Sr. Antônio, como eu o chamava, tinha um pênis bastante peculiar, não era torto, era reto e acompanhado de bastante pelos pubianos, exalava um cheiro forte que sempre ficava impregnado na minha mão, tinha aproximadamente 12 CM, mas era extremamente grosso, similar a uma lata de refrigerante. Apesar de ter 58 anos na época, seu pênis ficava duro igual a pedra em questão de segundos. Nossas brincadeiras aconteciam todo final de semana, eu sempre ia para a casa dele, pois ele me ajudava a montar cavalo e fazia companhia nos passeios pela zona rural, mas o que eu mais gostava era pegar no pau dele e masturbá-lo até ele gozar. Ele era um homem extremamente respeitoso, e isso era o que eu mais adorava nele. Apesar dessas brincadeiras safadas, ele jamais tocou em mim ou sequer forçou qualquer coisa comigo. Com certeza, nossa relação era de pai para filha e eu adorava ouvir seus conselhos sexuais tanto para minha primeira vez quanto para minha futura vida sexual. Ele claramente percebia meus traços um pouco quanto ninfomaníacos, fora meu fetiche um pouco depravado demais para uma simples garotinha loira. Ter um mentor nessa fase em que eu poderia claramente fazer bobagens foi maravilhoso. Eu conseguia sentir muito prazer em masturbá-lo e, quando respingos do esperma caíam nas minhas coxas, deixava-me mais excitada.
Não demorou muito para eu perceber que o esperma dele me deixava excitada, e aos poucos que eu sentia em minha pele, surgia a vontade de experimentar. A primeira vez que eu passei meu dedo sujo de porra na língua, ele sorriu para mim com semblante de surpresa, e me perguntou: “- o que achou?” Eu respondi: “- Nossa, é docinho e tem uma textura esquisita.” Rimos. Infelizmente, na melhor fase em que começamos a explorar esse fetiche com mais ênfase, veio nossa separação, mas ainda assim lembro das belas jorradas que engoli e do gosto adocicado único que o esperma dele tinha.
Sei que ele jamais faria sexo comigo, ele efetivamente gostava de mim nos melhores dos sentidos, e ele sabia que seria uma péssima experiência porque ele tinha um pau que jamais caberia na minha buceta virgem. Hoje eu tenho um consolo idêntico ao pau dele, exatamente as mesmas medidas, mas falta aquele odor forte, os pelos pubianos brancos e, claro, o gosto salgado do pau com o doce do seu esperma. Sinto-me orgulhosa de hoje conseguir enfiar o consolo todo na minha buceta, como também, estou treinando e aos poucos conseguindo fazer anal com um consolo que mais parece uma lata de refrigerante.
Já bebi esperma de pelo menos dezenas de homens, alguns mais ácidos outros amargos, alguns relativamente doces, mas nenhum que chegue próximo ao quão gostoso era o do Sr. Antônio, provavelmente sua alimentação 100% natural e rica em frutas seja o segredo de um esperma tão saboroso.
Adorei seu conto meio inocente...
Delícia, votado! Continue.
tenho esperma bem diferente !! tenho uma alimentação saudável com suplementos, não tenho vícios... todos que provam comentam.....
Votado, adorei! Vc gosta de leitinho? Tenho aqui para vc.
Hmmmm....
To me imaginando dentro do conto!
Vou adorar ser seu leiteiro ... posso ?
Ótimo seu relato, fiquei curioso com a sua trajetória, suas outras experiências depois do Antônio. Conta mais.