A sexta-feira amanheceu com aquele clima perfeito de feriado prolongado. O plano era simples: passar o final de semana na praia, celebrando o fim do semestre com a galera da faculdade. Gustavo, dono do apartamento, passou para me buscar em frente ao meu prédio. No carro, além dele e da Camila, sua namorada, estava Fernando, o irmão mais novo de Gustavo, sentado no banco de trás. Quando entrei no carro, nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Os olhos de Fernando, curiosos e um pouco inseguros, me analisaram rapidamente, como se tentasse decifrar quem eu era. Ele desviou o olhar por um instante, mas logo voltou a me encarar com um leve sorriso tímido, enquanto suas mãos inquietas brincavam com a barra da camisa. A linguagem corporal dele revelava um misto de nervosismo e interesse, o que, de alguma forma, me deixou intrigada. "Oi, sou a Martina", me apresentei com um sorriso leve. Ele respondeu com um “Oi, sou o Fernando” com uma voz tímida, mas simpática. Fernando era alto, esportivo, com aquele ar de menino que ainda carregava no rosto traços de inocência. Achei fofo, mas nada além disso. Chegamos todos juntos ao apartamento na praia. O clima era leve, todo mundo animado. Rafa e Bia, o casal mais divertido, já estavam preparando os primeiros drinks. Lucas e Ana, o casal mais reservado, escolheram o único quarto, que era pequeno, e apesar de ter porta, ela não parava fechada. Vini, sempre o brincalhão do grupo, já fazia piadas sobre como aquele final de semana seria inesquecível. Fernando não bebia, diferente do resto do grupo que alternava entre cervejas e drinks coloridos. Ele evitava o álcool simplesmente por nunca ter experimentado e por não sentir vontade. Isso o tornava ainda mais "bebê” para mim. Curtimos o sol a praia e o mar durante o dia. Durante o jantar, risadas soltas, conversas descontraídas e olhares inocentes entre mim e Fernando aconteceram sem nenhuma malícia. Após o jantar, decidimos caminhar pela praia. Todos os casais naturalmente se juntaram, deixando apenas eu e Fernando. Gustavo, com seu humor típico, brincou: "Tá todo mundo de casal, só faltam vocês dois resolverem isso." Entrei na brincadeira, estendi a mão para Fernando e disse: "Vem aqui, Fê. Pronto, resolvido." Andamos de mãos dadas, rindo da situação. Era apenas uma brincadeira, sem segundas intenções. Ao retornarmos para o kitnet, todos nós nos instalamos na sala, exceto Lucas e Ana. Colocando colchonete pela sala ocupando todo o chão, enquanto Fernando ficou com o pequeno sofá, dormindo todo torto, tadinho. No sábado, o dia foi de pura diversão. Jogamos vôlei, mergulhamos no mar, e entre um sarcasmo e outro, eu e Fernando continuamos alimentando a brincadeira de sermos um casal. Aos poucos, comecei a reparar em como ele era carismático, atento aos detalhes, e como seu corpo molhado do mar parecia mais atraente do que eu imaginava. No entanto, me forcei a afastar qualquer pensamento mais atrevido. Afinal, ele era o "moleque" que ainda estava no colégio. À noite, saímos todos para jantar em um restaurante à beira-mar. Vini, sempre inventando algo, lançou a ideia: "Simpatia da felicidade! Ao atravessar a rua, cada casal tem que dar um selinho." Todos fizeram isso tranquilamente, afinal, eram todos casais de verdade. Quando chegou nossa vez, senti meu coração acelerar. Talvez fosse a leve euforia dos drinks que me deixaram mais desinibida. Segurei o rosto de Fernando e dei um selinho caprichado. O grupo explodiu em comemoração, com risadas e assobios. Larissa e Carol, por outro lado, trocaram olhares de choque, talvez por eu ter beijado alguém mais novo. Mas naquele momento, nada disso importava. Algo dentro de mim tinha sido despertado. No retorno ao kitnet, o clima estava leve e descontraído. Colocamos os colchonetes no chão e Fernando, fingindo de sonso, acabou dormindo ao meu lado. As luzes foram apagadas, e a atmosfera ficou carregada de uma tensão sutil e irresistível. Eu usava um baby doll de tecido delicado, com transparências sutis que delineavam minhas curvas de forma provocante. A polpinha da minha bunda escapava, chamando atenção discreta, mas ninguém ousava comentar. Era apenas a minha percepção. O ambiente escuro criava uma vibe quase cinematográfica, com sombras oscilantes projetadas pelas poucas frestas de luz que entravam pela janela. A respiração abafada e o cheiro de pele aquecida pelo desejo pairavam no ar, densos como uma névoa invisível. Os casais, enredados em seus próprios mundos de prazer, trocavam carícias que variavam entre o sutil e o urgente. Em alguns momentos, era possível ouvir gemidos contidos, sussurros lascivos e o som úmido de beijos profundos se misturando ao ritmo cadenciado dos corpos se chocando. O colchão rangia baixinho, o atrito das peles úmidas criava um som quase hipnótico, e o espaço apertado amplificava cada detalhe. Não havia formas de não sentir tesão naquele ambiente. Eu estava em chamas. Eu sentia a proximidade de Fernando se intensificar, seu calor irradiando contra minha pele mesmo sem contato direto. O ar parecia mais pesado entre nós, carregado de algo que ia além da simples brincadeira. Quando nossos corpos finalmente se tocaram, foi de forma quase involuntária—um roçar sutil, mas carregado de eletricidade. O mundo ao redor se dissolvia, e tudo o que restava era aquela tensão crua e inevitável entre nós. Minha respiração acelerou quando senti a mão dele deslizar suavemente pela minha coxa, subindo devagar. Meu corpo reagiu de imediato, um calor invadindo cada parte de mim. Eu queria mais, ansiava pelo toque dele, sentindo a eletricidade pulsar em cada centímetro da minha pele. O desejo misturado à adrenalina de estar cercada por outros corpos tornou tudo ainda mais intenso. Ele tocou a borda da minha calcinha de forma sutil, mas parou, como se estivesse testando meus limites. Eu segurei sua mão e a conduzi para dentro da minha calcinha, permitindo que ele me explorasse com movimentos lentos e deliciosos. Suspirei forte. Me virei de frente para ele, nossos rostos próximos. Nossos lábios finalmente se encontraram em um beijo intenso. Eu tremi levemente, entregando-me ao momento, incapaz de resistir ao prazer que Fernando me proporcionava. O fato de ele ser tão inocente e completamente entregue me fez perder o controle. Ele foi me explorando de forma lenta e intensa. Seus dedos explorando minha vagina molhada com movimentos cuidadosos e deliciosamente lentos. Eu tremia de tesão, me entregando ao toque macio das mãos dele. Não resisti. Tirei a parte superior do baby doll, deixando meus seios expostos. Senti seus lábios tocarem meus mamilos delicadamente. Ele os chupou carinhosamente, enquanto eu sussurrei: "Morde." Ele obedeceu, com uma leve mordida que me fez gemer. "Mais forte", pedi. Ele mordeu com mais intensidade e um gemido escapou dos meus lábios. Agarrei o pau dele, sentindo a rigidez pulsante e cada detalhe da musculatura de seu membro em minhas mãos em cada movimento de vai e vem. Removi minha calcinha e ele tirou a cueca. Tentei subir discretamente sobre ele, seu pau rígido encostou nos labios da minha buceta que já estava babando de vontade, senti ele escorregando para dentro de mim e nos encaixamos deliciosamente. O lençol nos cobria até então. Eu me movia lentamente, tentando não chamar a atenção de todos, com meu corpo sobre o do Fe, com meus seios colado no peito dele, mas o prazer era tão intenso que os movimentos ficaram mais intensos. O lençol caiu, revelando meu corpo nu na penumbra daquele quarto, senti o vento fresco do ventilador batendo na minha bunda, que estava exposta enquanto eu movimentava meus quadris de forma a sentir penetrada profundamente. Eu elevei o meu corpo, de forma que eu montava intensamente no seu pau, cavalgando sobre Fernando, me sentindo preenchida por completo. Naquele momento, a luz foi acessa por alguem. Sentia todos nos comendo com os olhos, nos julgando de alguma forma. Me passou um flash pela cabeça do que poderia ser estes pensamentos: “ela é selvagem", “ela é deliciosa", “ela é uma puta", mas isso só aumentava meu tesão. "-FODA-SE! NÃO PARA! NÃO PARA!” - gritei instintivamente, com medo de Fernando recuar. Eu estava quase gozando, e não ia parar só porque aquela luz foi acesa. Eu cavalgava com mais vontade, mostrando a todos como se faz sexo de verdade. Continuei cavalgando até atingir o clímax intenso que estava sendo alcançado. O som ritmado das batidas dos nossos corpos se intensificaram, as polpas da minha bunda batiam forte nas coxas de Fernando. Suas mãos seguravam meus seios com força enquanto eu rebolava e quicava. Um prazer imenso explodiu, gemi e perdi o ar com aquela gozada intensa. Após todo este tesão se dissipar nos segundos seguintes, fui tomada por um sentimento de timidez. Me deitei sobre o peito de Fernando, sentindo seu coração acelerado. Só então, alguém apagou a luz novamente. Na manhã seguinte, acordamos em meio aos colchonetes espalhados, com o sol entrando pela janela. Nossos olhares se cruzaram, cúmplices, enquanto o resto do grupo fingia que nada havia acontecido. Mas nós sabíamos que algo tinha mudado para sempre. Talvez para Fernando o a exigência para garotas tenha ficado um pouco mais elevada, para os outros homens do apartamento uma lembrança provocativa e gostosa, e para as namoradas deles eu não passe de uma vagabunda pegadora de moleques, menos para a Bia, ainda somos amigas até hoje, mas quando falamos sobre aquele dia, ela disse que eu fui bem "puta” e sempre rimos disso.
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