A noite estava quente e o fogo tomando conta do meu cuzinho… eu resolvi sair e dar uma volta!
Coloquei meu shorts mais justo e por baixo uma calcinha pink - escolhida com muito cuidado. Sabia que alguém notaria. Sempre notavam.
Eu resolvi ir para algumas ruas mais escuras, onde eu sabia que tinham uma daquelas pensões de trabalhadores. Eu virei numa ruazinha bem escura e notei dois vultos se aproximando.
Um moreno alto, com os músculos saltando sob a camisa regata suada, e um branquinho cheio de tatuagens que me olhou como se já me conhecesse intimamente.
"Onde pensa que vai, gordinho?", o moreno perguntou, bloqueando minha passagem com o braço.
Senti as pernas tremerem antes mesmo de responder: "S-só... passeando..."
O branquinho riu baixo e puxou meu queixo para cima: "Mentiroso. Putinha como você só vem aqui procurando uma coisa."
Seus dedos encontraram a borda da minha calcinha por cima do shorts. Um calafrio percorreu minha espinha quando o moreno aproximou seu corpo quente das minhas costas.
"Vamos ver o que você esconde aí", ele sussurrou, mãos calejadas puxando meu shorts com um puxão e deixando o tecido pink exposto.
"Já tá molhadinho", o beanquinho observou, esfregando o polegar na entrada do meu cu. "Quer mesmo ser a putinha da gente?"
Balbuciei um "sim" que mal saiu, mas eles ouviram.
O moreno me virou contra um muro tijolos expostos, cuspiu na mão e passou entre minhas nádegas. Não houve preparação - apenas o ardor delicioso quando ele forçou dentro de mim de uma vez.
Doeu e meu corpo foi caindo no chão, fiquei de 4.
"GRITA!", ele ordenou, segurando meus quadris com força suficiente para deixar marcas.
O branquinho se ajoelhou na minha frente, seu pau já duro escorregando entre meus lábios. "Abre bem, vadio."
Fui preenchido dos dois lados, cada movimento deles sincronizado para me levar ao limite. O moreno batia forte enquanto o branquinho afundava na minha garganta.
"Vai levar até a última gota", o moreno rosnou, aumentando o ritmo.
O branquinho tirou da minha boca e disse que também queria me foder. O moreno resmungou que estava quase gozando, mas o branquinho não deixou barato e foi empurrando ele.
Essa disputa pelo meu rabo me excitou ainda mais.
O branquinho cuspiu e enfiou, meu cu já estava alargado, mas ardeu. Ele começou forte, fudendo com força. Era impossível não ouvir o barulho do pau dele entrando e saindo da minha bunda.
Ploft, ploft, ploft.
Era nítido que ver o branquinho fodendo daquele jeito deixava o moreno mais excitado ainda. Ele parou de olhar e lembrou que eu tinha uma boca sedenta e veio foder.
Socava tão forte que parecia que ia rasgar minha boca e minha garganta.
Eu já não pensava em mais nada, só sabia sentir prazer. Aqueles dois homens gemendo e metendo tão gostoso, me usando como um depósito de porra.
Anunciaram quase ao mesmo tempo: “vou gozar”.
Quando gozaram - primeiro na minha boca, depois dentro de mim .
Eu gozei sem tocar em mim, aquela porra na minha estava saborosa e meu cuzinho ficando cheio.
Os dois arfavam de cansaço. Se olharam e começaram a rir.
“Caraca, que foda foi essa, irmão?”
“Pois é, esvaziei o saco no rabo desse viado”
Me ajudaram a levantar, me deram um tapa na bunda e me ordenaram:
"Volta amanhã"
Eu apenas balancei a cabeça, ainda ofegante, coloquei minha calcinha, meu shortinho e fui embora sabendo que ajudei 2 machos.
Espero que você tenha gozado!
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