Este conto é dividido em três partes: a história verídica, ideia de como contar e a fantasia. Na realidade, usei essa narrativa como uma estratégia para contar a ela sobre minha fantasia e como seria se acontecesse de verdade, já que eu não teria coragem de dizer diretamente. História verídica O que vou narrar aqui realmente aconteceu. Tenho 43 anos, minha esposa tem 41, e estamos casados há 15 anos. Quando éramos namorados, brigávamos muito—um ciclo interminável de términos e reconciliações. Nessas separações, ficávamos até dois ou três meses afastados e, nesse meio-tempo, acabávamos ficando com outras pessoas. Como a maioria das nossas brigas era motivada por ciúmes, eu ficava arrasado quando descobria que ela estava com outro. Não queria sair de casa, não dormia direito e ia para a cama só de madrugada. Foi em uma dessas noites, sentindo muitas saudades dela, que, por coincidência, a vi na porta do prédio dela com outra pessoa. Naquele momento, algo inesperado aconteceu: comecei a fantasiar com uma situação que jamais havia imaginado antes. O que antes me deixava louco de raiva agora estava me despertando desejo. A ideia daquele cara fazendo amor com ela no meio da madrugada me excitava de um jeito que eu não conseguia entender. E o mais surpreendente: na minha fantasia, eu também estava presente, assistindo a tudo. Não sei de onde veio esse pensamento, mas, ao contrário da realidade, na minha imaginação estávamos juntos. Aquele homem era apenas alguém que havíamos convidado para uma aventura. Mesmo com uma pessoa a mais naquele instante, era só isso: um momento passageiro. Na vida, porém, éramos cúmplices no desejo e no amor—só eu e ela saberíamos dessas experiências. A partir desse dia, percebi que poderia controlar meus ciúmes direcionando meus pensamentos para esse tipo de fantasia. Com o tempo, comecei a gostar cada vez mais da ideia. Durante anos, não tive crises de ciúmes—apenas fantasias envolvendo situações parecidas. O tempo passou, nos casamos, tivemos filhos, mas esse desejo foi crescendo e se enraizando cada vez mais nos meus pensamentos. Apesar disso, nunca tive coragem de falar sobre o assunto com ela. Tinha medo de que ela achasse que eu não gostava mais dela, que eu estivesse apenas a testando ou que interpretasse tudo da pior forma possível. Ao pesquisar sobre o tema, descobri que muitos homens compartilham desse desejo de ver suas esposas com outro na sua frente. Isso me encorajou, mas ainda assim, eu não sabia como abordar o assunto. Tentei algumas abordagens. Em uma viagem, sugeri que ela imaginasse estar sendo atendida por um massagista homem. Ela topou. Enquanto eu narrava a história ao pé do ouvido dela, fui conduzindo a imaginação dela para um cenário mais ousado—dizia que o massagista a desejava, que a encorajava a trair o marido que esperava do lado de fora... Quando terminamos, perguntei se ela havia gostado da experiência, e ela respondeu com um sorriso malicioso: "Claro! Por que você acha que fui (orgasmo) tão rápida?!?!" Nossa... Fiquei louco! Mas, depois disso (e já fazem uns seis anos), nunca mais consegui avançar com essa ideia. Sinto que ela tem curiosidade, mas que sua consciência não permite dar esse passo. Ela é uma mulher incrível—morena linda, baixinha, coxas grossas, bumbum maravilhoso, seios médios perfeitos, sorriso encantador e um olhar que me hipnotiza. Amo muito essa mulher, e, para mim, não existe ninguém mais perfeita do que ela. A ideia Nos últimos meses, vinha me sentindo muito culpado por ter esses pensamentos e fantasias. Queria me abrir com alguém, mas sabia que só poderia ser com minha esposa – mais ninguém. Tentei reprimir essas ideias, mas logo comecei a sentir falta de imaginá-la em nossas aventuras secretas, onde apenas nós dois sabíamos dos nossos segredos e nos entregávamos às mais intensas loucuras. Na minha mente, éramos incrivelmente felizes, movidos pela adrenalina e pelo prazer de algo novo e excitante. Sempre gostei de ler contos eróticos, e encontrei a melhor forma de compartilhar esse desejo com ela: escrevendo nossa história. No conto, descrevi não apenas nossa trajetória, mas também minha fantasia – como seria nossa primeira aventura depois que eu lhe revelasse meu fetiche e ela aceitasse vivê-lo comigo. Este conto que você lê agora é exatamente essa confissão. E o próximo que escreverei narrará tudo o que aconteceu depois que ela leu, mas isso é ideia para outro conto. Vamos à minha fantasia (fantasia por enquanto!)? Minha fantasia (Parte da minha estratégia para contar a ela sobre minhas fantasias) Disse a ela que gostaria que lesse um texto que escrevi — na verdade, um conto erótico baseado em uma experiência que gostaria que se tornasse real. Pedi que, se não gostasse, simplesmente esquecesse o assunto e nunca mais falássemos sobre isso. Mas, se gostasse, poderíamos conversar depois. Fizemos uma viagem para uma cidade do interior de Minas, a 600 km de casa. Estávamos com minha sogra e nossos filhos em um apartamento do Airbnb. Na quinta-feira à noite, assistíamos a um filme quando o clima começou a esquentar, notei um clima diferente e quase sem perceber, já estávamos transando. No ápice, ela sussurrou no meu ouvido que amou o conto e gostaria de experimentar aquilo na vida real, mas tinha medo de que isso afetasse nosso casamento e nossa família. No entanto, como estávamos em outra cidade, onde ninguém nos conhecia e o risco de sermos reconhecidos era praticamente nulo, poderíamos tentar. Meu coração disparou. Não soube o que dizer e permaneci em silêncio... Mas ela percebeu e, naquela noite, transamos como um casal recém-apaixonado. Depois, puxei conversa e sugeri que, no dia seguinte, colocássemos a ideia em prática pois a noite teria um show na cidade e poderíamos deixar as crianças com minha sogra e aproveitaríamos a noite. Na sexta-feira, nos preparamos. Ela estava deslumbrante: uma blusa de cetim azul-escuro sem sutiã, com um decote que realçava as curvas dos seus seios. A marca dos mamilos no tecido e o bronzeado recente deixavam tudo ainda mais instigante. Como era um show sertanejo, combinou com uma saia jeans clara, curta, que valorizava suas coxas grossas, e botas na altura da canela, realçando suas panturrilhas. Ao chegar ao evento, combinamos que nos separaríamos logo na entrada. Se ela se sentisse desconfortável ou quisesse desistir, faria um gesto de tchau, e caso já estivesse com alguém eu me aproximaria e diria que eu era seu irmão e que estava indo embora — assim, ela concordaria e encerraria ali. Fiquei à distância, observando. Não demorou muito para dois homens se aproximarem, conversaram um pouco mas logo foram embora, talvez por nenhum deles fazerem o tipo dela. Então, surgiu um rapaz de estatura mediana, cerca de 1,75m e 80kg, com um físico forte, cabelo castanho-claro e olhos claros. Ele ficou encarando-a por alguns minutos, sorrindo, e ela retribuiu. Quando começou uma música animada, ele se aproximou e perguntou algo. Ela balançou a cabeça negativamente (depois me contou que ele perguntou se estava acompanhada). Em seguida, ele estendeu a mão, convidando-a para dançar. Ela aceitou. Ele a puxou e começaram a dançar juntos. Minha esposa dança muito bem, de forma naturalmente sensual, e o cara também tinha gingado. Eles conversavam e sorriam um para o outro o tempo todo. Na segunda música, os corpos já estavam mais colados, e seus rostos ficaram perigosamente próximos. Foi então que ele a beijou. O beijo foi intenso e durou pelo menos 15 minutos. Meu coração acelerou, uma mistura de prazer, ciúmes e adrenalina, senti a necessidade de ver tudo de perto. Me aproximei sem que me notassem. Ela estava entregue: mãos entrelaçadas no pescoço dele, os seios levemente pressionados contra o peito do rapaz. Em alguns momentos que ela se afastava, dava pra ver os mamilos estavam rijos, marcando a delicada seda da blusa. A visão era hipnotizante. Ele deslizou a mão pela lateral do corpo dela, até que, sutilmente, apalpou um de seus seios e massageou o mamilo com o polegar. A outra mão repousava em sua lombar, descendo lentamente. Eu queria mais... Mas, de repente, ela se afastou, disse algo ao ouvido dele e saiu em direção ao banheiro. Minutos depois, recebi sua mensagem: “Me encontra na saída.” Não entendi de imediato, mas fui correndo. Quando cheguei, ela me puxou para o carro. Assim que entramos, me beijou com desejo, agradeceu e disse, com os olhos brilhando: — Coloca dentro de mim agora! Não perdi tempo. Levantei sua saia e percebi que ela já estava sem calcinha. Ao encostá-lo na entrada, senti o quanto estava molhada. No meio da transa, pediu para que eu gozasse dentro dela... me chamando pelo nome dele, foi nessa hora que compreendi: o que ela realmente queria era que fosse ele ali, naquele momento. Isso me enlouqueceu. Entrei no jogo e nos entregamos como há muito tempo não fazíamos. Depois, ofegante, ela apenas me disse que estava sem calcinha porque, para garantir que voltaria do banheiro, deixou-a com ele. Em seguida, pediu que não mencionássemos o ocorrido no dia a dia e que, quando tivéssemos vontade de viver outra aventura, seria ela quem daria o sinal. Perguntei como saberia, e ela sorriu antes de responder: — Da próxima vez, sou eu quem vai escrever o conto...
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Passei por uma experiência assim, ao contrário da sua, a minha nunca se permitiu nem imaginar outro cara fedendo ela. Se quiser ajuda, me chama no privado, vms bater um papo, troca experiência e quem sabe posso te ajudar. Forte abraco
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