Beirando os quarenta anos, divorciado, vivia em segundas núpcias com uma mulher também divorciada, que tinha uma filha na faixa dos vinte anos e jeito bem safadinho. Essa enteada não vivia com eles: bastante independente, era dona de seu próprio nariz e aparecia na casa da mãe apenas de vez em quando, geralmente depois do almoço para uma soneca antes de mais uma viagem a negócios. Como sua mulher trabalhava na parte da tarde, ele geralmente estava sozinho nessas situações, aproveitando para organizar seus muitos trabalhos burocráticos e, claro, observar a enteada desfilando no trajeto do quarto ao banheiro envolta apenas em uma toalha que mal cobria o volume de sua bunda. Muitas vezes relembrava essas visões enquanto transava com sua esposa: comendo a mãe e pensando na filha. Uma tarde, após deixar a mulher no serviço, rumou para casa e entrou de repente, surpreendendo a enteada que estava arrumando o cabelo diante do espelho da sala, completamente nua. Ambos ficaram paralisados durante alguns segundos, tempo que ele aproveitou para conferir melhor aquela escultura de mulher: coxas grossas, seios firmes e na medida certa, bunda empinada, barriga lisinha e um leve tufo de pelos cobrindo-lhe a bocetinha jovem. Refeita do choque inicial, a jovem cobriu-se como pode com as mãos e correu para seu quarto. Ele também foi para o quarto, pensando no que tinha visto e imaginando como seria possui-la, beijar-lhe o corpo inteiro, sugar seus seios, enfiar a língua no meio de suas pernas e ouvi-la arfar de prazer. Mas, por enquanto, aquilo ficaria apenas em sua imaginação, pois, após este incidente, a jovem passou alguns dias sem aparecer na casa da mãe nos horário em que ele lá estava. No entanto, a vida também é cheia de surpresas. Cerca de três semanas após flagrar a enteada nua no meio da sala, ele estava tranquilamente deitado no chão, assistindo a um documentário na tevê, quando a jovem entrou impetuosamente na sala. Disse apenas que trocaria de roupa rapidamente, pois iria para uma outra cidade, distante cerca de 50 quilômetros, dali a menos de meia hora. Ele não deu atenção e continuou deitado, assistindo a seu documentário. A tarde estava quente, o ambiente tranquilo, terminou cochilando no chão da sala. Deveria ter cochilado por uns quinze minutos quando acordou com uma sensação e uma visão maravilhosas: sua enteada estava debruçada sobre ele, envolta na toalha que deixava sua bunda à mostra, com os cabelos ainda úmidos do banho recém tomado, sugando seu pau com a destreza de uma profissional. Sentia seus lábios deslizando suavemente no membro ereto, enquanto a língua dava soquilhos na cabecinha quase fazendo-o gozar. Deixou que ela sugasse à vontade, enquanto acariciava-lhe as costas, deslizando a mão até o meio de suas pernas e massageando-lhe a boceta macia e bastante úmida pela lubrificação natural. Quando a jovem já estava satisfeita com a sensação do pau duro em sua boca, ajoelhou-se sobre ele e literalmente esfregou a boceta em sua cara, fazendo com que ele retribuísse a chupada recém recebida, o que, é claro, ele fez com o maior prazer: mantendo as mãos apoiadas na bunda da enteada, passava a língua pelos lábios vaginais, mordiscando de leve seu clitóris, fazendo a jovem arfar e gemer baixinho. Ele aproveitou a ocasião para mostrar à jovem o valor da experiência: passeava a língua lentamente pela boceta da enteada, sugava-lhe o clitóris e, indo um pouco mais para baixo, enfiava a pontinha da língua em seu cu, enquanto sentia seu corpo estremecer e arrepiar-se. Manteve esse vai-e-vem por uns bons minutos, tempo suficiente para a jovem ter vários orgasmos antes de desabar sobre seu corpo. Mantendo a enteada deitada no chão, abriu-lhe as pernas e foi subindo com a língua por seu corpo, demorando-se no umbigo, nos seios e no pescoço, antes de beijar-lhe os lábios carnudos. Aproveitou o momento do beijo para enfiar-lhe seu cacete, nesse momento duro como aço, no meio daquela boceta macia e quente que parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. Transaram durante várias horas e de várias formas: por cima, por baixo, de quatro, de pé, sentados… Nunca antes ele fizera uma mulher gozar tanto quanto aquela jovem gozou ao longo daquela tarde e nunca antes ele mantivera uma ereção por tanto tempo. Mas, ainda faltava algo, o toque final: deitando a jovem de bruços, apoiada sobre umas almofadas, ele começou a deslizar a língua no rego de sua bunda até enfiá-la naquele cuzinho ainda virgem. Ela gemia e pedia que ele a possuísse de todas as formas possíveis. Com o ânus bem lubrificado pela saliva e bem relaxado pelos diversos orgasmos, não foi difícil penetrá-lo. O corpo dela estremeceu totalmente quando a rola grossa e dura se enterrou totalmente em sua bunda. Ela gemia e gritava que aquilo era gostoso e pedia para ele foder seu rabo com vontade, do jeito que costumava fazer com a mãe dela. E ele a atendeu. Metia naquele cuzinho devagar a princípio, depois mais forte e mais rápido, retirava o pau e admirava aquele túnel aberto, pedindo mais e metia de novo, até que não aguentou mais e gozou, enchendo o cu de sua enteada com porra. Retirou o pau e ficou admirando enquanto a gala saia deslizando pelo meio das pernas da jovem, que naquele momento estava desmaiada de tanto prazer que sentira com seu padrasto.
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