O calor do meio-dia queimava, mas nada comparado ao fogo que eu sentia ao ver Ricardo, o pedreiro que estava fazendo a obra na casa da vizinha, suando em cima daquela escada, martelando com força enquanto os músculos das costas se tensionavam.
Ele era bruto, grande, dono de um olhar que já me prendeu desde o primeiro dia. E eu? Eu só conseguia pensar em como seria sentir ele me usando como quisesse.
A vizinha tinha saído, deixando ele sozinho. O tesão falou mais alto e eu fui atrás de confusão! rsrs…
Eu tenho um short curtinho e bem agarrado, como sou gordinho eu tenho um rabo de respeito. Coloquei esse short bem coladinho e por baixo uma calcinha de renda que marcava bem! - sim, eu coloquei uma só pra ele.
Passei na frente da obra fingindo desinteresse, mas meu corpo todo tremia. Ele me viu, parou de trabalhar, e eu senti o olhar dele percorrendo minhas pernas, parando na marca fina da minha calcinha…
— O que você quer aqui, boy? — a voz dele era grave, dominadora, como se já soubesse exatamente por que eu tinha ido até lá.
— Só vim ver se… se você não queria uma água. — Mentira óbvia.
Ele riu, baixo e rouco, e deu dois passos na minha direção. Eu recuei, mas ele me agarrou pelo braço, puxando-me pra perto.
— Tá de calcinha, né? — Ele cuspiu no chão, os dedos já puxando a barra do meu shorts pra baixo, expondo a renda preta. — Puta safado. Veio pra isso mesmo, não veio?
Eu engoli seco e ele não perdeu tempo, me arrastou para dentro da obra. Eu já pude sentir o pau dele latejando. Ele enfiou a mão por dentro da calcinha e apertou minha bunda com força, fazendo eu gemer.
— Vira.
E eu obedeci, de costas pra ele, mordendo o lábio quando ouvi o som do cinto dele abrindo.
— Olha pra frente e não vira. — Sua voz era uma ordem e eu tremia de medo e tesão.
O primeiro toque foi gelado—ele passou cuspe entre no meu cuzinho, depois os dedos grossos, trabalhados, foram me abrindo.
— Porra, já tá piscando… — Ele riu de um jeito que era nojento e gostoso.
E então, sem aviso, sem dó, ele enfiou.
O PAU DELE ERA ENORME —grosso, quente, arrancando um grito rouco da minha garganta enquanto ele me empurrava contra a parede de tijolos ainda úmida.
— Aguenta, puto. — Ele já metendo forte, cada fincada uma punição, cada puxada uma afirmação de que eu era dele naquela hora.
Eu tentava me segurar, mas minhas pernas tremiam, e a dor dava lugar a um prazer doentio quando ele achou meu ponto e começou a bater direto nele.
— É… assim mesmo, seu viadinho… toma… toma… — Ele gritava, as bolas batendo em mim, a mão dele no meu cabelo, puxando pra trás.
Eu já estava gozando pelo cu, quando ele grunhiu no meu ouvido:
— Vai levar meu leite hoje, filho da puta. Vou te engravidar!
E então ele explodiu dentro de mim, quente, jorrando, me enchendo, enquanto eu gemia, fraco, usado, marcado.
Quando ele saiu, deu um tapa na minha bunda vermelha e riu.
Já foi colocando sua calça novamente e meio que empurrando para fora. Eu mal consegui me ajeitar, o leite dele começando escorrer e ele disse:
— Amanhã você volta. E venha usando outra calcinha.
E eu, como uma cadela no cio, já sabia que ia obedecer.
Espero que você tenha gozado!
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A oportunidade apareceu e foi deliciosamente bem aproveitada! Maravilha um macho desses. Gostoso conto.
Muito bom ser só usado!