Agora, na nossa segunda visita, estávamos de volta àquele casarão discreto nos arredores da cidade. As luzes eram suaves, a música eletrônica pulsava baixo, e o cheiro de incenso se misturava ao aroma quente dos corpos. O lugar estava mais cheio do que da primeira vez. Havia gente bonita por todos os lados: mulheres de corpos incríveis, homens confiantes, casais de todas as idades jogando aquele jogo de sedução. Helena estava deslumbrante num vestido preto colado que abraçava suas curvas ainda firmes, os cabelos grisalhos soltos caindo sobre os ombros. Eu, com minha barba bem aparada e a camisa social aberta no peito, segurava a mão dela, sentindo um misto de orgulho e um frio na barriga.
Caminhamos até o salão principal, onde sofás de veludo vermelho e camas coletivas dominavam o espaço. Casais dançavam lentamente ou já se entregavam a carícias mais ousadas. Vi Helena ficar vermelha ao reparar numa mulher ruiva chupando o pescoço do parceiro enquanto outro cara passava a mão nas coxas dela. "Vamos nos soltar hoje", ela sussurrou no meu ouvido, e eu sorri, assentindo, já sentindo o sangue correr mais rápido.
Não demorou para um casal se aproximar de nós. Ele era um cara de uns 45 anos, alto, corpo atlético, cabelo curto e olhos que pareciam me atravessar. Ela era uma morena de pele bronzeada, seios fartos e um sorriso que prometia encrenca. "Vocês são novos aqui?", perguntou a mulher, com uma voz rouca, enquanto passava a mão de leve pelo braço de Helena. "Segunda vez", respondi, tentando soar descontraído. "Então vocês já sabem como funciona", disse o homem, estendendo a mão para nos cumprimentar. O aperto foi rápido, mas o olhar que trocamos já dizia tudo.
Nos sentamos num dos sofás. A conversa rolou fácil, com drinks e risadas. Eu vi a mão da morena, que se apresentou como Carla, roçar a coxa de Helena por baixo do vestido. Era sutil, mas eu sabia o efeito que aquilo tinha nela. Helena me olhou, e eu sorri discretamente, já excitado só de imaginar o que vinha pela frente. "Vamos para a cama coletiva?", sugeriu Carla, os olhos brilhando com malícia. Helena hesitou por um segundo, mas logo disse "Vamos", levantando-se com uma determinação que me surpreendeu.
A cama coletiva era um caos de corpos. Casais se misturavam, gemidos enchiam o ar, e o cheiro de sexo era quase sufocante. Helena deitou-se ao lado de Carla, e eu me posicionei perto delas, junto com o cara, que se chamava Marcos. Vi as mãos de Carla deslizarem pelo corpo da minha esposa, puxando o vestido dela pra baixo e expondo os seios. "Você é linda", murmurou Carla, antes de chupar um dos mamilos de Helena. O gemido dela ecoou alto, e eu senti um calor subir pelo meu corpo só de assistir.
Marcos se aproximou de Helena. Ele tirou a camisa, mostrando um peito definido, e ficou de pé ao lado dela, o volume na calça bem evidente. "Posso?", perguntou, apontando pro zíper. Helena me olhou, e eu assenti com um sorriso torto, querendo ver até onde ela iria. "Pode", ela respondeu, a voz tremendo um pouco. Ele abriu a calça, e eu vi Helena segurar o pau dele com as mãos, levando-o à boca. Ela chupava devagar, com uma mistura de curiosidade e vontade, enquanto Marcos gemia baixo, os olhos fixos nela. Aquela cena me pegou desprevenido, mas eu não conseguia desviar o olhar.
Depois de alguns minutos, Marcos se afastou, pegou uma camisinha no bolso da calça jogada ali perto e a colocou com calma. Ele abriu as pernas de Helena com firmeza, afastou a calcinha dela pro lado e a penetrou com um movimento forte. Ela gritou, o corpo tremendo, e ele começou a bombar com força, os quadris batendo contra os dela. Carla continuava chupando os seios de Helena, sussurrando coisas que eu não conseguia ouvir direito.
Eu me deitei ao lado de Carla, sentindo o calor do corpo dela. Minha boca encontrou o caminho entre as pernas dela, e eu comecei a chupá-la, lambendo a vagina e o ânus dela com uma fome que eu nem sabia que tinha. Meus dedos deslizavam pra dentro dela, sentindo ela se contorcer enquanto eu trabalhava. Olhei pro lado e vi Helena sendo fodida por Marcos, os gemidos dela se misturando aos sons molhados que eu fazia com Carla.
O ambiente era puro caos. Casais assistiam ao redor, alguns se masturbando, outros gemendo alto nos próprios encontros. Helena, ainda deitada, parecia perdida no prazer, agarrando os lençóis enquanto Marcos a penetrava com mais força. Eu sentia o corpo de Carla tremer sob minha boca, e logo ela gozou, agarrando meus cabelos com força. Helena veio em seguida, um grito alto escapando dela, as pernas tremendo enquanto Marcos acelerava. Ele gozou logo depois, um grunhido gutural marcando o fim.
Ofegante, Helena me puxou pra um beijo. O gosto do pau de Marcos ainda estava na boca dela, e ela fez questão de me beijar fundo, a língua esfregando na minha com um sorriso cruel. Eu sabia o que ela estava fazendo — era pra me humilhar, pra me mostrar quem mandava agora. Eu aceitei, submisso, os olhos baixos, sentindo o peso daquele gesto.
"Chupa minha boceta", ela ordenou, a voz firme, empurrando minha cabeça pra baixo. Eu obedeci, deslizando entre as pernas dela. A boceta dela estava diferente, mais larga, inchada e úmida do sexo com Marcos. Comecei a lamber, o rosto afundado ali, enquanto ela gemia e debochava: "Olha como ele me abriu, amor. Você nunca fez isso". O sabor dele ainda estava lá, misturado ao dela, e eu continuei, resignado, enquanto ela ria, um riso de vitória, acariciando meus cabelos como se eu fosse um cachorro obediente.
A noite não parou aí, mas aquele momento ficou na minha cabeça. Pra Helena, era o auge de um desejo antigo, uma forma de se vingar de anos de rotina. Pra mim, era a entrega total à mulher que, mesmo depois de tanto tempo, ainda conseguia me deixar sem chão.
Muito safada a Helena, faltaram as fotos dela
o prazer de corno é algo de indescritível....só mesmo quem sente. Continuam....iniciaram-se tarde.......mas ainda vão a tempo não percam estes prazeres de cukcold
Sortudo! S2 Betto o admirador do que é belo S2
Você tem muito talento.
Só quem é corno entende o tesão !!!!
mais um corno feliz .. só faltou as fotos