No dia seguinte, pontualmente às 8:00 entrei no quarto e minha esposa já estava posicionada corretamente. Decidimos começar novamente com o tubo de 11mm, até o corpo se acostumar. A sessão correu normalmente, com o tubo de 11mm ficando por 8 minutos. Minha esposa, como sempre estava excitada e com vontade de gozar, mas mantivemos a sessão só de dilatação sob controle. Trocamos pelo lado de 12mm e esse diâmetro ficou por mais 10 minutos. Na sessão das 14:00 repetimos o mesmo procedimento. Sem orgasmos nessa sessão também. Na sessão das 22:00 sentimos que o tubo de 11mm já não oferecia tanta resistência, o de 12mm ainda não estava confortável. Minha esposa gozou com o de 12mm inserido.
Nos intervalos das sessões, assistimos alguns vídeos relacionados ao uso de cateter do tipo “foley”, que eu adquiri antes. Esse tipo de cateter é usado para drenar a urina da bexiga, ou inserir líquido. Ele tem duas entradas: uma que é a entrada ou saída do líquido, e outra que serve para inflar um pequeno balão que se encontra logo após a ponta do catéter. Uma vez no lugar, este balão tem a função de não deixar o cateter sair do lugar. Ele fica no lugar até que esse pequeno balão seja desinflado. Um dispositivo realmente engenhoso. O Kit que eu adquiri é esterilizado, e vem com a seringa contendo líquido (água esterilizada) para encher o balão, com a quantidade certa de volume. Minha esposa ficou muito excitada assistindo os vídeos, e marcamos para realizar o procedimento no dia seguinte, pela manhã. A dilatação da uretra da manhã estava suspensa. Fui até a farmácia e comprei soro fisiológico e seringas maiores. O kit que comprei veio com luvas descartáveis. Orientei a minha esposa para, no dia seguinte, às 7:30, tomar pelo menos uma garrafinha de meio litro de água.
No dia seguinte, às 8:00 fui até o quarto, onde minha esposa estava aguardando ansiosa, na posição. Entrei com todos os materiais necessários para o procedimento. Tentei fazer tudo da forma mais “profissional” possível, seguindo as instruções do kit. Coloquei duas toalhas brancas por baixo de minha esposa. Lavei bem as mãos e coloquei as luvas. Limpei a área genital de minha esposa com um lenço umedecido antisséptico do kit de cateter. Vi na expressão de minha esposa que ela realmente estava apreciando todo o processo. Abri o envelope estéril que protegia o cateter e posicionei a seringa de enchimento do “balãozinho”. Me certifiquei que a tampa de saída do cateter estava no lugar. Perguntei se ela estava com vontade de urinar, e a resposta foi afirmativa. Eu disse então:
“Primeiro vamos inserir o cateter e esvaziar sua bexiga”
“Sim, doutor” minha esposa respondeu, entrando no clima do “exame”.
Deixei por perto um balde de aço, para a coleta da urina, assim que ela começasse a sair do corpo. Passei lubrificante na ponta e pela uretra de minha esposa, que estava excitada e com dificuldade de ficar parada. Pedi para ela se acalmar. O catheter é bem comprido, mas tem somente 5mm de diâmetro. Ele entrou sem dificuldades, e depois de 5cm chegou na bexiga. Inseri mais 6 ou 7 cm, para ter certeza que o balãozinho inflável estaria no lugar. Usei a seringa pequena, e o líquido entrou, enchendo o balão. Então puxei o cateter, para chegar se ele estava preso no lugar. Essa puxada causou um gemido em minha esposa, ao chacoalhar a bexiga cheia. Perguntei se a bexiga estava bem cheia.
“Está sim, doutor, está até doendo um pouco.” minha esposa respondeu.
Ainda dei mais 3 puxadas no cateter, para se certificar que ele estava no lugar correto. Massageei lentamente a barriga da minha esposa, para intensificar a sensação. A mão da minha esposa instintivamente procurou o clitóris, mas impedi.
“Vai se tocar daqui a pouco, não se preocupe”, eu disse.
Posicionei o balde ao lado da cama e pedi para minha esposa ficar mais perto da borda, de modo que a ponta do cateter tivesse condições de atingir o balde. Posicionei a saída do cateter e tirei o tampão. A urina começou a escorrer, fazendo barulho conforme batia no fundo do balde vazio, e causando um alívio imediato em minha esposa. Deixei o líquido sair até o momento que somente saíam gotas esporádicas.
“Agora vamos lavar sua bexiga” eu disse.
Minha esposa se mexeu e se ajeitou, ansiosa pela nova experiência. Coloquei a água estéril que veio no kit em um vasilhame, e enchi a seringa de 200ml inteira. Eu não sabia quanto seria necessário para encher a bexiga, mas pelo que li, seria algo entre 450ml e 600ml. Coloquei a seringa no cateter e comecei a injetar, lentamente. Perguntei se minha esposa estava sentindo desconforto:
“Não, doutor, só sinto a água fria entrando…” ela disse.
Pedi para ela ir me dizendo o que sentia. Enchi a segunda seringa, com mais 200ml. Em um certo ponto, minha esposa disse:
“Doutor, está bem cheia agora…”
Terminei de encher mais uma seringa de 200ml. Minha esposa ficou esperando a permissão para se tocar, ansiosa.
“Está liberada agora para se tocar.” eu disse.
“Obrigado, Doutor!” ela respondeu.
Comecei a inserir mais água. Quando estava meio da seringa (100ml), minha esposa começou a dizer, agonizada:
“Pare! Pare! Já estou cheia!”
Parei de injetar e disse que ela precisa encher um pouco mais ainda, e comecei a novamente a massagear sua barriga, enquanto ela mexia em seu clitóris. Quando percebi que ela estava próxima do orgasmo, inseri mais 50ml lentamente, para aumentar a sensação de bexiga cheia.
“Estou gozando, Doutor, estou gozando!” minha esposa começou a dizer, em voz alta.
Quando terminou de gozar, pediu com urgência no olhar:
“Por favor, Doutor, não aguento mais, abra o cateter!”
(continua)