Pecado e Redenção! Luísa e madre Ana



O convento de Santa Margarida era um refúgio de silêncio e disciplina. Ali, cada passo ecoava pelos corredores frios de pedra, cada prece se dissolvia no ar perfumado de incenso. Madre Ana sempre soube que aquele era seu lugar. Desde jovem, dedicara-se inteiramente à fé, subindo na hierarquia com devoção absoluta. Era um exemplo de retidão para todas as noviças. Uma mulher de fé inabalável.

Mas, dentro de si, algo sempre existiu. Algo impuro.

Nunca pecara em atos. Nunca permitira que seus desejos se transformassem em algo físico. Mas os pensamentos… esses, sim, eram seu tormento.

Lembrava-se da primeira vez que sentiu esse fogo silencioso crescer dentro de si. Tinha apenas dezessete anos quando uma irmã mais velha segurou sua mão durante a oração. Foi um toque breve, insignificante aos olhos de qualquer um. Mas dentro dela, acendeu algo que não deveria existir. O calor subiu pelo peito, as mãos tremeram levemente, e o coração bateu num ritmo acelerado, como se estivesse prestes a ser descoberta em pecado.

Desde então, vivera em penitência. Orava, jejuava, confessava-se com frequência. Convencia-se de que Deus, em sua misericórdia, a ajudaria a vencer aquele fardo. E por muitos anos, acreditou que havia conseguido.

Até que Luísa chegou.

A jovem noviça tinha apenas vinte anos. Trazia nos olhos um brilho inocente, mas também uma inquietação que a tornava diferente das outras. Desde o primeiro dia, Ana percebeu algo nela. Algo perigoso.

Ela sentia o olhar da noviça a segui-la. Durante os cânticos, nos corredores, na capela escura. No início, pensou que fosse apenas admiração. Mas então vieram os olhares demorados, os sorrisos discretos. Pequenos gestos que, para qualquer outra pessoa, poderiam passar despercebidos. Mas não para ela.

E então, numa noite fria de inverno, Luísa se confessou.

O confessionário era apertado e escuro. O cheiro de madeira antiga misturava-se ao perfume suave da cera derretida das velas. Ana sentou-se no banco acolchoado, o coração já inquieto antes mesmo de ouvir a voz do outro lado.

— Minha filha, pode falar. Deus está ouvindo.

Houve um silêncio. Ana ouviu a respiração entrecortada da noviça, sentiu a hesitação na demora de suas palavras.

— Eu… eu sinto coisas… coisas que não deveria sentir.

Ana endireitou a coluna

— Explique, filha.

— Meu corpo queima quando estou perto de outras noviças.

O ar tornou-se pesado. Ana sentiu um aperto no peito, as mãos instintivamente se fecharam sobre a saia do hábito.

— Luísa…

— Eu não quero sentir isso, madre — a voz dela tremeu. — Mas eu sinto. Todas as noites. Eu fecho os olhos e… e penso nelas.
Ana engoliu em seco.

— Pensamentos impuros são tentações, filha. Você precisa orar. Pedir a Deus que os afaste.

Houve uma pausa. O silêncio dentro do confessionário se tornou ensurdecedor. Então, a voz da noviça voltou, ainda mais baixa, carregada de algo que Ana não sabia se era medo ou desejo.

— Já pedi… mas Ele não me escuta.
Ana fechou os olhos. Ela sabia. Ela entendia.

— A fé nos fortalece contra nossas fraquezas — murmurou, tentando manter a voz firme.

— Mas e se… e se essa não for uma fraqueza.

O coração da madre parou por um segundo.

— Luísa…

— E se esse for o meu destino?

Ana prendeu a respiração. O sangue pulsava tão forte que ela temia que a jovem pudesse ouvir.

— Você não pode se entregar a esses pensamentos — insistiu, a voz saindo um pouco mais firme do que pretendia.

— E você, madre?
Ana sentiu o ar escapar dos pulmões.

— O que quer dizer?

— Você nunca sentiu isso? Nunca teve medo dos seus próprios pensamentos

Ana se levantou abruptamente.

— Isso é uma provação, Luísa. Você deve resistir.

Ouviu o farfalhar das vestes da noviça.
— E se eu não quiser resistir?

O silêncio se prolongou. Ana sentiu a presença da jovem do outro lado da tela, quase como se pudesse vê-la através da escuridão. Então, sem esperar pela absolvição, Luísa se levantou e saiu.

O som de seus passos desapareceu pelo corredor estreito, deixando Ana sozinha.
Seu corpo ainda tremia.

E, pela primeira vez em anos, ela se sentiu completamente indefesa.

A noite caiu sobre o convento. O vento frio assobiava entre as frestas das janelas.
Madre Ana estava ajoelhada ao lado da cama, rezando desesperadamente, tentando afastar as imagens que agora queimavam em sua mente.

Os lábios de Luísa. Suas mãos delicadas. Seu corpo se contorcendo em desejo.
A respiração da madre estava pesada. Ela sabia que aquele era o verdadeiro teste de sua fé.

Foi então que a porta rangeu.

Ana se virou bruscamente e viu Luísa parada ali, descalça, vestindo apenas a camisola branca das noviças.

Os pés descalços na pedra fria, os olhos brilhando na escuridão.

— O que está fazendo aqui? — A voz da madre soou rouca, mais fraca do que deveria.

Luísa entrou lentamente, fechando a porta atrás de si.

— Eu não consigo mais, madre. Eu preciso…

Ana se levantou rapidamente, colocando-se entre Luísa e a cama.

— Você deve voltar para seu quarto. Agora.
Luísa se aproximou, lenta, como uma predadora.

— Não quero voltar. Quero que me ensine. Quero que me purifique.

Ana tentou se afastar, mas sua respiração falhou quando os dedos de Luísa roçaram sua mão.

— Isso é errado… — murmurou, mas já não tinha certeza se queria dizer isso.

Luísa encurtou a distância. Suas mãos subiram lentamente pelo hábito negro, sentindo o tecido pesado, até alcançar a curva da cintura da madre.

— Eu sei que você sente o mesmo. Eu vejo em seus olhos, o mesmo desejo que sinto ao olhar ao redor.

Ana fechou os olhos, tentando ignorar a eletricidade que percorria seu corpo.

— Não diga isso.

— Diga que eu estou errada, madre. Olhe nos meus olhos e diga que nunca pensou em mim ou nas noviças desse jeito.

Ana tentou abrir a boca, mas não conseguiu dizer nada.

Luísa sorriu, vitoriosa.

Seus dedos subiram pelo pescoço da madre, até seus lábios trêmulos.

E então, sem mais hesitação, a beijou.

O primeiro toque foi suave, hesitante. Mas quando Ana não recuou, Luísa aprofundou o beijo.

A madre resistiu. Por um segundo, resistiu. Mas então, tudo desabou.

O quarto do convento estava mergulhado em um silêncio tenso, interrompido apenas pela respiração irregular de Luísa. Ela tremia, mas não era de medo. Madre Ana sabia reconhecer quando uma alma estava prestes a se perder. Ou se encontrar.

A freira deslizou os dedos pelo rosto da jovem, sua voz ainda carregada de piedade, mas agora com algo mais profundo. Algo perigoso.

— “Eis que a carne é fraca, e o espírito está pronto… mas quem somos nós para desafiar a vontade de Deus?”

Luísa engoliu seco, os olhos arregalados, mas não desviou o olhar.

— Madre… o que está acontecendo com a senhora?

Ana sorriu de leve, a ponta dos dedos traçando um caminho lento pela mandíbula da jovem.

— O mesmo que acontece com você, minha filha.

Luísa ofegou, as mãos inquietas sobre o próprio colo. Não havia mais barreiras entre o pecado e a redenção. A santidade que conhecia começava a desmoronar diante de algo mais real, mais quente.

— Isso não está certo, não nesse nível… — Sua voz falhou, quase um sussurro.

— Certo? — Madre Ana riu baixo, inclinando-se até seus lábios tocarem o ouvido da jovem.

— E quem foi que te ensinou o que é certo, Luísa? Os livros? As rezas vazias? Ou foi essa vontade que arde dentro de você todas as noites?

A jovem fechou os olhos com força, o rosto queimando. Era verdade. Nenhuma oração havia conseguido livrá-la dos pensamentos proibidos, das sensações que percorriam sua pele sempre que via a madre passando pelos corredores do convento.

Ana segurou seu rosto com firmeza, obrigando-a a encará-la.

— Você quer me dizer que nunca pensou nisso? Que nunca sentiu o calor subindo pelas coxas quando se ajoelhava para rezar?

— Madre! — Luísa arfou, horrorizada com as próprias reações.

Ana sorriu, satisfeita. Ela estava prestes a ceder.

— Não negue, minha filha. Deus vê tudo. E eu também vejo.

Luísa abriu a boca para protestar, mas a única coisa que saiu foi um suspiro pesado. Ana desceu a mão suavemente pelo pescoço da jovem, descendo até o ombro, os dedos traçando o contorno do tecido simples da roupa dela.

— Sempre fomos ensinadas que a carne é o que nos afasta do Senhor… mas e se for o contrário? E se for exatamente isso que Ele quer de nós?

Luísa gemeu baixinho, o corpo reagindo antes da mente processar o significado das palavras da madre.

Ana riu, baixa, satisfeita com a hesitação da jovem. Hesitação era o primeiro passo para a rendição.

— Vamos, minha filha… deixe-me guiar você ao êxtase da verdadeira devoção.

Ela segurou o queixo da noviça com mais força.

— Ou prefere continuar se tocando às escondidas à noite, rezando o Pai Nosso enquanto enfia os dedos na buceta suada?

Luísa arregalou os olhos, um choque percorrendo todo o seu corpo.

— Meu Deus…

— Seu Deus não está aqui, menina. Agora, você só tem a mim e foi você que pediu por isso!

E Luísa sabia. Ela já estava perdida.

E o pior de tudo… é que nunca quis tanto estar no inferno.

Anos de repressão, de culpa, de desejo não realizado. Tudo explodiu de uma só vez.

Ana agarrou a cintura de Luísa e retribuiu o beijo com fome, puxando a noviça para seu corpo, sentindo suas curvas se moldarem às suas.

As mãos deslizaram pelo tecido fino da camisola de Luísa, sentindo sua pele quente, sua respiração acelerada.

Luísa gemeu contra seus lábios, arqueando-se ao toque firme da madre.
Ana desfez os botões da própria roupa com pressa, deixando seu hábito cair ao chão. Pela primeira vez em anos, ela se permitiu ser mulher, e não apenas madre.

O corpo, oculto para o mundo durante anos era exuberante! Uma pele macia, branca como a neve, só criava contraste com uma pequena faixa de pelos sobre a testa de sua buceta depilada.

As bocas se encontraram novamente, as mãos explorando, descobrindo.

Luísa desceu os lábios pelo pescoço de Ana, mordendo de leve sua pele quente.
Ana arfou, segurando os cabelos da noviça, guiando-a, dominando-a.

A tensão se dissolveu em gemidos abafados, beijos profundos e corpos entrelaçados, ambos nús.

Ana deitou a jovem na cama, e sem delongas se colocou entre suas pernas. Não havia tempo para cerimônias, ela sabia o que queria.

A exploração começou suave, mas Ana saiu de si ao sentir pela primeira vez o gosto que sua cabeça imaginou por tantos anos. Uma mistura de salgado do suor com um leve amargor, um cheiro que ela não tinha como descrever, mas à deixava em transe.

Sua língua explorava com gosto a bucetinha Santa da jovem, cada vez com mais intensidade e seus dedos entravam e saiam freneticamente

— Madre, por favor!! Desse jeito não vou aguentar!!

— Goza, minha filha!! Goza pra mim! Sucumbe aos prazeres, deixe-me provar desse sangue, que me dá a vida.

A explosão foi intensa! O corpo inteiro de Luísa tremeu, seus olhos fecharam, as mãos apertaram firme os lençóis e ali ela sentiu o primeiro orgasmo de sua vida!!

— Foi tão bom! É muito melhor que eu sonhava!! Eu nasci pra isso, eu quero mais disso!! Eu te amo!

Suas palavras ecoavam pelo quarto. Madre sabia que não havia amor ali! Que o limite que cruzaram não era sentimental, era carnal! Era puramente sexo, sujo e proibido. E estava bem quanto a isso.

Mas a jovem Luísa queria mais! Ela puxou a madre, jogando-a de bruços na cama!

— Agora é minha vez! Me permita provar o que ha tanto tenho sonhado!

— Me amarre, querida! Me domine! Quero ser sua essa noite! - pediu Ana, apontando para o armário, onde guardava as cordas de reposição dos sinos do convento.

Ela abriu as nádegas de Ana, colocou um travesseiro abaixo de sua cintura, e amarrou seus pés e mãos na cabeceira da cama, facilitando o acesso a sua preciosidade!

E como uma onça, atacou sua presa.

Começou lambendo seus pés! Suas solas rosadas e expostas mexiam com seu subconsciente!

Explorou eles por longos minutos, se deliciando com o leve cheiro de chulé

Como era possível! Ela não acreditara que até os pés da madre eram perfeitos!

Ela então subiu, lentamente por sua perna, deixando um rastro de saliva e gemidos até chegar a zona mais proibida de seu corpo

Sua língua explorava o mais sujo buraco, lambendo seu cu com intensidade, alternando com sua buceta, que escorria sem parar!

Ela seguiu assim durante muito tempo, estavam em êxtase! O sexo era alucinante, imprevisível, cada sensação era nova para ambas, mas o desejo não parou por ali

Ana procurou ao redor algo pra fechar a noite e o pior, mais cruel, sujo, pecaminoso aconteceu.

Esticou as mãos e pegou uma cruz de madeira na parede, grande e pesada!

— Não!!! Por favor, tudo menos isso! Esse é um limite que não podemos ultrapassar!!! - Disse Ana, tentando se libertar das amarras

— Eu posso esperar eu vou! Esse limite já foi quebrado! Nesse quarto eu serei sua deusa!

Não deu tempo para mais nada! Era tarde

Luísa passou a cruz na buceta de Ana afim de lubrifica-la, mas não seria aquela zona a ser explorada...

— Não se preocupe madre, não mancharam sua dignidade e virgindade!

Ana entendeu o que ela queria dizer com isso e novamente implorou

— Pare!! Pare, por favor! Isso não!

Mas Luísa ignorou seus pedidos e forçou a entrada apertada de seu cu com o objeto Santo...

— Aaaaahhhhhhhhhhh!!!! Luísa, pelo amor de Deus!!

Luísa ignorava! Não respondia sequer uma só palavra. Seus olhos estavam fixos na linda pele rosa se abrindo e lentamente engolindo a Cruz!

— Sinta Madre!! Isso é por nós! É o nosso destino! Eu te amo, eu te amo, eu te amo!

A dor e culpa começaram lentamente a dar lugar ao prazer e satisfação! Ana já não se reconhecia e não queria!

— Luísa, ponha tudo! Me preencha por completo!

— Sim minha rainha! É isso o que farei!

Luísa enterrou até o fundo, tudo o que pôde e Ana não aguentou!

A explosão de prazer foi intensa! Ana esguichava sobre o colchão!! O líquido era límpido, cheiroso, intenso e Luísa ainda em transe enfiou o rosto entre suas pernas para sentir melhor...

Ana suspirou quando Luísa retirou a cruz do seu traseiro!

Então quando finalmente caíram, ofegantes, os olhos de Ana encontraram os de Luísa na penumbra.

— Eu me rendi. — A voz da madre era um sussurro.

Luísa sorriu, os lábios ainda vermelhos dos beijos.

— Então, esta noite, não houve pecado.


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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 10/03/2025

delicia de conto ... só faltou as fotos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pecado e Redenção! Luísa e madre Ana

Codigo do conto:
230936

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
10/03/2025

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