Passado o luto, comecei a frequentar sites de pornografia gay, sempre terminando as noites com punhetas deliciosas. Explorei chats e até plataformas de relacionamento, como o Disponível. Durante o casamento, mesmo com experiências na adolescência, jamais traí minha esposa, seja com homens ou mulheres. Nunca entrei em sites gays ou explorei esse universo. Me contive. Talvez seja difícil para alguns entenderem hoje, mas venho de uma época menos tolerante.
No site de relacionamento, criei um perfil: coloquei a foto do meu pau, alguns dados e deixei claro que era ativo. Diariamente, recebia cerca de dez mensagens com propostas. Lia todas sem interesse — o que me excitava era ver uma rola dura, não um cu aberto. Na adolescência, tive uma experiência com meu primo Luiz, três anos mais velho.
Tudo começou com brincadeiras de encoxar, que rapidamente viraram punhetas, boquetes e, antes que eu percebesse, ele arrebentou meu cabaço. "É muito gostoso ser comido por você", eu pensava, enquanto ele me agarrava por trás, beijava meu pescoço, mordia minha orelha e esfregava seu pinto duro na minha bunda. Após um ano, tudo acabou quando ele começou a namorar. Sumiu sem explicações. Eu também segui em frente, mas o assunto nunca mais foi tocado — por decisão dele.
Certo dia, deparei-me com um perfil no Disponível: uma rola branca com um piercing perto do saco. O dono, de 24 anos, se descrevia como "urso" (termo que eu não entendia) e dizia "vem dar esse cuzão pra mim". Curti a foto e recebi um "Oi". Migramos para o WhatsApp ainda naquela madrugada. Eu estava com o pau duro para fora da cueca, cheio de tesão. Ele, decidido, pediu fotos de rosto e corpo. Mandei. Ele retribuiu: era branquinho, muito bonito, grandão e com peito peludo. "Me chamo Renato", disse.
A conversa seguiu, mas eu hesitava. Ele deixou claro: "Sou ativo. Não curto beijo (só se der muito clima), não pego afeminados, não curto macho de calcinha, não toco no pau alheio, não chupo. Meu tesão é fazer outro macho de puta." Quase gozei ali mesmo. Tentei disfarçar: "Rola um troca-troca?" Ele cortou: "No seu perfil diz que é ativo. O que quer comigo?" Respondi, tímido: "Achei sua pica bonita." Ele pressionou: "Ficou com vontade de dar?" Demorei, mas admiti: "Sim." Ele foi incisivo: "Então não devia se dizer ativo."
Expliquei minhas experiências juvenis e meu desejo de revivê-las. Ele se exaltou, soltando frases obscenas. "Manda foto da bunda", pediu. Mesmo com tesão, enrolei: "Não tenho." Ele insistiu: "Vai no banheiro e faz uma agora." Não mandei. Ele queria me comer naquela noite. Gozei duas vezes às escondidas, lendo suas putarias. "Liga pra mim. Quero ouvir sua voz, ele exigiu. Atendi. Minha voz grossa o deixou mais voraz: "Porra, fazer um macho com essa voz gemer na minha pica vai ser uma delícia."
Marcamos um encontro, mas eu procrastinei — medo do desconhecido, de não aguentar a rola grande, da entrega passiva. Ele explodiu: "Você nem parece um homem maduro!" E estava vindo e de razão. Bloqueou-me em tudo.
Em seguida veio a pandemia e anos depois, fiz um novo perfil. Renato ainda estava lá, agora com 28 anos. Ele viu minha visita e curtiu minha foto.
"Quem é?", perguntou.
Identifiquei-me temendo sua reação. "Enrolado do caralho! É você? Quero te comer. Vai rolar ou não?"
Dessa vez, aceitei: "Quando você quiser." Ele foi direto: "Amanhã. Tem local?"
Meu filho tinha um apartamento vazio no centro. Combinamos.
No dia, meu coração acelerava. Renato chegou, dispensou formalidades: "Pega no meu pau viado." Obedeci. Seu pinto pulsava sob a bermuda. Ajoelhei-me, puxei sua roupa e devorei aquela rola que tantas vezes imaginei. Ele guiava minha cabeça: "Assim, viado! Chupa gostoso!" Engasgava, lacrimejava, mas isso só o excitava mais. Segurou-me pelas orelhas e socou fundo na minha goela.
"Quer leite onde?", ele rugiu, antes de explodir na minha garganta não me dando chance de responder. Engoli tudo.
Fomos para o sofá, ele quebrou o silêncio: "Mamou direitinho, hein, bichinha?" Meu pau endureceu novamente sendo tratado daquela forma.
"Tem cama aqui?", ele perguntou.
"Sim", respondi.
No caminho para o quarto, ele me agarrou por trás e sussurrou: "Era assim que seu primo fazia?" Arqueei a bunda pressionando seu pinto meia engorda e respondi: "Era."
Ao chegar no quarto, Renato ordenou: "Fica só de cueca." Não era um pedido, era uma ordem. Sem pudor, tirou a roupa, deitou na cama e chamou-me. Deitei ao seu lado de barriga para cima, liguei a TV e perguntei: "Quer ver algo específico?" Ele retrucou: "Tem porno gay?" Coloquei um filme de um cara gordo comendo um magrinho.
Eu ainda estava travado e perguntei, hesitante: "Posso chupar seus bicos? São enormes..."
Ele riu: "Mama, viadinho! Sei que você adora." Envergonhado, mas sem resistir, mergulhei naqueles mamilos inchados enquanto acariciava seu pau, que já dava sinais de vida novamente.
Fiquei por cima dele, nossos corpos colados, meus lábios sugando seus peitos, nossos paus se esfregando por baixo. Minha piroca babava ao roçar naquele cacete rijo. Com receio, beijei seu pescoço, mordi seus mamilos, minhas mãos exploravam seu corpo grandão. Ele gemia sob meus toques, enquanto na TV o magrinho gritava com o gordo furando seu rabo.
Depois de me esfregar nele, voltei a chupar seu pau, que já apontava para o teto. "Que delícia...", pensei, lambendo a cabeça inchada. Só de lembrar, meu cuzinho pisca. Ele interrompeu: "Para, ou vou gozar de novo. Dessa vez quero jorrar em outro lugar."
Renato então deu a ordem: "Quero meter no seu cu. De que jeito você quer dar?" Olhei para ele e sugeri: "Cara, faz anos que não faço isso. Começa de lado, li que é melhor... ainda mais com um pau desse tamanho. Não sei se aguento." Ele concordou: "Ok. Tem camisinha?" Entreguei uma.
Enquanto isso, untava meu furico com lubrificante e passava mais no pau dele.
Deitei de lado, e Renato aproximou-se por trás, em conchinha, já buscando meu buraco. Segurou-me, apontou o pinto e forçou para dentro. "Cacete!" Doeu, queimou, e eu pulei para frente.
Ele riu: "Puta que pariu, apertadinho mesmo, hein?"
Respondi, ofegante: "Cara, sou quase virgem. Faz mais de 30 anos que não entra nada aí."
Mas o tesão falou mais alto. Voltei a posição e pedi: "Vai devagarinho, por favor."
Ele sussurrava putarias no meu ouvido, sentia o bafo quente de sua boca: "Aguenta, viado..." Mordia minha orelha e provocava: "Bichinha filha da puta, tá se sentindo mulher, hein?" Eu só gemia enquanto aquela cenoura me abria, furando e se alojando no meu reto.
Não acreditava que havia aguentado. Passei a mão e vi que estava tudo dentro. Ainda incomodado, pedi: “Renato, fica quieto um pouco até eu me acostumar.” Ele apenas resmungou “Hum hum” e continuou me beijando e mordendo o pescoço. Meu corpo começou a incendiar, e forcei o quadril para trás — o sinal para o animal que esperava possuir sua presa. Renato agarrou minha cintura e começou a me foder com força. “Que cuzinho apertado!” ele rosnou. Eu, no auge do tesão, mastigava aquela rola no meu rabo. Ele não fazia devagar: socava fundo, batendo na próstata, como se quisesse me atravessar. Gemidos escapavam. Mesmo ele dizendo que não curtia afeminados, não dava para evitar a manhosice enquanto era empalado com tanta pressão.
Já acostumado ao cacete, Renato ordenou: “Fica de quatro.” Obedeci, sabendo que agora iria mais fundo. Ele entrou devagar, mas logo começou a martelar meu cu. Meu pau balançava, pingando de tesão. Abaixei a cabeça e mordi o travesseiro, alucinado, enquanto ele socava.
Senti quando acelerou as estocadas. Já tinha fodido muita mulher e sabia: ele estava perto de gozar. Suas mãos agarraram minhas nádegas, e as últimas enfiadas brutas foram o sinal. “Porra!” ele gritou, encharcando a camisinha. O grandão ficou sobre mim, recuperando o fôlego, antes de tirar o pau — deixando um vazio desolador. Permaneci de quatro por um tempo, ainda zonzo.
Meu macho tirou a camisinha. “Joga no chão”, pedi, e ele o fez. Deitou de barriga para cima, exausto. O gostoso já havia gozado duas vezes, e eu me segurava, com medo de esfriar o clima. Meu objetivo era satisfazê-lo, e isso me dava um tesão absurdo.
Deitei ao seu lado, encostado em seu corpo. Ele me puxou para uma conchinha, fazendo cafuné. “Puta que pariu”, pensei, “assim eu me apaixono.” De ladinho, esfregava minha bunda em seu pau mole. Que delícia.
O filme na TV havia acabado. Coloquei outro similar e conversamos besteiras. Soube que ele era do Sul, falou da família, enquanto eu me esfregava nele.
Meu cuzinho estava arrebentado, mas queria mais pica. Quando seu pau despertou de novo — rápido, como esperado —, pedi: “Me come de bruços.” Me posicionei, abri as pernas, e ele entrou sem dificuldade no meu anel já estourado. Quando seu corpo colou no meu, supliquei: “Mete gostoso...” Renato agarrou minha bunda, seus braços me imobilizando, e senti todo seu peso em cima de mim. Delícia pura. Fui comido assim por um tempão, até ele gozar pela terceira vez — agora exausto, desabando sobre mim.
Assim que se recobrou o ursão saiu de cima de mim, desencapou o pau e já foi jogando a camisinha no chão próximo a outra. O cheiro de sexo impregnava o ar. Ele novamente deitou de barriga pra cima e continuei de bruço cheio de tesão e querendo mais.
Renato pediu água. Fui buscar para ele e, ao voltar, notei que seu pau já subia novamente. "Cara, saber que um homem fica de pau duro só pra te possuir dá mais tesão que gozar", pensei. Assim que terminou, meu grandão puxou minhas pernas contra seu peito, alojando o pau no meu rego. Segurava minhas coxas, mirou e começou a socar. Foi impossível segurar: gemi alto, meus olhos reviravam. As metidas eram potentes, mas ritmadas. Meu pau saltava na barriga.
Meu fodedor soltou minhas pernas e deitou-se sobre mim, de frente. Sentia sua pica lá no fundo enquanto ele mordia meu pescoço. Enrolei as pernas em seu corpo e implorei: "Mete mais!" As marteladas no cu ficaram intensas, até que Renato despejou leite pela quarta vez, desabando sobre mim bufando: "Que cu guloso você tem!" Depois que ele se recompôs, perguntei: "Quer tomar banho? Suou muito..." Ele aceitou. Queria ir junto, mas não sabia se aprovaria. Lendo meus pensamentos, ordenou: "Vem, putinha."
Debaixo d’água, ajoelhei-me e comecei a chupar aquele pau mole em meia-engorda. Não é que a furadeira de cu ressuscitou? Chupei com gula. Encapei o pau branco de Renato, passei sabonete no meu anel, posicionei a piroca no centro do cu e me encostei na parede: "Mete, vai!"
O garotão arregaçou meu rabicó de novo. Comecei a bater uma punheta, mas parei rápido — já estava perto de gozar. Após uns 20 minutos levando pica no chuveiro, o macho gemeu mais forte, o gozo vinha. Toquei uma punheta apressada. "Porra!" Gozei tanto que jorrava sem parar, enquanto empurrava o cu na pica dele.
Terminamos o banho exaustos — ele mais que eu, afinal me comeu o dia todo. Ofereci comida, ele aceitou. Comemos na cama mesmo, conversando besteiras. Quando acabou, ele disse: "Tenho que ir." Sem vergonha e "apaixonadinho", perguntei: "Não quer ficar mais? Dormir aqui..." Para tristeza do meu cu, respondeu: "Hoje não, outro dia."
Renato chamou um Uber. Acompanhei-o até a portaria. Na escuridão da noite, vi aquele comedor de passivo partir.
Antes de dormir, toquei mais uma com o dedinho no cu, lembrando de Renato.
Meu rabo virou freguês do garotão de 28 anos, branco, 1,75m, 100kg, 20cm. Mas isso fica para outros relatos.
*A primeira foto lembra muito o pai dele, com a diferença que ele tem um piercing perto das bolas.
Há estórias que, seja pela qualidade narrativa, seja pelo enredo excitante e envolvente ou por refletir muito do trâmite psico emocional dos desejos versus realidade consciente que a tantos nesse mundo afeta, saltam aos olhos e prendem a atenção e o tesão do início ao fim. Esse é um deles!! Simplesmente excelente! Não deixe de publicar mais... nós agradecemos!
Nossa que delícia de pauzão. Com um desses impossível não dá para ele todos os dias
Tesão de conto. Te entendo, as vezes o cu tá doendo, mas sente o pau esfregando não tem jeito entra mesmo. Conte mai.
Tesão de conto. Te entendo, as vezes o cu tá doendo, mas sente o pau esfregando não tem jeito entra mesmo. Conte mai.
Conto delicioso. Escreva mais. Tem tudo na medida: putaria, descrição, diálogo, veracidade. Tudo isso envolve e excita. Parabéns!
Delícia, dei pra um novinho dotado uma vez, que me deixou todo arrombado,