Por Amor e Vingança — Capítulo Cinco.



Logo mais…

O fim de tarde, dava espaço para a noite estrelada. O céu tingia-se de tons alaranjados quando um brado ecoou pela mansão dos Ferreiras.

— “Tânia… Tânia, acorde… Meu Deus, Tânia!” — Lilia encontrava-se parada no pé da escada, os olhos arregalados e o coração amartelando no peito ao encontrar a empregada caída no chão, os membros espalhados de modo desajeitado.

Suas passadas apressadas ressoaram no piso. Ela se ajoelhava ao lado da empregada.

— “Tânia, me escuta!” — chamou, a voz trêmula, sacudindo-a pelos ombros. Nenhuma resposta.

O afogo se intensificou quando Lilia pegou o pulso de Tânia, buscando desesperadamente um sinal de vida. Sua pele estava fria, porém, o batimento estava ali, fraco, mas constante.

Um alívio efêmero percorreu Lilia, todavia, o pânico logo voltou. Com mãos titiladas, pegou o celular no bolso e discou rapidamente para a polícia.

— “Socorro… me ajudem. Preciso de uma ambulância! Minha empregada está desacordada!”

À medida que esperava, Lilia sentiu a aflição tomar conta de seu corpo. O pensamento seguinte foi correr até a casa de hóspedes.

Antônia situava-se sentada calmamente na poltrona quando ouviu as batidas frenéticas na porta. Ao abrir, encontrou Lilia pálida, os olhos esguichados em lágrimas.

— “Amélia, por favor, me ajuda! A Tânia, está desacordada no pé da escada. Ela não acorda!”

A viúva, tivera que manter a expressão de surpresa, embora já soubesse do ocorrido.

— “O quê? Meu Deus, que horror!” — exclamou, colocando a mão sobre o peito, enquanto seguia Lilia apressadamente até a mansão.

Ao chegar, Antônia examinou a cena, porém, sua feição permaneceu bonançosa.

— “Parece que ela tropeçou… Essas escadas são traiçoeiras.” —

A voz era firme, todavia, com uma pitada de falsa preocupação.

Lilia, ainda em solavanco, caiu na narrativa da loira e concordou.

— “É, só pode ter sido isso.”

Foi essa a versão que Lilia contou aos policiais e paramédicos assim que chegaram. A maca foi trazida, os médicos examinaram Tânia rapidamente antes de levá-la com cuidado ao hospital.

Enquanto isso, Lilia pegou o celular e ligou para Humberto.

— “Amor… aconteceu um acidente aqui em casa… A Tânia caiu da escada.”

Do outro lado da linha, na imobiliária, Humberto respondeu com preocupação, prometendo que voltaria o mais rápido possível.

Lilia também ligou para os parentes de Tânia e os informou do acidente. O último a saber foi Marcelo, quando chegou do futebol, suado e ofegante.

— “O que aconteceu?” — perguntou o jovem, ao notar o clima tenso na casa.

Lilia ciciou fundo, abraçou o filho com os olhos pingando em lágrimas.

— “A Tânia caiu da escada. Está no hospital.”

Marcelo ficou apavorado com a notícia do acidente da empregada, que ele conhecia desde pequeno. Ao lado deles, Antônia. Ela manteve a expressão de tristeza, porém, no fundo, encontrava-se decepcionada em saber que Tânia ainda se encontrava viva.

Sem Tânia na cozinha, a linda viúva aproveitou a oportunidade para ocupar seu lugar. Antônia cozinhou para os, Ferreiras.

A casa fora tomada pelo aroma quente do refogado, misturado ao cheiro do arroz recém-cozido e da salada fresca.

Na mesa, Humberto, Lilia e Marcelo, saboreavam cada garfada, surpresos com o talento colinear da loira.

— “Isso está maravilhoso, Amélia. Você cozinha muito bem!” — elogiou Humberto, levando um pedaço suculento de carne à boca.

Lilia concordou com o marido e sorriu.

— “Realmente, querida, você nos salvou hoje. Sem Tânia, eu teria pedido comida.”

— “Está muito saboroso, Senhorita Amélia. Parabéns” — disse Marcelo, olhando para a viúva, de um modo que beirava o sexual.

Antônia tivera que disfarçar o olhar de Marcelo para ela com discrição. Ficou satisfeita por conquistar a confiança deles.

— “É um prazer ajudar. Gosto de cozinhar quando estou inspirada.” — respondeu ela.

Humberto, impressionado, repousou os talheres e a olhou com interesse.

— “Por favor. Sente-se e coma conosco.”

Era exatamente o que Antônia queria. Fazer parte da família. Aproximar-se ainda mais.

Após o jantar, Marcelo subiu direto para o quarto. Humberto seguiu para o escritório. Na cozinha, ficaram Antônia e Lilia, lavando os pratos lado a lado. A água morna corria entre os dedos, misturando-se ao som ritmado da louça tilintando na pia.

— “Obrigada por tudo, Amélia. Não sei o que vou fazer agora, com a Tânia hospitalizada. Sinto que posso contar com você.” — disse Lilia, sua voz repleta de sinceridade.

Antônia sorriu, vergando levemente a cabeça.

— “Sempre que precisar, estarei aqui pra ajudar.” — respondeu a loira, terminando de secar o prato.

A despedida das mulheres foi cordial, e a viúva voltou para a casa de hóspedes, satisfeita com seu progresso.

Quando a noite se aprofundou, e o silêncio reinava pela propriedade, três batidas suaves ecoaram na porta.

Antônia, que acabara de soltar os cabelos e vestia uma camisola preta de cetim que deslizava suavemente por seu corpo, franziu a testa. Caminhou até a porta e a abriu lentamente.

Do outro lado, Marcelo estava parado, inseguro, com as mãos nos bolsos da bermuda e o olhar ansioso.

— “O que você quer aqui, Marcelo?” — sua voz soou baixa, mas firme.

Os olhos do jovem deslizaram pelo belo corpo dela, admirando como o tecido fino da camisola se moldava às suas curvas.

— “Eu… é… eu só queria…” — Marcelo pigarreou, tentando buscar as palavras.

Antônia acorcovou uma sobrancelha e cruzou os braços.

— “Eu já disse e vou repetir: só voltaremos a transar se você tirar uma nota acima de nove.”

O semblante de Marcelo caiu.

— “Desculpa… eu pensei que…” — ele coçou a nuca, sem graça.

Antônia riu internamente da cena, mas manteve-se impassível.

— “Amanhã é sua prova de matemática. Volte para o seu quarto.”

Antes que ele pudesse argumentar, a viúva fechou a porta, deixando-o parado ali, frustrado. Na parte de dentro, Antônia ajeitou o fecho da camisola e, num riso, brincou em seus lábios.

Na manhã do dia seguinte…

O celular de Lilia vibrou sobre a mesa de cabeceira. Meio sonolenta, ela atendeu. A voz do outro lado era de Javier, irmão de Tânia. O tom grave denunciava a notícia nada animadora.

— “Dona Lilia… minha irmã perdeu os movimentos das pernas. Os médicos dizem que pode ser permanente. E… ela continua em coma.”

Lilia sentiu um aperto no peito, levou a mão à testa e suspirou, incrédula.

— “Meu Deus… Javier, eu sinto muito. Eu… vou ajudar no que for preciso.”

A notícia logo se espalhou pela casa. Marcelo, chocado, garantiu que visitaria Tânia assim que possível. Pouco depois, ele saiu de carona com Fabrício para a escola, e Lilia partiu para o trabalho, pensando sobre o acidente da empregada.

Enquanto isso, na casa de hóspedes…

Antônia tomava um banho tranquilizante. A água quente escorria por sua pele. Ao sair do chuveiro, escolheu um vestido curto e leve, de tecido florido. De cabelos soltos, úmidos e chinelas, ela caminhou em direção à mansão para tomar café da manhã. Tinha total acesso à casa.

Ao entrar pela porta da cozinha, ouviu a voz de Humberto vinda do escritório. Sentindo que era a oportunidade perfeita. Serviu uma xícara de café e caminhou até lá.

Sem cerimônia, abriu a porta sem bater.

— “Bom dia, seu Humberto. Aceita um café?” — perguntou, sua voz carregada de doçura.

Humberto, sentado atrás da mesa, sobressaltou-se.

— “Ah, meu Deus, Amélia! Você me assustou.” — Ele passou a mão pelo rosto, respirando fundo.

Ela fingiu arrependimento.

— “Me desculpe. Devia ter batido antes de entrar.”

— “Está tudo bem. Pode deixar aí em cima. Obrigado.” — respondeu Humberto, olhando para Antônia.

A viúva colocou a xícara sobre a mesa e ajeitou as alças do vestido, puxando o tecido para baixo sutilmente, deixando ainda mais à mostra suas pernas bem cuidadas.

— “Não foi trabalhar hoje na imobiliária, seu Humberto? — perguntou, o olhar fixo no homem.

Humberto suspirou, surpreso com a pergunta dela.

— “Daqui a pouco. Estava em uma reunião importante.”

— “E alguma notícia sobre Tânia?” — perguntou a viúva.

Ele passou a mão pelos cabelos, frustrado.

— “O irmão dela ligou. Pode ficar paraplégica. Ainda não acordou.”

— “Que horror… sinto muito.” — Antônia colocou a mão no peito, mas, por dentro, comemorava.

Humberto fechou a maleta com os documentos e desviou o olhar, como se a dor pesasse em seus ombros.

— “Primeiro mataram meu amigo Luiz Otávio… agora isso com a Tânia. Estou com medo de quem será o próximo.”

Antônia riu por dentro e se aproximou, falando num tom quase hipnótico:

— “Lilia, se culpa por isso?”

— “Sim. Ela acha que poderia ter feito algo para evitar.” — respondeu o homem, tristonho.

— “Mas isso é ridículo. Foi um acidente.” — Antônia elevou a voz, expressando indignação.

Humberto se ergueu da cadeira, reorganizando os papéis na mesa, e percebeu quando Antônia deu a volta e se colocou atrás dele.

A proximidade entre os corpos era mínima. Sua respiração quente tocou a pele do homem quando ela sussurrou:

— “Ninguém tem culpa, Humberto… Você está muito estressado. Precisa relaxar… talvez tirar umas férias.”

Antes que ele pudesse reagir, sentiu o toque sutil do queixo dela em seu ombro. O perfume doce e envolvente da loira pairou no ar, mexendo com seus sentidos. Ele se afastou num sobressalto, caminhando para a porta.

— “Tem medo de mim, Humberto?” — a voz dela soou provocativa.

Ele parou de costas para ela, fechando os olhos por um instante, como se travasse uma batalha interna.

— Olha, a minha vida não está fácil… Tânia trabalha conosco há dezoito anos. Minha esposa está se culpando. Meu filho me odeia por tirar o veículo dele. E agora, estou aqui, fugindo de você.

A voz dele vacilou ao completar e continuou:

— “Fugindo porque tenho medo. Medo de olhar demais. Medo de não me segurar. Medo de me arrepender depois.”

Antônia encontrava-se séria, se aproximando como uma predadora, querendo devorar sua presa.

— “Eu posso te ajudar a relaxar…” — murmurou, seus olhos fitando os deles, os lábios quase roçando os dele.

Então, a viúva se afastou lentamente, virou de costas e caminhou até a mesa. Com calma, apoiou as mãos sobre o tampo de madeira e, sedutoramente, inclinando-se, deixando as curvas das coxas à mostra.

Por cima do ombro, lançou um olhar de autorização a Humberto.

— “Pode vir. Confie em mim.” — disse ela, sussurrando, empinando o traseiro para ele.

Humberto, aproximou-se lentamente. Suas mãos, cheias de intenção, deslizaram pela bunda dela. Ele levantou a parte de baixo do vestido, descobrindo que Antônia não vestia calcinha.

O clima entre eles ficou mais quente, ardendo no fogaréu.

Sem hesitar, ele baixou as calças, tirou os sapatos. Seu cacete já se encontrava rijo. Começou a penetrá-la. A força com que Humberto entrou a fez gemer e sacolejar o corpo, um som que ecoou pelo escritório vazio.

— “Mais forte… Humberto”, ela gemia pedindo, se segurando na quina da mesa, sua voz entrecortada pelo prazer.

E o homem atendeu, estocando-a com toda a intensidade, segurando firme na cintura dela. O som da carne batendo contra a carne enchia o ambiente, misturado aos gemidos de Antônia e à respiração ofegante de Humberto. O pênis de dezoito centímetros dele, se situava completo nela. A loira se sentia completa, dominada pelo inimigo de uma maneira que a fazia perder o controle.

De repente, Humberto a virou de frente, fazendo-a sentar na beirada da mesa. Ele tirou a camisa azul, revelando o torso peludo e definido. O homem continuou a penetrá-la. Os corpos deles se moviam em sincronia. Eles se beijaram profundamente, os lábios pressionando-se, enquanto Antônia arranhava os ombros dele, deixando marcas que provavam a intensidade do momento.

Mas Humberto não estava satisfeito em parar ali. Ele a queria de todas as maneiras possíveis. Sentou-se na cadeira, segurando o membro. Antônia posicionou-se de costas para ele, sem hesitar, abaixou-se, oferecendo-se a ele seu cu.

O anal começou com ela guiando o ritmo, cavalgando-o profundamente e deliberadamente. A viúva sentia cada polegada dele dentro, o prazer misturado com uma sensação de entrega total.

— “Seu cu é maravilhoso, Amélia” — ele sussurrou de desejo, e continuou a estocar.

“Que pau gostoso, seu Humberto” — ela respondeu, ganindo alto. — “Me come mais. Me faz sua.”

Ele aumentou o ritmo, suas mãos segurando firme nos quadris dela, enquanto a penetrava com força. O som de pele contra pele, os gemidos dela, tudo se misturava em uma sinfonia de prazer.

Antônia sentia o orgasmo se aproximando, uma onda que a consumia por inteiro. Mas Humberto não queria que ela gozasse ainda. Ele queria mais.

“Vem aqui” — ele ordenou, puxando a viúva para cima. Antes que ela pudesse reagir, Humberto a posicionou de joelhos na frente dele, seu membro duro e pulsante bem diante de seu rosto.

— “Me chupe, Amélia. Quero sentir sua boca” — ele a ordenou.

Antônia, de joelhos, envolveu o membro de Humberto com os lábios, sugando-o profundamente. Ele gemia, seus dedos entrelaçados nos fios loiros dos cabelos dela. Sua boca quente e úmida trabalhando-o com habilidade. O sujeito sentia o orgasmo se aproximando, inevitável e avassalador.

— “Vou gozar, Amélia” — ele avisou, sua voz suspirando.

— “Goze na minha boca, Humberto” — ela respondeu, seus olhos brilhando com desejo, encostando os lábios no membro dele. — “Não demore, ande, dê tudo.”

E ele deu. Com um grito abafado, Humberto deleitou, seu esperma quente e espesso, tomou a boca da viúva. Antônia saboreou o sêmen inimigo na língua, engolindo tudo. Depois, o chupou mais um pouco, selando o momento de desejo entre os dois.

Quando Humberto finalmente se acalmou, Antônia, toda esbaldada de esperma, olhou para ele, perguntou:

“E então… seu Humberto, relaxou?” — ela perguntou, sussurrando, passando a língua pelos lábios provocantemente.

Humberto, completamente ofegante, puxou viúva para cima e perto dele, passando firmemente as mãos nos seios dela.

— “Sim… demais. Além de linda… você é gostosa, Amélia.”

Ela riu baixinho, esfregando a bunda no membro dele, um som suave, porém, intenso.

— “A Tânia no hospital, sem poder andar, e a gente aqui, na putaria”. — disse Antônia, sentindo o pênis de Humberto alisar a pele das nádegas.

Ela o empurrou de volta na cadeira, limpando o canto direito dos lábios, colocando o vestido no corpo.

— “Vá trabalhar, depois a gente conversa.”

Humberto permaneceu sentado na cadeira, observando a viúva vestir-se, saindo do escritório em direção à cozinha. Logo após, ele saiu arrumado, carregando sua maleta na mão esquerda, saindo da mansão, entrando no seu veículo e indo trabalhar.

— Seguimos para o sexto capítulo —

Foto 1 do Conto erotico: Por Amor e Vingança — Capítulo Cinco.

Foto 2 do Conto erotico: Por Amor e Vingança — Capítulo Cinco.

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Comentários


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thadeu41 Comentou em 02/04/2025

"O Quinto capítulo é emocionante! A tensão entre Antônia, Lilia e Humberto aumenta. A cena em que Antônia ajuda Lilia a se vestir é particularmente intrigante.... Depois Faz sexo com Humberto... O final do capítulo deixa muitas perguntas no ar. Estou ansioso para ver como a história se desenrolará !"... Ainda é pouco dizer. Você, Aninha é a Melhor Escritora deste Site ! Parabéns Votadíssimo. Bjos Marcelo Thadeu

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balni Comentou em 02/04/2025

Coroa safada mas muito gostosa tesão de conto, votado

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sexgrafia Comentou em 02/04/2025

Muito bom seu conto!

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oesscritor Comentou em 02/04/2025

Essa Antônia não vale um centavo. Vadia safada.

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roserosasilva9 Comentou em 02/04/2025

PRA QUEM GOSTA DE MUITA PUTARIA, ESSE CONTO É PERFEITO. UMA DESCONHECIDA FALSIFICAR O NOME SE PASSANDO POR PROFESSORA E FODER COM O ALUNO NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE, COM CERTEZA VAI FODER COM O PAI E A MÃE DO RAPAZ.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Por Amor e Vingança — Capítulo Cinco.

Codigo do conto:
232416

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/04/2025

Quant.de Votos:
19

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