Meu sogro descobriu minha fake. E me fez mamar!



Meu nome é Natan, tenho 32 anos, 1,72 de altura, branco, magro... e dono de uma bundinha redonda que sempre chama atenção. Mas vamos ao que interessa.

Sempre fui bom de papo — comunicativo, desenrolado, daqueles que puxam assunto com qualquer um e conseguem extrair o que querem numa conversa. Por volta dos meus 20 anos, descobri o mundo dos “fakes”. Comprei um chip avulso, criei perfis falsos no Snapchat e WhatsApp usando fotos de uma gringa linda que encontrei online. Era praticamente um pack profissional.

Comecei a brincar com isso, “atacando” vários héteros conhecidos, só pelo prazer de conseguir nudes. E funcionava. Vi muita coisa que queria, bati muita punheta boa, e confesso: adorava o jogo.

Mas aí comecei a namorar o Lucas, e deixei essa vida de lado... por um tempo. Porque foi só conhecer o pai dele, o Marcelo, que tudo reacendeu dentro de mim — inclusive o desejo.

Lucas já tinha comentado que o pai era mulherengo, do tipo que dá em cima de qualquer rabo de saia sem pensar duas vezes. Ninguém tinha provas de traição, mas o histórico era suspeito. A lanterna acendeu na minha cabeça: “esse aí cairia fácil na minha fake.”

Reativei o perfil. Mandei mensagem como se fosse por engano, pedi desculpas, e joguei: — "Ainda bem que não mandei outra coisa, né?"
A isca estava lançada.

Marcelo mordeu na hora. Começou a puxar papo, elogiou, quis saber mais da tal “novinha”. Logo estava mandando nudes, e eu, do outro lado da tela, me deliciando com cada foto.
Mas não parei por aí. O jogo estava bom demais pra terminar tão rápido. Conversávamos quase todo dia, ele me contava onde estaria, mandava fotos do que estava vestindo, e até comentou que tiraria uns dias de folga no fim do mês.

Corta pra um dia em que eu estava na casa deles. Marcelo se ofereceu pra me dar carona até a estação. No caminho, falamos sobre festas de fim de ano, viagens, e soltei, quase sem pensar: — "Você vai aproveitar esses dias de folga agora no final do mês?"

Na hora não percebi a merda. Mas o silêncio dele foi o alerta.
— "Como você sabe que eu vou tirar folga?"
Engoli seco.
— "Uai, acho que o Lucas comentou..."
— "Não falei isso pra ninguém."
Ele parou o carro. Virou pra mim com uma cara séria.

— "Como você sabe disso? Fala a verdade."
Tentei desconversar.
— "Acho que ouvi em alguma conversa..."
— "Você conhece alguma Larissa?"

Pronto. A casa caiu.

Insistiu mais um pouco, até que confessou: não tinha contado pra ninguém da folga porque pretendia usar esses dias pra encontrar... Larissa. A fake. Eu.
Ele queria saber quem ela era, como eu a conhecia. Não adiantava mais mentir. Respirei fundo, olhei pra ele e soltei:
— "Sou eu. Fui eu quem criou a fake. Desculpa, Marcelo. Me empolguei, fiquei curioso... Não conta pro Lucas, por favor."

Ele bufou, passou a mão no rosto.
— "Você tem minhas fotos. Minhas conversas. Se isso vaza, eu me fodo mais que você."
— "Eu sei. Tô envergonhado. Pode me deixar aqui mesmo, vou embora. Juro que apago tudo..."

Ele me encarou de novo, agora com outro olhar. Mais intenso.
— "Não precisa apagar porra nenhuma. Vamos continuar conversando... Mas agora, você me deve uma."

Aquela frase foi o gatilho. Ele puxou o elástico da bermuda molinha que usava. A rola pulou pra fora com uma rapidez quase ensaiada. Grossa, já meio dura. Aquela mesma que eu já tinha visto dezenas de vezes por foto. Agora, ali, ao vivo.

Fiquei paralisado por um segundo. Ainda com medo, mas com a libido explodindo. Toquei nela, quente e pesada na mão. Comecei devagar, mas ele não queria cerimônia. Segurou minha cabeça com firmeza e puxou pra baixo.

Quando a glande encostou na minha língua, me entreguei por completo. Mamava com vontade, sentindo cada veia pulsar, ouvindo os gemidos baixos. Às vezes ele tirava da minha boca e esfregava na minha cara, me batia com ela, xingava: — "Filho da puta… agora vai aprender."
— "Vai ser minha novinha safada, entendeu, Larissinha?"

Cada palavra dele me deixava mais excitado. Comecei a gemer baixo enquanto sugava. Ele apertava minha nuca com mais força, me guiando num ritmo que só aumentava.
— "Tá gostando, é?"
— "Quer leitinho?"
— "Quero sim..." — respondi, entre um boquete e outro.

Poucos segundos depois, ele avisou: — "Tô gozando..."

Senti os jatos quentes escorrendo pela garganta. Um, dois, três, quatro... cinco. Engoli tudo. Não deixei escapar uma gota.

Quando terminei, me ajeitei no banco, ainda ofegante. Ele também se recompôs. Dirigimos em silêncio por alguns minutos, até que ele soltou uma risada curta.

— "Você é muito filho da puta. Mas foi esperto. Nunca pensei que minha ‘novinha’ era meu genro."

Rimos juntos. A tensão tinha virado cumplicidade. E aquela foi só a primeira brincadeira...


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rshephard

Nome do conto:
Meu sogro descobriu minha fake. E me fez mamar!

Codigo do conto:
232417

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/04/2025

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6

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