Foi então que a vi. Pequena, delicada, com curvas discretas e um sorriso que iluminava o ambiente. Seus olhos verdes, vivos como esmeraldas, contrastavam com a pele alva e os cabelos curtos, negros, bem alinhados no corte chanel. Usava um vestido leve, de cores alegres, e uma pequena jaqueta que realçava sua elegância. Ao lado dela, uma senhora carrancuda — uma espécie de guardiã, que parecia barrar qualquer aproximação indesejada. Ambas seguravam uma Bíblia, indicando claramente suas convicções religiosas.
Mesmo assim, algo em mim rompeu qualquer hesitação. Pedi a um dos atendentes da barraca que discretamente entregasse a ela meu número de telefone. Quando recebeu o bilhete, corou e sorriu, mas sua acompanhante franziu a testa em desaprovação. Antes de partir, porém, Rute — esse era seu nome — olhou para trás e, timidamente, sorriu mais uma vez.
O restante do dia transcorreu com a inquietação da espera. Até que, no final da tarde, meu celular vibrou. Era uma mensagem dela:
“Olá, boa tarde! Eu sou a pessoa da barraca de pastel. Lembra? Me chamo Rute.”
Meu coração acelerou. Troquei algumas mensagens e pedi permissão para ligar. Ela pediu dez minutos e, assim que me deu o sinal, iniciamos uma conversa fluida, leve, como se já nos conhecêssemos há tempos.
Rute era viúva, vinda de Toledo, Paraná. Estava na cidade para uma assembleia religiosa e hospedava-se com um grupo de amigos, incluindo sua severa acompanhante. Riu ao saber que eu a apelidara de “buldogue”, confessando que não era a primeira vez que alguém fazia essa observação.
Ciente de que sua estadia era breve, a convidei para sair naquela noite. Ela aceitou. Marcamos para as 21h.
Pontualmente, lá estava eu. Quando abriu a porta, minha respiração falhou por um instante. Rute estava deslumbrante. O vestido discreto moldava seu corpo com perfeição, e a maquiagem leve realçava ainda mais sua beleza natural.
— Onde vamos? — perguntou, sorrindo.
— Você tem fome?
— Confesso que sim.
Levei-a a uma pizzaria aconchegante. Entre fatias de pizza e conversas que fluiam sem esforço, a atmosfera entre nós foi se transformando. Nossos olhares se prolongavam, os sorrisos se tornavam cúmplices. Em um momento de distração, minha mão pousou suavemente sobre a sua. Ela retribuiu o gesto, entrelaçando nossos dedos.
— Você é muito gentil — sussurrou.
Senti um calor percorrer meu corpo. Propus irmos até minha casa para continuarmos a conversa em um ambiente mais reservado. Ela hesitou por um instante, depois assentiu:
— Com uma condição: quero continuar me sentindo segura.
— E eu quero exatamente isso — garanti.
Em casa, preparei um vinho e uma tábua de queijos. Apaguei algumas luzes para criar um clima aconchegante e coloquei uma playlist suave.
— Uau, que produção! — brincou, sentando-se no sofá e cruzando as pernas, evidenciando seu charme natural. — Você está querendo me seduzir, Ricardo?
Sentei ao seu lado e servi o vinho.
— Vamos brindar à vida e às suas possibilidades — propus.
Ela sorriu e entrelaçou seu braço no meu ao bebermos o primeiro gole. O gesto simples, porém íntimo, fez meu coração disparar. Rute pousou a taça na mesa, olhou-me nos olhos e se aproximou lentamente.
— Seu coração está batendo forte — sussurrou, encostando a cabeça no meu peito.
Acariciei seu rosto, meus dedos deslizando suavemente por sua pele macia. Ela fechou os olhos por um instante, aproveitando o carinho. Quando os abriu novamente, seu olhar estava carregado de desejo. Aproximou seus lábios dos meus, mas recuou no último instante, provocando-me.
— Você gosta da minha boca? — sussurrou.
— Muito — respondi, minha voz rouca de desejo.
Ela sorriu e roçou os lábios nos meus. Um toque leve, quase um convite silencioso. Eu a puxei suavemente pela nuca, eliminando qualquer distância entre nós. O beijo aconteceu lentamente, explorando, descobrindo. O calor de seu corpo aumentava, e suas mãos deslizaram pelo meu peito, desabotoando minha camisa, sentindo minha pele.
Nos movemos no sofá, nossos corpos respondendo àquela dança silenciosa de desejo crescente. O perfume de jasmim dela se misturava ao cheiro do vinho, tornando o momento ainda mais inebriante.
Ela beija o meu queixo. Minha mão acaricia o rosto dela. Meus dedos brincam com a sua orelha. Os olhos dela brilham mais que todas as estrelas do céu. Ela vai provocando. Sugerindo um beijo, mas desistindo e fugindo logo na sequencia.
O corpo dela representava o que acontecia em seu coração!
Com minha mão grande e forte envolvendo a sua nuca. Fui aproximando minha boca dos seus lábios. Quando estava a milímetros de distancia ela tentou se esquivar. Mas eu estava no comando, segurando firme porém delicadamente sua nuca. Coloquei minha língua quente e molhada pra fora e comecei a lamber seus lábios. Acariciando, fazendo cosquinha. Ela vai cedendo e se entregando aos mais carinhos. Sua boca se abre lentamente. E minha língua invade sua boca. Iniciando um delicioso balé sensual. O sabor de sua boca é indescritível de tão bom. Ela retribuía chupando e mordiscando minha língua e meus lábios. Acariciava seus cabelos, Dedilhava sua face. Ela acariciando o meu peito, vai abrindo os botões da minha camisa. Beijando minha boca, mordendo meu queixo. Sinto seus lábios acariciando minha pele. Me provocando arrepios. Então ela resolve sentar no meu colo. Seu sexo de frente pro meu. Ela começa a dançar, Rebolando e acariciando seu sexo no meu. Ela se aproxima do meu ouvido. Dá uma mordidinha e pergunta:
“Você queria ver a minha calcinha quando cruzei as pernas agorinha, não é mesmo? Não queria seu safado?
Eu aceno positivamente com a cabeça.
Com cara de safada e chupando o dedo indicador. ela responde:
“Pois é seu bobo. Te enganei. Eu estou sem calcinha.”
Aquilo me deixou em ponto de bala. Se não fosse minha experiência teria gozado naquele instante.
Ela fica dançando sentada no meu colo Beijando minha boca, acariciando seus cabelos Abrindo sensualmente os botões da blusa. Acariciando meu rosto com seus seios. Eu percebo que sua bucetinha está molhadinha. E ela começa a ficar ofegante.
“Humm seu pau duro roçando na minha bucetinha tá me deixando louca.”
Ela desce do meu colo ficando de joelhos na minha frente. Com suas mãos pequenas e delicadas massageia minhas coxas. Movimentando as mãos que tocam meus joelhos subindo gostoso até minha virilha e voltando novamente aos joelhos. Ela acaricia abrindo minhas pernas ela penetra com seu corpo, roçando seus seios no meu sexo. Neste movimento seu biquinho rosado salta pra fora.
“Que menino safado você é? Você viu meu seio. Agora quero ver o seu pau. Você deixa?”
Ela abre o botão da minha calça baixa o zíper, coloca sua mão sobre a minha cueca boxer branca. Faz movimentos circulares com a palma da sua mão. Eu fico louco de tesão. Fico mordendo os lábios de vontade. Me contorcendo e tentando segurar meu gozo ao máximo. Ela puxa a calça e a cueca baixando até o calcanhar. Depois delicadamente retira elas para ter maior mobilidade entre minhas coxas. Ela coloca seu rosto lindo ao lado do meu pau. Meu pau duro dá exatamente na altura da cabelo dela. Ela olhando no fundo dos meus olhos pergunta
“Será que eu aguento com esse pauzão inteiro na minha boca?”
Eu respondo que ela só vai saber se tentar. Ela abraça meu caralho com sua mão pequena e delicada. E com movimentos curtos e delicados inicia uma deliciosa punheta. Eu me sentia no céu sendo carregado nas asas daquele anjo.
Ela fica lambendo minha coxa. Ela começa a lamber minhas bolas.
Rute agora gulosamente abraça a cabeça do meu pau com seus lábios e começou a chupar forte, gostoso! Como Rute mamava. Foi o melhor oral que eu já recebi.
Rute começou a chupar forte meu pau. Passando a língua na cabeça. Brincando na pontinha e aos poucos enfiando ele inteiro na boca. Sua língua era deliciosa e sabia acariciar o corpo do meu pau como ninguém!
Ela também começa a gemer. Ela bate com o meu pau em seu rosto. Enfia ele inteiro na sua boca enquanto seus olhos verdes fixam nos meus. Ela acaricia minhas coxas e minhas bolas. Enquanto me leva ao delírio!
Acariciava os cabelos dela enquanto fazia movimentos freneticos de vai e vem Meu pau deslizava para dentro da boquinha carnuda da Rute. Acariciando o céu da sua boca, sentindo a maciez da sua língua. Por vezes tocando o fundo da sua garganta. Meu pau duro, quente, pulsando em sua boca!
Rute, agora me diz que gostaria de algo ali mesmo, no tapete da sala. Ela se deita no chão abre suas pernas mostrando sua bucetinha linda e lisinha. Ela era bem carnudinha e rosinha.
“Vem Ricardo, meu macho gostoso! Quero gozar na sua boca!”
Fui engatinhando entre suas pernas. Acariciando sua bucetinha. Passando meus dedos em sua bucetinha quente e gostosa!
Ela mesma abre a bucetinha deixando seu grelinho a mostra. Então com carinho eu beijo e chupo seu grelinho Fico brincando com a minha língua nele. Fazendo ela gemer e se contorcer.
Acaricio sua bunda e coxas. Ela empurra minha cabeça contra sua buceta, e eu fico ali me deliciando com seus carinhos, com o seu corpo. E o doce mel que escorre da sua bucetinha. Minha língua brinca na portinha pra não ofender seu hímen. Minhas mãos trabalham em conjunto com a minha boca. Com uma das mãos apalpo seus seios, e com a outro massageio o seu cuzinho. Meu pau duro como o ferro praticamente exige seu corpo.
Ao mesmo tempo que Rute entra no climax, começo acariciando meu pau duro na entradinha de sua buceta gostosa. O corpo de Rute todo se estremece ao sentir meu pau passeando entre seus lábios vaginais. Ela segura meu pau com força!
“Por favor amor, eu preciso disso agora! Quero você dentro de mim agora!”
Rute se colocando de quatro, empina bem a bunda baixa seu corpo pra facilitar a entrada e mordendo os lábios passa a sentir cada centímetro de meu pau a invadir sua bucetinha quente e apertada.
Enquanto eu vou enfiando milímetro a milímetro, com uma das mãos acaricio o grelinho dela pra aumentar o seu prazer. E ela entra em êxtase. Seu corpo todo treme, ela geme, grita e chora. Ela começa a rebolar e movimentar sua bunda pra traz. Dessa forma consigo enterrar completamente meu pau dentro dela. E ficamos ali. Naquele vai e vem ritmado. Eu beijando suas costas. Mordendo sua nuca. Acariciando seus cabelos e seios e ela gemendo e rebolando gostoso.
Praticamente rendidos sobre o tapete da sala, abraçados um ao outro, Rute ainda assim me proporciona algo que, pelo menos naquele momento eu não esperava. Mesmo desejando muito eu iria respeitar a Rute, pois aquela era a primeira vez que estávamos ali a fazer coisas muito gostosas. Quando assim pensava, Rute fica de quatro, pega meu pau que estava quase explodindo de prazer, aponta para o seu cuzinho, dá uma esfregada na portinha. O cuzinho dela começa a se contrair e relaxar e dispara:
– Vem meu macho. O cuzinho é todo seu!
Meio que surpreso, mas desejoso demais para pensar mais, a seguro firme pelas na cintura e começo a penetrar lentamente o seu rabinho lindo. Tão apertadinho, quente e gostoso. Rute dá um grito de dor e prazer. Eu pergunto se devo parar ela diz:
“Seu pau é muito grande e grosso. Mas vai…continua amor eu aguento!”
E ela gemendo e rebolando gostoso, ambos entregues ao prazer, agora entre gemidos e muito prazer gozamos simultaneamente.
O resto da noite foi uma entrega mútua, sem pressa, sem urgências. Apenas o encontro de duas almas que, por um acaso do destino, se cruzaram em uma barraca de pastel.
Na manhã seguinte, ao levá-la de volta, trocamos um último olhar cheio de promessas. A história de Rute e eu não terminaria ali. Mas essa… já é outra história.
puro tesão ... delicia demais ... só faltou as fotos
Nossa! Fiquei bem excitado!
Muito excitante!
Conto bem escrito, com nuances mais românticas e sensuais do que simplesmente sexuais. Usou bastante das sutilezas que excitam, parabéns!