A construção dos chalés



Meu nome é Lucimar, sou descendente de europeus que vieram para o interior de MG há algum tempo trabalhar com lavoura, então tenho a pele bem branca, cabelos e olhos um pouco claros. Meu marido mora na capital de segunda a quinta, e sexta a domingo vem ficar comigo aqui numa pousada rural que temos aqui no interior, e esta pousada só funciona de sexta a domingo. O distrito dessa pousada é muito frequentado nos finais de semana devido suas belezas naturais, então decidimos construir três chalés de madeira num espaço entre a piscina e o muro da divisa da pousada, para aumentar a capacidade da pousada. Meu marido contratou uma empresa que enviou dois trabalhadores, bem desprovidos de beleza, então meu marido ficou tranquilo com isso, apesar dele gostar de me exibir para hóspedes quando ele está aqui comigo, meu marido gosta de ver homens secando com os olhos a esposa dele de micro biquíni, mas somente quando ele está aqui, e nesse caso desses dois trabalhadores ele ficou tranquilo pelo ausência de beleza deles.
Esses dois ficavam aqui de segunda a quinta. Na quinta à tarde eles iam embora pois a pousada funciona a partir das sextas feira, eram o Toninho e o Agnaldo. Eles se viravam lá com refeição, eu só sedia o jantar e depois eles iam dormir. Eles nunca me olharam muito nem conversavam muito comigo. Numa tarde eu estava na piscina e o Agnaldo me chamou. Eu fui lá dentro da construção para ver o que era e o orientei, e pela primeira vez o vi me comendo com os olhos, o Toninho saiu de perto, mas o Agnaldo quase me devorava com os olhos, olhando para meu corpo de biquíni molhado, pois os biquinhos dos peitos e a bucetinha ficam marcados quando está molhado.
Eu saí e entrei para pousada. Fui tomar banho. Eles só entravam na pousada após 17:00h, para tomar banho, jantar e ir para o quarto deles, então eu ficava sozinha o dia quase todo. Na outra semana eu tomei banho mais cedo e fui para sala assistir TV. Estava deitada de bruços no sofá com shortinho leve e curtíssimo com camiseta sem sutiã, devido ao calor. Derrepente os dois entram, eu quase morro de susto e perguntei porque entraram. Eles disseram que já haviam avisado que iriam embora mais cedo pois era feriado na sexta-feira e eles iam passar o feriado com a família, então iriam um dia antes e mais cedo. E realmente eles tinham avisado isso no início da semana, mas eu tinha me esquecido disso. Quando me levantei do sofá para subir para minha suíte, o Toninho não me olhou, mas o Agnaldo deu até medo, ele quase entrou dentro da minha roupa com os olhos (eu estava tão a vontade sozinha em casa que estava sem calcinha, só o shortinho). Quando cheguei lá no segundo andar, antes de entrar na suite eu olhei escondida lá para baixo, e o Agnaldo se deitou de bruços no sofá justamente onde eu estava de bruços, e começou fazer aqueles movimentos com o quadril para cima e para baixo, como que imaginando eu ali ainda de bruços e ele me comendo assim, então ficou “comendo o sofá” e fantasiando ser eu. O Toninho dizia: pára Agnaldo, você é doido, pára de mexer com mulher casada. Ele ficou ali um tempo e depois saiu, e eu vi que o pau dele estava duro dentro da bermuda dele.
Eu comecei evitar o Agnaldo (apesar de ter gostado de ver um homem com tesão em mim). Na outra semana aconteceu algo que quase me matou. É que muitas vezes eu tomo banho na minha suíte e saio nua dentro do quarto. A janela da suite tem vista para as montanhas, e como fazia geralmente eu fui nua para minha cama com dois consolos (pintos de borracha), um branco e outro preto maior e mais grosso. E fui lubrificando os dois com minha boca, chupei os dois bastante, e decidi naquela tarde tentar enfiar o consolo preto e mais grosso no meu cu, antes eu só enfiava o branco menor. Fiquei de quatro e com muito suor e gemidos consegui enfiar no cu, pensei que ia ser rasgada, mas empurrei até não aguentar e cair de bruços na cama e ficar suando e gemendo, e quando ia ficar de quatro de novo para tirar porque não estava aguentando mais eu olho pela janela em direção às montanhas, e vejo o que tinha me esquecido: os chalés estavam sendo construídos no lugar que tinha vistas para montanhas antes, e vejo na porta da varanda do segundo andar de um dos chalés o Agnaldo me olhando e até segurando na parede, parecia que ele tinha ficado até bambo com a cena. Eu dei um grito de susto, gritei de novo por tirar rápido o consolo do meu cu e corri nua até a janela para fechar, e obviamente ele viu meu corpo todo nu e em pé.
Eu quase morri sim, mas tive que os ver na janta pois eu fornecia a janta, e eu não tive palavras e nem consegui olhar no rosto deles, principalmente do Agnaldo. Passei a ficar o dia todo sem ver ele, vendo só na janta. Eles sempre ficavam a noite no quarto deles, que tinha TV. Numa madrugada eu escuto a TV da sala ligada e desço para desligar, pensando que eu tivesse esquecido ligada antes de subir para minha suíte. Então desci como estava pois seria rapidinho, com camisola branca transparente e sem nada por baixo. E quando chego devagar perto da TV vejo o Agnaldo deitado no sofá de barriga para cima e um pau duro e muito cabeçudo para fora e batendo punheta, tinha mulheres dançando de lingerie no filme. Não sei quem se assustou mais, ele para variar me comeu com os olhos e guardou o pau rapidamente, e eu saí correndo para minha suíte. Possívelmente ele queria assistir um filme sem a presença do Toninho para ele ficar mais a vontade, então foi para sala de madrugada.
Foi muito difícil ficar olhando na cara dele, mas algo acontecia também: depois dessa cena do sofá, numa noite eu fui me assentar no meu consolo lá na cama e fantasiei ser o pau duro dele ali no sofá, e encaixei tudo, rebolei e gozei sussurrando: aaaiii Agnaldo, aaaiii.
Ele passou a ir para a sala todas madrugadas, na esperança de me ver novamente, mas eu só ouvia a TV e não descia. Mas numa noite, eu tinha um estranho desejo de provocar, e desci de camisola transparente de novo mas com lingerie por baixo, não tive coragem de ir sem lingerie por baixo como tinha sido da vez anterior, e fingi me assustar com ele no sofá (não estava batendo punheta dessa vez, só assistindo TV). Eu fiquei em pé na frente dele, ele até engolia saliva ao me olhar, e eu disse que só tinha vindo desligar a TV, mas já que ele estava lá, poderia ficar lá então. Eu fui subir as escadas devagar e ele veio atrás de mim puxando assunto, eu olhava para trás e via ele quase engolindo minha bunda com os olhos, minha lingerie era super cavada e a camisola bem transparente, e ele inventava assunto sobre a obra no outro dia, até chegar na porta da minha suíte, onde eu abri, disse a ele para descer e ele ficou ali me olhando em direção aos meus seios parecendo estar esperando um convite meu para entrar, mas eu o mandei descer e fechei a porta.
Na verdade eu gostei de provocar, mas não ia deixar acontecer nada entre nós. No outro dia, quando eu estava na piscina ele me chamou lá na construção do chalé de novo. Quando eu entrei lá, biquíni molhado e marcando minhas partes íntimas, o Toninho se retirou dizendo: Agnaldo Agnaldo! O Agnaldo ignorou o Toninho. O Agnaldo disse que algumas peças vieram com tamanhos errados (eram pré fabricadas de madeira). O Agnaldo me pediu para segurar uma peça de madeira e tentar colocar no lugar devido para eu ver, e realmente não cabia por pouco, era pouco maior. Então eu disse sem maldade: se eu tentar abrir aqui um pouquinho e você empurrar, será que não entra não? Eu disse sem maldade, mas percebi maldade no olhar dele com essas palavras. Ele respondeu até suspirando: se a senhora abrir um pouquinho eu dou um jeito de empurrar até entrar, faço entrar de qualquer jeito. Eu gostei de fazer tesão nele, então eu disse: vou tentar abrir aqui um pouquinho…agora empurra com jeito que entra, empurra Agnaldo. E ele empurrou e realmente entrou a peça no lugar. Eu vi inevitávelmente o pau duro dele dentro da bermuda, e ele me disse que tinha outra peça assim no banheiro do chalé. Minha cabeça disse para não ir mil vezes, mas eu disse para irmos lá que eu ia ajudar ele a colocar. Fui andando de biquíni na frente e quando olhei para trás ele quase engolia minha bunda. Quando entramos no banheiro eu já não tinha palavras, o banheiro já tinha porta, e ele fechou e trancou a porta com nós dois lá dentro, e eu vi e deixei ele trancar sem dizer nada, eu só suspirava alto. A parte do banho era de tijolo, mas a parte do lavabo era de madeira, e ele me deu a peça e pediu para eu ajudar a encaixar, e eu disse que ia abrir um pouquinho para ele empurrar e colocar. Quando eu disse: aí, coloca, empurra que entra Agnaldo. Ele tremeu a voz toda, gaguejou e disse: “a senhora pode mandar eu embora, mas a senhora deixou eu maluco desde aquele dia deitada de bruços no sofá com essa bunda gostosa arrebitada. Eu tô batendo punheta pra senhora todo dia.” Essas foram as palavras dele, e eu estava sem palavras. E ele tirou a camisa, me agarrou a cintura por trás com uma das mãos e com a outra desfez o lacinho do meu biquíni e jogou ele no chão. Eu só gemi e disse: não Agnaldo, não. E ele tirou a peça de madeira da minha mão, me virou com o rosto na parede, tirou o pau e encostou na entrada da minha bucetinha e eu sem força só gemi, abri as pernas e senti ele enfiar aquele pau duro e cabeçudo dele todo dentro de mim, ele enfiou tudo, eu só gemia: ai Agnaldo, ai, devagar. E ele me deu pouquíssimas mas fortes socadas e gozou muito dentro de mim. Ele tirou o pau de dentro de mim, ele foi se arrumar para ir embora, ele se assustou muito depois que ocorreu. Eu ouvia o Toninho brigando com ele. Mas eles foram embora e não voltaram, depois fiquei sabendo pela empresa que o Agnaldo era casado com a irmã do Toninho, por isso ele se assustou tanto e nenhum dos dois voltaram.
Não vou esconder. Não era minha intenção acontecer nada, mas como já tinha acontecido eu esperava o retorno dele nas semanas seguintes. E eu queria sim que acontecesse um sexo anal dele em mim, queria experimentar o pau cabeçudo dele na boca, talvez até com gozo na boca, e se o Toninho fosse menos fechado até aceitaria os dois em mim de uma vez, pois quase sempre que me masturbo são com dois consolos imaginando dois homens, mas não retornaram, então morreu a história ali.
A empresa enviou outros dois, de muito mais idade e certamente nunca acontecerá algo como esse novamente.
Obrigada a todos vocês, beijos.



Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario casadocarente159

casadocarente159 Comentou em 02/04/2025

Uauuu!!! Que delícia de conto... Pena que foi uma vez só... E o maridão ficou sabendo??? Beijos. Votado.

foto perfil usuario thadeu41

thadeu41 Comentou em 02/04/2025

Meu senti o Protagonista "Agnaldo" Que Delícia de Conto. Depois de ler três contos seus, Não aguentei, e gozei Demoradamente dentro do seu cuzinho sem camisinha. Votado. Bjos Lucimar. Marcelo Thadeu

foto perfil usuario jhack

jhack Comentou em 02/04/2025

Votadissimo!!! Eu não teria resistido tanto tempo pra fazer isso (me virou com o rosto na parede, tirou o pau e encostou na entrada da minha bucetinha e eu sem força só gemi, abri as pernas e senti ele enfiar aquele pau duro e cabeçudo dele todo dentro de mim) teria feito no dia em que ele foi até a porta da sua suíte!!! 😋😋😋 Bjuuusss delícia!!!

foto perfil usuario tami321

tami321 Comentou em 01/04/2025

Delicia, imagino realizando esse sonho de toda puta de corno. taminegadf

foto perfil usuario fernando1souza2

fernando1souza2 Comentou em 31/03/2025

Q tesão!

foto perfil usuario sexgrafia

sexgrafia Comentou em 30/03/2025

Me senti dentro da história!

foto perfil usuario casalbisexpa

casalbisexpa Comentou em 30/03/2025

delicia de conto .. só faltou as fotos

foto perfil usuario lucasemarcia

lucasemarcia Comentou em 30/03/2025

Parabéns! mais um conto com muito tesão!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


232427 - Viajando na viagem - Categoria: Traição/Corno - Votos: 23
232222 - Ainda não acredito - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 25
232220 - De surpresa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 32

Ficha do conto

Foto Perfil lucimarlu
lucimarlu

Nome do conto:
A construção dos chalés

Codigo do conto:
232221

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/03/2025

Quant.de Votos:
23

Quant.de Fotos:
0