Calor Proibido
Ricardo e Rayssa viviam um romance intenso — e proibido. Por mais que tentassem se afastar, a atração entre eles era irresistível, como um vício do qual não conseguiam se livrar. Dois anos de encontros furtivos, de desejo sufocado e de riscos calculados. Mas também de tempestades. Depois de um ano e três meses juntos, uma suposta amiga apareceu no meio do caminho, trazendo ciúmes, insegurança e dúvidas. Entre idas e vindas, porém, sempre acabavam voltando um para o outro.
Naquela terça-feira, decidiram se encontrar mais uma vez. O destino era um bar que Ricardo havia mencionado tempos atrás, discreto o suficiente para não levantar suspeitas. O cheiro de cerveja misturava-se à fumaça dos cigarros queimando nos cinzeiros, e a música ao vivo preenchia o ambiente, tornando a atmosfera ainda mais intensa.
Sentados a uma mesa afastada, dividiam garrafas geladas de cerveja enquanto conversavam. Entre tragadas e sorrisos maliciosos, os olhares carregavam promessas silenciosas. A conexão entre eles sempre fora assim: urgente, faminta, uma bomba-relógio prestes a explodir.
Foi em uma dessas trocas de olhares que Rayssa tomou uma decisão. Quando se levantou para ir ao banheiro, sentiu o corpo vibrar de antecipação. Ao voltar para a mesa, sem dizer nada, deslizou discretamente sua calcinha pelas pernas e entregou-a a Ricardo. Ele a pegou sem disfarçar o sorriso de surpresa e excitação, passando os dedos pelo tecido quente antes de guardá-lo no bolso da calça. Seu olhar queimava.
A tensão entre eles cresceu. Continuaram bebendo, provocando-se em toques sutis sob a mesa. Quando dançaram juntos, os corpos se colaram, o hálito quente misturado ao gosto amargo da cerveja e do cigarro. A eletricidade entre eles era palpável, quase impossível de conter.
Pouco antes de irem embora, Rayssa se levantou para ir ao banheiro, e Ricardo a seguiu. No corredor, os olhares se encontraram como um chamado silencioso. Sem hesitação, entraram juntos no banheiro de deficiente físico, um espaço amplo e reservado.
Assim que a porta se fechou, Ricardo a puxou para si, seus lábios capturando os dela num beijo feroz, cheio de urgência e desejo reprimido. Rayssa gemeu baixo quando sentiu os dedos dele encontrarem sua entrada úmida, brincando com ela antes do que viria a seguir.
Então, sem quebrar o contato visual, ela se ajoelhou diante dele. Com mãos hábeis, abriu o zíper de sua calça e libertou seu membro já rígido. Ricardo segurou seus cabelos, sentindo o calor da boca dela envolver cada centímetro dele. Os movimentos eram intensos, lentos e depois rápidos, enquanto ele cerrava os dentes para conter os gemidos.
Mas ele queria mais. Precisava possuí-la por completo.
Ergueu-a com firmeza, virando-a contra a parede fria. Puxou sua saia para cima, segurando sua cintura com força antes de penetrá-la com um único movimento. Rayssa arfou, segurando-se na parede enquanto sentia o prazer se espalhar pelo corpo.
Os movimentos eram intensos, suados, proibidos. O som abafado da música do bar parecia distante enquanto os corpos se chocavam no ritmo certo, explorando-se com fome. Cada investida era uma reafirmação do desejo incontrolável que tinham um pelo outro.
Quando o clímax o atingiu, Ricardo gemeu contra sua pele, sentindo-a estremecer ao redor dele. Por alguns segundos, ficaram ali, respirando juntos, os corpos ainda colados, como se quisessem prolongar aquele instante clandestino.
Com um último beijo cheio de promessas, ajeitaram as roupas, garantindo que ninguém perceberia o que acabara de acontecer.
Saíram do banheiro sem trocar uma palavra, mas o olhar de cumplicidade dizia tudo. Acenderam um cigarro juntos e deram um último gole na cerveja antes de irem embora. Mas sabiam que aquela história nunca terminaria ali. O desejo proibido entre eles sempre os levaria de volta um para o outro.
Mel, tesão de conto. Espero que você relate suas experiências sexuais. Se acompanhar imagens suas ou do momento, ficará ainda melhor e mais excitante. S2 Betto o admirador do que é belo S2