Dadas as apresentações, Carlos, em um dia aflito, contou-me o fatídico desfecho de sua última aventura. Tudo começou quando Carlos e Grazi foram a uma casa de swing local chamada Green House (GH). Era uma noite nublada e com pouco movimento. Conversaram com algumas pessoas e com o gerente do estabelecimento, mas não houve química com ninguém e resolveram sair dali para ir a um motel. Grazi não havia contado a Carlos, mas já estava há duas semanas sem tomar medicamentos para a bipolaridade e sua excitação estava intensa. Ele estava bem vestido, com uma camisa polo, calça jeans e tênis esportivo, mas Grazi estava preparada para seduzir. Saiu com um body vermelho transparente com dois botões na alça que, quando desabotoados, revelavam seus seios firmes com auréolas, inchadas e rosadas, quase da cor da pele. A surpresa, porém, estava na parte de baixo, que chegava até a região íntima e era totalmente aberta, com um pequeno colar de pérolas como única cobertura. Tudo isso era encoberto apenas por uma minissaia de couro preto que mal cobria seu bundão gostoso e rodondo além de deixa suas pernas e coxas torneadas e grossas quase totalmente à mostra.
Na volta para casa, por volta da 1h da manhã, a cada semáforo em que paravam, a troca de carícias e a excitação de ambos só aumentavam. Carlos já dedilhava o bucetão de sua esposa, que estava completamente melada. Tomado pelo desejo, Carlos fez uma proposta.
— Nossa, amor, você está uma delícia hoje... Estava tão parado lá na GH. Que tal pararmos no McDonald's para pegarmos um lanche e irmos para o motel passar a noite? O que você acha?
— Ai, amor, estou morrendo de tesão, queria fazer amor com você aqui mesmo, no meio da rua... — Grazi falou com uma voz manhosa enquanto apertava os seios, que já estavam quase à mostra, e acariciava sua intimidade molhada.
— Vou parar no Mc do posto de gasolina do centro, que fica aberto 24 horas, aproveito para abastecer o carro e vamos direto para lá.
Nisso, Carlos, já inquieto de desejo, acelerou o carro ao máximo. Com as ruas desertas da madrugada, chegaram rapidamente ao posto. Parou no drive-thru, pediu os lanches e, enquanto esperavam, viu de relance Grazi tentando se cobrir do atendente, tentando parecer mais comportada. Mas, com aquela roupa, era impossível. Carlos percebeu que ela ficou vermelha e ofegante... Pensou que ela poderia ter gozado apenas por quase ser vista daquela forma, e então entendeu o que ela queria.
Carlos guardou o lanche, puxou Grazi e falou baixinho, quase boca a boca com ela:
— Eu vi como você ficou quando quase o atendente te viu vestida assim, igual a uma vagabunda.
— Ah, é, amor? — Ela respondeu com a voz ainda manhosa, como uma menininha fazendo um pedido ao pai.
— É sim... Você queria que o atendente tivesse te visto sem roupa, fala a verdade! — Carlos deu um puxão firme no braço dela e a beijou com intensidade.
— Sim, amor... Eu queria que ele tivesse me visto! Nua, bem piranha aqui no banco do seu carro... — Respondeu Grazi, já ofegante com o beijo do marido.
— Então, já que você quer dar um showzinho, vamos dar um showzinho para o frentista que vai abastecer o carro.
Grazi abriu um sorriso travesso, com o rosto corado e a respiração ofegante, balançando a cabeça em sinal de aprovação.
Naquela hora da madrugada, havia apenas um frentista de plantão: um homem magro, moreno, com o uniforme amarelo do posto, alto e com mãos grandes. Como já tinha a intenção de provocar, Carlos parou o carro na última bomba e do lado oposto à porta de abastecimento, de forma que o frentista seria obrigado a falar com ele pelo lado do passageiro, onde estava Grazi com o rosto vermelho e a minissaia de couro que mal cobria suas nádegas, praticamente levantada até a barriga.
Então, o frentista se aproximou e se abaixou na janela do passageiro. Quando o vidro baixou, ele se surpreendeu com aquela mulher linda, com o rosto corado e praticamente nua. Ele se recompôs em segundos e Carlos falou, entregando-lhe a chave do carro:
— Boa noite, irmão. Noite quente, não é? Completa para mim, por favor.
Ele, sem tirar os olhos de Grazi, que também o olhava de cima a baixo, respondeu:
— Boa noite, quente mesmo... Até demais.
Grazi estava em silêncio, apenas apreciando o olhar do frentista fixo nela, mesmo enquanto ele abastecia o carro, ele continuava olhando para aquela mulher no banco do passageiro. Quando ele estava terminando de abastecer, Carlos pegou a quantia necessária para pagar, um pouco mais de 100 reais, na carteira e colocou o rolo de notas junto ao seio da esposa, sussurrando em seu ouvido:
— Acerte tudo aí com o frentista...
Quando o marido colocou o dinheiro sob seu seio esquerdo e massageou levemente seu mamilo, já mais inchado do que o normal, o frentista se aproximou e, sem olhar para Carlos, totalmente fixo em Grazi, perguntou:
— Qual a forma de pagamento?
Grazi, muda até então, falou bem baixinho, quase ofegante:
— É no... Dinheiro... Senhor...
Então, ela lentamente levou suas mãos brancas e delicadas e desabotoou um dos botões da alça do body, que caiu, revelando para aquele frentista alto, moreno e com as mãos grandes, seu seio direito, branco, em formato de pera, com o mamilo pequeno, inchado e rosado. O rolo de dinheiro caiu sobre suas coxas grossas, e o frentista, que estava debruçado sobre a janela do carro, rapidamente se prontificou a pegar, obviamente aproveitando para passar a mão rapidamente nas coxas torneadas de Grazi.
— Opa, senhora, cuidado com o dinheiro, quase caiu.
Ele pegou o rolo de dinheiro e nem conferiu; naquela altura, já deveria estar consumido pelo desejo. Então, teve um último ato de ousadia ao entregar as chaves do carro a Carlos, que estava atônito vendo a cena e massageando o próprio pênis por cima da calça. Quando o frentista falou:
— Senhora, permita-me ajudar a abotoar sua roupa.
Então, ele lentamente pegou a alça do body de Grazi e a suspendeu com a intenção de abotoá-la novamente. Grazi, sem dizer uma palavra, apenas acenou com a cabeça enquanto o frentista, debruçado sobre a janela, já com os dois braços para dentro do carro, segurava a alça do body com a mão direita e tentava abotoar a parte que havia caído com a esquerda. Nesse momento, ele, com o dedo indicador da mão esquerda, começou a massagear suavemente o mamilo de Grazi, arrancando dela um gemido baixo e acelerando sua respiração.
A atmosfera de desejo ali era palpável, a sensação de que a qualquer momento os dois avançariam sobre Grazi, que estava ali totalmente entregue à situação, com aquele estranho massageando seu mamilo com a ponta do dedo, até que ele deu um pequeno beliscão, arrancando um gritinho gemido de Grazi. Então, ele abotoou novamente a alça. Olhou fixamente para ela e perguntou:
— Posso fazer mais alguma coisa pelo jovem casal?
Carlos tomou a frente e direcionou a pergunta a Grazi:
— Ele pode fazer mais alguma coisa por nós, amor?
Grazi, ofegante, respirando rápido e com as bochechas totalmente vermelhas, respondeu:
— Não, somente isso mesmo.
Para a frustração do frentista e, no fundo, também de Carlos, toda essa situação se passou em no máximo dez minutos, mas pareceram horas.
Então, Carlos deu boa noite ao frentista, levantou o vidro e partiu, olhando pelo retrovisor o frentista observando o carro ir embora enquanto massageava o próprio pênis por cima da calça.
E a noite estava apenas começando; mal ele imaginava que, a partir dali, seria o início de uma das noites mais desafiadoras de seu relacionamento.
To com o pau duro lendo esse conto, que delicia!