Depois de um dia cansativo e sem conseguir me concentrar no trabalho, voltei ao hotel onde pela manhã eu havia encontrado um "mais do que colega"de faculdade. Apesar de já termos transado (como contei no conto anterior), nossas fodas sempre foram meio que camufladas, escondidas. Não que agora pudessemos transar livremente. Apesar de estar recém separado, as pegações com caras, nunca passaram de receber boquetes ou punhetas em banheiros de bares e baladas. Sexo anal mesmo eu só tinha feito com o Luciano. Lembrar disso tudo, fazia meu pau latejar dentro da calça. E foi com o pau semi duro que entrei no hotel, e já de cara vi o Luciano sentado no bar do hotel, bebendo uma cerveja. Tinha pensado em chegar e tomar um banho, mas Luciano logo me viu e me chamou para beber com ele, que visivelmente já tinha tomado um banho. Sentei, pedi uma cerveja e começamos a conversar. Falamos sobre as gêmeas que nos deixavam na mão e acabaram sendo as responsáveis pela nossa primeira trepada. Eu sentia os olhos dele me questionando, me procurando, me querendo. Confesso que nunca tinha ficado tão excitado com apenas um olhar. Podia apostar que na minha cueca já tinha aquela marca de baba de caralho. Senti a perna de Luciano esbarrar na minha, primeiro rapidamente, depois um pouco mais demorado, até que encostou e parou. Neste momento ele olhou bem fundo nos meus olhos e mordeu discretamente os lábios. Falei que eu precisava tomar um banho, e ele sugeriu tomarmos mais algumas cervejas no meu quarto. Aceitei, imaginando que quando eu saísse do banho ele estaria me esperando pelado na minha cama. Mas não foi bem assim que aconteceu. Logo que entramos no meu quarto, ele me encostou na parede e me beijou com força, de língua... com tesão. Foi tirando minha camisa, e eu ainda pensando em tomar banho. Mas ele não deixou... assim que tirou minha camisa, ergueu meus braços e começou a lamber minhas axilas. Eu nunca tinha recebido uma linguada no suvaco, e aquilo me deixou louco. Continuamos a nos beijar, os dois já sem camisa e nossos cacetes duros se apertavam ainda dentro das nossas calças. Então ele ficou de joelhos e abriu minha calça. Aos poucos foi baixando minha cueca enquanto beijava meus pentelhos. Quando meu pau saiu pra fora da cueca, bateu com força na cara dele, e ele com a mão repetiu algumas vezes aquela movimento, até que abriu a boca e começou a mamada mais sensacional que eu já recebi na vida. Lambia a base do meu cacete, e com a pontinha da língua, ia massageando ate chegar na glande que babava como nunca antes. Ele parecia matar a sede no meu pau; não de forma gulosa e rápida, mas lentamente e com suavidade. Eu sentia o calor e a umidade da sua boca. Ele estava no comando, e eu obedecia. Mas estava morrendo de vontade de ver aquela bunda grande e lisa, então assumi o controle e levei ele até a cama. Eu pelado, encaixado nele que ainda estava de cueca. Na beirada da cama fiz ele se apoiar, e baixei sua cueca. Pela primeira vez eu ia linguar o cu de um cara; o que me deixou completamente louco de tesão. A bunda e o cu dele eram lisinhos, mas as pernas eram másculas e cabeludas. Eu poderia morar ali, vendo aquele cu piscar pra mim. Não consegui resistir muito mais, ao mesmo tempo que queria fazer aquilo durar pra sempre. Coloquei primeiro a cabecinha, enquanto Luciano gemia e se contorcia de prazer. Eu estava de pé enquanto ele fazia movimentos, deslizando meu pau pra dentro dele. Cada centímetro do meu pau que ia entrando, me fazia sentir seu cu quentinho. Não aguentei e coloquei tudo. Ele soltou um urro que eu não sabia se era de dor ou praze, até ouvir ele pedir: -Me fode! Me fode forte! Mas eu queria ver a cara dele enquanto fodia. Virei ele de barriga para cima, coloquei as pernas dele nos meus ombros e soquei, bombei, enfie... Estavamos os dois encharcados de suor. Seus olhos não desgrudavam dos meus parecendo me pedir pra eu gozar... Eu gozaria mil vezes vendo sua pele que ainda mostrava a marca da sunga do ultimo verão. Macho, gostoso, pedindo pica e gemendo. Pedindo mais. Peguei no pau dele algumas vezes, mas quando eu fazia isso ele dizia que iria gozar. Continuei bombando e mudamos de posição algumas vezes: De pé, sentados, deitados e voltamos para o frango assado inicial. Foi quando sem sequer tocar no seu pau, ele jorrou longe um jato de porra. Mais dois jatos se seguiram deixando os pelos do corpo dele completamente melados. Tirei o pau de dentro dele e ele logo veio com a boca... foram só umas quatro estocadas na garganta e eu anunciei que iria gozar. Nunca gozei tanto... muita porra voando longe... na boca, na cara, na cama, no chão.. Rolei exausto... o cheiro de porra tomando conta do quarto inteiro. Ficamos nos beijando por um bom tempo, até nossos ficarem duros de novo.. Era uma noite de novas experiências e senti vontade de chupar o pau de Luciano. Rapidinho, ele gozou na minha boca enquanto eu me batia uma até gozar de novo também. Meu celular marcava 2hs da manhã e eu iria embora no dia seguinte de manhã. Tomamos um banho e nos despedimos. Nunca mais nos encontramos. Nem precisava. Naquela noite senti que saciamos a vontade um do outro de forma definitiva. E ganhei de presente um novo horizonte de possibilidades, que venho explorando desde então.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Cara esse conto é pra deixar a gente louco de tesão? Que pegada gostosa de vocês dois. Dois machos se querendo e querendo se devorar, gozar, amar, ser feliz e deixar a gente com inveja. Nota 10 é o que merece essa história.