E parece que um baixinho agachando chama a sua atenção, hein. Venho reparando nisso pelo reflexo do espelho ao longo dos dias. Conferindo se a execução está sendo bem feita? Acredito que sim. Seu papel de professor. Um profissional.
Nossos olhares não se cruzam descaradamente. Há um certo recato entre nós. Quando acontece, um dos dois costuma cortar bruscamente. Medo? Vergonha? Entendo, na mesma medida que sinto essa vontade mutua nos conectando, desejo.
Não posso ler mentes, professor. Dizem que o corpo fala. O que será que o meu vem comunicando? A leitura que eu tenho feito de você é correta ou só estou alimentando uma fantasia gostosa? Entende o dilema? Não acho que eu tenha criado isso tudo sozinho. Nenhum dos dois aqui é inocente. Eu gosto de provocar e você parece estar gostando de ser provocado.
Pouco tempo depois de ingressar aqui, cerca de um mês, você querendo ou não sabe que me deixou com uma imagem sua fixada na cabeça. Eu tava fazendo elevação lateral com os alteres no fundo da academia vazia aquele dia, por volta desse mesmo horário, de frente pra você. Alguém tinha deixado uma barra de ferro no chão, você foi lá pegar e colocar ela no lugar certo. Me viu olhando na direção, abaixou devagar e surpreendeu com aquele apertão no pau por cima do short cinza. Eu realmente não esperava. Deu pra sentir dali o calibre, professor. Sua mão fechando em volta do cilindrão, desenhando ele perfeitamente no tecido ... pra mim? Olhei em volta pra ver se o recado poderia estar sendo enviado para mais alguém. Ninguém! Na minha cabeça ficamos uns segundos nos encarando até não dar mais pra sustentar. Tem caralho grosso e fez questão de mostrar numa pegada que eu mesmo gostaria de ter dado.
Quando te vejo assim, olhando de canto, desconfiado nessa salinha, muitas perguntas surgem. Afinal de contas, o que tá se passando na sua cabeça agora? na pior das hipóteses, que sou um cara esquisito, na melhor delas, que eu to tão na vontade quanto você.
Vontade de cair de boca nesse pacotão, poderia ser aí mesmo, nessa salinha, agora. era só trancar essa porta, me deixar ajoelhar abrindo suas pernas e afundar a minha cara nessa sua mala.Queria te dar uma massagem gostosa nessas coxas, professor, indo e vindo, empurrando esse shortão até a pélvis, ver ele bem marcadão de perto. Fungar fundo pra sentir o cheiro da sua rola entrando em mim enquanto passo os lábios contornando sua vara marcada, esticada, torando no tecido. Qual a cor da sua cueca de hoje? só sei que eu tô usando uma Jockstrap vermelha por baixo do meu short, curte? Sempre uso jock quando o treino é de perna.
Só de lembrar daquela pegada, do pacotão pesado, minha mente viaja, como pode imaginar. E esse é o nosso problema: imaginamos demais e, infelizmente, caímos nesse limbo, algum dos dois precisava tomar uma atitude, professor.
Gosto de pensar que sua mente vem trabalhado tanto quanto a minha, quem sabe dentro dela eu não tô sentado nesse colo, de frente pra você, sentindo sua pica forçando o short pra dentro do meu rabo? Isso, me força bem gostoso nesse caralho, vai, me faz sorrir safado te olhando cheio de tesão até sua pica estourar esse short. Já comeu algum puto daqui assim, professor pauzudo? Aposto que essas entreolhares escondem um caralho duro feito pedra, pulsando cheio de vontade aí debaixo dessa mesa agora. Safado! Sinto que já estamos fodendo por telepatia.
Esse treino de hoje foi dedicado a você, espero que tenha apreciado e que, mais dia ou menos dia, quando a coragem bater, você me avalie bem mais de perto.
Te acho uma incógnita, professor, e isso é o que mais me excita.
Erotismo na veia, desejos que alimentam a imaginação com deliciosos requintes. Excelente conto!