Assim que entramos na suíte, subi as escadas na frente e já fui bolinada pelo taradinho do (Alba). Ajustei a iluminação (apesar da suíte também possuir a claridade natural) e liguei o som deixando-o no volume confortável.
Alba precisou voltar no carro mais uma vez, tinha esquecido meu presente. Quando ele entrou no quarto, recebi o presente, saía de couro vermelha, camisetinha estampada de rosas. Os amassos começaram rapidamente.
Ele me chupou encostada na parede e foi literalmente delicioso. Também me abraçava muito forte, de um jeito gostoso e não desconfortável, colando completamente meu corpo no dele.
Apósde breve um tempo chupando, Alba me levou então para a cama e continuou se deliciando com a minha “Alicinha”. Após um tempo curtindo aquele carinho delicioso, também chupei ele, e decidimos fazer um delicioso meia-nove.
Só fiz uma pausa quando ele avisou estar se segurando para não gozar, intercalei com um beijo bem gostoso na sua boca e então voltei para o dito cujo, sozinha (saímos do 69), onde fiquei até ele gozar (me avisou no momento certo e substitui a boca pela minha mão). Espirrou porra em sua barriga.
Extasiado, ficou repetindo toda hora: “o que foi isso Alice?”, enquanto eu apenas sorria satisfeita da vida.
Depois ele foi se banhar, disse estar com sede e lhe falei das opções de bebidas que haviam dentro frigobar. Ele optou por uma cerveja, saciei a minha bebendo um energético RedBull.
Esse momento de pausa, foi uma coisa incrível. Abraçamos e ali beijamos. Ambos sentíamos uma atração gostosa entre a gente. Sabe quando o silêncio é confortante e o abraço é consolador? Foi uma delícia aqueles momentos com ele. Ficamos um bom tempo assim, curtindo aquela energia boa sem nenhuma safadeza envolvida, que aos poucos o tesão foi entrando em cena novamente e de repente um estava masturbando o outro.
Conforme minha excitação foi aumentando, deixei escapar que o queria dentro de mim e ele convidou a sentar no seu pau então. Devolvi a missão para ele e pedi que ele que viesse (mandona eu rs). Ele hesitou e ficamos nesse joguinho de gato e rato “vem você” por um tempo, que ele se levantou e foi a mesa pegar os preservativos (era esse passo que estávamos com preguiça de dar rs). Encapou o golfinho e pediu que eu ficasse de bruços, mas a posição não favoreceu muito para que entrasse confortável, então tomei as rédeas e fui por cima.
Cavalguei nele por um tempo que, com a sua ajuda que assumiu os movimentos nesse momento, gozei enquanto masturbava o entra e sai. Ele ficou tão extasiado quanto eu (mesmo sem ele ter gozado nessa hora) e pediu que eu apenas ficasse deitada sobre ele, paradinha.
Obedeci, mas comecei a apertar o músculo da minha vagina para atiçá-lo e ele sentiu essa singela pressão no seu golfinho. Apelido carinho quando me refiro ao órgão masculino.
Perguntou se eu estava gostando dele, respondi que sim. Orgulhoso da minha resposta, continuamos.
No entanto, ele pediu meu rabinho cama. Alba enfiou quase tudo dentro. Naquela mesma posição que já estávamos (comigo de quatro), seu golfinho não parava de “metralhar” o cuzinho. Fiquei bastante tensa na hora, mas tentei ir até o final. Porém, não consegui. Achei que talvez eu não estivesse conseguindo por ele estar dentro de mim há muito tempo.
Tentamos de outro jeito, ficou só na bucetinha, no papai e mamãe. Enfia, enfia, enfia, geme, geme, geme, beija, beija, beija.
Acho que ficamos 10 minutos naquele dilema, saí debaixo dele, fui por cima. Voltei destemida a executar a tarefa (destemida naquelas né, estava tensa para caralho rs). Não sei se foi o suficiente para o Alba. Eu temia não surtir o efeito esperado, ou se era falta de tesão.
Mas ele super compreendeu e disse que não tinha problema. Voltei a chupá-lo nesse momento.
Voltamos aos abraços e carinhos. Primeira pausa (ele passava as mãos delicadamente pelo meu rosto, fazendo um carinho doce).
Após mais alguns minutos voltamos a nos beijar. Eu estava quase sobre ele, com a bunda para cima, e ele começou a brincar com a entrada rosinha do meu rabinho enquanto me beijava.
[...] Já previa onde aquilo ia dar!
Ele pediu anal e como estávamos no maior clima (seus carinhos lá atrás tinham sido mesmo uma delícia) não tive coragem de negar, no fundo, eu queria também. Peguei o gel que estava em cima do criado mudo e lá veio ele anal.
Ele me colocou de bruços. Ajudei a conduzir sua entrada que estava um tanto destrambelhada e com poucos minutos de bombadas, seu pau escapou. De repente se encontrava mole.
Aninhei o bichinho chupando ele, curtindo muito aquela troca de carinhos em silêncio.
Voltamos a transar. Sentei meu rabinho no pau do Alba. E dá-lhe bombadas por um tempo considerável.
Finalizando o programa. Dei de bruços. Alba gastou seus últimos cartuchos me fodendo. Estava tão calor que suamos feito tampa de panela, ensopando a cama.
Alba ejaculou nos meus lábios, surpreendentemente, enquanto estávamos juntos, tivemos a sensação de ter passado 3 horas de tão intenso que foi, mas quando chequei o relógio, estava completando duas horas juntos naquele momento.
Banhamos, voltamos nus e de mãos dadas, sentamos na cama e curtimos a paisagem linda do mar de Floripa bebendo cerveja.
O programa terminou assim não sabendo quando ele irá chamar novamente. Ganhei boa grana do (Alba).
Bye-Bye!
Beijinhos!
que mulher linda vc é
Delicia
delicia demais