Marcelo, o sogro, tem uns 45 anos. Aproximadamente 1,75 de altura, não é magro nem gordo, mas tem aquela pancinha de cerveja charmosa. Pele morena, braço grosso cheio de veias (o que já me deixa maluco), e uma entrada no cabelo que tá anunciando a carequice — mas confesso que acho sexy.
Depois da mamada no carro, não falamos mais pelo WhatsApp da fake. Silêncio total. Mas eis que no mesmo fim de semana a família resolveu organizar um rolê num sítio, aproveitando o feriado prolongado. A ideia era sair quinta à noite e voltar só na segunda. E como eu moro longe (duas horas de viagem), geralmente preciso dormir na casa do meu boy, Lucas, e planejar bem cada ida e volta.
Dessa vez, como eu estaria de folga na quinta, combinaram de alguém me pegar no meio do caminho. Quem? O próprio Marcelo. Ele sairia mais cedo do trabalho e me buscaria no trajeto. Só fui saber disso em cima da hora — inocente que sou. ??
Chegando no ponto combinado, lá estava ele, no carro, como se nada tivesse acontecido. Entrei, demos aquele papo básico sobre o feriado, programação, trabalho… Natural. Parecia até que éramos apenas sogro e genro comuns. A viagem foi tranquila e chegamos no sítio bem cedo, por volta das 15h. Ainda faltavam horas até o resto da família chegar — coisa de 20h ou mais.
E é aí que o clima começou a esquentar...
Arrumamos algumas coisas na casa. Marcelo, todo à vontade, tirou a roupa e ficou só de cueca. Me perguntou se eu ia entrar na piscina. Disse que sim, antes que esfriasse. Quando tirei minha roupa, ele ficou me encarando, deu uma risadinha e soltou:
— "Às vezes fico lembrando como fui burro… você me enganou direitinho."
— "Nem lembrava mais disso," respondi, rindo.
— "Ah, eu lembrei sim. Fiquei pensando no perigo… Se alguém descobre. Imagina minhas fotos rodando por aí?"
— "Relaxa, Marcelo. Eu nunca mostrei pra ninguém. Nem apaguei porque gosto de lembrar de vez em quando."
— "Filho da puta!" — ele riu. — "Você já fez isso com mais gente?"
— "Sempre fiz… gosto da adrenalina. Já vi muita rola conhecida."
— "De alguém da minha família?"
— "Não… Só voltei a usar a fake por sua causa."
— "Porra! Vai comer a família inteira agora?" — e caiu na gargalhada.
Continuamos o papo enquanto colocávamos roupas de banho, como se fosse a coisa mais natural do mundo ver o outro pelado. Demos um mergulho rápido na piscina, mas a água estava gelada demais. Marcelo então sugeriu irmos pra sauna.
A sauna ainda estava esquentando, pouco vapor no início. Sentamos lado a lado e seguimos conversando, dando risada das nossas próprias putarias. Quando o vapor finalmente tomou conta do lugar e a visibilidade caiu, ouvi o barulho da sunga dele sendo jogada no chão.
— "Sauna de verdade é pelado," ele disse.
Aquela frase já acendeu meu tesão. O vapor, o corpo suado, a lembrança da rola que já tinha mamado… não resisti:
— "Larissinha tá aqui de novo, hein?"
— "Caralho… como você conseguiu aquelas fotos? Que novinha deliciosa."
— "Peguei na internet, mas confesso… sou mais eu."
— "Você é um puto. Fiquei louco querendo meter naquela menina. Quando descobri que não existia, fiquei puto de verdade."
— "Ué… talvez você não tenha comido a Larissinha. Mas pode comer quem tava por trás dela."
Silêncio.
Pensei que tinha passado do limite. Mas depois de alguns segundos, ele falou:
— "Agora tô de pau duro pensando nela… e a culpa é sua. Vai ter que dar um jeito de resolver isso."
— "Mas nem tô vendo nada com esse vapor todo..."
— "Não precisa ver. Só sentir."
E então ele se levantou. A rola veio na minha direção como se tivesse vida própria — dura, quente, latejando. Agachei sem pensar e comecei o serviço. Chupei com vontade, agora sem culpa, sem medo, sem pressa. Alisava suas bolas, lambia cada centímetro, segurava sua bunda com força. O vapor aumentava o calor do momento, o suor escorria junto com a saliva. A sauna virou cenário de pornô ao vivo.
Mas ele queria mais.
— "Quero meter agora," sussurrou.
Sentou-se, puxou-me com firmeza e pediu pra eu sentar direto na rola dele. Era grossa, devia ter uns 18 cm, e não tinha lubrificante por perto — mas o fogo era tanto que nem pensei. Fui com cuidado, sentindo ela me abrir aos poucos, até estar completamente encaixado. A sensação era indescritível. Aquela rola quente dentro de mim, o vapor da sauna, o cheiro de homem suado…
Me montava com vontade, como se fosse a última rola da minha vida. Ele me virou de quatro, depois me encostou na parede, e seguimos trocando posições enquanto gemíamos baixo, tentando conter os sons.
Quando ele avisou que ia gozar, ajoelhei à frente dele. Puxou meu cabelo pra trás, e jorrou tudo na minha cara — leite quente, espesso, me cobrindo como punição e presente. Depois esfregou a rola no meu rosto, rindo baixo.
— "Nunca pensei que ia comer meu genro numa sauna," disse, ofegante.
E voltamos ao mundo real.
Minutos depois, nos lavamos, nos vestimos… e quando a galera chegou, já estávamos sentados tomando cerveja, como se nada tivesse acontecido.
Mas naquele fim de semana, toda vez que ele me olhava... eu sabia. E ele também.
E no próximo conto…
Vou te contar o que rolou com o primo do meu namorado. Spoiler: ele é casado. E curioso.