ele a questionou sobre seus sentimentos, e ela os detalhou conforme lhe foi ordenado. Ao fim, ele apenas disse que deveria esperá-lo em seu apartamento às 20h. Ela sabia o que isso significava: precisava chegar bem antes e se preparar para aguardá-lo.

Para cumprir a ordem, desmarcou seu último atendimento e seguiu para a casa dele. No apartamento, haviam muitos pertences dela, escolhidos por ele com cuidado. Poucas roupas para sair em público, pois, quando estavam juntos, raramente as usava.

Chegou, tomou um banho quente, passou cremes e o perfume que ele gostava, trancou os cabelos e vestiu a lingerie favorita dele. Em seguida, ajoelhou-se, sentada sobre os calcanhares, com as palmas das mãos sobre as coxas, aguardando-o ao lado da porta de entrada. Esperou por 32 minutos.

Ouviu o elevador chegando, vozes masculinas e, logo depois, o som da fechadura eletrônica destravando. Seu dono trouxera outro homem para casa? Teria ele esquecido a ordem dada a ela? Um misto de apreensão e desejo a dominou, mas ela se manteve firme em sua submissão.

Quando eles entraram, manteve a cabeça baixa, mas reconheceu os sapatos de seu dono. Ao lado dele, outro homem trajava calça e sapatos sociais elegantes. Seu dono se aproximou, afagou-lhe a cabeça e ordenou que o olhasse. Ela sabia que, enquanto submissa, jamais deveria encarar seu dono diretamente nos olhos, pois isso era considerado uma afronta e lhe renderia punições.

Ao erguer o rosto, reconheceu o outro homem: era o promotor, também dominador e, para sua surpresa, amigo de seu dono.

Seu dono então anunciou: naquela noite, ele a emprestaria ao amigo por um curto período, mas somente dentro dos limites que ele mesmo estipulasse. Ao ouvir isso, sentiu-se mais tranquila. Confiava plenamente nele.

Seu dono serviu um whisky ao amigo, que se acomodou no sofá. Em seguida, abriu uma gaveta, retirou uma guia e a prendeu na coleira dela. Conduziu-a pela sala, exibindo-a ao amigo, que observava atento enquanto ela engatinhava. Quando a posicionou à frente do promotor, sentado no sofá, deu-lhe uma nova ordem.

E ela obedeceu.

Seu dono então sentou ao lado do amigo e mandou que ela chupasse os dois, mas que não os fizesse gozar, embora devesse chegar bem próximo. Assim ela fez, começando por seu dono e depois indo para o amigo dominador, passando então a chupar um enquanto masturbava o outro como um belo revezamento até quase gozarem.

Neste momento seu dono a colocou de quatro no sofá e meteu bem forte e fundo, a agarrando pela cintura e puxando pela coleira em seu pescoço enquanto deixava aquela enorme bunda marcada com seus tapas. Seu amigo por sua vez havia sido autorizado apenas a acariciar a cadelinha, uma forma de ver apenas um pouquinho do que ela era capaz de fazer sob o domínio de seu dominador e deixando muito explícito que ela tinha dono e não era para ser perturbada ou tocada em nenhum momento, dentro ou fora das 4 paredes, a não ser que seu dono permitisse.

O dono então teve um gozo forte, momento que tirou de dentro da bucetinha da sua cadelinha e deixou que escorresse por cima de sua bunda e coxas abaixo.

Enquanto se recompunha a ordenou que fosse ao quarto onde ele guardava os acessórios e pagasse um plug anal, o tamanho médio seria usado hoje. Ela obedeceu.

Quando voltou seu dono estava sozinho e o amigo já tinha ido embora. Embora não fosse necessário o dono explicou que havia feito aquilo para deixar claro que seu amigo não deveria sequer pensar em se envolver com ela, e que no trabalho deveria a respeitar e não confundir as coisas, já que ela tinha um dono amoroso e zeloso que seria capaz de absurdos para a proteger.

Quanto o plug que ela trouxe sob a ordem dele, fica para o próximo conto.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico annygabrielly

Nome do conto:
O amigo do meu dono

Codigo do conto:
230078

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
27/02/2025

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