Olá, pessoal, sou a Anna, submissa iniciante, tenho 23 anos, sou loira, tenho olhos azuis, com 1,79 cm, seios grandes e uma raba avantajada.
Hoje irei narrar uma das minhas experiências com o meu dono chamado André; um homem alto de 35 anos, moreno e muito gostoso.
Estava concentrada trabalhando quando recebo uma notificação do meu dono:
“Olá, minha putinha, prepare-se pois hoje irei te usar muito! Me espere pronta às 19:30.Esteja com o cabelo solto, maquiagem leve, vestido preto, curto e decotado, lingerie vermelha de renda com uma calcinha pequena e um plug enfiado no seu cú. Não se atrase!”
Enquanto lia, sentia meu corpo arrepiar e a minha bucetinha escorrer.
Fiquei pronta minutos antes do combinado e esperava ansiosamente, sentindo o plug me preenchendo por completo, o coração batendo forte e imaginando o que o meu dono tinha preparado para a nossa noite.
Quando ele chegou, entrei dentro do carro e ele logo me agarrou, me beijando deliciosamente, puxando os meus cabelos e me enchendo de tesão. Não perdi tempo e já fui acariciando e apertando o seu pau por cima da calça, enquanto minha bucetinha era bolinada, deixando os dedos do meu dono meladinhos.
Estava prestes a gozar rebolando nos seus dedos, quando ele para abruptamente me fazendo arfar de desespero por querer chegar ao clímax.
- Se acalme cadelinha, não está na hora de gozar ainda, irá sofrer muito para merecer!! - disse me olhando nos olhos com sua voz firme e grossa.
Não satisfeito, meu senhor aproveitou o decote do vestido e tirou meus seios para fora, apertando-os com força, até chegar nos biquinhos, beliscando-os e arrancando deliciosos gemidos de mim.
Ao chegarmos no prédio, me ajeitei rapidamente e entramos de mãos dadas, felizes, como um lindo casal. Quem nos via, jamais imaginaria o que aconteceria entre quatro paredes.
Antes de entrar no apartamento, meu dono ordenou que tirasse o vestido e ficasse apenas de lingerie, correndo o risco de alguém nos flagrar. Fiquei hesitante, tentando-o convencer de me deixar entrar vestida, o que tirou a sua paciência.
- Vamos cadela, a pressa é sua! Quanto mais tempo enrolar, mais tempo irei demorar para abrir a porta. - disse ele segurando o meu queixo e apertando as minhas bochechas.
Nervosa, me despi e entreguei o vestido nas suas mãos, enquanto era observada com um olhar de deboche.
Calmamente, meu senhor entra no apartamento, pega uma coleira que estava disposta no aparador, coloca no meu pescoço e com uma guia, me puxa para dentro, fechando a porta atrás de mim.
- Ajoelha putinha!
Instantaneamente, ajoelhei-me aos pés do meu senhor, com a boca salivando, doidinha para chupar o seu pau:
- Por favor, dono, deixa a sua putinha te chupar, sentir o seu sabor, te satisfazer. - implorei olhando nos seus olhos.
André começou a se despir na minha frente, estimulando a minha excitação e me provocando.
- Mãos para trás, puta, em mim você usa apenas a boca! - disse em tom autoritário.
Não perdi tempo e logo abocanhei aquele pau gostoso, deixando-o bem babado, até que sinto as suas mãos agarrarem o meu cabelo, e então, ele começa a controlar o ritmo, fodendo a minha boca como se fosse uma buceta, enfiando o seu pau fundo na minha garganta e segurando o maior tempo possível, alternando com tapas no meu rosto. Estava uma delícia engasgar no seu membro, enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos que continuavam hipnotizados observando-o. Entretanto, meu senhor tinha planos maiores.
- Chega sua cadela, vá engatinhando para a cama, deite-se de barriga para cima e me aguarde. - Enquanto obedecia suas ordens, meu senhor acendeu velas que estavam espalhadas pelo quarto e veio em minha direção com uma venda, prendedores de mamilos e uma varinha mágica.
Sem cerimônias, tirou a minha lingerie, vendou-me e me imobilizou na cama, prendendo minhas mãos e pernas em cada canto, deixando-me toda exposta, completamente ao seu dispor, como deve ser.
Nesse momento, minha excitação estava incontrolável, minha buceta escorria mel e implorava para ser penetrada. Sinto meu dono acariciar meus mamilos, apertá-los e belicá-los com força, me fazendo gemer, até que sem dó, posiciona os prendedores e começa a puxá-los. Meus seios ardem, mas minha buceta encharca. Não contente, André começa a fustigar meus seios com um chicote, arrancando os prendedores e os posicionando de novo.
- Não era isso que você queria, minha cadela? Agora aguenta, sua puta! Você não imagina a delícia que é ver esses seios ficarem vermelhos enquanto você se contorce e geme de dor. - Falava enquanto ria sarcasticamente.
Eu gemia descontroladamente, indefesa, apenas sentindo aquilo que meu dono desejava.
Quando cansou de maltratar meus seios, puxou os prendedores de uma vez só, me fazendo gritar.
- Quieta sua cachorra, terei que te amordaçar também?! - disse em tom de indignação.
Por conta de estar vendada, meus sentidos estavam muito mais aguçados e meu corpo se mantinha a todo instante em alerta. Meu senhor me amordaçou e continuou a brincar comigo.
- Agora, vadia, você me servirá como um quadro, mas antes, deixarei a varinha mágica fazendo o seu trabalho.
Acoplou o vibrador diretamente no meu grelinho, ligando na potência máxima, me fazendo gemer. Em seguida, sinto as primeiras gotas de cera escorrem pela minha barriga. Fiquei totalmente arrepiada, não conseguia mais segurar o tesão e meu dono se deliciava com o meu corpo.
Com sua mente sádica, aproxima a vela dos meus seios, diminuindo a distância, fazendo com que a cera atingisse a minha pele ainda mais quente. Sem aviso prévio, meus mamilos são atingidos. Meus gritos são abafados pela mordaça e ele dá gargalhadas. Meu tesão é tanto que gozo sem permissão, molhando a cama.
- Quem autorizou você a gozar, sua cadela imunda? Quem manda no seu corpo e no seu prazer sou EU.
Inebriada, não consigo assimilar direito as palavras, quando sinto outra onda de prazer me atingindo e gozo mais uma vez.
Apesar de ter inflingido as regras de sempre gozar com autorização, meu senhor ficou orgulhoso do seu trabalho, me soltou, tirou a venda e a mordaça.
- Vem gostosa, fica de quatro para mim, está na hora de te foder gostoso.
Prontamente, me posicionei, empinando bastante a minha bunda. André começa a me masturbar enquanto brinca com o plug que ainda estava no meu cú. Sinto sua língua me invadindo, envolvendo o meu grelinho e subindo até o meu cuzinho. André tira o plug e começa a lamber meu cuzinho, me enlouquecendo.
- Por favor, Senhor, me fode, come a sua putinha, me preenche por completo. - Supliquei.
- Implora, putinha, se humilha para o seu dono te comer!!!
- Ainnn, me fode vai… come a sua cadelinha no cio, me arromba dono!!!!
André monta em cima de mim e me penetra de uma vez só no cuzinho, me fazendo gemer, enquanto bate na minha bunda.
- Aguenta cadela, estou fodendo o seu cú, vou deixar ele todo arrombado!!!
- Aiii, me fode, come o meu cú, deixa ele todo arrombadinho e ardidinho.
Meu dono continua me fodendo com força, cada vez me penetrando mais, até que anuncia que vai gozar:
- AAAA, vou gozar, encher o seu rabinho de leite, goza comigo vadia!!! - Gozamos juntos enquanto ele derramava todo o seu gozo no meu cuzinho.
Exaustos, nos abraçamos e nos beijamos loucamente.