Era ainda estudante do colégio da cidade onde morava, Nos sábados era dia de passar a tarde no clube com a turma de colegas e amigos. Ela sempre foi muito agitada,líder de turma e rebelde. No clube passavam a tarde conversando entre amigos e também dançavam o tempo todo. Jussara adorava dançar, como ela disse de rosto colado e musica bem lenta. Gostava de sentir o volume dos meninos que se esfregavam, ela adorava. Muitas e muitas vezes depois da dança, iam pra uma famoso local, lá no ginásio do clube para se apalparem. Alguns dos meninos mais crescidos, logo estavam de pinto de fora, muitos ela conheceu, ela masturbava a todos. Lembra que o que mais chamou atenção foi de um menino que a pouco tinha chegado na cidade com sua família, o pai havia sido transferido pelo banco (BB) era o novo gerente. Ele moreno claro casado com uma linda mulher negra, o filho, mais pra negro do que branco. Jussara baixinha, e magrela, ele moreno forte, alto e magro. Dançou com ele e depois foram para o ginásio, lá naquele conhecido lugar. Beijos, abraços, amasso, apalpação... ele com a respiração super ofegantes, baixou as calças e a sunga, e saltou um enorme pauzão, grande coisa de adulto, foi o primeiro adulto que ela pegou. Ele queria entrar nela, estava agitado, nervoso, não queria que ela masturbasse, queria comer ela. Mas ela logo pegou e começou a masturbar, conta ela que muito duro, logo começou gozar, cuspia seu gozo pra todos os lados, ela continuava masturbando e ele cuspindo, cuspiu muito , mas muito mesmo. Ate que começou amolecer. Com o lenço dele, se limpou a mão e um pouco o vestido, voltaram ao salão.
Logo depois, naquele ano, Jussara foi colocada em um colégio, fora da cidade, em outra cidade, distante, era um colégio só de meninas, administrado por freiras. Ela diz sempre pensou que a mãe tinha colocado ela lá, pq estava bem falada na cidade, era uma cidade pequena e de muita fofoca. Bem, Jussara nas férias do meio do ano, foi pra casa, e direto no clube se encontro de primeira com o Paulo, a tal morenão, filho do gerente do Conversaram boa parte da tarde, e dançaram, claro que ela logo sentiu o volume dele, ele tava impossível, contou ela.A tardinha já escurecendo ele se ofereceu para levar ela em casa,ele aceitou, era bem perto, algumas quadras apenas.Quando chegaram na casa Jussara notou que não tinha ninguém, e se deu conta que o pai e a mãe deveriam esta na igreja era hora da missa.Jussara falou pelo Paulo, agradeceu e disse que ia entrar pela cozinha, e, ele foi até ali com ela. Abriu a porta e não esperava ele entrou rápido junto com ela, que levou um susto. Na cozinha mesmo ele foi pra cima dela rápido a abraçou ela de corpo inteiro. Ele alto, ela super baixinha, levou ela no ar abraçada, até a sala e empurrou ela sobre o sofá, Jussara apavorada começou chorar, ele falou que se ela gritasse ele ia machucar ela, apertava os braços com força. Rápido empurrou ela sobre o encosto do sofá, deixando ela se possibilidade de se mover e de costas pra ele. Jussara sempre gostou de usar saia curta, como ela era pequena ficava bem pra ela. Ele foi rápido, sentiu que sua calcinha foi baixada até o chão e logo sentiu a coizona quente dele sendo esfregada nas nádegas dela, procurava o caminho. Encontrou e deu o primeiro empurrão, Jussara contou que sentiu uma dor aguda e sabia que ele tinha entrado nela, a dor era forte ela chorava e pedia pra parar, ele então pegou ela na cintura e puxou o corpo dela contra o dele, ele foi sendo invadida, alargada, estava ardido, e doía bastante. Em poucos segundos depois de mover naquele movimento conhecido, ele puxou rapido pra fora, ela sentiu que alguma coisas escorreu nas pernas dela, era o gozo dele, nas saia, nas nádegas, nas pernas e no chão. Quando ela se virou então o que realmente ele tinha, ele se masturbava ainda e ainda cuspia o gozo. Logo ele passou o lenço no chão, limpou o sofá também, virou as costas e saiu por onde entrou. Jussara foi direto para o banheiro, quando se lavava sentiu muito dolorida e um pouco inchada, e escorria o gozo dele la de dentro. Perdeu a virgindade naquela noite, pra um pauzão escuro. Ficou dolorida até o outro dia. Contou pra madrinha que levou ela a ginecologista, o caso foi abafado. Se na cidade soubesse, ia ter que mudar de planeta.