Olá leitora, meu nome é Letícia sou uma mulher de 25 anos, sorriso fácil, pele branquinha, cabelo longo, cintura fininha e um bumbum avantajado, desde que conheci o Heitor, ele sempre me tratou como uma rainha, me cobriu de presentes e de joias, apesar de inicialmente eu não querer aceitar tantos presentes e mimos, do meio pro fim fui me adaptando, afinal, quem não gosta de ser bem tratada não é mesmo? Heitor tem 40 anos, é um homem charmoso, seguro e pasmem, muito rico, ele tem aquele olhar, sabe? De quem vai te devorar, e eu não sei, mas até hoje, toda vez que ele olha pra mim me sinto despida. Após o nosso casamento Heitor comprou pra gente uma linda casa com piscina, ele me deixou escolher todos os móveis e todas as cores que comporiam o ambiente, ele sempre fala que tenho ótimo gosto e realmente a nossa casa ficou linda e antes de nos mudarmos fizemos um pacto: teríamos que fazer amor do jeito dele, todos os dias. Obviamente eu concordei de primeira, o Heitor tem o seu jeito dominador na cama e apesar de mandão e levemente agressivo, ele parece estar lendo a minha mente, pois tudo que desejo que ele faça, ele já faz sem eu pedir e eu amo ser a esposa que o satisfaz em tudo. Certo dia, perto do horário dele chegar em casa estava eu fazendo topless na piscina quando ouvi o barulho do portão abrir, era Heitor, todo lindo e charmoso, ele estava de roupa social e eu completamente nua, quando me viu assim ele deu um sorriso malicioso e logo após seu olhar ficou mais duro que o normal e ele tirou o cinto. Quando eu o vi se aproximando e tirando o cinto daquela forma eu já sabia o que iria acontecer, exatamente o que eu queria, comecei a olhar para ele de forma faceira, com quem pede por algo. Quando chegou mais perto ele me puxou pela nuca e me beijou de uma forma leve e foi aumentando a intensidade aos poucos, ele me beijava e me enforcava e me puxava para mais perto dele, quando eu já estava arfando de desejo e ele sabia o que eu queria, ele me virou e começou a beijar e morder as minhas costas, ele sabia que aquilo iria deixar marcas, mas ele não se importava, ele gostava de me ver assim, com a marca dele no meu corpo. Quando ele finalmente chegou ao meu bumbum eu já estava gemendo alto, então ele me colocou de quatro e continuou a morder, dessa vez nas minhas nádegas, marcando cada pedaço de mim e me atiçando ainda mais. Aquela boca quente me devorando e eu pedindo mais. A água da piscina refletia nossa silhueta, eu toda nua de quatro na frente dele e ele ainda de roupa se divertindo com meu corpo. Foi quando mais uma vez ele pegou o cinto, dessa vez ele realmente iria usar. O meu bumbum todo disponível para ele e ele decidiu começar a sessão. Me deu a primeira lapada do lado direito e perguntou, “você gosta disso?” Eu fiz que sim com a cabeça e ele maldoso me deu outra lapada dessa vez com mais força do mesmo lado e perguntou com um tom de voz mais bravo, “você gosta disso?” Eu gemi de prazer e disse “sim, eu amo isso!” A partir daí ele me bateu um lado de cada vez até o meu bumbum ficar bem vermelhinho, então ele voltou a morder e beijar o meu bumbum, minhas nádegas estavam quentes de tanto apanhar e ele gosta quando ficam assim. Então ele me fez abrir um pouco mais as pernas e começou a lamber você sabe onde. Ele lambia o meu cuzinho e apenas de vez em quando tocava na minha bucetinha que já estava molhadinha e implorando para ser usada dessa vez. Ele obviamente só queria a porta dos fundos. Após me deixar muito atiçada e com o meu desejo rendido, sabendo que dessa vez o nosso sexo seria apenas anal, ele pega novamente o cinto, dessa vez ele acerta no bumbum pegando também na minha bucetinha e aos poucos ele vai batendo apenas na minha bucetinha, eu já estava chorando de dor e de prazer e ele aumentando a intensidade em cada lapada. Não satisfeito ele me virou de frente e me fez expor a bucetinha toda pra ele, e ele bateu nela até que ela ficasse bem enxadinha e vermelha. Eu ali nua e marcada, deitada no chão da beira da piscina e ele em pé na minha frente, ele dá um sorriso malicioso, ele estava amando me ver naquela posição. O sol estava se pondo e o reflexo dele parecia estar ainda mais bonito naquele ângulo. Então ele abre a calça e eu imediatamente me posiciono. Eu simplesmente amo o pau do meu marido, ele tem mais ou menos uns 25 cm, grosso e com a cabeça mais grossa ainda que faz arrombar tudo que vê pela frente. Sem perder tempo eu começo a mamar aquele mastro com toda a sede que eu estava de senti-lo na minha boca. Mesmo eu dando tudo de mim naquela mamada o Heitor sem paciência coloca meus braços para trás e segura a minha cabeça contra seu corpo e começa ele mesmo a empurrar sem dó até o fundo da minha garganta, eu sem fôlego começo a engasgar, ele me solta por um momento, eu mal respiro e ele já me pega de novo. O Heitor estocava tão fundo na minha garganta que saiam lágrimas dos meus olhos, mas ele não ligava e parecia se divertir com isso. Me mandava olhar para ele enquanto eu mamava, dava tapa na minha cara, e ainda dava a ordem: “chupa!” “olha pra mim!” “fala que me ama!”. Sim, ele sempre mandava eu falar que o amava quando estava com a boca cheia do pau dele. Eu ali me sentindo uma puta, totalmente submissa à vontade dele, de joelhos, ele empurra todo o pau dele na minha boca e ainda coloca as bolas junto, segura a minha cabeça com força contra a pelve dele, e repete várias vezes: “você é minha! Entendeu? Só minha!” Eu ali sem conseguir respirar, mas concordando com a cabeça, sendo a puta submissa que ele sempre quis. Ele me tira para respirar e me dá logo um tapão na cara, seguido de outro tapa mais forte e ainda mais um, e ordena: “fala o que eu quero ouvir!” Eu falo entre gemidos, com um pouco de medo e com muito prazer: “eu sou sua putinha particular!” Ele satisfeito com a situação, me puxa pra cima e me beija. Eu ainda sem fôlego, apenas acompanho o desejo dele. Então ele me pergunta: “onde você vai querer?”. Uau! Essa era nova pra mim, ele sempre fazia o que queria com o meu corpo. Então eu respondo com um olhar manhoso: “fode a minha bucetinha, por favor”. Ele termina de tirar a roupa social e senta na espreguiçadeira da piscina, totalmente nu com aquele mastro avantajado pra cima, ordena: “senta”. Eu viro de costas para ele, com o meu bumbum em forma de coração, todo à mostra, começo a encaixar e rebolar em cima dele. Heitor apenas curte esse momento, eu rebolando lentamente em cima dele, aquele movimento gostoso, encaixando até o fundo da minha bucetinha molhada e eu quicando sem parar. Eu sei fazer o movimento que ele gosta, subindo e descendo, envolvendo aquele mastro completamente. Não se dando por satisfeito Heitor começa a bater no meu bumbum, dessa vez com tapas e também com socos. Ele queria acabar comigo! Cada tapa que ele me dava me fazia ter vontade de rebolar mais e cada soco que ele acertava no meu bumbum me fazia gemer mais alto. Ele cheio de tesão e de maldade pegou o cinto novamente e começou a bater nas minhas costas, nas minhas coxas e a ordenar que eu cavalgasse no pau dele. Enquanto eu quicava o mais rápido que eu podia ele de forma violenta me batia. Foi uma surra muito gostosa, eu já estava toda marcada e com muito tesão, então eu pedi: “amor, fode meu cuzinho agora!” Ouvir isso o deixou com um desejo animal. Ele me jogou no chão de quatro e sem cerimônia colocou tudo de uma vez no meu cuzinho! Eu gritei alto, tentei escapar, mas ele me segurou e continuou a enfiar aquele mastro enorme no meu rabo sem um pingo de dó. “Devagar amor!”, eu implorei, mas ele não se importou, continuou socando rápido e com força, me segurando firme pela cintura para que eu não conseguisse sair. Estava doendo muito! Aquele mastro enorme me rasgando por dentro, sem dó! Eu gritava alto: “Ai meu cu! Ai meu cuzinho!”, enquanto isso ele se divertia dizendo: “você não é minha putinha particular? Então aguenta!”. Ele me puxava com força e enfiava todo o pau no meu cu. Eu gritava alto e implorava pra ele ir devagar. Ele metendo só no meu cuzinho, arrombando sem dó, aquela era a melhor parte para ele. Melhor ainda porque estava doendo. Ele não se contenta de me fazer apenas gemer, ele gosta de me ouvir gritar e implorar. Quando ele percebeu que eu estava me acostumando e gostando daquilo ele puxou o meu cabelo e cavalgou em mim de forma frenética, dando tapas no meu bumbum, fudendo meu cuzinho e dando alguns tapas na cara e socos na costela. Eu estava gemendo como uma vadia. Para atiça-lo ainda mais eu empinei bem o meu bumbum e encostei o meu rostinho no chão, deixando-me toda submissa ao meu homem. Ele ainda metendo sem dó no meu cuzinho gritou: “você gosta né vagabunda?”. Eu afirmei que sim entre gemidos e ele fez exatamente o que eu queria, pisou na minha cara enquanto fodia o meu cu! Eu ali no chão, totalmente à disposição do meu macho. Com marcas no bumbum de cinto, de tapas e até de soco. Meu corpo todo lapiado da surra que ele me deu e ainda queria mais. Ele falou marrento: “É por isso que eu te amo, você é uma puta profissional!”. Ele pisava no meu rosto e estocava no meu cu e eu gemia e chorava de tanto prazer, tesão e um pouco de dor também. Quando ele já estava pronto para gozar, ele me puxou para mamar o pau dele. Enquanto eu mamava ele me xingava: “Minha puta! Minha putinha particular! Gostosa! Vagabunda!”. E eu o mamava com a intenção de satisfaze-lo completamente, eu lambia todo o mastro dele e também as bolas e olhava para ele faceira. Ele olhou para a minha cara de putinha submissa e me deu um tapa forte no rosto, depois outro tapa, depois outro. Eu tentei me esquivar, mas ele ordenou, “olha pra mim!” eu olhei e ele me deu outro tapa! Me segurou pelo cabelo e me deu vários tapas fortes seguidos e depois me fez engolir o pau dele de novo. Eu já estava com o rosto muito vermelho de tanto levar tapa, estava ardendo muito, mas eu precisava continuar. Ele me mandou olhar pra ele de novo e perguntou: “Você gosta de apanhar na cara vagabunda?” Eu com o mastro dele todo na minha boca tentei dizer que sim, mas antes que eu disse algo ele me deu um tapão na cara, depois de novo e de novo até jorrar aquele jato quente na minha boca. Ele urrou e gozou na minha garganta! Que delícia! eu engoli toda aquela porra grossa e ainda limpei ele. Depois que ele estava completamente satisfeito ele me olhou e falou: “agora você pode gozar.”
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