Três amigas. Uma lésbica, uma bissexual e uma hétero "curiosa" que está ansiosa para experimentar sua sexualidade. A lésbica era Mariana, no alto do seu 1.80m e no auge do seu corpo escultural - resultado do seu empenho no vôleibol e na academia - com seus olhos azuis e cabelos loiros contrastando de maneira esplêndida com os cabelos castanho claros, olhos verdes e o corpinho definido e tonificado dos 1.60m de Isadora, a hétero "em processo de pesquisa". Nem preciso dizer que a bissexual era eu, a mais velha das três e a responsável por, digamos, levá-las para a "perdição": Mari teve seu primeiro sexo oral, tanto dado quanto recebido, comigo, enquanto Isa provou o beijo francês feminino pela primeira vez nas minhas mãos - ou lábios.
Enfim, você tinha essas três amigas dividindo um quarto numa pousada durante uma viagem colegial para uma cidade turística no interior. Três amigas entediadas + privacidade de estarmos "para lá de Baghdad" dos olhos rígidos dos pais de Mari e Isa, além de estarmos fora do alcance dos professores e inspetores presentes na viagem? Só podia resultar em algo depravado e erótico!
Sendo direta como sempre fui, logo sugeri a idéia.
"O que vocês duas acham de um ménage?" - lancei a bomba. "Algo para apimentar as coisas sempre é bem-vindo, não?"
"Você é louca, Rol? Que idéia sem noção é essa?' - Isa disse, sempre preocupada e sempre certinha demais.
Os olhos azuis de Mariana encontraram os meus e um sorriso malicioso tomou conta dos seus lábios rosados.
"Pois, eu aceito a idéia!" - Mari disse. "Melhor idéia do dia!"
"Vocês duas só podem estar loucas ou estão de brincadeira comigo!" - Isa retrucou. "Estamos numa pousada cheia de pessoas dormindo, entre eles a própria diretora do colégio. E vocês querem fazer sexo aqui?"
"Não vejo porquê não deveríamos fazer, na verdade!" - Mari disse. "Aliás, termos de ficar quietinhas só torna as coisas ainda mais quentes. Transar assim é gostoso demais, apesar de que gemer sem restrições também não é ruim!"
"Concordo com a Mari!" - me intrometi na conversa. "Já contei para vocês sobre como ocorreu entre mim, a Keilany e o Lucas no ano retrasado! Sobre eu, a Raissa e a Fernanda no acampamento, além da vez em que ajudei a Raíra a perder a virgindade com o Rafael ou de quando masturbei a Valéria no banco de trás do ônibus escolar. Contei como fizemos para manter as coisas quietas e só entre nós!"
"Mãos e calcinhas são muito úteis para isso!" - Mari disse. "Eu já cansei de me masturbar com a calcinha na boca para abafar os gemidos, sem contar na vez em que dedilhei a Amanda na cama dela com a irmã dormindo na cama ao lado, com minha mão tapando a boca dela. Ou então, quando a Clarice e eu tivemos nosso momento no banheiro. Sempre funciona!"
"Pode confiar, Isa!" - afirmei. "Ninguém fora daqui vai ouvir nada, tampouco nos denunciar. Seus pais não ficarão sabendo disso. A diretora não saberá. A não ser que você decida contar."
Conseguimos finalmente convencer Isa da nossa empreitada depravada e erótica. Não perdemos tempo e logo começaram as preliminares.
Mari e eu nos ajudamos a nos despirmos, pedacinho por pedacinho de peças de roupa sendo retirada até revelarem nossos corpos nus. Isa, tímida de início e com receio, teve que ser enfim convencida com um beijo suave que dei em sua boca enquanto Mari a despia de seu pijama. Com as três já devidamente nuas, quebrei o beijo em Isa e agarrei-a pela mão, guiando-a para a cama. Isa deitou de bruços, estendendo os pés sobre meia altura acima da sua bunda e revelando sua intimidade. Mari e eu combinamos: ela começaria a dedilhar e chupar Isa, comigo mantendo-a quieta se necessário e segurando-a no lugar.
Ajoelhei-me próxima a Isa, enquanto Mari ia por trás dela. Agarrei os cabelos de Isa e os mantive seguros com minhas mãos. Mari iniciou a penetração com os dedos enquanto lambia e beijava os pés descalços de Isa - que eram lindos, por sinal. Isa não conseguiria aguentar aquilo sem gritar, então adiantei-me. Posicionei minha mão esquerda sobre sua boca, enquanto minha mão direita garantia seu cabelo preso.
"Shhh! Quietinha, amiga! Quer que sejamos pegas?", sussurrei no ouvido de Isa. "Deixe isso apenas entre nós! Shhh!"
Meu olhar encontrou o de Mari, que me olhava com aqueles olhos azuis como se pedisse permissão. Eu consenti com a cabeça, e ela abaixou-se, começando a enfim chupar a buceta de Isa. Os gemidos e respirações profundas de Isa eram abafados pela minha mão sobre sua boca, enquanto seu corpo se arrepiava a cada vez que eu mordiscava sua orelha.
Tamanho prazer provou ser demais para Isa aguentar muito tempo. Ela gozou. Seu corpo tremendo e se arrepiando, seus olhos revirando, seus sons guturais de orgasmo abafados, sua cabeça arqueando para trás.
"Mmmm! Mmmmmmmm!" - era tudo que a boca de Isa era capaz de emitir por baixo da minha mão.
Quando ela se acalmou e não mais emitiu gemidos abafados, retirei minha mão da sua boca e a beijei. Mari logo se juntou a nós, fazendo com que Isa sentisse seu próprio gosto - também tive esse prazer, mesmo que de tabela, quando Mari me beijou.
Com tudo calmo, era hora de trocarmos de posição. Era minha vez de chupar Isa e de Mari segurar-la no lugar, quieta. Isa encostou seu corpo nu na cabeceira da cama, com Mari posicionando-se ao seu lado, e abriu as pernas.
"Vem! É a sua vez!" - Isa ordenou, mesmo que ainda um pouco ofegante do orgasmo anterior.
Tal ordem me deixou louca. Quando dei por mim,
meu rosto já estava no meio das pernas de Isa. Assim que minha língua tocou aquela buceta maravilhosa, Isa emitiu gemidos. Parece que ela nem se preocupava mais em deixá-los baixos. Mari teve que intervir: entrelaçou seu braço direito sobre o pescoço de Isa e posicionou sua mão sobre a boca dela para evitar que aquele espetáculo vazasse daquele quarto.
E continuou assim por alguns minutos. Mari mantinha Isa quietinha e no lugar enquanto minha língua e dedos trabalhavam no clitóris da nossa "curiosa" preferida. O esperado aconteceu, com Isa gozando da mesma forma anterior. Desta vez, tive a sorte de sentir seu gozo encharcando minha boca. Era doce, assim como Isa. Eu só conseguiria ouvir Isa murmurando palavras inaudíveis e gemidos de prazer abafados pela mão de Mari sobre sua boca.
Quando Isa acalmou-se, Mari retirou a mão de sua boca e nós três nos envolvemos num beijo triplo. Era a primeira vez que Isa tinha feito sexo com mulheres, a primeira vez que uma língua feminina adentrou em sua intimidade. Ela não poderia estar mais contente e satisfeita, assim como Mari e eu. Nós três dormimos nuas, suadas e abraçadas.
Super excitante!Quente demais!