Depois de um ano e meio de tensão, surgiu a chance de ouro. Decidimos abrir um novo mercado em Juiz de Fora e na Zona da Mata Mineira, e essa missão caiu no colo da Ju. Como toda nova empreitada exige supervisão de perto, planejei uma viagem com ela para visitar os primeiros clientes juntos. Naquele dia, uma segunda-feira escaldante no Rio de Janeiro, passei na casa dela para pegá-la. Quando a vi, quase perdi o ar: Ju surgiu com um vestidinho curto, leve e decotado que era puro pecado, exibindo aquelas pernas longas e esculturais. Sem querer (ou será que queria?), ela puxava o tecido para cima, revelando flashes de sua bucetinha coberta por uma calcinha de renda azul que parecia sussurrar promessas. Até então, tudo parecia inocente — ela era casada, afinal. Mas, para meu tormento, passou da porta de casa até a serra de Petrópolis grudada no telefone, brigando com o marido sobre uma reforma no apartamento. Ela gesticulava, mexia nos cabelos, gritava com o futuro corno, puxava o vestido ainda mais, expondo aquelas coxas que me faziam salivar. Quando finalmente desligou, desabou em lágrimas, confessando que não aguentava mais aquele inútil, que ele era um zero à esquerda, que estava esgotada e precisava de um escape. Sugeri férias, uma viagem, mas ela retrucou que, sem grana, seria pior ficar em casa aturando o marido. Foi aí que vi minha brecha, o momento de fisgar aquela gata arisca.
“E se a gente estendesse essa viagem de trabalho até o fim da semana?” propus, com um brilho malicioso nos olhos. “Estamos abrindo mercado, temos empresas pra visitar, é justificável.” Ela arregalou aqueles olhos verdes e exclamou: “Você tá falando sério? Jura?!” Mesmo eu estando ao volante, ela me deu um abraço apertado, roçando os seios durinhos no meu braço, os biquinhos entumecidos traindo sua excitação. Naquele instante, conheci uma nova Juliana: leve, solta, radiante, como se eu a estivesse levando para um tour ardente pela Europa, e não para o interior de Minas.
Paramos na Casa do Alemão, em Petrópolis, para um lanche matinal. Quando ela entrou, um grupo de motociclistas a devorou com os olhos, e Ju, a provocadora, trocou olhares lascivos com eles, claramente adorando a atenção. “Acho que você fez uns fãs por aqui,” brinquei. Ela abriu um sorriso safado: “Quem dera eu ainda despertasse algum desejo em alguém.” “Para de se fazer de sonsa,” retruquei. “Você sabe que é um furacão de sensualidade e adora provocar. É linda pra caralho.” Ela disparou, com um olhar que queimava: “Você acha mesmo?” “Óbvio,” respondi. “E você, se sente provocado por mim?” perguntou, me encurralando. “Claro, porra, eu não sou de pedra! Ainda mais com esse vestido e você me torturando no carro, subindo ele e mostrando essas coxas.” Ela corou, mas rebateu: “Oi? Eu não tava te provocando, não levantei o vestido de propósito!” “Não foram só as coxas…” soltei, rindo. “Como assim? O que mais você viu?” “Uma calcinha de renda azul de matar,” confessei. Ela ficou roxa de vergonha, mas não perdeu a deixa: “E o que achou? Gostou?” “Linda calcinha,” provoquei. “Não te perguntei da calcinha, seu idiota. Quero saber da minha bucetinha!” Fiquei sem palavras, gaguejando: “Bucetinha?!” Ela riu alto. “Agora quem tá se fazendo de inocente é você! Então, o que achou?” “Vestida, parece linda. Pelada, deve ser um pecado mortal,” respondi, com desejo escorrendo na voz. Ela me lançou um olhar provocante, cheio de promessas.
Voltamos ao carro mais íntimos, a estrada nos levando a conversas quentes. Falamos de relacionamentos, ex, fantasias — éramos dois cúmplices destampando cada segredo sujo, desde paixões infantis até as posições que nos faziam gozar mais forte. Em Juiz de Fora, fomos direto ao hotel. Sabendo que tinha apartamentos corporativos com dois quartos, pedi um desses, querendo ela bem pertinho. Notei um sorrisinho sacana no rosto dela quando sugeri isso. Após visitar clientes, perguntei o que ela queria fazer. “Me surpreenda,” disse, com voz de quem já sabia o que queria. Levei-a a um restaurante japonês incrível na cidade, mas antes ela pediu pra passar no hotel pra um banho. Deixei a suíte pra ela, mas, pra me atiçar, Ju escolheu o meu banheiro, deixando a porta entreaberta. Fingi distração e abri a porta como se fosse usá-lo. “Sai daqui, seu safado!” gritou ela, mas já era tarde. Pelo vidro transparente do box, vi aquele corpo nu, tesudo, seios rosados implorando por boca, bumbum desafiando a gravidade. Corri pro outro banheiro e achei sua calcinha de renda jogada na pia, melíflua de excitação. Tranquei a porta, cheirei aquele néctar divino e bati uma punheta feroz, gozando como um touro, esporrando com uma força que não sentia há anos.
Saí do banho e a encontrei na cama, enrolada na toalha, passando creme nas pernas. Meu pau ainda pulsava, mas trocamos apenas olhares carregados de tesão. Ela se arrumou e surgiu na sala com um vestido preto curtíssimo, salto alto empinando ainda mais aquele rabo guloso, maquiada e perfumada como uma fêmea no cio. No lobby, todos a comiam com os olhos, e ela desfilava, adorando ser o centro da putaria.
No restaurante japonês, escolhi um ambiente privativo com tatame, perfeito pra vê-la se soltar e deixar o vestido revelar seus segredos. Pedi saquê, e logo ela estava soltinha, me dando sashimi na boca, lambendo o hashi com safadeza. “Queria ser uma mesa de sushi, com a comida no meu corpo nu,” provocou. “E eu seria o primeiro a devorar esse banquete,” retruquei. Bêbada de saquê e tesão, ela pegou dois sashimis, virou de costas, baixou o vestido e deitou na mesa, colocando uma peça em cada mamilo duro. Meu pau quase rasgou a calça. “Não vai comer?” chamou, sacana. “Com hashi não, tem que ser com a boca,” ordenou. Chupei o primeiro, lambendo o biquinho rosado, arrancando um gemido. No segundo, fingi deixar cair, babando nos seios dela, apertando o mamilo e mordiscando de leve. Ela gemeu alto, contraiu as pernas e gozou ali mesmo. Depois, sentou-se, limpou os seios e me puxou pra um beijo faminto, nossas mãos invadindo cada curva. Desci os dedos e senti suas coxas encharcadas — sem calcinha, a buceta pingando. “Você veio sem calcinha?” perguntei, atônito. “Você disse que ela seria mais bonita sem vestido. Confere aí,” desafiou, abrindo as pernas. Era a buceta mais perfeita que já vi: pequena, lábios carnudos, rosada, grelinho saltado, escorrendo tesão. Toquei-a, e ela tremeu, gozando de novo enquanto eu tapava sua boca pra abafar os gritos.
No Uber de volta, ela me atacou: baixou o vestido, ofereceu os seios, e eu mamei como um animal. Ela abriu minha calça, chupou meu pau com maestria e me fez gozar forte, engolindo tudo com um olhar de vadia, limpando a boca com os dedos e chupando-os sensualmente. Ainda nua dos seios, virou pro motorista: “Moço, acha meus peitos bonitos?” Ele, sem graça, respondeu: “Lindos, seu marido tem sorte.” “Se gostou, pega,” disse ela, oferecendo-os. Ele apalpou, enquanto eu, vendo aquele rabo empinado, não resisti e chupei sua buceta por trás, arrancando um gemido alto.
No hotel, nos devoramos. Arrancamos as roupas com fúria, e eu a joguei no sofá, abri suas pernas e chupei sua buceta com vontade, lambendo o grelo até ela gozar várias vezes. De quatro, puxei seu cabelo, meti o pau na boca dela, que engoliu tudo, babando. Antes de gozar, tirei, dei um tapa na cara dela, chamei-a de “puta safada” e soquei minha rola dura na sua buceta melíflua, fodendo com força até explodir num gozo animal. Ela pulou, chupou meu pau de novo e pediu mais porra na boca, me levando a outro orgasmo seco. A joguei na cama, e ali, nua e entregue, era a fêmea mais gostosa que já tive. Passamos a noite transando em todas as posições, a melhor sendo ela de frango assado, pernas dobradas, eu metendo sem piedade, beijando-a e gozando juntos até eu não ter mais nada pra dar.
Na manhã seguinte, cancelamos tudo — estávamos exaustos, a cama encharcada de sexo, o quarto cheirando a putaria. Aquela semana foi só o começo. Há 12 anos somos amantes, e Ju, a executiva rebelde, virou minha fêmea selvagem. Salva meu casamento e o dela. Te amo, Ju, minha puta perfeita.
Um dos melhores que já li!
Cara que sensacional, sonho em encontrar uma Ju assim hehehe
que maravilha, que conto bem gostoso de ler e muito bem contado, narrado, picante, excitante, uma delicia mesmo. votado e aprovado