Prazer Guto, 24 anos, carioca, pardo, 1.69 de altura, pica 18cm grossa e uma bundinha malhada do tamanho perfeito para sentir toda a extensão da sua pica ;). 75kg tenho pernas malhadas, mas não tenho abdômen e peitoral definido (ainda).
Vivi o meu dia normal, nas mesmas atividades e deu o horário de ir embora, mas eu tava com muito banco de horas no trabalho então nesse dia acabei saindo cedo, por volta de 15hrs. (Geralmente saio às 18hrs) Sair esse horário me pegou de surpresa mas como tava na mesma rotina cabeça cheia do trabalho, apenas iria para casa direto sem nenhum desvio no caminho.
Estava no ponto de ônibus aguardando o meu ônibus chegar, ele chegou, e subi para passar a roleta, sempre cumprimento o motorista e dei um breve boa tarde! No lado esquerdo estava sentado um cara no chão, antes da roleta e tive que desviar das pernas dele para não esbarra-lo, olhei apenas para me desviar e a direção que estava suas pernas dava visão total da sua cintura, no qual estava de pernas abertas e vi o volume apenas do seu saco, mas na hora não “maldei”, quando olho em seu rosto percebo o olhando em meus olhos com um sorriso safado. Aquilo me atiçou um pouco mas não reagi, apenas passei a roleta e automaticamente fui para o fundo do ônibus que só tinha um moleque sentado numa ponta, sentei na outra. Passado uns 5 minutos, o cara que estava sentado no chão lá na frente passa a roleta.
Baixinho, 1.65, parrudo, malhado, bronzeado de sol, com uns braços grandes. Cabelo raspadinho com corte legal, a uma pica marcada na bermuda tactel dele. Veio até o fundo do ônibus e sentou na cadeira do meio. Abriu bem as pernas, e me toquei que ele queria que eu olhasse como olhei assim que entrei. Comecei a olha pro seu volume que não reagia, apenas estava lá. Ele não deu nem uma pegada pelo menos. O outro moleque na ponto as vezes dava uma olhada intrigado porque tava olhando muito pra direção deles. Até que passou uns 10 minutos e esse moleque desceu. Pronto! Era o nosso momento!
Quando olho pra seu volume estava maior do que antes e ele latejava, mas o cara não reagia apenas a pica. Com a mão devagar passei na coxa dele para ver sua reação, ele riu e abriu ainda mais as pernas.
Então estiquei meu braço e comecei a apertar aquela pica que tava fazendo um volume gostoso naquela bermuda. Ele veio com a mão pesada de macho que trabalha em obra e consertos, e começou a apalpar minha pica. Dei um gemido baixinho e o puxei pro banco ao meu lado, tirando o do banco do meio que dava visão pro ônibus todo. Ele sacou a pica pra fora, uma pica preta, cabeçuda rosa, pouco grossa, mas tinha uns 20cm de tão extensa. Comecei a tocar uma punheta pra ele, e ele empurrando minha cabeça pra baixo. Me abaixei e comecei a mamar com pressa aquela pica longa que ia no fundo da minha garganta.
A adrenalina daquilo, de ser pego me consumia e me dava mais tesão. Ele levanta minha cabeça e apenas diz: — Tem coragem?
Eu o digo que não entendi a pergunta, ele me diz: — Tem coragem de sentar?
Eu: só com camisinha, tem? E vai ter que se rápido e não sei se vou aguentar rápido assim.
Ele me tira a carteira e tira uma camisinha de dentro. Abre com a boca e encapa aquela pica longa. Ele diz: — Levanta que eu vou aí pro canto e você senta por cima, qualquer coisa finge que tá trocando de lugar! Abaixa só a parte de trás da calça!
Abaixei a parte de trás da calça, deixando minha bunda toda exposta, puxando a camisa e segurando a mochila na frente pra não perceberem. Me encaixei por cima dele, passando uma perna por suas pernas e de costa pra ele fui sentando, encaixando a cabeça da pica dele aos poucos no meu cuzinho. Ele me abraça pela cintura, e faz um carinho no meu peito. Quando do nada só o sinto me puxar de uma vez pra sua pica, encaixando ainda mais sua pica que dessa vez entrou até a metade. Ele me levanta pela cintura e começa a socar com força no meu cuzinho. Não nos damos conta que já estávamos a dois pontos do ponto final do ônibus e por sorte só tinha mais 3 pessoas que estavam sentadas lá na frente e pelo visto iriam ao ponto final. Eu aperto com força suas coxas com minha mão e começo a quicar mais rápido e falo pra ele: — Vai goza no cuzinho da sua putinha, goza? Tem que ser rápido, quero esse leite!
Ele fala: — Então geme!
Eu pensando que seria perigoso gemer pois tinham pessoas no ônibus e estávamos expostos! Mas com o tesao que estávamos eu queria saciar aquele homem!
Então comecei a rebolar, e a gemer igual uma puta, bem fino no pau dele. Rebolando e com um braço joguei pra trás pra segurar a nuca dele e comecei a gemer: — vai fode, isso gostoso!
Com a voz rouca e grossa.
Ele imediatamente puxou meu cabelo pra trás e gemeu — TOMA LEITE PIRANHA!
E sentir os espasmos do corpo dele no meu cuzinho, seu pau latejava tanto que senti meu cu piscando e sem bater uma meu pau começou a gozar, assim que dei uma respirada pós gozada. O ônibus abre a porta e as pessoas começaram a levantar, eu imediatamente ao invés de me arrumar com calma, tive que me arrumar e descer correndo porque nao tinha como fingir mais já que as pessoas quase me viram quicando na pica. Desci sem olhar pra trás, não peguei o telefone e nada. Peguei o ônibus voltando pra casa pois passou do ponto. Cheguei em casa e ainda bati uma no banho imaginando a loucura que tinha acabado de fazer com um desconhecido no ônibus.
Quem vai bater uma no banho agora sou eu depois dessa leitura. Que delícia!!!
Uma ousadia insana mas inesquecivelmente prazerosa. Bom conto.