Raíssa e Fernanda eram duas garotas que, apesar de sermos colegas de sala no fundamental desde a sexta série, tive o prazer de conhecer e me aproximar delas apenas no segundo ano do ensino médio. Minha surpresa em saber que as duas, ardilosas, eram lésbicas e estavam num relacionamento secreto, enquanto mantinham uma "máscara social" de meninas certinhas e recatadas. Mas ainda surpresa quando elas, sabendo que sou bissexual, vieram com um pedido um tanto inusitado, isso com nossa amizade já estabelecida. Estávamos já no terceiro ano, as vésperas de um acampamento que nossa turma organizaria com as professoras de geografia e biografia para melhor conhecimento da natureza, quando elas, durante uma conversa rotineira, me disseram o seguinte:
"Rol, Raissa e eu pensamos bem e viemos lhe pedir algo. Algo diferente" - Fernanda disse, enquanto segurava minhas mãos e me olhava fixadamente com seus olhos verdes. "Queremos convidar você para um ménage: nós duas e você!"
Meu olhar de surpresa era notável. Eu jamais achei que Ray e Nanda me viam como algo além de amigas. Confesso que achava - e ainda acho - ambas lindíssimas. Já cheguei a ver Nanda nua: ela tinha um corpo esbelto, mas tonificado e definido, além de seios fartos. Seus cabelos negros contrastavam com sua pele branca pálida. Porém, nada sexual ocorreu naquele dia: estávamos apenas nos trocando depois de sermos pegas numa brincadeira ridícula com uma bexiga cheia de tinta...
"Você é bem direta, né?" - respondi, com um tom de ironia. "Isso é sério ou você só está tentando me zoar?"
"É sério, Rol! Você é gostosa! Maravilhosa! E eu quero experimentar você, assim como a Ray. Nem preciso dizer nós duas ansiamos pela sua língua na minha buceta." - Fernanda afirmou.
"Anseiam?" - perguntei, com a boca aberta - impressionada com tamanha sinceridade. "Vocês são bem mais safadas do que eu pensava. Bom, com você pedindo com tanto jeitinho, é difícil dizer não."
"Então, você aceita?" - Nanda perguntou, um sorriso tomando conta do seu rostinho lindo.
"Claro que sim!" - respondi.
"Fantástico!" - Nanda me abraçou. "Vou combinar com a Ray direitinho e logo te passamos o dia para nosso espetáculo erótico!"
"Posso sugerir um dia e local?" - perguntei, com Nanda se soltando do abraço e me olhando nos olhos novamente.
"Te contei há menos de dez segundos e você já tem um plano?" - Nanda perguntou. "Você realmente pensa em tudo!"
"Claro que tenho!" - afirmei. "Não estamos as vésperas de acampar no bosque com as nossas mestras de biologia e geografia? Então, vamos dividir uma barraca e realizar nosso espetáculo lá dentro!"
Nanda me olhou, atônita. Manteve a boca semiaberta, mas sem resposta, por algum tempo até conseguir formular uma frase.
"Você é louca?" - ela disse. "Você quer fazer um ménage numa barraca num acampamento onde toda nossa sala, dois professores e até o vice-diretor estarão presentes? Você só pode ser louca!"
"Não vejo motivos para não fazermos lá!" - afirmei. "O perigo, a sensação de que seremos pegas, a adrenalina, só torna tudo mais quente. Já te contei sobre o ménage entre eu, a Keilany e o Lucas no ano passado ou de quando masturbei a Valéria na última fileira de bancos do ônibus durante nossa viagem a zona rural. Então, nós não fomos pegos!"
"Mas é mais complicado, Rol!" - afirmou. "Se tem uma coisa que eu não sei e não gosto é ficar quieta durante o sexo. Já fiz isso com a Ray lá em casa e na casa dela, quando o tesão estava incontrolável. Ela e eu tentamos de tudo: tapar a boca uma da outra com nossas mãos, morder a almofada e nos amordaçar com nossas calcinhas. Mas, eu prefiro gemer alto, sem restrições.
"Gemer alto é bom. Bom demais. Porém, eu gosto ainda mais quando eu tenho que manter tudo baixo, mesmo transando de maneira tão prazerosa. Deixa tudo mais quente. Gozo muito mais assim do que quando posso transar gemendo alto!" - afirmei.
Nanda pensou por um instante, seu olhar de dúvida e receio. Mas, consegui convencer ela.
"Tudo bem. Tudo bem. Porém, eu ainda tenho que resolver com a Raissa." - Nanda disse. "Vou tentar convencer ela a aceitar caso ela não queira."
Nem preciso dizer que Raissa aceitou. Nanda me mandou uma mensagem no WhatsApp no mesmo dia confirmando que a "namorada" concordou.
Tendo se passado duas semanas, nós duas então fomos para o acampamento. Logo nos certificamos de que iríamos dividir a mesma barraca, mas não deu certo. Tive que me contentar em dividir com um colega que, ao que parece, tinha medo de conversar com mulheres. Ele quis trocar, o que eu concordei e incentivei, mas todos já estavam satisfeitos com suas companhias. Sem trocas. Uma pena...
Mas, nada que não tirasse nosso ímpeto. Conforme íamos visitando e andando pela mata, Raissa, que estava na mesma equipe que eu, com Nanda estando em outra lá na nossa vanguarda, me entregou um bilhete.
"Pronta para hoje, gata? Caso esteja, vá para nossa barraca às 23:00. Não se atrase"
Olhei aquele bilhete com um olhar safado e mordendo os lábios. Meus olhos encontraram o dela na distância, e pisquei - no que ela retribuiu. Eu mal podia esperar.
O dia passou e a noite caiu. Meu colega colocou seu saco de dormir o mais distante possível de mim e mal me dirigia a palavra - o que deixava tudo mais fácil. Quando ele dormiu, eu me levantei. Abri o zíper da barraca e sai. Tudo no mais silêncio possível para não acordar e nem chamar a atenção de ninguém.
Fui em direção à barraca de Raissa e Fernanda, que ficava duas barracas de distância da minha. Assobiei, com elas assobiando duas vezes em resposta. Era o sinal. Eu adentrei e me deparei com uma cena esplêndida:
Raissa e Fernanda já me aguardavam, despidas. Foi a primeira vez que vi Ray em seu estado natural. Seu corpo era incrivelmente definido, com seus seios, em adição ao seu cabelo cacheado solto, saltava aos olhos. Sua pele, com um tom levantino - vindo de sua descendência síria. A penumbra do local dava contornos ainda mais eróticos.
"Por que ainda está com roupa, Rol?" - Nanda me disse.
"Vamos resolver esse problema agora!" - Raissa disse, se aproximando de mim.
Nossos lábios se envolveram num beijo suave, doce, mas molhado. Ao mesmo tempo, ela começou a me despir. Senti Nanda pressionar seios seios por trás, ajudando a tirar meu sutiã. Raissa então desgrudou sua boca da minha, me fez esticar as pernas e tirou tanto meus shorts quanto minha calcinha, me deixando nua. Nanda, ainda atrás de mim, virou minha cabeça e me envolveu num beijo molhado, ainda que doce e carinhoso.
"Vamos começar com a Nanda sendo chupada por você, Rol! Eu fico atrás dela! " - Raissa disse, enquanto Nanda ainda me beijava.
Nanda desgrudou a boca da minha. Depois, ela deitou-se de frente, abrindo as pernas e expondo sua buceta depilada e se lábios rosados. Raissa posicionou-se atrás de Nanda, pressionando seu corpo nu sobre o dela. Ela então envolveu seus braços e entrelaçou suas pernas sobre Nanda, prendendo-a num abraço. Elas se beijaram, com Nanda, sua boca ainda presa com a de Ray, indicando para minha pessoa se aproximar usando o dedo indicador da mão direita. Eu não perdi tempo. Logo minha cara já estava no meio das pernas de Nanda e minha língua já trabalhava em sua buceta. Nanda gemeu abafado na boca de Raíssa. As duas ficaram se beijando até ficarem sem fôlego. Quando as bocas se desgrudaram, Fernanda mordia os lábios para evitar gemer.
Porém, era notável que Nanda não conseguiria aguentar minha língua em sua buceta sem gemer alto. Logo, Raissa apressou-se: posicionou sua mão direita, que estava acariciando a jugular e queixo de Nanda, sobre a boca da sua "namorada", abafando os gemidos de prazer e evitando que chamassem atenção.
"Shhh! Bem quietinha!" - Raissa sussurrou no ouvido de Nanda, que já tinha os olhos fechados. "Essa língua vai te chupar inteirinha, mas deixe esse prazer só entre nós! Só aqui! Shhh"
Nesse momento, eu intensifiquei meus movimentos com a boca e a língua. Também passei a penetrar meus dedos na intimidade de Nanda, buscando aumentar o prazer ainda mais. Nanda nada podia fazer para demonstrar seu prazer se não gemer abafado por baixo da mão de Raíssa, que mordiscava a orelha de Nanda, além de lamber e beijar seu pescoço.
"V..vou...Go..zar" - Nanda disse, baixinho, nada mais do que um murmúrio, com sua boca ainda por baixo da mão firme de Raissa - ao menos foi o que eu entendi.
E como ela gozou. Senti seu gosto encharcar minha boca e língua, me lambuzando inteira. Seu corpo arqueou, juntamente com sua cabeça para trás. Seus olhos fechados, seus gemidos abafados pela mão de Raissa - não saindo mais do que murmúrios impronunciáveis. A coitada desfaleceu nos braços de Raissa, que retirou sua mão da boca da Nanda e a abraçou. Eu levantei a cabeça e divido o gosto de Nanda com ela própria e com Raissa num beijo triplo. Assim que as bocas desgrudaram:
"Nunca tinha gozado assim antes!" - afirmou Nanda, ofegante.
"E só começamos!" - Raissa disse.
Nós três rimos baixinho e nos envolvemos novamente num beijo triplo. Depois, era minha vez: eu iria segurar Raissa enquanto Nanda chupava sua buceta. O que aconteceu foi o mesmo que descrito anteriormente: posicionei-me atrás de Raissa, pressionando meu corpo nu sobre o dela e entrelaçando pernas e mãos sobre seus quadris e ombros - nos deixando bem grudadas. Raissa abriu as pernas e Nanda começou a chupar a buceta dela. No entanto, Raissa pareceu muito mais resiliente em abafar os gemidos por conta própria - apesar de minha ajuda com beijos longos e molhados, ao mesmo tempo que beijava, mordiscava e lambia suas orelhas, pescoço e bochecha. Se faz desnecessário dizer que também proferi safadezas no ouvido dela...
Eu apenas tive que intervir no momento que ela gozou. Foi tão forte que senti o corpo dela, firmemente grudado com o meu, se arrepiar e arquear. Ela abriu a boca para gemer, mas minha mão a impediu de gritar. Um grito de prazer que teria feito Dado Monteiro (dublador do Broly do Dragon Ball) ser demitido e colocarem a Raíssa no lugar. Ela, depois de cair sobre mim, se acalmou e tirei minha mão sobre sua boca. Então, nós três dividimos o gosto doce dela com um beijo triplo.
Agora era minha vez: sentei-me, me apoiando nos seios e no corpo nu de Nanda por trás de mim. Nanda entrelaçou seus braços e pernas sobre mim, me envolvendo num abraço - assim como Raíssa tinha feito com ela, e ela fizera com Raíssa. Esta última então começou a me chupar, assim que eu abri as pernas. Que língua deliciosa ela tinha - e ainda tem. Ela fazia movimentos, chupando e beijando, que me deixavam louca. Não consegui conter os gemidos, mas Nanda adotou um método diferente de me calar: ela me amordaçou com minha própria calcinha, ainda que tomando cuidado para eu não engasgar ou sufocar, enquanto deixava sua mão por cima para manter a calcinha no lugar.
Então, eu gozei. E gozei forte! Senti meu corpo tremer, se arrepiar e arquear. Mordi tão forte a minha calcinha dentro da minha boca que não sei como não rasgou. Nanda então tirou a calcinha e me beijou. Raissa levantou a cabeça, sua boca lambuzada com meu gozo, e se juntou ao beijo - me fazendo também sentir meu gosto.
Na última vez, Nanda teve sua chance de me chupar. Tudo ocorreu da mesma forma, com só uma coisa diferente. Raíssa estava com a mão sobre minha boca para me manter quieta enquanto Nanda me chupava, porém, ela decidiu se afastar um pouco de mim e me posicionou deitada, com sua mão ainda sobre minha boca e sempre sussurrando "Shhh". Então, ela sentou sobre minha cara, trocando sua mão pela própria buceta para abafar meus gemidos. Confesso que nunca tinha pensado em tal jeito de manter alguém quieto durante o sexo...
Então, eu gozei. Gritei abafado na buceta de Raissa, que também gozou com meus estímulos bocais. Esta última também abafou os gemidos, apesar de eu não saber como - eu estava ocupada deitada com minha cara por baixo da buceta dela e não tive como ver.
Nós nos envolvemos em mais um beijo triplo. Então, nós três desfalecemos nos braços uma da outra. Nuas, suadas e entrelaçadas, caímos no sono. Eu acordei no meio da noite, me desprendendo do abraço de Nanda, e me despedi das duas com um beijo na testa. Voltei para minha barraca em silêncio, encontrando meu colega que estava acordado.
Adorei, continua!
Parabéns, conto muito excitante!