Gozei na boca da enteada

Antes de conhecer Bianca tive alguns relacionamentos bem interessantes. Um deles foi com Carla, morena de olhos claros, peitos pequenos e durinhos. Estava sempre vestida de forma elegante, mas provocante. Com ela tive algumas experiências à três, as vezes homens e outras vezes mulheres.
Mas o que gostaria de narrar foi o caso que tive com minha enteada, na época com 17 anos. Renata parecia muito com a mãe, mas não herdou os olhos claros. Seus olhos combinavam com os cabelos: bem escuros.
Quando a conheci ela tinha uns 16 anos e já dava indícios de que não era inocente. Via algumas brigas das duas por conta de Renata dar uns perdidos pra ir em festas de colégio. Nunca me meti e ficava quieto observando essas discussões.
Certo dia Carla saiu para ir ao mercado. Estávamos fazendo almoço e faltou algum ingrediente. Continuei ali na cozinhando adiantando o que podia e Renata chegou. Para 17 anos tinha um corpo bem formado. Seus peitos eram maiores que o da mãe, rosto lindo e quadris pequenos, mas nem marcantes. Sentou numa cadeira na mesa de jantar próximo à mim. Tirou os chinelos e esticou os pés na cadeira ao lado. Meu fetiche por pés (já narrado em outros contos) ativou na hora. Já havia reparado nos pezinhos dela, mas aquele dia notei que estavam com marcas de sol dos chinelos de dedo que usava. Ela percebeu que eu olhei, mas fingiu que não tinha notado. Perguntou:
- E aí, o que tá fazendo hoje, cara? - ela tinha sempre um jeito debochado de falar.
- Macarrão com frango. Faltou molho, sua mãe foi buscar e já volta pra terminar. Está com fome?
Renata levantou a camiseta mostrando a barriga. Ela era magra e dava pra ver o desenho do abdômen descendo até a virilha. Meu pau deu sinais e que ficaria duro. Desviei os olhos rapidamente enquanto ela continuava:
- Muito, estou até magrinha já - riu baixinho sabendo que estava provocando. Levantou e veio ao meu lado. Fingi que ia pegar algo no armário no lado aposto, peguei algum enlatado e ao me virar minha enteada estava encostada no balcão, um pé encostado em cima do outro, uma mão na cintura e a outra segurando o balcão:
- Acha que mamãe demora muito?
- Não deve demorar, só ia no mercado pegar o molho.
- Sei não. Ela sempre demora quando vai no mercado. Fica conversando com todo mundo.
Renara virou e ficou na ponta dos pés pra abrir o armário próximo à ela. Usava um short justo que marcava sua bunda. Meu pau endureceu na hora. Pegou um pacote de salgadinhos, se virou e me olhou com olhar de safada. Um olhar muito parecido com da Carla, mas com 17 anos mais nova.
Fiquei sem graça, mas não tinha como esconder o volume na minha calça. Ela também percebeu e apontou pro meu pau:
- Se ele fica assim só de ver meus pés e a bunda por cima da roupa imagina se eu tirasse.
- Não. Para. Sua mãe vai chegar.
- O problema é ela chegar então? Se ela não fosse chegar tão rápido eu poderia te mostrar algo?
- Renata, para com isso. - me afastei e fui até a janela ver se Carla havia chego.
- Ela vai demorar. Pedi pra pegar umas coisas pra mim do outro lado da cidade. - disse isso se aproximando. Tirou a camiseta, o soutien e encostou em mim. Apertou meu pau através da calça - agora entendi porque minha mãe geme tanto quando vocês estão lá
- Por favor Renat... - não consegui terminar. Ela rapidamente abriu o zíper da calça, ajoelhou e sua boquinha jovem, mas não pura, abocanhou meu pau. Colocou quase todo de uma vez. Engasgou um pouco e me olhando pediu:
- Goza na minha boca logo.
Ela chupava com muita vontade e segurava a base do pau, torcendo um pouco de um lado ao outro. Pensei naquele momento que ela estava aprendendo a fazer isso e estava testando. Fiquei de olho na janela e em Renata. Ali, ajoelhada, as solas dos pezinhos à mostra. Segurei seus cabelos, fechei os olhos e meti na sua boca. Ela assustou um pouco devido eu estar apreensivo até aquele momento. Puxei sua cabeça pra trás, sua boca saiu do meu pau ainda babando. Dei um tapa no seu rosto que a assustou, mas logo ela sorriu. Apertou meu pau e engoliu ele inteiro.
Avisei que ia gozar e pensei que ela iria tirar a boca. Pelo contrário. Se ajeitou, abriu mais a boquinha e ficou ali esperando chupando a cabeça da minha rola. Dei duas esguichadas que Renata tomou sem derrubar nada. Ouvi seu gemido enquanto bebia tudo.
Levantou, subiu minha calça e me olhou com muito tesão:
- Amanhã deveria me buscar no colégio. Vou sair mais cedo.
Pegou a roupa e vestiu-se rapidamente. Saiu em direção ao seu quarto:
- Avisa a mamãe que já venho, vou tomar um banho. Um cara me deixou muito molhada.
Arrumei minha calça e fui até a cozinha desorientado e com muito tesão. Ouvi o carro de Carla estacionando.
Foto 1 do Conto erotico: Gozei na boca da enteada


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Comentários


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maravilh Comentou em 27/02/2025

Votado, muito tesão. Amei ficando excitada.

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gatabisolteira Comentou em 27/02/2025

Maravilhoso de mais!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gozei na boca da enteada

Codigo do conto:
230089

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/02/2025

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5

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