Na penumbra do quarto, a luz suave que emanava dos abajures criava sombras dançantes nas paredes, enquanto o ar se carregava de uma tensão elétrica. Eu e Keilany estávamos de pé, uma frente à outra, nossos olhares travados em uma cumplicidade silenciosa – somos amigas há mais um ano, mas é como se nos conhecêssemos desde a infância. Lentamente, comecei a despir Keilany de todas as suas roupas. Cada movimento era deliberado, quase ritualístico, como se estivéssemos ensaiando uma coreografia íntima. As roupas caíam ao chão, peça por peça, revelando um corpo esbelto que irradiava uma beleza natural e despretensiosa.
Assim que deixei minha amiga despida, eu segurei sua mão e nós duas nos movemos em direção à cama, com passos leves e cheios de intenção. Eu me posicionei atrás de Keilany, pressionando meu corpo nu contra o dela de uma maneira que era ao mesmo tempo reconfortante e excitante. Meus seios encostavam nas costas de Keilany, e meus braços envolveram sua cintura, puxando-a ainda mais coladinha comigo, e entrelacei minhas pernas ao redor dos quadris e coxas dela. Comecei a acariciar os seios, durinhos, e a região da mandíbula da minha amiga.
“Abre as pernas, Key! Deixe-a amostra!” – sussurrei no ouvido de Keilany, que arrepiou-se inteira quando o fiz.
Keilany então abriu as pernas, revelando sua intimidade depilada e com uma coloração rosada. Uma verdadeira visão do paraíso. Porém, não seria eu quem teria a sorte de cair de boca e de se lambuzar naquela buceta maravilhosa. Enquanto isso, o sortudo, Lucas, também nu, aproximou-se da cama com um sorriso malicioso nos lábios. Ele sentou-se na beira da cama, seus olhos fixos em Keilany, como se estivesse prestes a desvendar um segredo há muito guardado. Ele então deitou-se, ficando com a cara no meio das pernas da minha amiga e segurando as coxas delas com as mãos para ter melhor apoio. Porém, antes do show começar:
“Lembre-se que você tem que ficar quietinha, Key. Não queremos acordar os outros e tampouco alertá-los da nossa aventura, certo?” – sussurrei no ouvido de Key, que assentiu com a cabeça em resposta.
“Se ela não conseguir ficar quieta por conta própria, certifique-se de ajudá-la, amor!” – Lucas ordenou.
Ele não perdeu tempo, abaixando-se para beijar e lamber aquela buceta maravilhosa com uma voracidade que fez Keilany arfar. Seus lábios deslizavam pela pele sensível, sua língua explorando cada dobra e curva, enquanto suas mãos seguravam as coxas dela, mantendo-a firme.
Como eu esperava, Keilany não conseguiu conter os gemidos que escapavam de sua boca diante de tamanho prazer. Cada toque de Gustavo parecia acender um fogo dentro dela, uma chama que se espalhava por todo o seu corpo. Eu coloquei minha mao direita sobre a boca de Keilany, abafando os sons que ameaçavam revelar o que acontecia ali. Com a outra mão, eu acariciava os seios da minha amiga, seus dedos brincando com os mamilos endurecidos, enquanto meus lábios se aproximavam do ouvido dela.
"Shh, querida," – sussurei, minha voz baixa e rouca. "Deixe que seja só nosso. Sinta, mas não deixe que o mundo ouça."
Enquanto Lucas continuava seu trabalho meticuloso entre as pernas de Keilany, eu alternava entre acariciar os seios dela e passar os dedos pelos seus cabelos, como se estivesse acalmando uma criança. Meus lábios desceram pelo pescoço de Keilany, deixando um rastro de beijos e mordidas suaves que faziam a pele dela arrepiara. Lambi e mordisquei a orelha de Keilany, sussurrando palavras que eram ao mesmo tempo doces e obscenas.
"Você está indo bem, amiga!" - Murmurei, minha respiração quente contra a pele dela. "Tão perfeita. Sinta isso. Deixe-se levar."
Keilany não precisou de mais incentivo. Seu corpo já estava à beira do abismo, e quando Lucas intensificou seus movimentos, ela não conseguiu segurar. O orgasmo a atingiu como uma onda, poderoso e avassalador, mas o som gutural de prazer foi abafado pela minha mão sobre sua boca. Também senti o corpo dela tremer e se arrepiar, além de seus músculos se contraírem, enquanto nossos corpos nus se roçavam.
Após Keilany gozar, tirei a mão da sua boca. Envolvi meus braços sobre ela e a abracei forte, distribuindo beijos em sua bochecha e pescoço. Lucas ergueu-se, sentando na cama, e então permitiu que Keilany sentisse o próprio gosto ao beija-la profundamente, enquanto eu acariciava os cabelos dela. Também tive a sorte de sentir o gosto da intimidade da minha amiga. Era doce, assim como ela.
Não demorou muito para Lucas, depois de feito o serviço, se vestir e se despedir, beijando nós duas, e então se retirar para seu quarto na surdina. Keilany e eu permanecemos nuas, abraçadas e deitadas na cama trocando carícias.
“Obrigado, Rol! Obrigado por isso!” – Keilany disse, com um sorriso lindo tomando seu rosto.
“Não precisa agradecer, Key! Amigas são para isso! Pode contar comigo sempre, para tudo! TUDO!” – retruquei, beijando a testa dela.
Desde então, nossa amizade se mantém forte. Até hoje, ela me agradece pela noite que teve comigo e Lucas. Até hoje conversamos sobre aquela noite e damos altas risadas. Infelizmente, Lucas e eu terminamos alguns meses depois – diferenças sobre ideias e planos para o futuro – e ele então partiu para a Legião Estrangeira Francesa, realizando seus sonho de adolescência. Nunca mais soube dele, a propósito. Porém, eu realmente espero vê-lo de novo algum dia.
Adoramos o conto!!!
Delícia, votado! Continue.
Bom começo. Votado.
Tesão da porra amiga. S2 Betto o admirador do que é belo S2
que delicioso inicio, que maravilha de conto, já novinha e bem danadinha, safadinha, deliciosa mesmo, arteira e decidida, que menina hein? Conto bem gostoso de ler e espero que publique outros tão bons quanto. votado e aprovado