A melhor consulta que já tive



O que vou relatar aqui é real, mas com uma linguagem mais poética e com alguns incrementos; afinal, uma história deve ser bem contada. Aconteceu quando tinha completado dezenove anos. Eis o acontecido:
Em 2018 estava sofrendo com uma crise alérgica na pele e resolvi ir ao dermatologista. Me recomendaram um jovem rapaz, formado recentemente, mas que já era bem conhecido na região e bem avaliado na cidade. Resolvi marcar a consulta na sexta à tardinha, já no fim do meu expediente de trabalho; e provavelmente eu seria também o último paciente do consultório.
Quando finalmente chegou a sexta, saí vinte minutos antes e me dirigi a clínica. Ao chegar, aguardei alguns segundos e logo entrei no consultório, me deparando com o Dr. Ravi. Era um médico bem novo, aparentava ter cerca de trinta anos. Tinha cabelos pretos e um pouco longos, uma barba bem feita, olhos grandes e um sorriso desconcertante. Definitivamente um médico muito bonito.
Primeiro, ele me fez muitas perguntas sobre a minha rotina, como eram os meus banhos, se eu usava protetor ou algo do tipo, e tantas outras coisas. E depois de um grande questionário, me pediu para sentar na maca e tirar a minha camisa. Por sorte, e modéstia à parte, eu não tinha nenhum problema com isso, me sentia muito à vontade, pois malhava há anos e ainda de jogava bola, o que me garantia um corpo chamativo, com uma barriga seca e um peitoral bem marcado.
Eu não tinha pelos, sempre preferi meu corpo liso. Apenas alguns pelos nas axilas, pois sei que alguns consideram atraente. Mas votando a consulta, Ravi pegou uma espécie de lanterna, típica dos dermatologistas, e começou a percorrer o meu corpo com a luz, iluminando meus braços, pescoço, rosto... De vez em quando ele parava em algum sinal e olhava com mais atenção. E enquanto o fazia, eu sentia a ponta dos seus dedos tocarem levemente minha pele e sua respiração quente.
Merdaaaa!!!! Eu sempre fui muito sensível a toques, me excitava muito facilmente e nos piores momentos. Já perdi as contas de quantas vezes saí da porra do ônibus excitado. Tentei me controlar e ficar estático durante a análise. Ravi passava a luz pela minha barriga e mais uma vez tocava algumas regiões com a ponta dos dedos, chegando a deslizar um pouco, e eu continuava a sentir a sua respiração.
Na sequência, ele fez alguns comentários sobre as características da minha pele, alguns sinais e já foi fazendo algumas recomendações. E quando eu finalmente achei que estava terminando e ia sair daquela situação, ele procedeu:
- Jonathan, não notei nada de anormal em sua parte superior. Tem algum sinal nas pernas ou coxas?
- Ah, que eu lembre não - respondi já meio nervoso.
- Se importa de tirar a calça? Já examino tudo e você já sai daqui com uma avaliação completa.
Porra, que merda!!! É hoje que vou passar o maior constrangimento da minha vida. Uma coisa era ficar de sunga na praia, o que eu não tinha nenhum problema como já mencionei, mas ficar só de cueca com o médico me alisando ia me deixar duro, tinha certeza. Pior, eu estava usando uma cueca Box branca da Lupo, relativamente fina e um pouco justa. Não gostava de cueca folgada.
- Precisa mesmo, Doutor? Kkk - Perguntei meio envergonhado querendo fugir da situação.
- Relaxa, estou acostumado, faço isso quase todos os dias.
Levantei da maca, desabotoei o botão da calça, puxei o zíper e tirei a calça. Sentei de volta e comecei uma longa luta contra meu cérebro. Eu sempre tive coxas relativamente grossas, com um pouquinho de pelos aparados, pois também considerava que dava um certo charme. Meu pênis estava bem marcado na cueca. Não tinha um pau gigante, mas era um tamanho muito bom, grosso e com a cabeça parcialmente coberta pela pele; nunca deixava totalmente exposta nem escondida, a não ser quando realmente queria.
Dr. Ravi começou a passar aquela maldita luz nas minhas pernas e foi subindo para as coxas, mais uma vez deslizando a ponta dos dedos sobre os pequenos pelos das minhas pernas. Quando começou a entrar de fato na minha coxa, sentir sua luz e suas mãos se aproximando da minha virilha. Merda, merda!!! Comecei a suar frio.
Senti o sangue descer para minha rola e ela ganhar vida em uma fração de segundos. E quando minha pica endurece ela não fica mais ou menos, ela fica dura feito pedra e pulsando. Aquele era um dos maiores constrangimentos que já passei, não tinha como disfarçar. O tecido branco da cueca ficou completamente esticado e a cabeça do pau marcando. Coloquei a mão por cima tentando em vão disfarçar, mas percebi que Ravi já tinha notado.
- Deu uma animada aí, hein? - Perguntou o Dr. como quem brinca com a situação.
- Me desculpe por isso, sempre acontece nos piores momentos. Não é nada, é que sou muito sensível a toques.
- Fique tranquilo, é normal. Você não é o primeiro - falou tentando me tranquilizar ainda mais.
- Menos mal! - Disse dando uma risadinha boba.
- Bem, creio que já examinei tudo. Tem alguma mancha na região da virilha ou na bolsa escrotal?
- Não, já tive umas manchinhas na infância, mas nunca mais voltaram.
- É comum as vezes aparecer alguma micose ou algo do tipo, normalmente uma pomada resolve. Se importa de me mostrar?
Nesse momento me questionei se aquilo era realmente um procedimento de rotina ou se Ravi estava tentando tirar uma casquinha do meu corpo. Mas eu estava curioso para saber até onde ele iria.
- Ok, sem problemas! Como faço? - Perguntei.
- Só precisa afastar um pouco a perna da cueca e me mostrar a virilha e os testículos. Vou só fechar aqui a porta para ninguém entrar. Achei meio suspeito, mas ok.
Assim eu fiz, puxei a perna da minha cueca para o lado, revelando minhas bolas e minha virilha. Sempre gostei muito do meu saco, não hesito em dizer que talvez seja a parte preferida do meu corpo. Tenho bolas grandes e pesadas, que marcam bastante dentro do saco. Sempre que estou vendo tv ou fazendo nada sozinho eu boto a mão dentro da cueca e fico brincando com elas. É uma sensação muito gostosa.
Ravi colocou a luz na minha virilha e viu um pequeno sinal nela. Colocou o dedo como quem está avaliando; e foi aí que as costas da sua mão tocaram meu saco. Me arrepiei e meu pau pulsou. Ele então mudou a luz e a colocou bem nas minhas bolas. Deixou ali um tempinho e, pedindo licença, levou a mão ao meu saco e o levantou um pouco, focando mais a luz na parte debaixo do mesmo. Meu pau pulsou novamente. Aquilo já era de propósito e senti que ele estava querendo o que estava tocando. Foi quando segurou por alguns segundos e me olhou. Eu olhei de volta e dei um sorriso de canto de boca e na mesma hora senti ele apertar meu saco com a mão.
- Você gosta? - Perguntou me olhando fixamente.
- Por que? Tá querendo? – Perguntei, com um tom de macho alfa que gosta de mandar e ser obedecido, como sempre fiz nas minhas transas.
- Estou! - Respondeu ele com a maior cara de puta do mundo.
- Então aproveita que essa porra tá dura e cai de boca.
Ele acariciou meu saco mais um tempo, até que se abaixou e eu senti sua língua molhada deslizar nas minhas bolas. Eu nunca tinha sido chupado por um homem, nem se quer cogitado algo desse tipo. Mas aquela boca bem molhada, sugando cada ovo meu estava me deixando maluco. Eu puxava os cabelos de Ravi enquanto ele chupava com vontade meu saco. Até que tirou minha cueca e me deixou completamente nu. Meu pau estava duro feito rocha e com a ponta um pouco molhada de tesão.
Ravi deslizou sua língua da base até chegar na cabeça da minha rola e, em seguida, passou apenas a ponta da língua na cabeça, lambendo o líquido pré-gozo. Eu dei duas tapinhas em seu rosto e perguntei se ele estava gostando de mamar um cacete assim. Ele apenas balançou a cabeça e com a mão esquerda puxou a pele do meu pau, cobrindo a glande. Com os lábios puxou a pele, como se fosse um chiclete. Que filho da puta, chupava uma rola melhor que qualquer mulher. Aquilo me deixou louco de tesão. Ele então puxou a pele para trás, revelando toda a cabeça da minha pica e caiu de boca. Porra! Que sensação gostosa.
Eu levantei, fiquei de pé e ele de joelhos. Segurei sua cabeça por trás e coloquei ele para me mamar de novo. Era pica que o filha da puta queria, então ele ia ter. Comecei a foder aquela boca dele e empurrar meu cacete cada vez mais para dentro da garganta. As vezes tirava e batia com a pica na cara dele. O consultório parecia já estar vazio.
Depois de alguns minutos fodendo aquela boca, e com o cacete já completamente babado, não aguentei mais. Tirei meu cacete para fora, segurei ele pelos cabelos e, me masturbando, explodi porra na cara dele. Fazia semanas que não gozava e o rosto dele ficou completamente encharcado, com a porra escorrendo em sua cara.
- Gostou, putinha? - Perguntei dando mais um tapinha no rosto dele.
Sorridente e ofegante, ele apenas balançou a cabeça.
- Da próxima vez que alisar meu saco vai tomar rola na bunda? Ouviu?
E levantando contente, apenas disse:
- Quero um retorno na semana que vem!

* É isso galera, leiam meus outros contos publicados, tenho certeza que vocês vão gostar! Abraços.


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Comentários


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engmen Comentou em 31/03/2025

Dedicação médica assim é inesquecível. Bom conto.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jonathan915210447

Nome do conto:
A melhor consulta que já tive

Codigo do conto:
232146

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/03/2025

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11

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