Tento pegar no sono novamente mas é inútil. Ele dorme. Eu me movo com cuidado para não acorda-lo. Toco em meu peito e meu mamilos que endurecem. Sinto prazer em me acariciar por sobre a camiseta. Desço a mão percorrendo minha barriga feliz com sua rigidez e meus poucos pelos. Chego a minha cueca. Seu tecido é suave. Desliso os dedos pelo elástico. Meu pau está muito duro e possivelmente molhado. Passo a mão sobre a cueca percorrendo meu pau. Encontro a mancha úmida da minha porra. Enfio a mão por dentro para ajeitar melhor. Está todo melado. Recolho o que posso do meu mel e levo a minha boca. O sabor é meu conhecido, doce e quente.
Ele se moveu na cama. Acho que se virou pra mim. Estou de costas pra ele e o quarto está totalmente escuro. Fico imóvel por alguns instantes. Ele não pode perceber o que estou fazendo. Volto com minha mão para meu pau e me acaricio… sinto meu saco volumoso. Vou adiante pra tocar minha virilha e minha coxa. Sinto grande prazer ao alisar minhas pernas nuas. Sinto que meu mel escorre ainda mais de meu pau cara vez mais duro. Abaixo a frente da cueca e o liberto.
O ele faria se soubesse o que estou fazendo pensando no seu corpo lindo, torneado no seu futebol quase diário. Sempre quiz passar a mão em sua bunda musculosa.
E se eu… ele dorme pesado. Me viro na cama com cuidado de barriga pra cima. Meu braço esquerdo agora está perigosamente perto dele. Dá até pra sentir o calor do seu corpo. Me arrisco e vou deslisando a mão pelo lençol. Quero encontrar seu braço forte como se tivesse sido sem querer. Cheguei até sua perna. Estremeci de tanto tesão. Tive que me conter por não gozar naquela hora. Percebi que logo ali acima estava seu sexo solto dentro de uma cueca samba canção.
Ele ainda dorme. Não consigo resistir e vou indo até achar o tecido da cueca. Seu saco agora na ponta de meu dedo. Será que ele está tendo uma ereção noturna, seria muita sorte. Cheguei a cabeça de seu pau.tenho que ter cuidado, ele não pode acordar e me surpreender nesse e momento. Minha mão direita segura firmemente meu caralho tentando controlar meu desejo e os espasmos que me percorrem. Brinquei de leve com seu cacete.
Ele se moveu… tirei minha mão dele rapidamente. Ele se espreguiçou. De repente houvi um sussurro:
- Acordado, Pedro?
Não respondi torcendo pra que ele pegasse no sono logo. Precisava ajeitar minha cueca.
Senti que ele se movia novamente. O que poderia estar fazendo? Ele se deitara apenas de cueca. Vi seu membro balançando solto dentro dela. Seu saco é grande como o meu. Ele parou. Arrumei minha cueca com todo cuidado. Estava quase gozando e todo melecado. Será que ele notou meu movimento?
Subitamente notei que ele se aproximou de minas costas. Um dedo foi percorrendo da nuca até o início da minha bunda. O que ele estava fazendo? O mesmo que eu? Matando a curiosidade sobre meu corpo mais jovem e menos desenvolvido que o dele? Não pode ser. Tenho que dormir e parar de pensar nisso do contrário não me controlo mais. Ele então colocou a ponta do dedo por dentro do elástico da minha cueca e tirou logo. Deve ter sentido meu rego. Sem querer? Quem sabe.
De repente um movimento maior dele na cama. Como se de propósito quisesse que eu acordasse. Permaneci imóvel mas alguma coisa estava acontecendo. Imaginei que ele havia se excitado com minha presença na cama e percebi logo depois que se batia uma punheta bem devagar. Ele deve ter tirado a cueca naquele movimento. Estava completamente nu. O que eu faço agora. Continuo fingindo dormir? Pergunto se ele está bem?
Ele tocou minha mão com um dos dedos. Foi puxando para perto dele até que toquei sua perna. Ele desejava meu toque. Nunca tinha acontecido nada entre nós. Era raro dividirmos a cama.
Não sei se foi um tipo de instinto o que coloquei minha mão sobre a perna dele. Ele parou de se masturbar.
- Tá acordado Pedro?
Não respondi de novo. Ele pegou minha mão e pra minha total surpresa fez com que envolvesse seu saco e voltou a se masturbar. Percebi o quanto ele estava precisando daquilo. Sua respiração tinha mudado. Eu estremecia de tesão em quase gozo.
- Pedro, sei que tá acordado. Me dá um abraço. Por favor.
Não consegui resistir ao seu pedido e o envolvi com meu corpo. Meu pau encostou em sua coxa quente e nua. Ele pegou em minha cueca e a abaixou.
- Tira, por favor, tira também a camiseta. Fica pelado.
Eu obedeci tremendo sabendo que a parir dali não haveria volta. Depois que me despi ele me puxou e me deitou sobre ele. Sentir seu caralho duro e molhado como o meu e seus pelos me deixou sem qualquer controle. Ele passou a mão em minha bunda e me puxou pra cima. Ficamos com nossos rostos próximos e nossa respiração era quase uma só. Houve um longo beijo. Minha língua nunca tinha encontrado outra antes. Meu corpo jamais havia sido tocado por outro. Nossas rolas se encontraram e passaram a se roçar uma na outra. Seus dedos chegaram ao meu cuzinho quente. Um deles me penetrou bem devagar.
- Se solta Pedro, não vou te machucar. Confia?
- Confio.
- Vamos gozar juntos e encher essa cama de porra. Quer?
- Quero.
Ele me levantou e começou a chupar meu pau. Sua boca era quente e úmida como eu sempre havia imaginado. Retribui e o chupei também. O gosto de rola ou porra não sei, era muito bom. Nós agarramos e logo gozamos como dois loucos. Lambemos nossa porra com nossos beijos desvairados. Tínhamos nos lambuzado e o cheiro do gozo preencheu todo o quarto. Nos abraçamos novamente para dormir. Assim mesmo. Sem banho, sem cuidados. Apenas um “boa noite” no meu ouvido:
- Te amo muito, Pedro. Te amo pra sempre. Meu irmãozinho adorado.