Sendo assim vivia trabalhando fora do Estado, Carlos seu amigo e confidente era meio safado, vivia tentando levá-lo para o mau caminho, ambos estavam sempre juntos em suas inspeções.
Após um ano produtivo para empresa o dono da mesma, resolveu diversificar, e convidou todos os colaboradores mais próximos para uma festa de fim de ano em sua residência de veraneio.
Ao receber o convite e verificar na lista de presença o nome de Paula, Ricardo ficou um tanto incomodado. Carlos por sua vez, estigou o colega, afinal ele sabia do interesse dele para com Paula.
Paula era na empresa a responsável pelo departamento pessoal, uma profissional competente e de índole era solteira tinha em torno de 40 anos, morena clara, lábios mesclados, ou seja, o superior era um pouco maior que o inferior o que em geral é raro. Estatura baixa (1,56 - 1,61), cabelos castanhos na altura do ombro, rosto expressivo.Infelizmente as coxas e o bumbum não consigo definir bem, ela usava roupas que não deixava revelar tais atributos.
Todavia acho que sua marca de nascença em forma de lua minguante no ombro, era sua arma de sedução.
Devida sua posição, passava a imagem de uma mulher séria, poucos sorriso e intimidade limitada.
Contudo às vezes aceitava o convite das colegas de trabalho e participava de happy hours, em parte para estreitar sua relação com elas.
Foi onde Ricardo e Paula se conheceram melhor. Na verdade ambos já tinham encontrado-se diversas vezes nos corredores do escritório, lógico quando Ricardo ia até lá.
Ficavam sempre em um " Bom dia ou Boa tarde", porém surgia meio que vagamente um certo clima.
(- Sabe aquelas trocas de olhares que duram geralmente entre 3 a 6 segundos, mas que falam por si? Então era assim com eles.)
Bom o fato que eles se conheciam vagamente. Em umas das festas de happy hour eles puderam estreitar seus laços. Quase que uma obrigação, todos os happy hours eram no Barzinho do Juca localizado no Centro do RJ, facilitava o regresso para casa, tinha sinuca, videoke e uma batata frita famosa.
Após alguns drinks a galera gostava de jogar sinuca, geralmente eram duplas contra duplas.
Correndo risco de parece clichê, o destino ou melhor “Carlos” mexeu os pauzinhos para que a dupla fosse Ricardo e Paula. O jogo rolava, e por ironia Paula surpreendeu à todos , jogava com maestria.
A risco a dizer que ela era quase uma profissional, quanto a Ricardo, não era tão bom com o taco. Rsrs.. .
De fato o jogo fez Paula se soltar, e proporcionou um dos poucos momentos únicos da noite, um sorriso devastador, angelical acompanhado de lindas covinhas. Para Ricardo foi o ápice da noite, entretanto ele se sentia culpado pelos sentimentos que passavam pela sua cabeça.
Dizem que os drinks servem para libertar, ou encorajar alguém a fazer o que de fato sóbrio não faria. Teoria interessante ao meu ver.
Paula talvez compactue com esse pensamento, pois no fim da noite ela se ofereceu a leva-lo até em casa. A atitude dela foi vista como uma carona inocente, afinal eles moravam perto um do outro mesmo . Dessa vez acho que foi o destino mesmo, pois ambos moravam bem próximo um do outro. Ela no Méier/RJ e ele no Lins/RJ.
Dentro do carro ambos foram calados, até que Ricardo tomou coragem e elogiou a performance de Paula com o taco. Ela riu e disse que sempre gostou de sinuca, e era muito boa com o taco. Ambos riram bastante da situação . Ele então retrucou , só com esse tipo de taco? Ela respondeu com aquele sorriso de antes. Ele então a beijou.
Logo mais escrevo a continuação rsrs..
gostosa experiência! Betto