Na igreja de La Madeleine todos os domingos pobres pecadores iam se confessar aos diversos padres. Certo dia uma moça chamada Jenise adentrou a igreja com certo receio, estava lá para se confessar, pois havia cometido um pecado gravíssimo. Chegando ao confessionário a mulher se ajoelhou e agradeceu a Deus por está ali, do outro lado havia um padre já idoso chamado LeBeau, ele se pôs a ouvir o que a moça haveria de confessar. - Diga minha filha, o que a aflige? - Bom padre, cometi um grave pecado! - Pois diga qual. - Trai meu marido! A mulher começou a se desfazer em lágrimas, mas o padre não parecia se compadecer, apenas ficando em silêncio até a mulher retomar a postura e seguir seu relato. - A 3 dias atrás me deixei levar pelos prazeres da carne com não só um, mas vários homens! Meu bom marido é um homem digno, trabalhador e temente a Deus, ela não merece uma mulher suja como eu, padre, me diga o que devo fazer para compensar o que fiz? O padre se manteve em relativo silêncio, pois era possível ouvir sua respiração forte que parecia aumentar conforme a mulher falava. Passou-se alguns segundos então finalmente falou: - Minha filha, todo pecado pode ser perdoado, mas para isso é preciso merecer o perdão, então me conte em detalhes como tudo aconteceu, não esconda nada, até as coisas mais sujas terás que me confessar, só assim saberás se merecer o perdão de Deus! As palavras do padre fulminam a mulher, que parecia que ia chorar de novo, porém conteve-se. Manteve um breve silêncio para reorganizar os pensamentos e finalmente deu a sua confissão: “Me casei com meu marido há 5 anos, tivemos uma vida pacata e confortável, todos os anos planejamos ter filhos, mas meu marido não conseguia realizar o ato, então sempre fica adiando essa ideia e assim fomos vivendo. Porém a três dias atrás conheci um pintor que contratei para pintar as paredes de casa, como meu marido trabalha o dia todo fui obrigada a ficar com esse pintor para fiscalizar seus serviços. No entanto, algo quente em mim surgiu, eu olhava para aquele homem forte e viril se sujando de tinta, ver seus músculos contraindo me dava arrepios na espinha, mas já pude me conter quando sem querer esbarrei no peitoral suado dele, isso deixou minhas graças molhas, e então não teve jeito, fui tomada pela luxúria, o homem se aproveitou dessa brecha e me pegou em seu braços, tirou minha indumentária e massageou minhas partes com força controlada, como se soubesse exatamente como lidar com meus prazeres. Logo depois fomos para a cama onde durmo com meu marido, nossa, que suja eu sou! Trai meu marido na nossa cama! Eu já não me conhecia, parecia possuída pelo diabo, minha sede por lubricidade só aumentou conforme o pintor possuía meu corpo e já se preparava para enfiar em mim seu falo ereto, muito maior do que do meu marido, ó céus, porque estou falando essas coisas! Me perdoe Deus! Eu sou tua Madalena! Me dei a graça!” A mulher cai no choro, o padre pede que ela se recomponha e prossiga o relato, a mesma enxuga as lágrimas e volta a falar: “.... Então depois daquele dia, eu chamei esse pintor outra vez, e outra vez ele me deixou nos céus… Meu Deus! Que blasfêmia! Não aguento mais contar-te ao senhor padre!!” - Pois não será perdoada se não contar!! - O padre respondeu em um grito A mulher calou-se, pode-se ouvir o afargar de algo do outro lado, quando o padre se deu conta que estava fazendo barulho parou imediatamente, ele estava se masturbando durante todo o relato e estava quase chegando o ápice, o mesmo resolveu dá uma leve olhada pelas frestas para ver a aparência da moço, quando a encarou ficou boquiaberto e logo lhe perguntou: - Por acaso, qual o nome do seu marido? - Jeremias! Jeremias Graz! O padre LeBeau empalideceu. - Muito bem minha filha, reze 10 pai nossos e 15 ave marias para ter o perdão de Deus, preciso ir. Então de forma abrupta o padre se retirou deixando a Jenise em silêncio e um tanto confusa. LeBeau entrou em uma sala secreta e acendeu algumas velas, o lugar se iluminou, nele de canto havia um divã com alguém deitado completamente nu, ao seu lado estava um narguile que a pessoa traga com vivacidade, porém seu deleite é interrompido pelo padre que com voz atormentada que se dirige a ele: - Você conhece algum pintor? - Claro, o nome dele é Luis, porquê? - Você já se deitou com ele? - Sim sim, muitas vezes! - Tem visto ele recentemente? - Claro, ele está pintando as paredes da minha casa. - Bom, digamos que não seja só isso que ele está fazendo na sua casa, Jeremias.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.