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Caro leitor, se você não leu meus contos anteriores, saiba que este será a continuação, a última parte de um caso que mantive com meu amigo Diego, um cara pardo que trabalhava comigo... mas resumindo:
Diego é era um cara boa pinta (na faixa dos 1,70, com barriga de cerveja, peitoral mais largo com um tufo de pêlos, braços fortes, uma bunda redonda e um pau de uns 16 ou 17cm), casado com Luana, uma linda mulher (clara, 1,60mt, quadril largo, bunda e peitos enormes).
O que começou com uma brotheragem inesperada, culminou numa transa a três, com direito a beijo triplo, um ménage masculino com bi e a dominação de Luana, que na inversão de papéis, usou um consolo e meteu, juntamente comigo, no rabo do meu amigo, numa DP que claramente, somente Luana apreciou .
Depois da putaria feita na casa do casal, ocorrida em 15 de dezembro de 2018, não queria mais saber de Diego, muito menos da doida da Luana. Os culpava por tudo. Mas, na verdade, eu estava mal era comigo mesmo.
Era mais fácil culpá-los.
Eu achava que tinha convicção da minha heterossexualidade, mas havia beijado outro cara, punhetado outro cara, mamado, tive meu rabo chupado e deixei que cravassem o dedo em mim... e no auge da minha recusa, foi na figura deles que descontei minha indignação e raiva.
Bem, Luana eu nunca mais vi, já que não pisei mais em sua casa. Agora, quem realmente sofria com meus atos era Diego. Eu o evitava a todo custo: parei de lhe oferecer as habituais caronas (aquelas que sempre terminavam com ele me mamando), mal falava com ele no trabalho e saia de perto dele sempre que possível.
Sim, eu fui um escroto. Eu fiz o que fiz na sua casa, na sua boca, na sua cama e depois, por remorso e negação, eu o joguei fora. Usei e abusei, e quando não quis mais, fiz de conta que nem o conhecia, descartando no lixo nossa parceria, nossa amizade.
Diego vivia triste, cabisbaixo e as pessoas do trabalho perceberam nosso afastamento, mas nunca deixava que tocassem no assunto comigo.
Hoje, 6 anos depois, percebo que Diego estava se apaixonando por mim... e, talvez, eu também estivesse sentindo algo a mais, mas não tinha cabeça pra amadurecer isso.
Mas voltemos...
Depois do que aconteceu na casa de Diego, evitei ele por uma semana no trabalho. As duas semanas da frente, eram férias coletivas então, nem pensei nele, pelo menos até na virada do dia 24 para o dia 25 dezembro, onde recebi uma mensagem de Diego em meu celular:
“Feliz Natal! Sei que as coisas ficaram estranhas entre a gente, mas você sempre foi meu amigo, porra. Não se afasta de mim não, por favor”.
Caros leitores, não se deem ao trabalho de achar que eu fui menos escroto, mesmo sendo natal. Eu fui um bosta. Eu não respondi. Ao contrário, a mensagem me deu gatilho e entrei na bebida e na comida, duas compulsões que uso como válvula de escape quando não consigo encarar minhas questões.
Eu bebi tanto, mais tanto.... tanto que transei com a noiva do meu primo e quase não lembro de como essa rapidinha aconteceu... mas sei que descontei em sua buceta a raiva que sentia de Diego e, principalmente, de mim.
Por sorte, acho que ninguém ficou sabendo disso. Por sorte, ninguém ficou sabendo que para esquecer um erro, cometi outro. Detalhe, nunca tinha olhado pra noiva do meu primo com segundas intenções e confesso que mais uma vez fui um canalha e optei por fazer de conta que nada havia acontecido, jogando no álcool a culpa por, falsamente, não lembrar de nada .
No dia 05 de janeiro de 2019, era confraternização da empresa, pra celebrar o ano que passou e animar o pessoal para o retorno ao trabalho, que aconteceria em dois dias.
Há meses eu estava responsável por chegar mais cedo, preparar aquele local onde sempre fazíamos as festinhas da empresa e ir organizando a churrasqueira, antes do pessoal chegar. O combinado era eu pegar a chave da chácara com meu patrão e ir com Diego pra lá, já que estava acertado que ele me ajudaria com tudo.
Porém, por conta da situação que criei com Diego, acabei esquecendo da minha responsabilidade de pegar a chave antecipadamente. Já no dia do evento, liguei para meu chefe, que me disse que, por conta do clima esquisito, preferiu não me atrapalhar, pedindo para que Lucas, um auxiliar do estoque abrisse o local.
Diante de tal mancada, resolvi correr pra chácara pra ajudar no que fosse possível, já que inicialmente era eu quem faria tudo isso, conforme tinha me comprometido. Mas uma coisa era certa, eu não queria a ajuda de Diego então, não passei em sua casa, pra dar a corona que há meses estava combinada... aliás, torcia para que ele ficasse à pé e não fosse.
Cheguei no local e fui procurar Lucas. Achei estranho por estar tudo aberto, mas não escontrá-lo em lugar nenhum.
Andei pelo local, já com medo de um possível sequestro ou assalto kkk , mas ouvi um barulho vindo do fundo da chácara. Segui os ruídos, reconhecendo a voz de Lucas.
Lucas: - Toma sua vadia. Não era rola que você queria? Então toma, sua puta. Tinha certeza que você ia cair de novo na minha vara, você não consegue ficar sem pica, né? Pode falar, tinha outro macho te comendo, né? O que aconteceu? Teu outro macho te abandou e agora você quer voltar pro pai, né? Kkkk.
Cara, eu fiquei em choque.
Eu ouvia tudo aquilo sabendo que Lucas estava comendo alguém. As palavras eram claras e os sons das metidas também, assim como aquele gemido abafado que vinha da presa de Lucas.
Mas meu choque foi ainda maior quando vi Diego apoiado na parede, com o rabo empinado , levando a tora de Lucas.
Ah, antes que me esqueça, Lucas era um negro alto, na casa dos 28/29anos, com quase 1,90mt de altura, rato de academia , malhado tanto pelos exercícios quanto pelo trabalho pesado do estoque. Pode até parecer clichê, mas o cara tinha uma piroca descomunal. Nunca tinha visto algo parecido. O homem era um monstro, com aquela jeba de 22 ou 23cm grossa, veiuda , com uma cabeça em forma de ponta.
Não sei quanto tempo fiquei ali, parado na porta.
Não conseguia falar nada e nem sair dalí.
Participava como um voyeur daquele sexo forte, incrédulo de que Diego estava fazendo aquilo... incrédulo de que Diego estava aguentando aquele homem enorme. Incrédulo que o meu Diego estava fazendo aquilo e ali.
Acho que minha respiração ficou ofegante, pois Diego virou a cabeça em minha direção. Claro que ele tomou um susto, mas seu olhar mudou em instantes. Agora ele me olhava com ira, com raiva de tudo aquilo que fiz com ele. Pra se vingar, ele começou a cravar o rabo na piroca preta de Lucão. Ele passou a gemer pra me provocar. Falava que a rola do Lucas era uma delícia, que homem nenhum tinha feito aquilo com ele, que ele tinha a melhor piroca do mundo.
E eu, claro que me doí. Eu senti suas palavras me cortando o peito. Eu sabia que ele falava aquilo pra me provocar.
Quando ia sair dalí, Diego foi ligeiro: “Vai ficar apenas olhando ou vai vir aqui?”
Cara, o Lucas quase infartou kkk, mas Diego não deixou ele sair de dentro de si.
Diego: - Relaxa, Lucão. O Victor não vai contar nada pra ninguém. Continua metendo que esse aí não vai querer problema com ninguém, não é mesmo, amigão?
Eu não falei nada. Só sentia raiva. Raiva pelo o que estava vendo, raiva por nosso histórico e raiva por sentir que estava sendo ameaçado por Diego... senti que se eu fizesse ou falasse algo, ele falaria pra todos de mim, de nós.
O problema que Diego também estava com raiva de mim e pra provocar ele passou a mamar aquela rola monstruosa e a me encarar... e eu comecei a entrar num misto de raiva e tesão.
Diego mamava, lambia, se deleitava e me encarava a todo momento.
Já eu, fui ficando cada vez mais excitado e percebendo isso, Diego veio até mim.
Tentei sair, mas minhas pernas não obedeceram minha cabeça. Diego puxou meu shorts, descendo junto a minha cueca e num movimento rápido, começou a mamar.
E ali estava eu, novamente sendo mamado por Diego, enquanto alguém metia vara no seu rabo, só que agora era a baita piroca de Lucas, ao invés do consolo que, naquela ocasião, foi usado por Luana .
Lucão: - Caralho, eu vou gozar no teu rabo, irmão. Toma meu leite, sua vadia!
Diego: - Aí.
Lucão: - Sente meu leite te enchendo, putinha.
Diego: - Hummm.
Lucão: - Vai, Vitão, enche a garganta dessa puta de gala.
Sim, eu gozei. Fiz de Diego meu depósito de porra enquanto via Lucas tirando a pica melada do rabo do meu amigo. Pude ver, também, que devia ser grande a quantidade de porra gozada por Lucas, já que escorria do rabo de Diego, chegando a cair no chão.
Enquanto a pica de Lucas amolecia e caía entre suas pernas, a minha permanecia dura. Vendo isso, Diego veio até mim, sem pudor algum, e encaixou seu cú laceado no meu pau.
Agora era eu que comia aquele rabo empinado, enquanto Diego se apoiava na parede. Eu o comia sentido o quanto ele estava largo graças à tora de Lucas e sentia aquela porra quente dentro dele, o que , estranhamente, me dava muito tesão.
Lucas nos observava, massageando seu pau.
Mas, agora, era entre Diego e eu.
Aliás, eu disse que comia Diego mas, na verdade, era ele que me usava. Ele cravava seu rabo em minha rola com uma força descomunal. Tamanha era sua raiva ou vontade, que logo gozei de novo, dando espaço para que Diego se soltasse de mim, o que ele fez de imediato.
Ao sair, ele desceu para mamar minha rola.
Enquanto seu cú pingava, ele limpava minha rola.
Seu rosto estava lambuzado com as galas que saíram do meu pau... as galas dos dois caras que comeram ele.
Nessa situação, com um olhar sádico e raivoso, ele veio me beijar.
E eu o afastei.
Aos prantos, ele começou a gritar:
Diego: - Então, pra me comer eu sirvo, né? Mas pra mostrar um pingo de compaixão, não!
Victor: - Diego, cala a boca!
Diego: - Não manda em mim! Tem semanas que você tá me evitando e, agora, você aparece e me usa!
Victor: - Eu não queria nada disso, vocês que estavam aqui se pegando!
Diego: - E você podia ter ido em bora! Mas não quis. Você é um covarde, Victor. Um covarde que só usa as pessoas!
Lucão: - Gente, pelo amor de Deus, para com isso. Se chegar alguém, isso vai dar merda.
Diego: - Some daqui, Lucas. Isso agora é entre eu e ele.
Victor: - Eu vou embora. Essa festa pra mim já deu.
Diego: - Vai, foge mesmo! É isso que você faz de melhor!
Amigo leito, eu não me orgulho nada disso. Mas na época, não era a pessoa que hoje sou.
É , amigo, eu fui pra cima de Diego.
Eu queria atacá-lo, machucá-lo, devolver todo o mal que achava que ele tinha feito pra mim.
Quando fui agredi-lo, Lucas me segurou pelo braço, mas Diego, no reflexo, na defesa e no ápice de sua raiva me atacou.
Foi uma pancada tão bem dada que eu fiquei tonto e meu nariz sangrou.
Ok, eu merecia aquilo.
Em choque, fui embora. Tendo, como última imagem, a cena de Diego caindo no chão aos prantos e Lucas atordoado, sem saber o que fazer e a quem acudir.
Coitado do Lucão... foi uma vítima do acaso, caindo de paraquedas na hora errada, no lugar errado, numa situação totalmente cabulosa.
Na segunda, voltei , envergonhado e receoso, pro trabalho após as férias coletivas de final de ano. Queria evitar os envolvidos naquele caso.
Dei falta de Diego. Lucão me viu e ficou apreensivo, mas deixamos as coisas fluírem naturalmente, como se nada tivesse acontecido.
Lá pra quinta-feira, o remorso e curiosidade bateram forte e fui sondar com Lucão sobre onde Diego estava, já que não o via desde a nossa briga.
Descobri que ele não trabalhava mais lá. Diego tinha pedido demissão no último dia útil do ano e naquele fatídico churrasco, a turma se despediu dele, agradecendo os anos de casa.
E eu? Eu fui covarde e nunca mais o vi. Nunca mais o procurei. Quando tiver vontade de procurá-lo, não o localizei. Já havia se passado 6 meses desde tal confraternização.
Nas redes sociais, ele me bloqueou. Seu número, pelo visto havia mudado. Pedi ajuda de Lucão e consegui o novo contato de Diego, confesso que senti um misto de ciúmes e raiva por saber que eles ainda conversavam.
Liguei.
Diego: - Alô.
Victor: - Diego? Diego, me desculpa, cara.
Diego: - Oi? Quem tá falando?
Victor: - Cara, me perdoa. Eu não queria te machucar, eu não queria sentir raiva. Desculpa, mas eu não soube lidar com tudo.
Diego: - Victor?
Victor: - Claro, que sou eu, porra!
Diego: - Cara,esquece. Já foi.
Victor: - Desculpa.
Diego: - Olha, presta atenção: hoje eu entendo que você não lidou bem com a situação. Alías, eu também tenho que te pedir desculpas, mas sério, já foi. Eu sei que misturei as coisas e eu sei que te amei. Te amei de verdade. Mas acabou.
Victor: - Diego...
Diego: - Não fala nada! Segue tua vida e vai na paz, porque nós dois erramos. Fica com Deus e não me liga nunca mais.
Diego desligou na minha cara.
Eu fiquei em prantos.
O remorso me pegou pega de uma forma horrorosa.
A culpa me consumia, tanto quanto a tristeza por não aceitar viver tudo aquilo que tive a chance de poder sentir.
Agora eu sabia que sentia mais que amizade por Diego...sabia disso justamente no momento em que não podia mais nada sentir.
Algum tempo depois, fiquei sabendo por boatos, que Diego se divorciou de Luana porém, sua alegria e livramento foi curto, já que ele acabou falecendo uns 8 meses depois de nossa última conversa via telefone, em um grave acidente de carro.