Oi, me chamou Melina (Melzinha), estou com 32 anos, cabelos compridos e 1,10m de altura. Isso mesmo, sou uma anãzinha. Na verdade vou mais que escrever um conto, vou me abrir talvez mais que deveria.
Falo por mim, só por mim, mas a vida sentimental sempre foi uma decepção por causa da minha condição. Eu pegava carona com um caminhoneiro para ir para escola a noite todos os dias, até que depois de meses ele tomou coragem de colocar as mãos nas minhas coxas e ficar me chamando de lindinha e gostosa. Eu me apaixonei, e na carona da outra noite ele conseguiu me colocar para chupar o pinto dele enquanto ele dirigia, e na noite seguinte deixei ele me levar para um espaço atrás dos bancos do caminhão onde ele tinha um colchãozinho e ele deitou por cima de mim e tirou minha virgindade ali, me fazendo gemer sem dó ali embaixo dele. Ele nunca mais me deu carona, fingia que não me via no ponto.
Os rapazes obviamente nunca queriam ficar comigo em público ou me namorar. Então, devido à carência sempre aceitei eles ficarem comigo de madrugada, escondido, e sempre naquela situação: não consegui nada melhor, então fico escondido aqui com a anãzinha. Eu aceitava devido minha carência, e como eles nunca tinham a intenção de namorar comigo, procuravam fazer tudo que podiam naquele único encontro, e sempre que me levavam para lugares afastados ao menos o pinto na minha boca eles colocavam, e alguns me colocavam num lugar mais alto de costas para eles e eles me comiam por trás, nunca olhando no meu rosto. Algo que me parece ser uma fantasia dos homens: eles quase sempre me colocavam para chupar pinto estando eu em pé. Eles alisavam meus calebos enquanto eu estava em pé chupando o pinto deles. Quase todos rapazes queriam dessa maneira, e recebi gozo na boca várias vezes.
Depois decidi me dar valor e entrei para faculdade. Não saía com rapaz algum que me chamasse para uma volta de madrugada. Lá tinha um professor de cálculo que eu me apaixonei por ele. Parecia ser o homem da minha vida. Eu estava mal em química. O professor de química ofereceu aulas de reforço nos sábados para quem quisesse, e fomos umas dez pessoas nos primeiros sábados. O número de alunos foi diminuindo até ficarmos só uma colega e eu. O professor disse que não viria mais à faculdade no sábado por duas alunas, mas se quiséssemos poderíamos ir na casa dele então. Ele era divorciado, e fomos ela e eu umas quatro ou cinco vezes, sempre tomando uma cerveja no final para relaxar. No outro sábado essa colega não foi, e eu fiquei sozinha. Percebi ele meio diferente comigo, e no final fomos tomar a cerveja, ou cervejas. Eu me embriago rápido demais (sou pequenina) e ele me fez carinho no rosto e eu deixei, e quando percebi ele estava chupando meus peitinhos e me carregou e me levou para o banho, e eu só gemia e aceitava. E o que sempre acontecia se repetiu: ele me colocou para chupar o pinto dele de pé até ele gozar, e ele segurou minha cabeça e gozou dentro da minha boca. Realmente os homens tem fantasias com isso, não é possível.
Eu estava acostumada com homens que gozavam em mim e me deixavam, mas ele me surpreendeu. Tomamos um lanche, bebemos mais e à noite ele chupou meus peitinhos de novo, se deitou no sofá e me puxou para me assentar nele e cavalgar. Foi a primeira vez que fiz sexo com a pessoa me olhando de frente, olhando meu rosto e foi tão fascinante para mim que pela primeira vez eu gemi como louca e gozei com um homem. Ele me apertou e gozou logo em seguida. Eu fiquei deitada nos ombros dele e chorei de emoção. Pela primeira vez senti um homem fazendo amor comigo, e não apenas me comendo.
Ele não me assumiu obviamente, aliás éramos professor e aluna e não podíamos assumir nada mesmo se quisessemos. Mas nos encontramos várias outras vezes na casa dele e numa delas eu preciso falar, é que ele quis fazer algo que também parece ser uma fantasia incontrolável dos homens, que é comer bunda. Por ele ser tão especial para mim eu aceitei e deixei ele comer minha bunda na cama dele, mas eu chorei demais. Um pinto é muito grosso para meu cuzinho. Depois que ele tirou eu me deitei chorando com a mão na bunda e ele ficou rindo, e eu acabei olhando para ele e rindo também, mesmo doendo muito.
Mesmo homens te tratando bem, eles sempre vão dizer à outros homens quando estão comendo alguém. E percebi o professor de cálculo que eu era apaixonada por ele se aproximando muito de mim quando eu estava sozinha e perguntando se eu precisava de aulas particulares. Certamente o professor de química tinha contado tudo para ele, mas eu não fiquei com raiva, pois eu ficava até sem ar quando o professor de cálculo se aproximava de mim. Um dia ele me convidou para ir na casa dele (ele era casado mas disse que queria companhia porque a esposa dele estava na casa dos pais em outra cidade) e mesmo sabendo o que ele queria eu aceitei e fui. E não precisou de esforço dele para nada. Quando ele me disse que eu parecia uma boneca, parecia ser bem levinha eu sorri e me assentei no colo dele para mostrar como sou levinha, e daí ele fez o queria desde o início: me levou para o banho, colocou o pinto na minha boca para eu chupar em pé e depois no quarto me colocou em pé numas almofadas e me comeu por trás. Para mim foi tão incrível ter aquele homem dentro de mim que eu olhei para trás e o vi me agarrando pela cintura e comendo, e eu tremi e quase caí de tanto que gozei pela sensação de o ver atrás de mim. Depois ele nunca mais me olhou, mas eu já esperava por isso, mas também não queria perder a oportunidade de receber o homem que me fazia tremer de desejo.
O professor de química continua tendo minhas visitas na casa dele. Eu não o amo como homem, mas amo a atitude dele comigo (mesmo dizendo para outro professor que estava me comendo, pois já passei por coisas muito piores que isso).
Mas sempre estarei lá para me sentir uma mulher desejada, foi o único homem que ficou comigo várias vezes e não só uma vez.
Minha carência era tão grande, tão desesperadora, que antes de eu entrar para faculdade e conhecer esses dois professores eu ficava sozinha em casa à noite pois minha mãe trabalhava à noite numa empresa e eu não tenho pai. Eu ficava com meu cachorro chamado Loki e uma vez saindo do banho só de toalha ele colocou as patas da frente nos meus ombros e ficou fazendo aqueles movimentos rápidos com o pinto vermelho para fora como se estivesse querendo colocar em mim, e o pinto ficava batendo na minha bunda por fora. Eu fiquei muito sem ar, mas mandei ele parar com um grito. Isso se repetiu várias vezes, até que numa noite eu fiquei só de calcinha e quando ele pesou as patas nos meus ombros eu deixei ele me abaixar e fiquei de quatro para ele, e ele socou o pinto várias vezes por fora da minha bunda até ele gozar várias vezes por cima da calcinha e da bunda. Isso estava me deixando louca, e depois de algumas noites repetindo isso, numa das noites eu fiquei maluca de vez, deixei ele me forçar para baixo, fiquei de quatro e quando ele relou na minha bunda eu perdi o controle e arrendei a calcinha toda, ele achou a entrada da bucetinha e me deu uma estocada tão forte dentro que eu gritei, e ele socou muito rápido quase me matando, e depois ficou grudado em mim uns quinze minutos, me fazendo chorar. Mesmo carente nunca mais deixei ele enfiar em mim de novo. A carência é algo muito perigoso.
Mas hoje vivo bem, sei que o professor de química não vai casar comigo, sei que o de cálculo só quis uma aventura me comendo, mas estou bem sentindo o de química me desejando.
E agradeço a todos e peço desculpas pela parte com o cachorro, talvez vocês não esperassem por isso, mas eu quero me abrir.
Novamente obrigada,
Melzinha.
Delicioso!
Cecília, parabéns pelo conto, muito bem elaborado. Você fez que essa linda "Menina-Mulher" Melzinha. Se sentir Verdadeiramente amada. Sua escrita é perfeita. Merece, não só o meu, mas de todos os leitores. Bjos Marcelo Thadeu
Eu te entendo linda. Eu também tenho muitos complexos por ter seios grandes. Mas se ame, se valorize. Você é linda como é.
Não posso postar fotos da Melzinha pois ela não autorizou. Mas ela é lindinha, mais linda que uma boneca
Tenho que agradecer pela confiança em mim Melzinha. Você é uma pessoa linda, por fora e por dentro. Suas fotos que me enviou são lindas, queria ter até os cabelos iguais aos seus, abaixo da bunda. Você é linda
Conto delicioso.