Boa noite, é a Sissy. Vou escrever minha última história porque sei que com o tempo vai ficando chato e rotineiro alguém escrever muito sobre sua vida. Vou falar hoje sobre minha primeira vez. Eu morava com meus pais e eles decidiram fazer duas kitnetes nos fundos da nossa casa para ajudar na renda familiar. Meu pai contratou um pedreiro amigo dele para a obra. Quando ele se apresentou a nós peguei na mão dele para cumprimentar e me apresentei: bom dia, meu nome é Ana Cecília, e ele tinha mãos e dedos muito grossos e ásperos. As semanas foram se passando, e eu chegava da escola na hora do almoço e ficava sozinha em casa durante as tardes. Numa dessas tardes eu não ouvi barulhos na obra, e percebi que o pedreiro não estava lá, e curiosa fui até lá para ver como estavam ficando as kitnetes. Cheguei e realmente ele não estava lá, e vi um banco traseiro de carro no meio da sala (tenho certeza que era o banco traseiro de um antigo opala que meu pai teve e depois vendeu para o ferro velho), e tinha um baú velho cheio de coisas do pedreiro. Eu olhei algumas coisas e vi uma fita de DVD com filme pornô, e não resisti e levei para casa para assistir rapidinho e devolver (não havia internet nas residências aqui no Brasil ainda, ver cenas de sexo era muito raro e complicado). Eu liguei o aparelho de DVD para assistir. Os filmes pornô têm muitas vezes histórias muito bobas, ridículas, mas as cenas são verdadeiras e muitas excitam sim. Nesse filme tinha um casal com problemas por não sentirem prazer no sexo, e no apartamento ao lado eles ouviam uma mulher gemer todas as noites. Então a mulher que não tinha sexo pediu ao marido dela para irem no vizinho para trocar de casal para ela gemer também. Eles foram e o outro casal aceitou a troca. História ridícula, mas a cena me impactou pelo resto da vida. Depois do sexo oral, o rapaz que fazia a mulher gemer toda noite pegou a mulher do outro, colocou ela e quatro e enfiou devagar o pinto todo no cu dela, e foi aumentando a velocidade até começar tirar tudo e enfiar tudo, e ela abria as pernas cada vez mais, ficava vermelha e gemia chorando cada vez mais, até ele perguntar se ela queria que ele parasse mas ela respondeu chorando: não, come mais, come meu cu mais. Eu me masturbei no sofá e quase morri gozando, vi que mesmo sendo selvagem a cena o prazer deveria ser maior ainda, e isso formou minha vida sexual, com desejos insaciáveis de fazer sexo anal, sexo em grupo, e inclusive depois de cadada não resisti e deixei o sobrinho do meu marido ser o primeiro a comer minha bunda, já que meu marido não gostava de sexo anal. Eu devolvi a fita. No outro dia não ouvi barulhos lá e fui novamente, mas o pedreiro estala lá e eu dei a desculpa de estar indo lá só para ver como estava ficando a kitnet. Eu estava com roupinha de ficar em casa sozinha, shortinho leve aparecendo a bochecha da bunda e top soltinho mostrando a barriguinha, então percebi ele me olhando muito e suspirando alto. Eu perguntei como ele fazia para jogar a massa na parede e a massa não cair no cháo. Ele disse que era o ponto da massa, e me pediu para pegar a enxada e virar a massa que ele ia né mostrar. Eu peguei a enxada e não sabia mexer, então ele veio atrás de mim, segurou a enxada e começou a puxar, e eu percebi que quando ele puxava meu corpo ia de encontro ao dele, e percebi ele um pouco abaixado e minha bunda encostava no pinto dele, que estava muito duro dentro da calça. Eu pedi para ele me soltar, e ele ainda fez isso mais duas vezes antes de me soltar. Eu fui para casa assustada. Na hora do banho me lembrei da cena do filme e ia me masturbar, mas algo terrível aconteceu. Eu vi ao lado o rodo de secar chão, uma loucura tomou conta de mim e eu peguei o rodo, imaginei ser a enxada, fantasiei o pedreiro me pegar por trás de novo para me ensinar, mas fantasiei ele tirando o pinto duro para fora e enfiando no meu cu. Eu peguei o rodo e só encostei o cabo dele na entrada do meu cu, sem enfiar, e imaginei ser o pinto do pedreiro, e caí no chão tremendo, gemendo e gozando. Provavelmente o pedreiro ouviu meus gemidos lá de fora, pois eu gemi como louca descontroladamente. No outro dia eu voltei lá. Ninguém nunca me comeu tanto com os olhos igual ele me comeu naquele dia. Quando ele saiu um pouco de perto de mim eu peguei o filme escondida, saí e assisti novamente, e me masturbei de quatro imaginando ser a mulher do filme aguentando aquele pinto no cu, chorando e pedindo para comer mais. Depois que ele foi embora eu fui lá devolver o filme. No outro dia ele veio todo arrumado, perfumado e malas prontas, dizendo que ia pegar algumas coisas e ir embora para outra cidade. Ele mostrava estar cheio de maldade. Ele me perguntou se eu queria ficar com alguma coisa dele e eu disse que não. Então ele tirou o filme e perguntou se eu queria ficar com ele. Certamente ele percebeu que eu estava assistindo, pois deveria estar deixando num local diferente do que ele tinha deixado. Eu ofeguei muito, ele me mostrou a capa do filme que mostrava a mulher de quatro chorando com o cara dentro do cu dela, e eu fiquei sem ar até quase desmaiar. Ele se aproximou e perguntou: gostou? Pode falar, eu não falo para ninguém que você assistiu. Gostou? Eu respondi gaguejando: Go Go gostei. Ele perguntou: tem coragem de fazer? Eu paro na hora que você pedir para eu parar. E como eu não respondi, só gemi, ele me puxou pela mão e me assentou no banco traseiro do opala, veio em pé na minha frente e tirou da calça um pinto duro igual ferro. Eu imaginei ser o maior susto e o maior medo na minha vida o momento de encarar o primeiro pinto na minha vida, mas eu acariciei aquele pinto duraço, beijei e chupei na maior naturalidade, e até tremendo de tesão. Ele me pediu para deitar de barriga para cima no banco do carro, ele tirou a roupa e se deitou por cima de mim e eu o recebi ofegante mas com desejo. Ele relou a cabeça do pinto na entrada da minha xaninha algumas vezes, eu apertei a bunda dele com a mãos e disse baixinho: vem, devagar, é minha primeira vez, devagar. E ele me penetrou ali pela primeira vez em minha vida, bombom leve e gozou muito. Se levantou e foi embora, e nunca mais voltou. Ele veio de malas prontas preparado justamente para fazer isso comigo. Não vou julgá lo por isso, mas ele nem imaginava que no outro dia eu fui lá atrás dele, pois eu queria muito ficar de quatro para ele e sentir o pinto dele no meu cu e gemer igual a mulher do filme, aquele filme mudou minha vida sexual para sempre. E fico por aqui, agradeço muito e ne despeço. Um grande beijo.
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Sissy. Excelente e Excitante Conto !
Por Sinal sua "Bundinha" é Lindíssima.
Me senti o Protagonista.... Pedreiro Sortudo. Tirar um cabacinho de Uma Simpatia e Contagiante Mulher.
Votadíssimo. Bjos Marcelo Thadeu
Sou leitora de contos eróticos há anos. Sua história é muito ousada para se escrever, mas já que escreveu achei incrível, deliciosa de ler. Deu prazer em ler
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