Como já contei nos últimos contos, moro bem longe da casa do meu namorado — cerca de duas horas de viagem. Então, cada visita precisa ser planejada, principalmente quando tem alguma festa de família.
Dessa vez, o evento era um aniversário na sexta à noite, com a presença de toda a parentada. Como era um dia útil, cada um estaria em seus compromissos. Eu, trabalhando de home office, consegui carona até um ponto próximo da casa do meu namorado. O problema: ninguém estaria em casa pra me receber.
A solução? Lucas, meu namorado, sugeriu que eu fosse direto pra casa do primo dele, Guilherme, que morava no mesmo bairro e estaria de folga. Fiquei meio sem graça — a gente mal tinha intimidade. Mas aceitei, já que era a única opção.
Guilherme tem 23 anos, mas corpo de homem feito. Uns 1,86 de altura, coxas grossas, bunda empinada, peitoral largo, braço trincado, barba impecável. E uma cara de quem não faz ideia do tesão que provoca.
Cheguei por volta das 13h. Ele foi me buscar no ponto, meio tímido, do jeitinho interiorano: educado, mas reservado. Puxei papo sobre o calor, sobre a festa mais tarde... e sobre a gravidez da namorada dele, que já estava com 8 meses. Falou mais do bebê do que da mulher — e aquilo me chamou atenção.
Chegando na casa dele, ofereceu água, pediu que eu ficasse à vontade, disse pra tirar o tênis, usar o banheiro, o que quisesse. Mas eu ainda estava sem jeito, então fiquei sentado na cozinha, enquanto ele preparava algo pra comer.
Depois de um tempo, me chamou pro quarto, onde ia jogar videogame. Entrei, deixei a mochila no chão e me sentei na beirada da cama. Ele ficou mais ao centro, ligando o console.
Colocou um jogo de luta, e jogamos por um tempo. Conforme o jogo avançava, ele foi se soltando, rindo, comentando suas vitórias, se empolgando. A timidez começou a cair.
O calor estava forte. Ele, suando, soltou:
— "Mano, tá foda... me importaria se eu tirasse a camisa?"
— "Claro que não. Fica à vontade, você tá em casa."
Ele tirou, revelando um corpo de tirar o fôlego. Não era bombado, mas tinha aquela pegada forte, máscula. Peitoral largo, pelos no abdômen descendo até o cós da bermuda jeans — que visivelmente estava apertando. Ele tentava ajeitá-la o tempo todo, desconfortável.
— "Se quiser trocar ou até tirar, pode tirar, viu? Tá calor demais, dá pra ver que tá incomodando."
— "Sério? Porque tá ruim mesmo... Não vai achar estranho, não?"
— "De jeito nenhum. Relaxa."
E ele tirou. Ficou só de cueca boxer branca, que realçava ainda mais aquele volume. Eu, por mais que estivesse tentado, estava sendo sincero: queria que ele ficasse confortável.
— "Agora sim tá bem mais à vontade," comentei.
— "Pior que é mesmo," ele respondeu. "E você, não vai tirar também?"
— "Ah, já me acostumei com o calor, tô de boa..."
— "Que isso, cara. Tira aí também. Daqui a pouco a galera chega e a gente veste rapidinho, ninguém vai achar nada."
Cedi. Fiquei só de cueca também. Mas o medo da ereção me dominava. O clima começou a pesar, e eu resolvi arriscar umas indiretas.
— "E aí, nesses dias sozinho em casa... deve rolar umas visitas, né?"
— "Até que não. Fico com medo de alguém chegar. Fico mais na minha."
— "Tá dando bobeira, hein? Se fosse eu..."
— "Você e o Lucas devem quebrar o pau, né?"
— "Sempre que dá!" — respondi com um sorriso.
Ele deu risada. A conversa continuou, cada vez mais solta, até que mudamos de jogo. Colocou um de corrida, meio sem graça. Aí a malícia bateu.
— "Pensei aqui... Como você tá lidando com a gravidez da sua namorada? Oito meses sem sexo é tenso, hein..."
— "Nossa, nem me fala. Ela não quer saber de nada. Nem uma chupada rola mais. Fico só na mão mesmo."
— "Putz. Deve tá foda mesmo. Só pornô e punheta, né?"
— "É... fazer o quê?"
— "Ué... opção não falta. Você é bonitão, deve ter um rolão..."
— "E por que você acha isso?"
— "Ah, genética, né? Seu primo tem uma pica absurda."
Ele riu, sem graça. Mas ajeitou a almofada no colo, como quem quer esconder algo. E eu segui:
— "Apesar de você ser mais forte que ele, né? Dizem que os bombados têm pau pequeno..."
— "Tá doido? Nada a ver! Meus 18 cm tão firmes e fortes aqui."
Nesse momento, ele puxou a cueca e mostrou. Aquela rola linda, dura, latejando. E eu ali, de frente pra ela.
— "Ainda acha que é pequena?" — provocou, antes de esconder de novo.
O jogo virou. Literalmente.
Propus: quem perdesse, cumpria um desafio do outro. Ele topou. Na primeira, ganhei e pedi uma massagem. Ele fez, meio sem jeito. Na segunda, ele ganhou e pediu uma também — só que com vergonha. Entendi o recado e caprichei. ??
Na terceira rodada, venci e fui direto:
— "Quero ver sua rola de novo."
Ele levou um susto.
— "Tá doido?"
— "Trato é trato, ué."
Ele riu nervoso, mas mostrou. E dessa vez deixou à mostra. Aproveitei:
— "Posso encostar?"
Ele hesitou… e assentiu com a cabeça.
Toquei. A rola pulsou na minha mão. Comecei uma punheta lenta. Ele tremia, arrepiava, gemia. Guiou minha mão. Depois, com um toque firme na minha nuca, pediu com o olhar que eu mamasse.
Obedeci.
Chupei devagar, explorando, sentindo o gosto, o calor, a tensão. Ele revirava os olhos, murmurava palavrões, segurava minha cabeça. Mas em dado momento, parou:
— "Mano... esquece isso. Ninguém pode saber. Por favor."
— "Claro. É nosso. Só nosso."
— "É sério... Meu primo, minha namorada..."
— "Confia. Aqui é sigilo total."
Ele respirou fundo... e se entregou. Me puxou com força, me prensou no peito. Veio pra cima como um animal faminto. Voltou a me beijar, a me chupar, e perguntou baixinho:
— "Você deixaria eu te comer?"
— "Tô de quatro aqui, esperando."
Ele foi com tudo. Tenso no começo, mas depois... virou bicho. Me segurava pelo pescoço, me envolvia com os braços fortes, me prendia. Faltava ar, mas sobrava tesão. Ele metia fundo, gemendo, tremendo, perdendo o controle.
Foram mais de 40 minutos de tesão bruto. Várias posições, estocadas profundas, tapas, gemidos abafados.
Até que ele gozou dentro de mim, me apertando com tanta força que parecia que ia me quebrar. Urrou como um animal. E eu amei.
Tomamos banho, limpamos tudo, e ficamos prontos pra chegada da família. Ele, mais tímido que antes, com cara de quem ainda digeria o que rolou. Mas eu? Só pensava que ainda não tinha terminado com ele...