Bruna foi na frente, guiando os dois homens escada a cima. Chegando ao quarto, ela sentou-se na cama e chamou os dois com um gesto sensual das mãos. Os dois gigantes adentraram o quarto e se posicionaram a frente de Bruna, com os paus duros feito pedra, pesados e balançando fortes. Ela pegou em cada um deles, apertando na base e batendo uma punheta leve enquanto contemplava tanta virilidade. Passou a chupar um enquanto punhetava o outro, e revezava.
- Já tá viciada, ó. Hahahaha! - Rafael exclamava enquanto seu membro era atenciosamente venerado.
Bruna caprichava no boquete, praticando sua garganta profunda, chupando desde as cabeçonas até os sacões pendurados. Rafael e Marcos aproveitavam e conduziam a cabeça com as mãos, brincavam com o cabelo e os seios de Bruna, apertando os mamilos cheinhos e saltados. Mas logo Rafael se revelou impaciente.
- E aê? Cadê as borracha? - Pegava na base do cacete encharcado e batia na mão.
Bruna para com a mamação, sobe na cama de quatro, vai até a cômoda do outro lado da cama, abre a gaveta e tira duas camisinhas.
- É, vai da pro gasto. – Rafael diz meio insatisfeito e se posiciona na cama, ficando de joelhos em cima da coberta em frente a Bruna, esta abre a embalagem e começa a encapar o cacete grosso do garoto, usando toda a mão para desenrolar a camisinha, mesmo não conseguindo dar a volta toda. Bruna então se surpreendeu, mesmo puxando a camisinha mais e mais, ela não cobria direito todo o comprimento do cacetão, e parecia até ficar bem justa ao redor do corpo espesso.
Mesmo assim ela não hesitou, se posicionou de quatro com o rosto virado para Marcos, este que estava em pé ao lado da cama, e Rafael se pôs atrás de Bruna e começou a penetração. Segurou o talo e apontou a cabeça gorda na porta da buceta, o pau escapou várias vezes e Rafael perdia a paciência. – Porra de bucetinha apertada! – Logo começou a forçar, então foi quando Bruna sentiu o alargamento, já que os dois cacetes eram consistentemente grossos desde a base até a cabeça, eram ferramentas de arrombamento, do começo ao fim. A cabeça foi passando, criando passagem, e Bruna, sentindo dor e muito tesão, deu um gritinho alto quando o cogumelo entrou com força.
- Ssssss, porra! Que bucetinha apertada, caralho!! – Apenas a cabeça tinha passado, mas Rafael mal se aguentava de tanto tesão, levemente mexendo o quadril, querendo meter mais.
- Aaaaaaainnn!!! Caralhooo, seu jumentinhoooooo! Vai com calmaaa...!! - Bruna suspirava, gemia e xingava. Sentiu uma mão segurando seu cabelo. Era Marcos que olhava pra ela com uma cara de tarado. Puxou o cabelo e bateu várias vezes com o pau no rosto dela.
- Tá pedindo calma por que? Hein? Num era ocê que tava louca pra dar pra nóis? Louca pra senta nessa cobra aqui? Então vai chupando a minha piroca e levando a do meu fióte, que ele vai te amaciar pra eu num te machucar, hehehe...
Bruna passou a chupar Marcos avidamente, ainda sentindo dores do alargamento forçado de Rafael. Este já tinha colocado metade do cacete escuro dentro, sem parar de meter e sem tirar um centímetro de dentro de Bruna. Com tanto estimulo e sentindo aquela enorme tora laceando sua preciosa bucetinha, Bruna acabou gozando forte.
- Aaaaiinhh... Caralhoooo... - falava baixinho.
Ela estava na seca a tanto tempo, e toda aquela grossura a preenchia tanto que gozou duas vezes seguidas. No primeiro gozo se esforçou muito para não transparecer muito sua carência, ficou parada tremendo e gemendo baixo, mas no segundo já não se aguentava mais, a mão tampou a boca para não gritar, enquanto sentia Rafael aumentar o ritmo e a intensidade das metidas.
- Já tá gozando, puta? Hahahaha! Nem comecei e já tá assim? É... falta piroca naquele franguinho.
- Realmente, o patrãozinho não tá dando conta desse mulherão... – Marcos pegou na base do cacete e apontou para boca aberta de Bruna – Mas se preocupa não princesa, que nóis tá aqui pra resolver esse seu problema. E que problemão, hein? - E foi enfiando cabeça e tronco gordo a baixo da garganta. Os dois agora enfiavam até metade dos cacetes, voltavam até sobrar apenas a cabeça e enfiavam de novo, cada vez indo mais fundo. Tendo seus dois fins alargados e arrombados, Bruna já tinha lágrimas escorrendo pelo rosto.
Bruna foi chupando o cacete imenso, sugava o cabeção vermelho escuro, lambia toda a extensão da peça até chegar no saco e lamber os ovos graúdos, e logo voltava a engasgar forte com a garganta lotada. Enquanto isso, Rafael ia só metendo, mexia o quadril compassadamente, as vezes aumentava o ritmo fazendo a cama ranger e Bruna gemer junto. Dava tapas na bunda branquinha e xingava Bruna de tudo que tinha direito. Logo depois de tanta meteção, Bruna já conseguia sentir sua buceta se alargando quase em total, sentia o pesado saco pendurado de Rafael batendo em suas coxas.
Foi então que Rafael gritou enquanto tirava o cacete quase todo, e levando o quadril com um movimento forte e rápido, meteu toda a extensão do cacete taludo de jumento, arrombando de vez a bucetinha delicada de Bruna. - Sssssssss... ooaaaahh!! Que delícia, caralho!!
Bruna tirou a boca do pau de Marcos e gemeu alto, quase aos prantos, estava gozando de novo, se sentindo totalmente preenchida, com aquela jeba enorme lhe esticando todo seu buraquinho.
- Aaaarrrhhhh!! - Rafael tinha o rosto direcionado ao teto, com os olhos fechados, se deliciando com a sua nova conquista, parado no lugar, forçando o quadril e puxando a bunda. Voltou aos sensos e olhou diretamente para Marcos. Deu um sorriso e disse – Caralho, quase gozei agora! Hahahaha! - Os dois riam. - Bucetinha apertada da porra! Parece virgem!! - Deu três tapas sonoros na bunda de Bruna e começou a meter num compasso rápido.
- Só não machuca muito, que seu pai quer um pedaço também. Hehehe... - Marcos olhou para baixo e viu Bruna com a cara enfiada na cama gemendo sem parar com as metidas de Rafael, segurando forte no lençol. - Segura nisso aqui, princesa, pra ocê num perde o equilíbrio. - Puxou ela pelo cabelo e bateu na carinha vermelha dela com o cacete.
Bruna continuou punhetando Marcos enquanto levava estocadas fortes. Gemia sem parar e se contorcia de prazer. Marcos apontou o caralho para a boca de Bruna, e esta passou a chupar para valer. Rafael metia muito e não parava, sem desacelerar, as vezes puxando toda a extensão da piroca e empurrava até o quadril e os ovos colarem na bunda fazendo um estalo, fazia isso várias vezes até Bruna não aguentar mais e gozar, gozava gemendo alto e apertando o caralho de Rafael com a buceta. Ela sentia que o garoto estava chegando muito mais fundo que qualquer outro homem havia chegado dentro dela, lhe estufando toda e cutucando seu útero.
Os dois suavam muito, o rosto e o traseiro de Bruna estavam vermelhos, ela não parava de gemer. Poucas vezes ela conseguiu chupar o cacete de Marcos, de tão intenso que estavam as metidas de Rafael. Este também estava completamente encharcado, segurava firme no quadril de Bruna, dava vários tapas na raba enorme, e as vezes se abaixava abraçando Bruna, querendo parar o balançar intenso dos carregados seios de Bruna com as mãos, aproveitando para puxar, apertar, brincar e abusar.
- Ssssss... porra de tetona de vaca do caralho...
Rafael metia sem parar, com uma intensidade fora do normal, as vezes ia tão rápido que Bruna sentia estar sendo penetrada por um bate-estaca. E depois de tanta meteção, Rafael anunciou - Aaaahh... Vô goza, caralhooo!! - segurava bem mais forte no quadril, metia com mais vigor e ainda mais rápido. O barulho de pele com pele ecoava no quarto e o suor dos corpos espalhava pela cama. Deu dois tapas fortes na bunda e exclamou.
- Ooooaaahh, sua cadela! Vo te encher de filhote!!
Pregou seu quadril na bunda de Bruna com uma última investida, estalando alto, ergueu a cabeça e urrou feito um animal. O garoto ejaculava copiosamente dentro de Bruna, tudo sendo armazenado dentro da camisinha. Bruna conseguia sentir a camisinha crescer dentro dela, de tão pouco espaço que aquela jeba deixava para os sucessivos jatos de porra. Ela não acreditava naquilo, mas mal conseguia concentrar-se pois gozava forte junto a Rafael, gemendo alto e jogando o quadril para trás.
- Óóoooohhh... óóohh.... - Rafael rugia, com o corpo tremendo levemente, pingando de suor e dando leves metidas com o quadril.
Bruna foi se acalmando aos poucos, os músculos foram relaxando e a respiração tentava voltar ao normal. Rafael aproveitou o estado vulnerável de Bruna e aplicou mais quatro tapas bem dados na traseira vermelha. Tirou lentamente seu membro de dentro de Bruna, que sentiu algo na ponta da camisinha e quando tudo saiu também sentiu um imenso vazio.
- Bucetinha apertada da porra! – Abriu a buceta de Bruna com os dedões – Mas agora tá pra bucetona! Hahahaha!!
Marcos pegou Bruna pelo rosto e enfiou metade do tronco goela a baixo – Agora ocê vai colocar a camisinha nessa piroca grossa, que hoje eu vou lhe mostrar como que Macho de verdade faz na cama. - Tirou a caralha da boca dela, deu a camisinha na mão e colocou as mãos na cintura, esperando Bruna cobrir o cacete gigante.
Com certa dificuldade, Bruna ficou de joelhos na cama, passou a cobrir a tora gigante com a camisinha, segurava pela pontinha e ia arrastando a borracha pelo corpo grosso.
“Pedro, aquela camisinha enorme ficou apertada no pau dele, acredita? Nem chegou a cobrir tudo. Nossa, que tora!!” – Não conseguia nem imaginar tamanha potência...
- Agora deita. Pernas pro alto que eu num quero ocê fugindo.
Mesmo dolorida da foda anterior, Bruna deitou de costas e segurou as pernas perto do rosto. Marcos a puxou para perto de si, ficava em pé fora da cama encostado na beirada, enquanto Bruna deitava encostada na virilha dele. Ele segurava o pau na base desprotegida e batia na buceta e barriga de Bruna feito um porrete. Não disse uma palavra, apenas gemia grave e contemplava o corpo de Bruna e, intencionalmente, mostrava o quão longe poderia chegar dentro dela. Sem dar um aviso, começou a enfiar.
Bruna sentia a buceta alargar novamente, sentia arder, sentia queimar, enquanto a cabeça enorme entrava sem parar, mas agora era diferente, Marcos parecia ter muita experiência, acariciando o corpo todo de Bruna, apertando suas coxas, seus seios e nunca parando de enfiar. Mas mesmo com tanta experiência, Marcos ainda era maior que o filho, a cabeçona da piroca preta de cavalo pedia passagem e Bruna se esforçava o máximo para deixar tudo aquilo entrar. E quando o cogumelo bojudo passou, Bruna teve a mesma reação anteriormente com Rafael, gozou na hora. Tão forte estava seu tesão naquele instante.
- Aaahhhiinn!!... Ahhh, ooohhh... - Bruna jogava a cabeça para trás e ficava de boca aberta.
- É uma cadelinha no cio, mesmo... num pode nem brincar um pouquinho, que já tá apertando a cabeça da jiboia com a buceta. - Segurava Bruna forte pelas coxas e continuava a investida. - Mas é muita falta de piroca, mesmo... SSssss...
Foi empurrando mais e mais, e Bruna já não conseguia se segurar, começando a gemer. Marcos percebeu e começou a fazer como Rafael, tirando tudo até a cabeça e metendo forte.
- Se segura, não, cadelinha! Vai gemendo e gozando no pau grosso do seu novo garanhão! Que eu num paro até ocê num se aguentar mais de gozar. - Passou a meter rápido mesmo com só metade do cacete dentro, ia empurrando aos poucos tirando gemidos altos de Bruna.
- Caralhoooo!! Aahhhh!! Então empurra, mete essa jeba de cavalo em mim! Me arromba, meu cavalão!! – Marcos até bufou, segurou firme nas pernas erguidas e começou a meter de verdade, pegando Bruna de surpresa. Metia forte, cada vez entrando mais e mais rola grossa, e Bruna sabia apenas contorcer o corpo e gemer alto, aos prantos.
- Assim que ocê quer?!! Quer que eu arrombe essa sua bucetinha apertada, é?!!
Marcos já tinha um pé sobre a cama e não parava de meter, o saco pesado começava a encostar na bunda e Bruna não acreditava que ainda tinha mais rola para entrar, já estava toda dolorida, arrombada e se sentindo completamente preenchida. Até que Marcos voltou longe com o quadril e meteu tudo de uma vez. A virilha bateu na bunda junto do saco pendurado fazendo um estalo alto. Os dois gemiam alto, principalmente Bruna que depois de perder o fôlego agora gritava de dor e prazer, gozando feito uma puta.
“Amor acho que naquela hora eu gozei sem parar, perdi a conta depois daquilo.”
Marcos metia sem dó, não diminuía o ritmo e quando parava enfiava tudo até o talo, colando virilha com virilha. Não dava um segundo de descanso para Bruna e voltava a meter.
- É isso que a putinha queria? Jiboia grossa te arrombando? Então toma, vadiazinha, grita e goza na minha rola!! – Colocou os dois pés na cama e ficou por cima de Bruna, passando a meter sem dó, rápido e forte, enfiando tudo até o talo e estalando a pele escura com a pele clara. Daquela forma Marcos passava a preencher Bruna completamente. Impulsionava o quadril forte contra o de Bruna, fazendo a ponta do caralho não só cutucar o útero, mas quase que beijar e empurrar. Marcos a colocava em várias poses diferentes, de quatro, sentada em seu colo, de lado na cama, etc.
- Diferente do meu fióte, eu num sou apressadinho, não...
Nunca parava de meter e enchia a bunda de Bruna de tapas e pegadas fortes. Enquanto ele metia, o filho dava a Bruna o que mamar. Bruna chupava e engolia o caralho gordo do garoto por inteiro, ele usava a boca dela feito buceta, enquanto Marcos continuava a maltratar, metendo tudo e tirando até a cabeça, rápido e firme. E depois de tanta meteção e tanto suor, Marcos colocou Bruna de frango assado na cama, se posicionou em cima dela, com os pés na cama e os punhos fechados ao lado da cabeça de Bruna, enquanto segurava as pernas dela com os ombros. Apontou o cacete maciço na porta da buceta e meteu tudo de uma vez, arrancando um grito de Bruna. Metia forte e rápido, fazia a cama toda se mover, ranger alto e bater sem parar na parede do quarto. Fazia isso enquanto beijava apaixonadamente a boca de Bruna, e saboreava dos seus enormes seios.
- Canso de gozar já, cadela? Oooohh bucetinha apertada... Vô gozar sua vadia! Vô enche essa borracha!! - Marcos aumentou o ritmo num frenesi, apertou os punhos, tensionou os músculos e começou a urrar. Bruna sentia a buceta queimar com as investidas monstruosas de Marcos, mas não dava a mínima mais, apenas gemia e sentia mais um orgasmo enorme vindo.
- Ooooooooohhhhhrrr!!! – Rugiu alto e soltou jato atrás de jato. Bruna conseguia sentir através da camisinha, enchendo a ponta e a preenchendo mais ainda.
Os dois ficaram colados por alguns instantes, ofegantes e pingando suor, Marcos deu vários beijos em Bruna antes de se descolar dela e tirar a rola de dentro, e se Bruna sentiu um vazio quando Rafael tirou, naquela hora ela sentiu como se Marcos tivesse tirado um pedaço dela.
Bruna sentiu até quando a tora saiu por inteira e a porra acumulada na ponta da camisinha saiu como se fosse um balãozinho sendo puxado do fundo. E depois que tudo saiu, Bruna desfaleceu na cama, tremendo de tesão puro e dor do alargamento total de sua preciosa, abrindo as pernas tentando amenizar seu estado.
- Porra, pai, cê desmaiou ela! Hahahaha!! Pô, agora se estragou o rolê.
- Calma, fióte, só dá um tempo pra essa daí que já já ela tá de quatro de novo. Eu reconheço uma putinha insaciável de longe. – Marcos meteu dois dedos dentro do buraco arrombado.
- Sssss.. Aaaahnn... - Bruna gemeu e fechou um pouco as pernas.
- Viu só? Tá querendo é mais!
Marcos tirou a camisinha, enrolou na ponta e jogou na cama junto da de Rafael. – Já volto. – Marcos saiu do quarto direto para o primeiro andar provavelmente a procura do celular. Rafael ficou de joelhos na cama admirando o estrago que os dois fizeram. Pegava a pica mão e batia na carinha vermelha de Bruna.
- Caralho, tu é muito putona, sabia? Levou pirocada minha e do meu pai sem fugir, tá de parabéns! Hahahahahahaha!! – Tomou um gole da cerveja.
Bruna não se aguentava mais, se sentia completamente arrombada e toda dolorida das pegadas e tapas. Por um certo período, ela desmaiou. Acordou, o que parecia, alguns poucos minutos depois, com Marcos e Rafael discutindo.
- "..."
- Acabo?
- Ela disse que não tem mais.
Bruna deduziu que eles estavam falando das camisinhas, mas estava num estado tão exaustivo que nem se lembrava de ter tido aquilo para Rafael.
- Então alguém vai ter que buscar mais que hoje eu quero fuder sem parar. – Rafael pegava forte na base do caralho e balançava – Tô mó galudão, ó!!
- É, eu num paro hoje nem se o papa entrar pela porta, hahahahah!! - os dois riam alto.
- Então vai ter que comprar mais camisinha...
Marcos ficou pensativo por um tempo.
- É o jeito...
- E vai ter que comprar maior, por que essas aí mal cobrem metade do piru!
Os dois ficaram em silêncio brevemente, Marcos olhou para Bruna que estava semi acordada na cama. Sentou ao lado dela e pegou de leve na coxa de Bruna.
- Acordou, princesa... E ai? Satisfeita?
Bruna respirou fundo, colocou as mãos atrás do travesseiro e suspirou.
- Nem um pouco, mas vocês realmente acabaram comigo... Ssss..
- Fica tranquila que eu e meu fióte temos muito mais amor pra te dar... Mas só vamo conseguir continuar se tiver mais camisinha... esse era o trato né?
Bruna então pensou rápido.
- Bem, tem um lugar perto daqui que tem uma variedade de camisinhas... deve ter alguma que caibam melhor em vocês...
- Então eu vo dirigindo e ocê me mostra o caminho, que tal?
Rafael ouviu aquilo e logo questionou o pai. Bruna não se lembrava muito bem de como rolou a discussão, mas os dois estavam decidindo quem iria ficar com Bruna enquanto Marcos ia as compras. No final das contas Rafael ganhou um cascudo e os outros dois se vestiram para sair em busca das camisinhas. Bruna se vestiu, colocou uma pequena regata e uma bermudinha de pijama. Sem sutiã e sem calcinha. Entrou na caminhonete com certa dificuldade.
Enquanto Bruna dava as instruções, Marcos não tirava os olhos do corpo de Bruna, e esta reparava no volume imenso nas calças do pedreiro que estava sem cueca. Marcos soltava o câmbio e ficava apalpando e apertando as coxas de Bruna.
- Ssssssss, espero num ter ido longe demais com a senhorita, é só que... nossa... - Marcos apertava mais e começava a passar os dedos na buceta de Bruna por cima da bermuda fina. - Esse seu corpo gostoso me deixou maluco! Olha o estado que eu fico! - Marcos pegou no pau sobre a calça com a outra mão.
- Aaahhh... Não se preocupa, Marcão, você foi excelente. Nossa eu nunca transei assim... Nunca vi alguém meter forte e rápido daquele jeito, então vai com calma com essa mão, você me deixou toda assadinha... Aahhhhiinn! - Bruna segurava o braço de Marcos e fechava as pernas, mas isso só deixava a situação pior para ela, fazendo o atrito e o calor na buceta aumentarem.
- Comigo é assim mesmo, vai se acostumando, princesa. Por agora, vai acostumando essa boca gostosa com isso aqui, ó. - Durante um sinal vermelho, Marcos desabotoou, abriu o zíper da calça e colocou o pau para fora da calça.
- Vem aqui, cadelinha. Que eu não terminei com você ainda não... vem, vem. - Marcos pegava na base do cacete e batia de leve na mão. Bruna nem pensou muito e já foi caindo de boca. Chupava a cabeça, lambia todo o comprimento e engolia o máximo e conseguia, enquanto Marcos empurrava sua cabeça e puxava seu cabelo.
- SSsssss, isso, aahhh...
- Que delícia... Que pauzão gostoso... - Bruna gemia e venerava a tora de Marcos enquanto chupava sem parar.
- Gostou do cavalão, princesa?
- Seu eu gostei? Amei! Que pirocona de cavalo linda! Imensa, grossa, cabeçuda... Nossa, isso aqui não existe...
- Num existe?! Ocê tava com tudo isso aqui enterrado na buceta nem faz hora. Num existe, é? - Marcos enrolou o cabelo de Bruna na mão e empurrou sua cabeça a fazendo engolir muito da pirocona. - Agora fala pra eu, vai. Fala que num existe, fala! SSsssss, óóóoohh...
E o trajeto foi todo assim, com Marcos conduzindo a caminhonete e o boquete. Quando chegaram no lugar, uma farmácia alguns bairros longe, Marcos parou o carro na parte mais escondida do estacionamento, puxou o banco para trás e passou a usar as duas mãos. Segurava o cabelo de Bruna com uma, enquanto acariciava e aperta o corpo sensual com a outra.
- Que isso! Ssssss, ooohhh, que boquinha de veludo que a cadelinha tem!! Isso, chupa tudinho, passa a língua, aaahh...
Bruna chupava avidamente e tentava se livrar do controle de Marcos, mas ele era demasiadamente mais forte que ela, a pressionando contra a virilha suada, enquanto mandava pirocada direto na garganta, indo e voltando. Bruna babava e engasgava, e nada de Marcos soltar ela. Quando ele soltava, era para bater com a piroca na cara dela, a chamando de mil coisas.
“Cadela de rua. Piranha. Esposinha traíra. Rampeira de estrada. Princesinha boqueteira. Putinha do caralho.”
A boca e garganta de Bruna faziam os barulhos mais obscenos, e ela agradecia a Deus pelas janelas da caminhonete estarem fechadas. Mas isso não impedia Marcos de continuar com aquela tortura, os sons apenas o incentivavam. - Óóóoohh, olha isso, já tá viciada em mamar o Marcão... Porra! - E continuava a empurrar e puxar a cabeça de Bruna, enquanto levava o quadril para cima e para baixo. Quando ela achou que não iria conseguir mais, Marcos tirou o pau, bateu no rosto de Bruna enquanto falava rápido.
- Ocê gostou do leite do meu fióte? - Bruna respirava ofegante, recuperando o fôlego, enquanto Marcos espancava suas bochechas com a jeba dura. - Hein, sua puta? Responde seu Macho!
- Huuf... Gostei sim, delícia de leite... Vai me dar também?...
- Vo... vo sim... vo gozar gostoso, e já que ocê gostou tanto do meu fióte, quero ver você engolir tudinho o que eu te dar! Aaaaahh, num quero ver uma gota cair no chão, ouviu, cadela?! - Pegou Bruna pelo cabelo e enfiou jeba goela a dentro, deixou a cabeça dela estática enquanto metia na boca como se fosse uma buceta.
- AAAArrrrrrrrgghh!!! Engole, porra!!
Marcos soltou um jato, dois jatos, três jatos, e Bruna foi engolindo. Quatro jatos, cinco jatos, seis jatos, e Bruna já não conseguia engolir tão rápido e começou a guardar na boca. Marcos facilitava um pouco o trabalho, jogando tudo direto na garganta de Bruna, ela só precisava engolir, mas quando passaram de oito jatos, ela começou a ter dificuldades. Pois foram dez jatos fartos de uma porra fervente e densa. Bruna reconheceu a textura e o gosto, parecidos com a de Rafael, mas um pouco mais espessa.
Aos poucos Marcos deixou Bruna se soltar do seu caralho, este que ficou num estado meia bomba, todo babado e manchado de porra. Bruna rapidamente engoliu o resto que havia sobrado na boca, respirou fundo e recuperou o fôlego. Logo foi direto ao caralho e limpou o resto que tinha ficado na peça.
- Aahhh, que putinha mais assanhada...! Que trabalho bem feito da porra...
Depois de limpar tudo com a língua, Bruna deu um beijo estalado na cabeça do caralho, arrumou o cabelo no retrovisor e foi diretamente a farmácia. Procurou pelas camisinhas especiais, achou uma marca que vendia exatamente o que ela estava procurando e quando viu que vendiam em pacotes, não resistiu e comprou logo uma caixa. E quando se abaixou para pegar a caixa, reparou num lubrificante que chamou sua atenção. Pensou rápido e comprou os dois itens, com expectativas grandes em mente.
“O atendente que me ajudou, me olhava tão estranho, amor... Acho que eu não me arrumei tão bem quanto eu achei que tinha... talvez ele tenha estranhado eu precisar de tanto lubrificante e tanta camisinha extra grande... ou eu tava com um bafo de pica e porra muito forte, hahahah!”
Durante a volta Marcos ficou brincando com o corpo de Bruna, apertando as coxas, abusando de seus seios, colocando a mão dentro do pijama e a dedando. Nesse intervalo, Bruna também brincava de punhetar Marcos, este que já estava em ponto de bala. Quando chegaram em casa, antes de abrir a porta e entrarem, Marcos puxou Bruna e a pressionou contra a porta, roubou um beijo quente e envolvente dela e ficaram assim por uns momentos. Bruna sentiu algo em sua barriga, olhou para baixo e viu que Marcos não tinha guardado a jeba. Ele andou da caminhonete até a entrada de casa de tromba dura para fora, sem nenhuma preocupação no mundo para quem o visse.
“Pedro, ele tava muito taradão. Ficou total fora de si! Mas não se preocupe, não havia ninguém na rua, graças a Deus...”
Bruna insistiu a entrarem, antes que um vizinho os visse.
- Vem logo, garanhão, vem!
De forma natural, Marcos tirou as calças antes de entrar na casa, ficando totalmente nu. Entraram na sala, subiram as escadas, e, quando chegaram ao quarto, encontram Rafael pelado, deitado na cama, de pernas abertas e piroca apontando pro teto.
- Porra!! Demorou pouco, viu?!
- Foi mal, foi mal... Tive que tirar uma lasquinha da princesa antes de voltar. Hahahaha!!
Bruna então teve uma maldosa ideia. Colocou a caixa de camisinha junto do lubrificante em cima da nossa cama para tirar a maldita foto que ela havia me mandado enquanto eu trabalhava. Mas antes dela conseguir tirar a foto, Rafael rapidamente abraçou Bruna por trás, colocou o cacete duro feito pedra por entre as coxonas dela e a puxou contra seu corpo.
- Eu vou primeiro de novo, que agora eu vo aproveitar bem. Te comer até tu não aguentar mais! Ssssss... - Bruna conseguia sentir o pauzão pulsar através de sua fina bermuda. Rafael a beijava no pescoço, dava leve mordidas e a lambia inteira.
Com certa dificuldade, Bruna tirou a infame foto e mandou para meu celular. Rafael ajudou Bruna a se despir, tirando cada peça de roupa bem devagar, mas com uma certa pressa. Ele virou o corpo dela e demoraram num beijo sensual, com Rafael apertando forte a bunda de Bruna e dando tapas. Quando finalmente se despregaram, Bruna abriu a caixa, abriu uma das embalagens e cobriu o cacete de jumento de Rafael. Agora a camisinha parecia caber melhor, mesmo deixando ainda um pouco de pele exposta na base. Marcos se colocou sentado na cabeceira da cama, sentando com as mãos atrás da cabeça, de pernas abertas deixando o mastro balançar pesado.
- Vem cá, putinha. Vem babar mais no cavalão. - Bruna foi de quatro até Marcos, beijou seu peitoral, o abdômen e virilha, até chegar no cacetão, que foi engolindo de pouco em pouco.
Rafael se posicionou ajoelhado atrás de Bruna, mas daquela vez ele não estava interessado em buceta. Bruna sentiu algo gelado tocar seu cuzinho a fazendo arrepiar. Depois sentiu um dedo grosso passar aquele liquido por toda a região, e foi aí que caiu a ficha de Bruna, ela olhou para trás e viu Rafael com o tubo de lubrificante na mão.
- M-mas já? Achei que você ia comer mais minha bucetinha...
Bruna levou um tapa forte na bunda, ecoando pelo quarto.
- Então comprou esse lubrificante pra que, vadia? Botou na minha mão então vo usar! Abre bem as pernas que eu vo acabar com esse teu cuzinho apertado...
- Só vai com muita calma, Rafa, eu nunca tive um grandão assim que nem o seu no meu cu...
- Sim, sim, eu faço com calma. Esquenta não que o pai aqui sabe lidar com cadela feito tu. - Logo foi enfiando um dedo fundo no cuzinho de Bruna, enquanto dedava a buceta com a outra mão, enfiando 3 dedões.
- Aaaaiinnn!! Calma!!
Bruna então teve seu cabelo segurado e seu rosto golpeado pelo cacetão de Marcos.
- Deixa meu fióte trabaiá, vai... Foca nisso daqui que a dor passa bem rapidin... hahaha!
Bruna teve de aceitar domínio de Marcos, começou a chupar a pirocona gigante enquanto tinha seu cuzinho alargado por Rafael. Este que aproveitava para dar lambidas e chupadas na buceta arrombada de Bruna, a fazendo gemer e suspirar com cada linguada certeira e chupada precisa. Bruna via uma nova de Rafael, sem pressa e sem muito afoito, ele tomava seu tempo e parecia muito bem experienciado, mesmo tão novo. Rafael colocou dois dedos para dentro e Bruna gemeu alto. Quando ele colocou três ela já não se aguentava.
- Aaaaaaiiiihnnn... Precisa de tudo isso?
- É claro! Olha pro tamanho da cobrona! Isso aqui não entra fácil, não! Hahahah!
O problema era mais que Marcos e Rafael tinham mãos grandes, mãos de quem trabalha pesado. Os dedos não davam trégua, grossos e ásperos. Quando Rafael passou mais lubrificante e colocou quatro dedos, Bruna gozou na boca do garoto, este chupou ainda mais forte. E quando tirou a boca e os dedos, aplicou tapa atrás de tapa nas nádegas rosinhas de Bruna, enquanto exclamava.
- Gozou só de levar dedo no cu! Piranha do cacete!! - “Pah! Pah! Pah!” - Mas é muita falta de piroca grossa! Primeira vez que eu te vi eu já sabia! - “Pah! Pah! Pah! Pah!” - Tu tava doidinha pra dar pro pai! E agora ta maluca pra dar esse cu!! - "Pah! Pah!" - Foda-se! Vo comer teu cu do jeitinho que eu gosto!!
Rafael apontou o cacetão duro na portinha do anelzinho, segurou Bruna firme pela cintura e foi penetrando. E sem pensar muito, meteu sem dó. Bruna gritava de dor, colava o rosto na cama e apertava o lençol com muita força, quase desmaiando de tanta dor. Não tinha fôlego nem para pedir trégua a Rafael, apenas sentia seu canal sendo invadido por aquele caralho preto de jumento.
- Sssss... AAAAaahhh... cuzinho apertado da porra!! Aaaarrghhh!!! - Bruna ouviu Rafael gemer alto e sentiu o quadril dele encostar na bunda. Sentia o sacão dele na buceta. Para ela tinha passado uma eternidade, mas havia passado apenas alguns segundos e Rafael já havia penetrado o cu de Bruna até o talo.
O moleque nem esperou Bruna se acostumar com a dor e o tamanho, apenas começou a meter. De início, metia devagar, mas passou a foder igual fez com sua buceta. Tirava tudo, sobrando só a cabeça e enterrando tudo de novo. Ia de um ritmo compassado, para um acelerado e desenfreado, tirando gritos de Bruna. - Óóóóoooohhh.... isso grita, cadela. Grita que passa! - Mas Bruna já não sentia tanta dor, o cu ficou anestesiado, ela gritava de tanto tesão, delirando enquanto rebolava na virilha pentelhuda e gozava sem parar.
Então Rafael começou um bate-estaca selvagem, fazendo a cama balançar, ranger e bater na parede. Neste momento as memórias de Bruna ficaram bem embaralhadas, ela tinha dificuldade de me contar exatamente o que aconteceu, mas de forma resumida, Marcos e Rafael deram uma surra de pica em Bruna, a fazendo ter os orgasmos múltiplos mais fortes de sua vida, perdendo o controle da voz, do corpo, se tremendo toda e se contorcendo sem parar. Rafael comeu o cu dela mais uma vez aquela tarde, porém, por alguma razão, Marcos nem encostou direito no anelzinho de Bruna, preferindo apenas comer sua buceta.
Comeram ela de todo jeito, enfiavam tudo até o talo, na buceta, no cu e na boca. Suaram tanto que mancharam a cama toda. Tinham algumas poucas marcas de porra na cama, já que Bruna engolia tudo que lhe davam. E depois de tanta meteção, tanta sacanagem, os três se deitaram na cama recuperando as energias. Os dois ajudaram Bruna a chegar no banheiro, para que pudessem se limpar. Um banho refrescante cheio de amassos, beijos e mais putaria. Eles voltaram para cama e os dois comeram Bruna mais uma vez, até ela finalmente desmaiar.
Depois de ouvir tudo aquilo, olhei para a mão de Bruna e vi que eu havia gozado sem perceber, talvez até duas vezes. Ela limpou no lençol sem pensar muito.
- Amor... nem consigo acreditar...
- Nem eu.. Parece que tudo foi um sonho, Pedro... - ela deu uma pausa e olhou para trás - Agora olha isso aqui.
Bruna vagarosamente rolou para o outro lado da cama, abriu a gaveta do criado mudo e tirou um balãozinho e colocou na minha frente. - Segura. - Segurei aquele pequeno balão e ele cabia certinho na mão, até com sobra. Bruna pegou mais um e colocou entre nós.
Quando liguei o abajur do meu lado e olhei direito vi exatamente do que se tratava. Eram camisinhas amarradas no final como um balão cheio d’água. Mas não era água dentro delas e sim porra. Muita porra. Eu fiquei incrédulo, apertava a camisinha e via seu conteúdo se mexer, dando a impressão de ser um líquido muito espesso, bem branco um pouco amarelado, com quase nenhuma parte transparente, um suco grosso e concentrado, parecendo creme de leite. Acho que se eu abrisse um daqueles pequenos balões, e colocasse todo o conteúdo num copo americano, iria transbordar.
Bruna foi tirando várias outras camisinhas da gaveta e as empilhando entre nós. No final totalizou em 8 camisinhas totalmente recheadas, com seus tamanhos variando muito pouco, todas redondas e pegajosas. Fiquei sem palavras.
- Isso por que eles me fizeram engolir um monte. Toda vez que eles gozavam e tiravam o pau de dentro... Nossa, eu sentia uma carga elétrica toda vez que um desses saia junto.
Até aquele ponto eu nunca imaginaria que um homem poderia gozar daquele jeito. Eu mesmo apenas soltava algumas poucas gotas transparentes. Os amantes anteriores de Bruna tinham grandes ejaculações, mas nem se comparavam a Marcos e Rafael, aquela quantidade era absurda.
- Pedro... imagina se eles tivessem me comido sem camisinha, tudo isso aqui dentro de mim. Acho que eu engravidava na hora. - Rimos juntos.
Continuamos conversando na cama por um tempo e fomos para o banheiro limpar o corpo de Bruna. Passei delicadamente o sabão por toda a sua pele marcada. Marcas de dedo, mão e até uma mordida no peito. Ela estava com as pernas bambas ainda, então se segurava e se apoiava em mim. Nunca parava de falar sobre o estado do seu corpo e sobre todos os detalhes da sua tarde luxuosa.
- Passa a mão aqui, ó... - Abria as pernas e puxava a minha mão - Tá sentindo o estrago, tá?... - Eu passava a mão devagar e de forma delicada, não querendo a machucar mais.
Vê-la toda realizada daquele jeito era eufórico para mim, me sentia mais feliz que criança com doce na mão. Mesmo que ela estivesse extremamente cansada, ela ainda queria me mostrar como ela estava se sentindo, e o quanto estava amando nossa cumplicidade. Mas logo fomos de volta a cama, nos deitamos e passei bastante pomada no corpo dela enquanto conversávamos baixinho até dormirmos. Porém acordei no meio da noite, olhei para o lado e vi Bruna dormindo de pernas abertas, igual quando a encontrei no quarto naquele dia.
Levantei da cama sem acorda-la e fui para a cozinha beber uma água. Voltei para o quarto e fiquei a observando pelo o que pareceu uma meia hora. Estava estranhamente feliz, cheio de paixão novamente, exatamente igual quando nos conhecemos.
Capítulo 6
Pela manhã, eu acordei antes de Bruna, coisa que nunca acontecia. Ela permanecia dormindo pesado, de bruços com as pernas abertas. Eu havia acordado por causa da campainha tocando, se não fosse por isso eu teria ficado na cama por muito mais tempo. Me arrumei rapidamente, desci as escadas e quando cheguei nos últimos degraus eu travei, pois demorei a lembrar quem estava me esperando abrir a porta de casa. Engoli seco e me mantive parado, apoiado com uma mão na parede, pensando mil coisas e possibilidades.
Pensei na estranheza daquela situação, na falta de raciocínio em toda a aquela perversão e em como havia deixado tudo aquilo acontecer de baixo do meu teto, na minha própria casa. Na minha própria cama. Me senti totalmente constrangido e sem saída. Afinal, os dois atrás da porta tinham de trabalhar, esse era o contrato que fizemos, foi minha ideia chamar os dois para cá. E mesmo assim, eram exatamente esses dois que estavam me fazendo sentir daquele jeito. Bruna havia me avisado do perigo e eu apenas ignorei.
Mas pensar em Bruna me fez ver as coisas por outro lado. Pensar nela dormindo lá em cima, na nossa cama, toda satisfeita com a farra de ontem, me lembrou do porquê eu a amo tanto e por que eu decidi voltar ao trabalho ontem invés de intervir. Nós dois estávamos apenas nos divertindo, como fazíamos antes, mas agora as coisas estão um pouco mais intensas, para mim e para ela. Inevitavelmente pensei que decidir meu próximo passo seria bem mais fácil se ela estivesse comigo naquele momento.
Por um pequeno instante, criei coragem para andar, endireitei as costas e coloquei a minha maior cara de pau para atender a porta.
- Oooopa, patrãozinho!! Diiiiia!! - Marcos entrou rápido apertando minha mão e batendo repetidamente em minhas costas.
- Dia, Seu Pedro. - Rafael falou num tom casual e me referiu com respeito. Levantou levemente a aba do boné, passou por nós dois e foi levando as pesadas bolsas surradas para o quintal.
Enquanto Marcos trocava uma palavra comigo sobre a obra e outras notícias matinais, Rafael ia da caminhonete ao quintal levando todo tipo de equipamento, sem dizer uma palavra, como sempre fazia em minha presença. Uma situação muito ordinária em contraste com tudo que havia acontecido. Me fiz de desentendido, até que, para meu alívio ou desespero, Marcos finalmente tocou no assunto.
- E a patroa?
- Ah... e-ela ainda tá descansando... né?... - Respondia com a voz trêmula.
- Então depois que nóis fomo embora, ocê deu é mais trabalho pra ela, hein, garanhão? Hahahahaha! - Colocava um braço em cima do meu ombro e me puxava batendo no meu peito. E passou a falar bem perto de mim - Mas com todo o respeito, Seu Pedrinho, o senhô tinha de ser mais sacudido!! Se eu soubesse antes que a patroa sofria de tanta carência, eu tinha me proposto é na hora. - Olhou para os lados e falou baixo – E eu num teria que dividir com esse “fidumaégua”... - Apontou para Rafael. - Num é?! Hahahahaha!
Marcos falava com a maior naturalidade, nunca tinha visto ele daquele jeito. Na verdade, ele agia como sempre tinha feito antes, mas aquela situação toda nem parecia o abalar. Apenas mais um dia.
- E... você não tem... problema com isso?
- Uai, problema cum o que, sô? - Tirou o braço dos meus ombros e segurou na cintura com os dedões apoiados no cinto.
- Ah... com o seu próprio patrão lhe pedindo pra fazer... esse tipo de coisa.
Marcos mau me esperou terminar de falar e gargalhava alto.
- Hahahahaha!! Tem problema nenhum, sô! Fica tranquilo, patrãozinho! Até por que eu já tive em caso mais cabroso que esse... cum todo respeito! - fechou os braços - Pra ser todo sincero, eu nunca me envolvi com muié que num tivesse marido ou namorado brabo. Já tive que pular de muita sacada pra tá de papo cum o senhô agora, hehehe... - Mesmo sabendo do seu histórico, fiquei surpreso com a revelação tão direta.
- A patroa contou tudo pra gente onti, agora tá todo mundo na mesma ideia! - Rafael tinha finalmente terminado de arrumar tudo e voltou para o lado do pai. - Então fique despreocupado, Seu Pedrinho, que nóis vamo cuidar bem demais dessa carência da patroa. - Marcos falava aquilo com uma expressão muito amigável, sentia muita sinceridade dele, parecendo querer me deixar mais calmo e relaxado. Porém, Rafael me olhava com aquele olhar de malandro dele, sorrizinho cerrado e queixo pra cima, muito metido e desaforado, me fazendo repensar na situação.
Rafael fez um gesto com as duas mãos, como se estivesse medindo algo. - Bota carência nisso... Uma carência DESTE tamanho! Hahahaha!
Marcos deu apenas um soquinho no ombro do filho e riu baixo junto dele, não parecia mais se importar tanto com o que Rafael falava na minha frente.
- Que bom ouvir isso, Marcos. - Dei uma breve pausa. - É só que ela tá tão cansada ainda, dormindo pesado na cama. Talvez fosse melhor deixa pra outro dia...
- Seu Pedrinho! - Marcos me interrompeu. - Com todo o respeito, mas parece que o senhô não conhece a própria esposa. Essa daí num é égua fraca, não! Aguentou nóis dois firme e forte ontem, e olha que só um de nóis já dá trabalho. Fique mais que tranquilo no trabalho, sabendo que ocê tem minha palavra.
Morri de vergonha naquela hora. Marcos praticamente chamava Bruna de cavala. Rafael descaradamente pegava no volume crescente na sua calça moletom, mostrando aquele sorrisinho sacana e malandro. Mas não me importava com o jeito xucro de Marcos, ele não estava errado. O corpo de Bruna era todo torneado, coxas grossas e suculentas, uma bunda avantajada e larga, uma própria cavalona. De alguma forma absurda todo aquele clima e aquela conversa me deixavam excitado, meu corpo até relaxou dali para diante.
- Bem, já que você diz. Eu só fiquei preocupado com ela, né... O jeito que ela ficou...
- Mil perdões, Seu Pedrinho, é que esse guri perde as rédea quando tem mulher bonita envolvida...
- Pô! Fala sério! Não fui eu que dei tapa na raba dela até ela chorar, seu velhote mentiroso! - Bruna não tinha mencionado isso, me deixou surpreso e tesudo.
- Me respeita, seu guri de rua!! - Marcos deu um leve soco no braço do menino, forte o suficiente para fazê-lo recuar e esfregar o braço machucado com a mão. Marcos olhou para mim como se tivesse pego ele no pulo, mas abriu um sorriso como se eu não tivesse ouvido nada.
- Mas, então, patrãozinho, deixa que nóis cuida bem dela hoje, vamo deixa ela descansar e prometo que vamo pegar mais leve também... - Rafael não dizia nada, Marcos olhou para ele e levantou o punho cerrado - Num, é?! Seu moleque!
- Aham, é! Vamo, sim... - Rafael falou rápido sem intenção nenhuma de soar minimamente sincero.
- Ok, se eu tenho a palavra de vocês, então posso ir tranquilo ao trabalho. E vocês também.
Nos despedimos ali, voltei para me arrumar e sai pelas escadas direto a porta, vi Marcos pela janela da cozinha dando uma bronca em Rafael, provavelmente pelo o que ele tinha dito antes. Enquanto saia com o carro pela garagem e durante o percurso até o meu trabalho, fiquei pensando em tudo que Bruna, Marcos e Rafael tinham me dito. Me segurei no carro, apertando forte o volante e mexendo na marcha sem parar.
Chegando ao trabalho, foi como qualquer outro dia na empresa, sem muitas novidades, apenas a mesma montanha de papéis para eu me ocupar a cabeça. É claro que de vez em quando me vinha alguns flashbacks só para me tirar do sério, mas eu me concentrava no que tinha de ser feito naquela hora. Em uma dessas conversas sem rumo com colegas de trabalho, meu celular vibrou, tirei do bolso e vi que era Marcos. Fiquei com o coração acelerado. Pensei que poderia ser algo pervertido, mas também poderia ser algo sobre a construção, ou alguma emergência.
Depois de pensar tanto, digitei a senha, posicionei o celular para ninguém ver nada, sem parecer muito suspeito e abri a mensagem. Era uma foto dos três na nossa cama de casal. Bloqueei a tela do celular e pedi licença para meus colegas, andei até o banheiro, me tranquei num box e abri a foto novamente.
Bruna estava de quatro na cama, com seu rosto perto da câmera, mas dava para ver sua bunda empinada para o alto, sendo segurada por Marcos que aparecia apenas do pescoço para baixo. Mesmo atrás do rabo enorme de Bruna, o corpo de Marcos ainda era bem visível, o cara era enorme. Dava para ver que ele estava metendo nela pois a expressão de Bruna era de total prazer. Ela revirava os olhos, com a boca aberta e tudo. E bem colado a sua bochecha vinha a caralha imensa do fotógrafo Rafael, completamente coberta de saliva e extremamente dura, mais comprida que o rosto de Bruna.
O moleque pegou o celular do pai para me aborrecer, ele sabia que de um jeito ou de outro eu iria abrir uma mensagem vindo de Marcos. E parecia que Bruna estava no meio de um gozo fazendo uma expressão tão obscena. A imagem dela se submetendo a aqueles dois ogros caralhudos me deixava totalmente fora do controle. Rafael conseguiu me provocar novamente. Dentro daquele box, botei meu pinto para fora e comecei uma punheta, mas o tesão era tanto que nem punhetei direito e já estava gozando. Dei um tempo para recuperar o fôlego e tentei de novo, segurava na ponta dos dedos e puxava a pele, mas nada dele endurecer, meu pintinho já tinha amolecido por completo. Fiquei ainda alguns minutos olhando para aquela foto e imaginando mil coisas.
Quando voltei a mim, vi a sujeira que fiz e limpei. Retornei ao meu escritório e voltei ao trabalho. Focar naqueles papeis estava quase impossível, mas tive força de vontade suficiente para terminar algo naquela tarde. No final do expediente eu nem sabia o que fazer direito, pois ainda estava meio receoso de entrar em casa e encontrar Marcos e Rafael ainda lá. Assistir Bruna com outros homens na nossa cama era algo que já tínhamos feito várias vezes e por muito tempo, mas daquela vez, pelo menos para mim, a situação era diferente. Não sabia se era por que ainda estava com medo de tudo aquilo vazar para a família, ou se eu estava me sentindo tão intimidado pelo... tamanho e pelas proporções...
Entrei no carro e me preparei para sair, até que sinto meu celular vibrar novamente. Desbloqueei o celular rapidamente e vi outra mensagem vinda de Marcos. Abri a conversa e vi que agora era um vídeo com uma mensagem em baixo dizendo: “Oooo vida boa”. Com a mão tremula cliquei no play e tirei meu cinto de segurança. O vídeo era com o ponto de vista do cameraman Rafael, que recebia um boquete muito babado de Bruna. Eles estavam na beira da piscina, Rafael ficava sentado de pernas abertas numa das cadeiras de praia, enquanto Bruna ficava de joelhos a sua frente engolindo seu mastro.
“Issssooo, assim mesmo.... Oohh, delícia de boquinha de veludo, porra...” - A voz de Rafael era a única possível ser ouvida.
Bruna estava totalmente nua, com seus seios totalmente a mostra, seus lábios vermelhos iam da ponta da cabeça larga até a base pentelhuda, quase se engasgando enquanto fazia barulhos típicos de um boquete muito bem feito. Uma das mãos segurava a coxa de Rafael e a outra mão massageava as bolotas peludas. Era surreal vê-la engolir todo aquele membro tão facilmente. Eu ficava alucinado quando ela olhava diretamente para a câmera, com aquela carinha de anjinha viciada em rola grossa.
Mas em um momento, Rafael pegou Bruna pelos cabelos e foi controlando a mamada, puxando e empurrando a cabeça dela, fodendo sua boca feito uma buceta. Bruna segurou com as duas mãos nas coxas de Rafael tentando achar algum modo de fazê-lo desacelerar, mas seus esforços foram inúteis diante da força da mão e cintura do menino.
“Gggrrrrr.. AAAAaahhh!!” - Rafael rosnava enquanto movia seu quadril muito rápido.
Ele levava a cintura para cima e para baixo num ritmo muito acelerado, fazendo a piroca grandona atropelar a língua, a cabeça passar pela garganta, estufando o esôfago e voltando com a cabeça aos dentes em menos de um segundo para repetir o processo, cada vez mais rápido. A boca e a garganta de Bruna produziam os sons mais obscenos que eu já tinha ouvido ela fazer. Aqueles sons ecoavam na cabeça, martelando meus tímpanos. Quando o garoto se satisfez em torturar a garganta da minha esposa, ele a puxou pelo cabelo até conseguir tirar toda a pica, enquanto Bruna, ainda muito determinada em fazer um bom trabalho, aplicava uma sucção com a boca. No instante em que a cabeçorra de cogumelo saiu por inteira, deu para ouvir um sonoro estalo molhado.
“POHH!!”
Bruna tossia enquanto secava pequenas lágrimas de seus olhos com as mãos, e tentava limpar seu rosto da saliva acumulada também. Seus seios balançam soltos, grandes e salientes. Dava para ver até alguns pentelhos soltos que acabaram grudando na pele do nariz e nos cantos da boca. E ao mesmo tempo em que ela tentava se limpar, por causa da sucção forte no final, a jeba imensa, completamente encharcada, balançava pesado, procurando ganhar estabilidade, jogando baba grossa e pré-porra para todo lado, esticando fios pegajosos que chegavam até a boca de Bruna.
“- Ssssss, oooaaaahh... Assim eu vo goza de novo, sua puta... Faz nem 10 minutos que eu enchi essa boquinha de porra, agora tu quer mais, é, cadela?... Então, continua, que o pai vai te dá mais leite...”
Bruna tossia muito e recuperava seu fôlego avidamente, enquanto Rafael segurava firme em seu cabelo, puxando e empurrando sua cabeça, tentando usar o quadril para mirar a ponta larga do míssil direto na boca de Bruna.
“- Anda! Chupa! Engole esse piru grosso pra eu pintar essa carinha de branco de novo!!”
Bruna já abria bem a boca, recebendo toda aquela massa de pica gosmenta de volta a garganta.
“- Oooooohhh... Isso, assi-”
O vídeo terminava ali, cortando a fala de Rafael, e com Bruna encostando os lábios no talo grosso e novamente tendo seu esôfago invadido. Parecia ter sido filmado algumas horas atrás, pois estavam no quintal com o sol ainda no alto. Não tinha nenhum perigo deles serem pegos pois os muros eram altos, e nossos vizinhos quase nunca estavam em casa. Mas fiquei apreensivo com o barulho que estavam fazendo. Este pensamento foi logo reprimido por uma luxúria espantosa e um tesão de corno imenso, com todos os sentimentos inclusos: medo, ansiedade, desejo, admiração, inveja, raiva, e por aí vai.
No estacionamento do escritório, vendo aquele vídeo em loop, bati três punhetas, vendo cada detalhe de cada segundo. Fechava os olhos e me imaginava ali naquele jardim vendo tudo aquilo ao vivo e em cores. Replay atrás de replay eu me deliciava vendo Bruna também se deliciando naquela tora escura e roliça.
Na terceira punheta eu já estava mais calmo e tomava meu tempo. Foi então que recebi mais uma mensagem. Era uma foto da traseira de Bruna, sua pele branquinha toda vermelha de tapas e investidas brutas. Ela estava deitada na cama com a bunda para o alto, mostrando o estrago que seus garanhões fizeram. A buceta bem aberta e arrombadinha, toda vermelha e com um suco transparente escorrendo e pingando. O seu buraquinho havia se transformado em uma gruta, toda arrombada e bem lasseada, dando a impressão de que eu poderia facilmente colocar todos os meus dedos da mão com facilidade, talvez até mais. E penduradas sobre a montanha de bunda e quadril largo, estavam várias camisinhas exageradamente cheias, como aquelas que Bruna havia me mostrado na noite anterior.
Recebi outra foto, agora com o foco no rosto de Bruna, todo rosinha, meio avermelhado. Ela ainda estava deitada na cama, com a boca um pouco aberta. Ela parecia exausta, talvez já tivesse até desmaiado, mas não dava para ter certeza, já que Rafael segurava uma das lotadas camisinhas com a ponta dos dedos, deixando cair sobre o rosto de Bruna, escondendo seus olhos. Em baixo da foto vinha a mensagem:
“ja tamo vazando
deixei essa aq em cima do teu travesseiro
presentinho pro corno
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”
Nem pensei muito no que ele tinha escrito e passei a ver os detalhes da foto. Fui provocado com total sucesso, meu tesão foi a mil e comecei a bater uma punheta frenética. E como das duas primeiras vezes, saiu praticamente nada, apenas algumas gotinhas transparentes.
Como não tinha quase nada para limpar, eu nem me vesti direito e sai voando para casa. Estava ofegante, com o coração acelerado, parecia que ia infartar. Dirigi a viagem inteira com o pinto para fora e nem percebi, apenas quando cheguei na frente de casa. Os dois já haviam ido embora, fui vagarosamente entrando em cada cômodo até chegar no nosso quarto. Olhei para a cama e vi Bruna naquele mesmo estado do dia anterior, totalmente acabada. Dessa vez ela dormia de bruços, mas mantinha suas pernas abertas. Fui chegando perto e percebi que tinham várias camisinhas espalhadas pelo lençol. E lá estava o presente de Rafael, em cima do meu travesseiro como ele mesmo tinha prometido, muito mais cheia do que as outras. E parecia que eles tinham cumprido com a promessa que me fizeram naquela manhã. Menos marcas de tapas e pegadas fortes.
Mas logo que olhei para seus peitos vi quatro marcas de mordidas, duas em cada seio. Eram bem visíveis, avermelhadas e tinham até a marca certinha dos dentes. Imaginei que aquilo devia ter doido demais nela. Pensei na hora em acabar com aquilo, eles apenas trocaram os tapas por mordidas! Fiquei puto e já estava preparando um discurso na cabeça para quando visse eles novamente. Todavia, fui pego de surpresa por um longo suspiro vindo de Bruna. Um suspiro calmo, sem pressa, e com um tom de satisfação. Era o tipo de coisa que só quem vive com a pessoa consegue entender nos detalhes.
O suspiro parou meus pensamentos de raiva e indignação, e me fez lembrar que eu estava ali por ela e não por mim. Se ela estava satisfeita com aquilo tudo, então eu só podia ficar feliz. Sentei-me na cama e segurei sua mão esperando alguma reação, mas Bruna não mexeu um centímetro, nem abriu os olhos, estava num sono profundo. Aproveitei para checar seus buraquinhos, mas novamente apenas achei buracões, os dois arrombados e avermelhados. Eu queria cair de boca, ficar a noite inteira chupando sem parar, lambendo todo seu corpo e lhe levando a intensos orgasmos. Mas não queria atrapalhar seu sono, ela merecia descansar depois de ter que aguentar dois grosseirões acavalados o dia todo.
Na manhã seguinte, Bruna me acordou com um abraço forte.
- Bom dia, amor da minha vida!!!
Nos beijávamos muito, tanto que até senti um gosto diferente na boca dela.
- Vem tomar banho comigo, vem... Quero passar água fria pra tirar esse vermelho da pele.
Fomos juntos e ela levou suas loções e pomadas. No meio do banho Bruna começou a narrar sua tarde do dia anterior. Eu ficava todo alegre vendo-a contar tudo com tanto deleite e satisfação, foi mais uma tarde cheia de sacanagem e tesão. Mas no meio lembrei das fotos e vídeo que Rafael havia me mandado, logo acabei mencionando isso para ela.
- Relaxa, amor. Eu já tive uma conversinha com ele sobre isso. Junto do Marcos, também. Ele vive puxando a orelha do menino. Depois ele até me disse: “Quem esconde jogo, come de novo.” Hahahaha, ele disse que foi o pai dele que ensinou. Acredita?
Bruna virou para mim com um olhar devasso.
- Ele também me disse que iria guardar aquelas fotos e vídeos pro resto da vida, que ele tem uma coleção de vídeo dos “troféus” dele. Então falei para ele mandar para você, que eu sei que você ama receber presentinho assim...
Ouvir aquilo me excitou demais, ela não tinha perdido o jeito mesmo, sempre pensando no nosso prazer coletivo. Meu pintinho subiu na hora lembrando daquilo tudo. Então, Bruna aproveitou e me pressionou na parede fria do banheiro, ergueu uma das pernas e tentou encaixar o meu pintinho em sua buceta.
- Olha, amor, o jeito que eles me deixaram... tô toda aberta de novo... Mete, vai, põe aqui dentro.
Apontei o pinto para a entrada e inseri com demasiada facilidade. Meu curto pênis praticamente dançava dentro da buceta de Bruna, fiquei muito tesudo com aquilo, eu amava a fuder daquele jeito, depois do amante dotado alarga-la bem. Naquele caso eram dois amantes muito bem dotados, então, daquela vez ela estava muito mais que larga, estava completamente arrombada pelo tamanho monstruoso que recebeu nos dois últimos diasJá colocou, amor?
Fiz sim com a cabeça e Bruna começou a mexer o quadril, sentia meu pintinho raspar nas paredes da buceta, entrava e saia totalmente sem mira. Bruna acelerava os movimentos e o bilau escapava várias vezes. Apontei novamente ao buraco largo, mas havia vezes em que Bruna apenas não parava com o quadril, sem perceber que meu pinto havia escapado. Por causa dos movimentos acelerados e fortes de Bruna, eu nem conseguia colocar de volta. E pra piorar a situação ela até tinha seu rosto voltado para o teto, com uma feição de puro tesão, com os olhos fechados e mordendo os lábios.
Eu aproveitava e massageava os fartos seios de Bruna, que ainda tinham marcas de mordidas.
- Não tá doendo?
- ...O que? - Voltou a olhar para mim.
- O seu corpo, tá todo marcado...
- Ah, isso é só por que eles têm a pegada bem intensa, amor. - Falava aquilo na maior tranquilidade, com um sorriso na cara. - Mas nenhum outro me deixava assim, né? Isso sim que é pegada de Macho de verdade. Firme e forte, querendo marcar o território deles. - Pegou nas minhas mãos e colocou na sua bunda avermelhada e me fez apertar. - Sssssss, aaaiin! Arde tão gostoso, amor!! - Apertava bem suas nádegas sensíveis e a beijava ardentemente.
- E os seus peitos? Com essas marcas de mordida? Não estão doloridos? - Falava entre beijos.
- Ah, isso é coisa do Rafael. Ele diz que ama meus peitos, diz que são os maiores que ele já viu. - Sabia que era coisa daquele moleque. - Dói bastante, mas nossa como esse guri morde gostoso, eu até grito de tesão amor... Hmmmmm, uuuiii!! - falava tudo aquilo sem parar um instante com o quadril. - Ssssssss... Eles não têm medo de me tratar que nem uma cadelinha tarada. Que nem uma putinha de rua. Aaaaiiihhnnn... Que nem a esposinha viciada em rola grossa que eu sou!
Minha intuição da noite anterior estava certa, ela realmente estava amando ser tratada daquele jeito.
- Hhmmf, Pedrooo!! Você viu as fotos, né? Eles não têm dó de mim, ficam empurrando aquelas piroconas em mim como seu fosse feita de borracha. - Ela não parava com os movimentos, falando bem pertinho do meu ouvido, e meu pintinho servia de brinquedo para ela, raspando no seu grelinho sem parar, provocando uma grande estimulação para ela. - ...Você viu o vídeo também, né? O jeito que o Rafael abusou de mim? - O movimento do quadril só aumentava. - O Marcão não fica pra trás... ele adora maltratar a sua esposinha puta também... Óóóoohhff!
Nos beijávamos apaixonadamente, ao mesmo tempo que eu apertava seus seios, torcia de leve os mamilos e passava as mãos por todo seu corpo. Até comecei a acompanhar o quadril dela, dando leves impulsos, enquanto ela macetava o meu.
- Aaaaainnn, o Marcão, Pedro! Que caralhão grossoooo!! Me abre toda, me arromba gostoso demais... E chega tããooo fundo... Fica me socando o útero sem parar! SSSssss, aaaahhh!! - Ela falava meio atrapalhada, se movimentando rápido. - Óóóóhhhnnnn!! Aaaaiiihhh, que tesão! Tô gozandoooo!!
Com o atrito das genitálias, e só de lembrar das suas tardes carnais com os dois pedreiros, Bruna ficou tão tesuda, que inevitavelmente gozou. Eu não me segurei e gozei sem me tocar, sujando a virilha de Bruna com meu sêmen transparente.
Estávamos ofegantes, olhamos um para o outro e sorrimos, Bruna abaixou a perna e nos beijamos muito. A água fria continuava a cair sobre nós e ajudava a lavar o corpo de Bruna da sujeira que eu tinha feito. Quando parecia que Bruna ia me falar algo, ouvimos a campainha tocar, e voltamos a realidade. Bruna olhou para mim com a carinha de gatinha pervertida que ela fazia bem demais, me abraçou debaixo do chuveiro e sussurrou no meu ouvido.
- Hoje eu vou dar um bom descanso, recuperar minhas energias... Pra depois deixar aqueles dois caralhudos me arregaçarem na nossa cama. - Ela mordeu de leve meu ouvido e continuou. – Mas o que eu queria de verdade... era você aqui com a gente, assistindo sua esposinha sendo usada e abusada bem de pertinho...
Fiquei atordoado com aquela proposta.
- Que tal, hein? Eu recupero minhas energias, e você pega uma folga do trabalho... quando você chegar nós vamos estar prontos pra começar o show...
Apenas fiquei quieto, não sabia bem o que responder.
- Pedro... que foi? Você anda meio fechado.
- E-eu?
- Sim, as vezes parece que você está gostando de tudo que está rolando. Mas tem horas que não. Fico preocupada em te machucar, sabe? Por que eu... - Pegou minha mão e colocou na sua bucetinhaEstou amando esse presente que você me deu. Não tiro mais da cabeça as pegadas fortes no meu corpo, o cheiro gostoso de Macho rústico e principalmente aqueles tamanhões...
Minha respiração ficou descompassada, puxei o ar e soltei devagar.
- É que eu... sei lá... - Olhava para baixo – Acho que estou me sentido um pouco intimidado, só isso.
- Eles te falaram alguma coisa, Pedro? - Bruna parecia preocupada.
- Não! Não é esse tipo de intimidação! Eu quero dizer é que, do jeito que você fica quando lembra dos dois, principalmente do Marcos, você se transforma... Nunca te vi desse jeito, então estou com medo de você... se apaixonar... e me deixar...
- Mas, Pedro! Você sabe que o único que eu amo é você, né? Te amo mais que tudo, meu amor!! Você entende melhor que qualquer um que estamos todos nos divertindo, eles e nós. Mas nada disso vai fazer as coisas mudarem! Nenhum outro homem mudou como eu me sinto sobre você!
Ela soava muito sincera, sentia que estava falando do coração. Em resumo, Bruna costumava chamar o que ela sentia por mim de “Amor”, e o que ela sentia pelos seus amantes de “Amor de Pica”, um sentimento que não ultrapassava a barreira da sexualidade, do carnal.
- Vem aproveitar tudo isso comigo, vem!... Quero você do meu lado vendo cada detalhe, cada gota de suor... e me ouvir gemer com os tapas gostosos.
Sem esperar uma resposta minha, Bruna se desgrudou de mim e saiu do banheiro, se secando e enrolando uma toalha no corpo.
- Se não quiser tudo bem, mas eu ia amar compartilhar isso tudo com você. Como a gente sempre fazia antes.
Fiquei alguns instantes pensando em tudo aquilo. Sai do chuveiro e me arrumei junto de Bruna. Desci as escadas enquanto Bruna ficava deitada na cama. Ao abrir a porta de casa, os dois gigantes entram e me cumprimentam do mesmo jeito de sempre. Conversávamos com muita casualidade e bom-humor. Marcos tentava explicar por que a obra não tinha dado continuidade desde antes de ontem, ele até parecia meio encabulado de estar fazendo aquilo. Logo, o interrompi.
- Curtiram bastante ontem, né? Hahaha! - Falei alto e sem vergonha na cara.
- Oooooxe, se curtimo, né, não, Rafael?!
- Opa! Curti bem, sim... Gostou do vídeo, seu corninh- Uhh, Seu Pedrinho?
Marcos deu um soco de leve no ombro do garoto, que riu baixo da graça que fez. - Êêê, guri de rua... - Porém, Marcos não parecia tão bravo quanto antes, ele dava um singelo sorriso.
Fiquei encabulado por um momento pensando naquela situação: um moleque novo, de dezesseis, perguntando para mim, se eu tinha gostado do vídeo em que ele abusava da boca de minha esposa, enquanto eu dava duro no trabalho. Aquela carinha de safado cínico, bem sádico, fazia parecer que ele tinha me perguntado bem mais entre linhas.
“Curtiu ver sua esposa boqueteira me engolindo?”
“Viu como ela aguenta tudo bem fácil naquela garganta profunda de puta dela?”
“Você faz assim com ela? Consegue fazer que nem eu fiz?”
“E esse piruzinho, deixa ela daquele jeito?”
“E aí? Bateu quantas antes de voltar pra casa?”
Lembrei das coisas que Bruna havia me falado no banho. Enchi o peito de ar e falei despreocupado
- Gostei sim, Rafa. Você é um ótimo cameraman! Pegou só os melhores detalhes, hahahaha!
Os dois se olharam por um breve instante, provavelmente foram pegos de surpresa com a minha resposta tão segura.
- Haha, saquei!... Pena que eu não mandei mais, então. Fica pra próxima...
Aquelas palavras bateram no tímpano e me fizeram coçar de curiosidade. Ele com certeza não teria apenas um vídeo das suas transas. Rafael parecia aquele tipo de Macho que ama reassistir seu enorme membro arruinando buraquinho atrás de buraquinho nas suas performances de sexo selvagem. E Bruna não era exceção, ele deveria ter filmado vários vídeos picantes com ela e tirado inúmeras fotos. Eu queria ver tudo naquele instante, mas me contive naquela hora para não passar uma impressão ruim e arrasar minha confiança recém conquistada.
Depois disso fiquei na entrada de casa conversando com Marcos enquanto Rafael organizava as coisas. Depois de um breve bate-papo, já estava me sentindo bem mais à vontade na presença deles. Estava tão tranquilo que até arranjei coragem para agradecer.
- E muito obrigado, viu? Por terem cumprido com... o que a gente conversou ontem.
- Uai, que isso, sô? - Marcos falou rindo. - Eu e meu fióte, a gente nunca deixou de cumprir um trato. E não seria com ocê que nóis ia começa a titubia, patrãozinho!
- Hahaha, muito bom ouvir isso, Marcos, agradeço. E muito obrigado por estarem cuidando tão bem dela!
Nos despedimos e fui ao trabalho, novamente deixando Bruna na mão daqueles grandalhões. Durante o trajeto, tinha alguns flashbacks do meu banho com Bruna e da fala de Rafael pela manhã. Mas me mantive focado e cheguei ao trabalho sem interrupções. Me voltava a papelada diária e batia papo com colegas. Mas involuntariamente as memórias voltavam.
“...Estou amando esse presente que você me deu. Não tiro mais da cabeça...”
“Quero você do meu lado vendo cada detalhe, cada gota de suor...”
“Pena que eu não mandei mais, fica pra próxima...”
“... quando você chegar nós vamos estar prontos pro show...”
Respirava fundo, várias vezes e deixava o dia seguir o seu curso. Até que o meio dia chegou, e eu precisava almoçar, mas chegando na mesa não conseguia pensar em nada para pedir. Percebi que estava agitado e com o estômago enjoado, embrulhado. Até o garçom percebeu meu estado, me retirei e fui ao banheiro passar água no rosto. Me tremia todo, sentia um frio na espinha e mal-estar. Afirmar que eu estava doente era um equívoco, pois aqueles sintomas eram nada mais, nada menos, que aflição de corno.
Não tinha outra explicação, meus cornos pesavam mais que tudo, sentia minha testa queimar. Entrei em um box e me tranquei. Abri meu celular e fui direto ver se havia novas mensagens de Bruna ou Rafael, mas não haviam notícias. Fiquei revendo fotos e dei replay naquele obsceno vídeo pornográfico umas 10 vezes, mas nada do meu pinto subir, não dava um sinal de vida.
Então a memória falou mais alto, lembrando-me das sugestões de Bruna, querendo que eu estivesse lá com ela, vendo tudo de pertinho, ouvindo tudo, sentindo os cheiros... Talvez fosse por que eu e Marcos já nos conhecíamos, ou por que ver aquele moleque arrogante me humilhando seria demais para mim, ou por causa da discrepância entre as minhas pequenas medidas e as dimensões e proporções volumosas dos dois. Mas a razão real era que eu tinha muito medo de perder Bruna. Que aquele “Amor de Pica” evoluísse para algo mais.
Mas lembrar do que ela me disse antes, sobre como me amava, e sempre me amou mesmo com todos aqueles amantes anteriores, me acalmava o coração. Fiquei mais de meia hora naquele box, pensando em nada mais além de Bruna. Até que recebo uma mensagem vindo dela.
“Venha”
Fiquei atônito.
Esperei por um tempo, para ver se aparecia mais alguma coisa. Mas nada chegou. Esperei mais, e nada. Ela não pedia por favor, ela não explicava nada. Mandou apenas um “Venha” como se aquilo fosse suficiente. Sem saber que do nada aquela única palavra iria me encorajar para conseguir sair do trabalho, dirigir até em casa e chegar à porta de casa e ficar plantado lá por alguns minutos.
E por alguns minutos fiquei lá plantado. Eu não ouvia nada do lado de fora, apenas os carros passando e os pássaros cantando. Me tremia todo enquanto tentava pegar na maçaneta, a mão suada também não ajudava. Demorei mais um tempo, mas abri a porta e me dirigi para dentro.
Encontrei ninguém. Andei devagar pela sala, pela cozinha, pelo primeiro andar inteiro e não encontrei uma pessoa. Olhei pela janela que dava para o jardim e não vi uma alma viva. As ferramentas estavam no chão e a construção parecia que tinha continuado. Subi para o segundo andar e a situação não melhorou. Ninguém a vista.
Achei que tinha ficado completamente louco. Imaginei que quando fosse entrar em casa, os encontraria na sala, com Bruna subindo e descendo em Marcos, com seus seios balançando, enquanto mamava Rafael. Achei que estariam na cozinha, com Bruna revezando um boquete bem pago entre um Macho e outro. Ou os encontraria no jardim, fazendo uma dupla penetração ao ar livre. Mas realmente esperava encontra-los no nosso quarto, aproveitando a tarde quente.
Enfim, sentei no sofá da sala e fiquei lá pensando no que havia acontecido. Pensei que talvez tivessem saído para comprar alguma coisa, já que não havia visto a caminhonete de Marcos na frente de casa, ou talvez algo a mais tivesse acontecido... Fiquei nessa por um tempo, pensei até em ir embora, ficar passeando a esmo pela cidade, mas ao compasso que eu ia me acalmando eu comecei a escutar melhor as coisas, e percebi que ouvia o som de um chuveiro ligado. Estava tão tenso e cheio de preocupações na cabeça, que nem havia prestado atenção direto nos detalhes.
Tentei ouvir melhor, e foi ali que me veio à tona: havia um banheiro com chuveiro no andar de baixo, ele só ficava um pouco mais isolado da sala e da cozinha, só era possível notar que o banheiro estava ocupado se chegasse perto da porta ou ouvisse lá de fora. Olhei para o chão do corredor que dava par ao banheiro e vi a roupa de Bruna espalhada pelo chão. Fiquei mais tranquilizado, ela estava apenas tomando um banho naquele dia calorento. Voltei para a sala e praticamente me joguei no sofá, parecia que tinha tirado um peso gigante das costas. Pensei no meu desespero e até ri um pouquinho, liguei a televisão para me distrair e me ajeitei nas almofadas.
Eu nem prestava atenção no que passava na televisão, ficava imaginando onde estariam Marcos e Rafael. Eles nem haviam mandado mensagem avisando nada, provavelmente saíram para comprar mais material para a obra. Bruna demorava no banho, eu já tinha até pego uma água e uma maçã para enganar a fome. Mas a dúvida ficava na cabeça: por que Bruna havia mandando aquele singular “Venha”? Eu desejava que Bruna não me mandasse mensagens tão crípticas como aquela, fazendo meu coração acelerar tanto.
Mas a vida funciona de forma misteriosa. Tão misteriosa quanto a roupa que acabei achando debaixo dos meus pés enquanto estava sentado no sofá. Me abaixei para pegar a peça que tinha agarrado na ponta do sapato e quando estiquei o tecido, conclui que se tratava de uma cueca. Uma cueca boxer larga demais para ser minha, um pouco suja de poeira e tinta, cheirando forte a suor. Virei a cueca e reparei que tinha uma espécie de espaço elevado, bem volumoso, parecendo que haviam esticado a parte da frente da boxer. A ficha caiu na hora, mas não tive nem tempo de pensar duas vezes, ouvi a porta do banheiro se abrir.
Nosssa que delícia de conto, putz uma delícia msm ... Será que realmente existe mulher assim , porque procuro, procuro muito uma esposa chifradeira exibicionista, para viver relacionamento assim.. Quero muito ser CORNO T: cornosubmisso43