tarde inesquecível

Sem pensar duas vezes saí em direção ao centro, com toda a cultura rolando, pessoas andando despreocupadas tomei coragem e entrei nesses cinemas pornôs, o cheiro de sexo, suor e porra no ar, a excitação de estar em um lugar daqueles, homens te comendo com os olhos, varas e bundas a mostra, lembro que um misto de medo e euforia tomara conta do meu ser, perambulei pelo cinema em busca de tudo o que eu havia ouvido e lido, entrando no banheiro muitos caras tímidos com suas picas moles estavam disfarçando nas cabines se ouvia gemidos e estocadas algumas violentas outras mais suaves... Saí do banheiro encontrei na porta um cara que destoava daqueles que eu tinha visto, diferente dos rudes com cara de caminhoneiro estava esse carinha de seus vinte e poucos anos bem vestido e cheiroso, curioso cheguei perto dele e puxei papo.

_ Oi... Vem sempre aqui? _ Que isso garoto essa é sua primeira vez? (Talvez o nervosismo tenha me delatado) _ Sim, (riso sem graça) me chamo Luciano e você? _ Leandro, mas o que um carinha tão bonito faz aqui? Gaguejando respondi _O mesmo que você, uma aventura! com uma gargalhada ele faz uma pergunta que eu nunca esperaria _Cobra quanto? _Não cara que isso... Eu não sou puto! Meio constrangido com a pergunta me afastei. _ Ei espera,( ele me agarra pelo braço), vamos sair daqui, aqui não é lugar para um carinha tão lindo como você..

Achei estranho um cara falar isso pois sempre li que nos cinemas aconteciam putarias mil, mas ele destoava de todos, sem perceber estava saindo do cinema com um completo desconhecido, moreno com seus 173 de altura em forma com coxas grossas e um sorriso safado, meio debochado mas muito sensual... Saímos do cinema e fomos a um bar, bebemos e conversamos em pouco mais de uma hora parecíamos velhos amigos, ele disse ser casado mas que ele ia de vez em quando aos cines para pegar o que ela negava um traseiro suculento... Rimos um pouco mais e a noite foi chegando, foi quando ele disse

_ Lu, você não é como os caras que eu traço, você é diferente, não quero só trepar quero fazer amor... assustado com o que ele disse e acreditando que era só um galanteio barato respondi _Vamos ao motel depois do sexo veremos se é amor ou foda! Ri pedi a conta e levantei, ele sem entender muito olhava perplexo com a resposta quando eu disse: _Você não vem? Levantou calado com a cara de safado agora meio atordoado, chegamos a um motelzinho barato, um verdadeiro pulgueiro. _ Não Lu vamos um que esteja ao menos sem pulgas. Rimos um pouco mais Ao chegar no quarto ele me abraçou por trás passou seu queixo em minha nuca, mordendo minhas orelhas e pescoço.

Tirei minha camisa ainda de costas, e ele a dele seu peito era peludo, seu cheiro inebriante, tomara o quarto as sensações mais animalescas me invadiam pouco a pouco, nossos corpos gritavam por sexo, virei-me e beijei como nunca havia beijado antes e a retribuição foi a melhor possível, ele me prensara contra a parede mordendo meus lábios, fui deslizando na parede mordendo seu corpo, ele gemia feito doido, abri sua calça e arranquei seu pau da cueca devia ter seus 19 ou 20 cm cabeçudo com o saco depilado e um cheiro único, cai de boca por alguns instantes, ele segurava meus cabelos falando putarias, socava na minha boca como se socasse em meu rabo, ele pede para parar me levanta e tasca outro beijo de tirar o folego...

_ Sou todo seu Le...

Ao dizer isso ele me joga na cama arranca minha calça e cueca, beija minha nuca e desce as costas em direção a minha bunda que estava empinada suplicando sua pica, pela primeira vez sinto um homem beijando minha bunda, não aguentando mais o tesão ele coloca a camisinha e começa a forçar, no inicio dói e eu tento faze-lo parar mas ele continua, sem eu esperar ele mete de uma vez senti que estava sendo partido ao meio e urrei de dor e tesão ele para um pouco para eu me acostumar a sua pica, de repente o vai e vem começa as estocadas fortes a dor vai embora e o tesão fica, ele metia e gritava e eu gemia e pedia mais, de repente sinto o corpo estremecer gozo sem ao menos tocar ele arranca o pau da minha bunda e tira a camisinha despejando em mim sua porra senti alguns jatos nas costas e seu corpo caindo em cima de mim, ofegantes fomos ao banheiro tomamos uma ducha e deitamos...

Ele adormeceu, olhei sua aliança e por alguns instantes me arrependi do que tínhamos feito peguei um guardanapo e escrevi: "Nunca imaginei que em um cinema pornô iria encontrar alguém como você, não sei se vai me ligar algum dia deixo meu telefone e ficarei te esperando, saiba que você foi a melhor transa da minha vida! "

Me vesti e saí sorrateiramente do quarto.

Quase um mês depois recebi um torpedo, que guardo até hoje, diz o seguinte " Falei sério quando disse que iria fazer amor com você, não me esqueço daquele domingo gostaria muito de ter você novamente em meus braços, agora tem meu numero é só me ligar" Ficamos juntos por seis anos, até que o filho dele nasceu.

Em nossa ultima noite juntos eu disse que não poderíamos mais nos ver, inventei que iria casar e que iria ter uma família, choramos um pouco ele pediu pra eu reconsiderar, mas ele tinha uma família, e eu não poderia atrapalhar, no mês passado recebi o seguinte torpedo: " Não sei se esse telefone ainda é seu, mas meu casamento acabou, quero muito te ver, se você é quem eu penso que é me liga saiba que nunca esqueci aquele domingo " Bem, o que posso dizer? Eu também nunca esqueci...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
tarde inesquecível

Codigo do conto:
109623

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/11/2017

Quant.de Votos:
3

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