Após vários anos de casado, nosso relacionamento deu aquela esfriada básica, normal, e não sei se esse foi o gatilho pra um desejo diferente.
Certo dia eu abri o Pc de casa pra trabalhar de home office e quando abri o navegador estava em um vídeo pornô de uma mulher comendo o marido com uma cinta. Por curiosidade assisti um pouco e achei que não fosse nada demais, mas quando fui fechar o vídeo percebi que haviam várias guias abertas, todas com o mesmo tema...
Aquilo me deixou pensativa. Será que meu marido tinha esse desejo e não tinha coragem de me contar?
Naquele dia de noite, durante o sexo, tentei fazer o terra nele, mas ele foi agressivo e repeliu, dizendo que não curtia essas coisas, mas eu já tinha lido contos demais pra saber o caminho certo das coisas.
Alguns dias depois foi meu aniversário. Saímos e bebemos vinho o dia inteiro! A noite, chegamos em casa e comecei a chupar seu pau, quando desci a língua e passei de leve pelo seu cuzinho. Ele tremeu todo, fingiu que ia afastar minha cabeça, e quando eu tirei, ele empurrou ela de volta para o seu cu.
Era o que eu estava esperando. Comecei a chupar com vontade aquele cuzinho, enquanto o punhetava. Ele gemia com um vigor que nunca visto. Quando já estava todo lambuzado, quase gozando, enfiei devagar o dedo e segurei lá dentro, continuando a punheta.
Foi quando ele começou a rebolar no meu dedo, e me pediu pra continuar. Eu então disse: pede pra eu te comer, pede? Ele travou. Eu repeti: pede, diz que quer que eu te coma. Ele não aguentava de tesão e disse com todas as letras: me come, come meu cu, vai!
E comecei a comer com o dedo. Enquanto comia, dizia que ia fazer dele minha putinha, que o cuzinho dele era meu e que ele tinha que pedir por isso, ou eu parava.
Ele imediatamente, gemendo alto, me mandou não parar, e disse que o cu dele era meu, que era minha puta.
Continuei com vontade, que tesão eu fiquei de vê-lo submisso daquele jeito. E rapidamente ele gozou na minha mãe, gritando de prazer.
No dia seguinte ele não comentou nada sobre, e quando fui falar, desconversou, disse que não lembrava, que estava bêbado, mas, de novo, eu já tinha lido contos demais haha
Final de semana seguinte dei um jeito de deixá-lo bêbado novamente. Não foi difícil, o safado queria ser comido. Comprou o vinho e bebemos várias garrafas. Foi quando começamos a nós pegar e a transar, e senti ele pegar minha mão e levar o dedo ao seu cuzinho novamente. Enfiei o dedo e ele se entregou.
Disse baixinho em seu ouvido: minha putinha voltou? E ele respondeu que sim com a cabeça.
Então eu disse: fica de 4, minha putinha.
Ele se animou e ficou, eu abri a gaveta na mesinha de cabeceira e tirei um pinto de borracha e um lubrificante que havia comprado. Ele olhou e ensaiou uma reclamação, dizendo que achava que não estava preparado, mas dei um tapa na bunda dele e mandei ele ficar quieto porque eu ia comer o cuzinho dele como uma putinha.
Ele obedeceu até fácil demais. Passei o lubrificante e enfiei devagar, mas ele se ajeitou, gemeu, e logo fez um movimento de vai e vem.
"Aaaah gostou, né putinha?" Eu disse. "Então toma o que você merece. Rebola nesse pau"
E ele obedeceu. Eu fiquei impressionada. Ele realmente estava adorando. Então ele pediu que eu encaixasse atrás dele, como se o estivesse comendo de verdade. Obedeci e assisti perplexa o quando ele gostava de um pau na bunda.
Dessa vez, no dia seguinte, foi diferente. Logo cedo de manhã ele estava dormindo de bruços e já o acordei chupando seu cu. Dessa vez ele não protestou. Chupei com vontade enquanto o punhetava, e depois o comi de novo com o pinto de borracha, sempre o chamando de minha putinha.
Naquele mesmo dia a noite, depois que comemos e eu saí do banho, olhei para a cama e vi que ele já estava pelado, de bruços, como quem não queria nada. Entendi o recado e o comi de novo.
Essa situação se prolongou por uma semana inteira sem que ele me comesse nem uma vez e eu o comendo todos os dias. Nosso relacionamento deu um up sexual, mas eu comecei a sentir falta de ter um homem me comendo também. Toda vez que tentava chegar ao assunto, desistia no meio quando ele começava a dizer o quão feliz estava.
Até que, por ler tantos contos, resolvi que era hora da fase 2...