Meu nome é Gabriel, tenho 19 anos e moro sozinho com minha mãe, que se separou do meu pai há muito tempo. O nome dela é Vera e vou descrevê-la pra vocês: meio baixinha deve ter uns 1,62, cabelo curto, seios médios e o seu forte; um bundão que faz todos os homens da rua lamber os lábios, inclusive meu vizinho, Jack, vou contar o que vi quando tinha 18 anos.
Vera faz academia pra manter o corpo em forma e consequentemente precisa usar aquelas roupas coladas, sempre que ela vai a academia e passa em frente a casa de Jack ele assobia e certa vez já ouvi ele sussurrar pros amigos: “Se eu pego essa coroa meto chicote nesse cuzão”. Pensava eu que ela nunca dava bola, pelo menos nunca demonstrou, até que um dia eu descobri.
Jack faz entregas numa moto e um dia ele veio ate minha casa pra pedir a minha mãe seu cartão de crédito para comprar algumas peças para sua moto, minha mãe se arrumou e disse que iria com ele fazer a compra, eu logo suspeitei e resolvi segui-los de longe na minha moto.
Segui eles até uma casa com 1º andar vermelha, devia ser de algum amigo dele que serviu a casa para essa ocasião. Eles entraram, fecharam a porta mas não trancaram, esperei um pouco e entrei, quando olhei pela brechinha da porta vi uma cena q eu nunca irei esquecer: Jack estava em pé em cima da cama, minha mãe vestindo apenas um fio dental preto estava de quatro chupando o pau de Jack que dava tapas na sua bunda que balançava dizendo; “Chupa gostoso mamãe que eu ainda quero chupar e fuder esse rabão também” e batia mais forte em sua bunda enquanto ela dava uns gemidinhos: hmm hhhhhmmmmm.
Mesmo depois de gozar em sua boca o pau dele continuou duro feito pedra, tal era o tesão que ele estava, deu umas lambidas rápidas em sua buceta, sentou-se numa cadeira e falou: “Vem sentar aqui no colinho do papai, vem” ela como uma escrava sexual obedeceu sentando de frente pra ele em cima daquele pau enorme e cavalgando num ritmo nem acelerado nem devagar enquanto ele dava tapas e segurava sua bunda deliciosa, minha mãe gemia e dava uns gritinhos com os tapas, as vezes falava: “Vai pauzudo, mete safado”.
Ficaram nisso uns 10 minutos quando ele falou: “Não agüento mais, tenho que comer esse rabão por trás” a colocou de quatro na cama e quando ele começou a lamber seu cuzinho preparando-a para a surra de pica ela começou a falar pra ele que não queria anal, que não era pra ele fazer, ele puxou forte seu cabelo e deu uns 3 tapas fortes em sua bunda, deixando-a vermelha e disse: “Você vai fazer o que eu quiser, você é minha puta e quem manda aqui sou eu, abre logo esse cuzão, VAMO” ela abriu mais as pernas e ele chegou por trás e começou a meter devagarzinho enquanto ela gemia de dor, ele deixou o pau parado La dentro por alguns segundos e começou a bombar, minha mãe gemia de dor e dizia: “Ai papai... ta doendo...” ele não deu a mínima e começou a bombar mais forte.
Depois de alguns minutos ele falou: “Quero você montando esse rabão em cima de mim agora” deitou-se na cama e minha mãe veio por cima, colocou o pauzão no cu já acostumado e começou a quicar, Jack dizia: “Vai mamãe, que cuzão gostoso, eu sou teu papai agora”, puxou ela forte pra ela se deitar em cima do corpo dele, ela ficava deitada, ele deixava seus braços abraçando-a enquanto ela rebolava, ficaram nisso um bom tempo eles se beijavam, Jack chupava seus seios, até que ele deu uns tapas na sua bunda e falou: “Vamo mamãe, fica de joelho agora que eu vo matar sua sede”. Ela atendeu prontamente, ficou de joelhos e abriu a boca, ele batia punheta com a cabeça do pau quase dentro da boca dela, ela dizia: “Vai papai, quero leite quente na minha boquinha” ouvindo isso ele deu uma gozada violenta em sua boca, o leite encheu sua boquinha e escorria pelas laterais, Jack ficava mordendo o pescoço de mãe e acariciando aquela bunda tão cobiçada. Vendo isso resolvi sair pra não me verem.
Alguns dias depois fuçando o celular da minha mãe achei uma foto dela que ele tirou pra passar pra ele depois, vou colocar aqui pra vocês. É isso aí, isso foi 100% verdadeiro, não sei se até hoje Jack come minha mãe, nunca mais procurei saber, mas quem sabe...