Este encontro ocorreu em janeiro de 2025, em Búzios. Estávamos um tempo sem sair com nenhuma amiga por conta de uma série de coisas que não vem ao caso. Porém, sempre lembramos das nossas aventuras e, quase sempre, pensamos em procurar uma companhia feminina, mas sem ir "à caça" como fazíamos tempos atrás. Em um certo final de tarde, em Búzios, enquanto curtíamos nossas férias, eu e minha esposa fomos a um barzinho bem discreto na beira da praia que estava rolando um show de rock. Fomos convidados por um casal de amigos que, assim como nós, tinham casa em Cabo Frio (cidade próxima a Búzios). Eles estavam com outros amigos e acabamos ficando em um canto mais discreto, próximo a um "chuveirão". Minha esposa bebeu alguns drinks e eu fiquei na água com gás, pois estava dirigindo. Já bem para o final de tarde, minha esposa volta do banheiro e arregala os olhos e dá um baita sorriso. Perguntei o que tinha ocorrido e ela me respondeu que recebeu um "flerte" de uma menina que estava no banheiro e que ela era muito bonita. Daí eu perguntei para ela: "Curtiu, foi? Está com segundas intenções, é? rsrsrs" Ela então me respondeu que era melhor deixar pra lá porque achava que não daria em nada. Continuamos a conversar e a lembrar do tempo que ficamos sem sair com alguém, quando ela me olha firme nos olhos e sinaliza para olhar para o lado. Quando olhei para o tal chuveirão, vi uma loira de olhos azuis muito bonita se banhando com seu pequeno biquíni de crochê. ela aparentava ter uns 30-32 anos, no máximo. Sua pele estava bem bronzeada de praia e dava para ver a "marquinha" branca que de forma "sacana" teimava em aparecer. Perguntei para minha esposa: "Foi essa daí, é?" E ela respondeu balançando a cabeça e dando um sorriso bem safado. Ficamos olhando um para o outro e o tesão surgiu na hora. Sabíamos que a chance de rolar algo seria quase zero, mas só essa "brincadeira" já nos excitava. Do nada, nossos amigos se aproximaram dizendo que estavam indo para outro local em Búzios. Falamos que ficaríamos mais um pouco por ali e depois iríamos retornar a Cabo Frio. Foi quando a esposa de nosso amigo nos perguntou se nos importaríamos de dar uma carona para uma amiga deles. Respondemos que não teria nenhum problema. Para a nossa surpresa, a tal amiga era a menina do chuveirão. Eles então nos apresentaram a Giovanna, que a chamavam de Gio ("Dio"), dizendo que ela poderia ir conosco de carona, daí ela não precisava ir até o outro barzinho para pegar carona com eles. A convidamos para se sentar conosco e puxamos conversa. No início ela estava um pouco séria e falava pouco. Sua voz um pouco rouca contrastava com sua feminilidade, ao mesmo tempo que trazia um ar de sensualidade. Olhei para minha esposa e seus olhos estavam vidrados na Gio e, em pouco tempo já estavam conversando como se fossem velhas amigas. Elas pediram mais alguns drinks e o papo foi transcorrendo... até que Gio foi ao banheiro e pude perguntar para minha gata o que tinha rolado no banheiro. Ela me disse que não havia sido "nada de mais", mas que a Gio havia dado um "oi" com um sorriso "diferente". aí eu disse: "Ah, então não foi uma cantaaaada..." Ela respondeu que "sim, foi uma cantada". Meu pau acabou ficando duro na hora! Perguntei se ela animaria de convidar a Gio para sair dali. Ela respondeu que dependeria "dela estar com vontade". Então eu disse: "vamos deixar as coisas rolarem...". Gio retornou e logo perguntamos se ela namorava. Ela respondeu que era algo complicado, pois não saberia responder. Isso nos deixou com mais dúvida e insistimos. Ela então nos confidenciou que era lésbica, que havia terminado com sua namorada logo após o Réveillon e estava tirando férias em Cabo Frio para "colocar a cabeça no lugar". Nessa hora pensei comigo: "Já era: não curte casais, está deprê e pensando na ex..." Mas continuamos o papo e procuramos não falar do seu relacionamento que havia terminado. As meninas pediram uma caipirinha. Nessa hora eu fiquei preocupado, achei que poderia ser exagero, mas ambas estavam de boa. O bar começou a ficar vazio e o canto que estávamos ficou ainda mais reservado. O papo começou a fluir mais à vontade. Descobrimos que ela não era amiga próxima do nosso casal de amigos, havia sido apresentada por outros amigos justamente para pegar a tal carona e veio parar em nossa mesa por acaso. Ficamos mais à vontade para conversar sobre nossas intimidades... Quando ela nos perguntou sobre o tempo que estávamos juntos, ficou surpresa pela resposta. E perguntou qual o segredo para o "sucesso". Minha esposa riu e respondeu: "namorar, namorar, namorar..." e eu completei: "... e trair juntos! kkkkk" eu e minha esposa rimos juntos e Gio arregalou os olhos perguntando um "Como assim???" foi a brecha que encontramos para dizer que curtimos sair com outras meninas... Na hora vimos que ela se fechou um pouco, meio que sentindo que poderia ser a "presa" da vez. Mas procuramos mostrar como que a gente fazia, que era sempre algo que os três topassem e que todos tinham seus limites e seus desejos. Nossas amigas nunca foram "nossos banquetes", elas sempre formaram uma "trinca" conosco, onde todos se divertiam. Aproveitei para contar algumas de nossas experiências (sem detalhes, claro) e que no início eu não me envolvia com a outra menina. Ela se demonstrou mais interessada e minha esposa se aprofundou um pouco mais. Percebi que Giovanna olhou firme para os olhos da minha gata e sorriu bem sorrateiramente, que devolveu da mesma forma. Aproveitei para levantar dizendo que pagaria a conta, pois o bar já estava fechando, e saí dali. Retornei e vi que as duas já estavam conversando mais próximas e falando mais baixo. Minha esposa olhou para mim e disse: "Vamos?" Quando chegamos no carro (o estacionamento já estava completamente vazio), minha esposa foi para o banco de trás. Gio então perguntou: "Ué? eu vou na frente? Não! Não!" Minha esposa olhou pra ela e disse de dentro do carro: "Vem aqui comigo..." Gio respondeu rindo (meio envergonhada) e me olhando: "Como assim?" Retruquei :"Vai lá, Gio!" e fui entrando no carro. Nosso carro tem filme nos vidros e à noite não dá para ver nada de fora para dentro. Liguei o carro e vi as duas se olhando e sorrindo. Gio estava um pouco envergonhada, talvez pela minha presença ou por estar fazendo algo diferente (sair com uma mulher na frente de seu marido). Fui saindo com o carro e, pelo retrovisor, vi minha esposa partindo pra cima de nossa nova amiga. Elas se beijaram ardentemente, puxando uma para junto da outra. Suas mãos percorriam todo o corpo da outra aos estalos dos beijos que ecoavam pelo carro. Segui bem devagar para garantir o máximo de tempo para elas. Desliguei a música do carro, que tocava baixo, para poder "participar" ouvindo as duas. Parei o carro em um local seguro e discreto para que elas pudessem se curtir mais à vontade. Uma estava masturbando a outra, eu podia ouvir o som que vinha de suas bucetinhas encharcadas e seus suspiros fora de ritmo. Quando por um instante o silêncio surgiu. Era a minha esposa descendo para chupar a bucetinha de nossa amiga. Ajeitei o retrovisor e fiquei olhando com a ajuda da luz de um poste que estava relativamente perto. Minha esposa puxou o biquíni par o lado e o contraste da pele bronzeada com aquela marca branquinha fazia transparecer aquela xoxota linda. Minha esposa caiu de boca lambendo tudinho ao mesmo tempo que esfregava o clitóris, arrancando gemidos e sussurros de nossa amiga. Fiquei vidrado naquela cena e nem percebi que enquanto era chupada, Gio estava me encarando. Quando olhei para ela, vi que ela estava me encarando e fazendo uma cara de muito safada, enquanto bufava de prazer. Ela então segurou os cabelos de minha esposa e pediu: "Me come! Vai, me come gostoso!" Minha esposa foi enfiando os dedos em sua bucetinha e começou a socar três dedos com bastante vontade. Gio se transformou em uma verdadeira puta. Passou a falar mais alto: "Me come, vai! Me come!" E não tirava os olhos de mim. quando mandou um: "Tá gostando safado? Tá gostando de ver sua mulherzinha me comer gostoso?" Respondi que sim. e pedi para minha esposa: "Come ela, meu amor! Come com vontade!" Minha esposa começou a socar ainda mais forte quando Gio soltou um grito de gozo ao mesmo tempo que ela mesma tapava sua própria boca. Gio puxou os dedos de minha esposa de dentro de sua buceta pedindo para ela parar... Havia gozado muito! Liguei o carro novamente e sugeri sairmos dali para um Motel que não estava muito longe. Giovanna respondeu: Tsc, tsc, tsc, tsc, tsc... Eu não vou dar pra você! rsrsrs" Minha esposa respondeu: "Não, na verdade eu quero que ele me coma!" "Eu que vou te comer!" Gio falou, pulando pra cima da minha esposa. Emendei: "Podem continuar, meninas!" Eu não queria que a coisa esfriasse, por mais que eu quisesse participar da festa. Dirigindo, não pude ver o momento em que Gio tirou a parte de baixo do biquíni de minha esposa, dobrou suas pernas e caiu de boca naquela xoxota cheirosa e gostosa. Mas podia ouvir o som de seus lábios se encontrando com os lábios vaginais trocando fluidos. Dirigi por mais um pouco e achei outro lugar um pouco mais escuro (também seguro e discreto, onde podia se ver quem chagava de longe). Acendi a luz da parte de trás do carro e vi a expressão de prazer no rosto de minha amada, que passou a me olhar nos olhos. Aquilo me deixou maluco de tesão. Arranquei o pau para fora e falei enquanto iniciava uma punheta: "Come minha esposa, come, Gio! Como com gosto! Olha como ela está querendo ser fodida!" Giovanna começou a colocar os dedos dentro de sua bucetinha e olhou para ela dizendo: "Quer que eu te coma, quer? Quer safada?" Minha esposa só conseguiu balançar a cabeça concordando enquanto Gio a penetrava com os dedos. O ritmo das socadas dos dedos estavam simétricos com os da minha punheta. Ela socava no fundo da buceta da minha gata e eu me punhetava olhando para minha esposa, que nessa altura já não conseguia abrir os olhos de tesão. Não demorou muito para ela começar a gozar? "AH! AH! AH! Eu vou gozar! Ah! AH! AAAAHHHH!!!!" Ao ver e ouvir isso gozei quase que simultaneamente: UH! RUURRR!! RUUURRR!!!" Joguei porra sabe-se lá onde dentro do carro. Por um tempo o silêncio imperou dentro do carro. Só foi interrompido pela minha brincadeira: "Vocês realmente não animam de irmos para o motel? kkkkk" Todos riram ao mesmo tempo. Estávamos todos exaustos. Mas confesso que havia um pouco de verdade naquela minha proposta, mas eu já sabia qual seria a resposta. elas haviam bebido um pouquinho a mais da conta. Levamos nossa amiga até onde estava hospedada, nos despedimos e fomos para a nossa casa. Chegamos e formos direto para o nosso quarto tomar banho. Nos beijamos ardentemente e logo meu pau estava dentro de sua bucetinha toda melada. Ela colocou as mãos na porta do banheiro e eu a comi com toda a força, lembrando de tudo que tinha rolado no carro. Nessa hora ela falou comigo: "Gostou de ver sua mulherzinha fodendo gostoso nossa amiguinha, foi?" As estocadas passaram a ser ainda mais fortes e acabei gozando deliciosamente dentro de sua bucetinha. Depois do banho só tivemos força para chegar até a cama e dormir. Não chegamos a trocar contato com a Giovanna. Quem sabe algum dia o destino não nos coloca no mesmo caminho?
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.