Oi, pessoal. Essa é a continuação do conto da minha primeira vez e, como disse no anterior, tenho muitas histórias de sexo e putaria na vida pra compartilhar. Hoje tenho 28 anos, 1,81m, branco de olhos claros e cabelo escuro, sou magro mas malho, curto ser passivo e sou rabudo e guloso hehe Moro em São Paulo capital, no centro da cidade, vou colocar meu nome aqui como Pedro. Pois bem, depois daquela festa em que eu tinha chupado um pau pela primeira vez, eu só conseguia pensar nisso. Lembro que eu ia fazer 15 anos em poucos dias, ia fazer uma festa e tal, mas nem conseguia pensar nisso. Na semana seguinte, quando reencontrei o Davi, ele me tratou normalmente, como se nada tivesse acontecido. Aquilo me deixou meio puto, mas como eu tava com tesão, não saia de perto dele, ficava tentando puxar assunto e tal. E o Davi continuava só agindo como professor comigo. Eis que um dia eu vi ele dando em cima da professora Ana numa parte externa da escola, e eu pensei que aquele era o meu momento rs Os dois estavam lá fora conversando, ele ficava fazendo uns carinhos nas costas dela e ela meio que repelia, e eu fiquei vendo e esperando a hora de agir. Até que ela saiu dali e ele ficou lá chutando umas pedrinhas do estacionamento. Eu cheguei nele e falei: “E aí, como tá seu lance com a Ana?”, ele riu e disse: “Lance nenhum. Ela não tá nem aí pra mim.” “Por que?” “Eu não sou o tipo dela.” “Nossa, mas você é bonito.”, falei com um pouco de vergonha. E ele falou: “O problema não é esse.” “Qual é então?”, e, gente, aí vem outro momento que eu não me esqueço da minha adolescência: ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou: “É que eu sou um pervertido sexual.”. E eu fiquei meio sem reação e ele deu risada. “Como assim?”, eu perguntei. “Ah, eu já falei com um psicólogo. Ele disse que é normal. Mas é meio foda, cara. Eu só penso em sexo, o tempo todo. Quero trepar com todo mundo.”. Suspirei e disse: “Bom, eu também. E olha que eu nunca transei com ninguém.”. Aí deu pra ver uma chama se acender nos olhos do Davi. Ele me olhou e eu achei que ia me engolir. “Nunca comeu uma menininha?” “Não.” “Por que você quer ser comido igual uma menininha, isso?”, e aí ele segurou minha nuca e balançou minha cabeça quando disse isso. Eu fiquei meio sem ar e respondi baixinho: “Sim.”. Ele deu risada. Gente, eu dei muita sorte, fala sério. Achei um puto safado pra tirar minha virgindade. Aí ele disse: “Então faz assim. Fica dedando seu cu, de hoje até sexta. Pra você se acostumar. E aí na sexta você vai lá em casa, antes da aula.”. E aí pensem num adolescente que não conseguia nem dormir de tanto se dedar hahaha Eu ficava o tempo todo enfiando os dedos no cu, depois tentando enfiar alguns objetos que eu tinha mais macios (eu até tinha um dildo improvisado q eu fiz em casa uns meses antes), ficava lendo em blogs na internet sobre sexo anal, como se preparar, dicas, etc. E eu tenho a lembrança de que só colocar um dedo já era muito difícil e sofrido pra mim. Porque eu tinha todas as preguinhas e não tinha costume ainda. Enfim, eu fiz o que pude pra me preparar. Eu mandei uma mensagem pro Davi na quinta perguntando se íamos nos ver no dia seguinte e ele não respondeu. Até que na sexta de manhã ele mandou um “Eae. Te vejo hj?”, e eu rapidamente respondi “sim” e ele me respondeu com o endereço da casa dele e o horário. Só. Peguei um ônibus me tremendo todo igual uma cadela no cio, e cheguei na casa dele. Era mais afastada do centro, onde eu morava e onde ficava a escola, e ele morava sozinho. Ele me recebeu de bermuda, chinelo e regata. Ver ele daquele jeito à vontade me encheu de tesão. Dava pra ver todos os pelos do peito e barriga dele pulando pra fora da regata. Nós entramos e fomos direto pro quarto dele. Tinha um cheiro de desodorante masculino forte, ele foi até a janela e fechou a cortina. Eu sentei na cama e ele falou: “Você fez o que eu te falei?”, e eu só respondi “sim.” “Boa, então me deixa de pau duro pra eu meter em você.”, e tirou o pau mole pra fora da bermuda. Eu comecei a mamar e gemer pra caralho. Lembro que tava com um gosto de quem já tinha gozado mais cedo. A pentelhada dele roçava meu nariz e tinha um cheiro de virilha muito tesudo. Eu fui tirar meu pau pra fora pra bater uma, mas ele não deixou. Ele disse: “Você não vai bater, não. Isso você faz em casa. Você vai sentir prazer com a minha pica e só.”. O pau dele foi ficando cada vez mais duro e ele me deitou na cama pra meter na minha garganta. Como eu não tinha experiência, era difícil. Mas ele era experiente e se mexia de um jeito que conseguia enfiar tudo, mas toda vez eu engasgava. Até que eu comecei a pegar o jeito de engolir a pica dele porque a garganta tava relaxando e ele disse: “pronto, agora já posso comer teu cu.”. Eu gelei. Tava morrendo de medo. Com a rolona dura e apontando pra frente, o Davi disse: “Agora sim, tira a roupa. Ajoelha na cama, empina e coloca o cu pra fora.”, e assim eu fiz. Ele pegou um lubrificante e passou no meu rabo. Eu tava ali empinado e ele me abraçou enquanto esfregava a rola no meu períneo. Eu achava o pau dele absurdamente grande. Abraçando por trás, ele apertou o meu pau, que era muito menor que o dele (ainda mais que eu era um adolescente, meu pai ainda ia crescer mais). Ele apertava meu pinto com força e doía um pouco e ele disse: “tá vendo isso aqui? É seu grelo. Você não vai tocar nele. Porque seu prazer tá aqui, ó.”, e nisso ele esfregou a mão no meu cu. Então ele enfiou a mão na minha boca até me fazer tossir e ficou passando minha própria baba no meu cu. Detalhe, ele não tinha me beijado até esse momento. Ele começou a enfiar um dedo no meu cuzinho e nisso me beijou pela primeira vez. Eu comecei a gemer de dor e ele dizia “relaxa, relaxa esse cu”, e ia me beijando, jogando a saliva espessa dele dentro da minha boca, e entremeando com a mão dele que ele enfiava na minha boca ou na dele pra melar o cu. Meu cu já tava todo melado e ele já tava deslizando dois dedos, e meu cu fazia bico pela primeira vez querendo rola. Aí ele, sem falar nada, começou a forçar a cabeça do pau. Só lembro dele repetindo “relaxa, relaxa esse cu.”. Até que entrou e eu quase berrei mas ele enfiou a língua na minha boca. Nisso ele foi mexendo devagarinho, enquanto jogava lubrificante no pau. Aí ele disse: “Vou enfiar tudo e a partir de agora você não é mais moleque, tá Pedrinho? Agora você é putinha de macho, combinado?”, e ele deu uma estocada funda que eu vi estrelas, quase desmaiei. “Pronto, tá com a rola inteirinha enfiada em você. Meu pau sumiu em você. E agora a gente vai fazer a tua buceta.”. E aí ele metralhou pica. Lembro que não aguentei e gozei sem nem tocar no meu pau, mas não falei nada. Eu tentava fugir e ele me segurava pela cintura e falava: “Não foge, puta.”, eu tentava bater punheta e ele tirava minha mão do meu pau, ou segurava minhas mãos. Hoje, adulto, eu percebo que ele fodia muito bem. E ele meteu muito naquela posição, por muito tempo. Ele tava lá pra detonar meu rabo, e eu queria a mesma coisa. Depois, ele me deitou de costas e meteu muito, o pau já não tinha resistência nenhuma pra entrar. Ele ficou colocando e tirando o pau dizendo: “tá vendo? Virou buceta.”. Como eu era virgem, eu não tava aguentando muito rs E eu comecei a reclamar que tava doendo. Ele disse: “ó, se você reclamar, eu vou querer meter mais. Como você virou puta, você tem direito a levar pica e engolir meu caralho, entendeu?”, que tesão. Ele falou isso e meu cu relaxou na hora. Fudemos em todas as posições possíveis e lembro que ele gozou enquanto me comia de frango assado, lembro dele jogar o peso do corpo sobre o meu e sentir as leitadas dele muito fundo, além de sentir o corpo peludo dele contra o meu que era liso (e até hoje é, não tenho pelos). Lembro também do cheiro forte de sexo e porra que ficou no quarto. Ele tirou o pau de dentro de mim e falou: “limpa meu pau”, e me fez chupar o pau dele. “Agora você pode pegar no seu grelinho, Pedrinho.”, e ele apertou meu pau. E aí eu gozei de novo, dessa vez com a rola dele na boca e mexendo no meu grelo haha Ficamos um tempo abraçados gozados, ele me ofereceu um banho, eu fui na frente, ele em seguida, e fomos juntos pra escola de dança. Ele ficou me perguntando umas coisas da escola, dos meus amigos, de dança, não falamos muito sobre a foda. Um pouco depois eu fiz 15 anos e algumas semanas depois eu saí da escola, e nunca mais vi o Davi, nem mantemos contato. Mas ele foi a primeira de muitas rolas que visitaram o meu cu, além de ter me mostrado o meu lugar favorito no mundo: de rabo empinado, levando rola de macho.
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