Lucas estava em casa com Maísa, sua esposa, uma mulher de corpo pequeno, mas voluptuoso, pele alva e uma atitude sempre provocante. A noite estava quente, e os dois se entregavam ao prazer sem pressa. O corpo dela se encaixava perfeitamente ao dele, os gemidos preenchiam o ambiente, até que o celular tocou.
Lucas pegou o aparelho, sem interromper os movimentos, e viu que era Alexandre, um de seus amigos mais próximos. Com um sorriso malicioso, atendeu a ligação.
— Fala, Negão… o que manda? — disse Lucas, ainda segurando Maísa pela cintura.
A voz do outro lado da linha era carregada de diversão e segundas intenções.
— E aí, mano! Seguinte, tô aqui com Rubão, Nardão, Zulu e Reginaldo. A gente queria saber se pode contar com a Maísa hoje pra uma festinha com sexo… uma daquelas surubas…
Lucas sentiu o corpo estremecer. Ele adorava aquilo, adorava ver Maísa ser desejada, adorava saber que outros homens a fodiam e depois ouvir cada detalhe.
Ele puxou Maísa pelos cabelos e sussurrou no ouvido dela.
— O que acha, minha safada? Está pronta pra dar um show hoje?
Maísa, ofegante, com os olhos brilhando de tesão e excitação, mordeu o lábio e aceitou.
— Quero me arrumar pra eles, quero que me vejam gostosa pra caralho…
Lucas se afastou, apreciando a visão de sua mulher rebolando até o guarda-roupa. Ela escolheu uma sainha preta rodada, curtinha, perfeita para dançar lambada e mostrar mais do que deveria. Completou o visual com um top preto justo e botas altas, um verdadeiro convite ao pecado.
Ela se vestiu devagar, sabendo que Lucas adorava assistir. Ele sentou-se na cama, batendo uma punheta enquanto Maísa passava batom vermelho e ajeitava os cabelos, pronta para ser a puta da festa.
Antes de sair, Lucas segurou seu rosto.
— Quero que faça tudo. Tudo o que eles quiserem. Quero vídeos, fotos… quero detalhes quando voltar.
Maísa sorriu, deu um beijo nele e saiu rebolando. Tá bom meu CORNO!!! vou fazer de tudo -- Disse Maisa. A noite apenas começava, e Lucas sabia que teria muito o que aproveitar depois. Chegando na casa do Reginaldo, ela foi recebida com muita festa. Os homens já estavam meio bêbados e imediatamente começaram a elogiá-la, apreciando seu corpo e a roupinha provocante. Sorrisos maliciosos se espalharam enquanto os machos se aproximavam, encoxando e passando a mão na buceta de Maísa e começando as primeiras provocações, com mãos atrevidas e sussurros picantes ao pé do ouvido. Ela estava no centro da atenção, exatamente como gostava, pronta para uma noite inesquecível. Reginaldo, com um sorriso cheio de intenções, puxou Maísa pela mão.
— Primeiro, quero experimentar essa delícia sozinho — disse ele, deixando os amigos bebendo na sala que iam fazer uma suruba com ela depois.
Maísa sentiu o corpo arrepiar enquanto era conduzida até os fundos da casa, um espaço mais reservado, onde a excitação só crescia. Reginaldo a encostou contra a parede, segurando sua cintura com firmeza, e sem perder tempo, meteu seu cacetão duro e grosso na bucetinha da Maisa deixando-a toda lambuzada e arrombada. E continuou a explorar cada centímetro dela. Os gemidos dela se misturavam ao som distante da música e das risadas vindas da sala, enquanto seu corpo respondia as putarias decidido de Reginaldo. A noite estava apenas começando, e Maísa sabia que cada instante de safadeza seria inesquecível.
Depois de foder muito com ele e se entregar por completo a Reginaldo, Maísa foi conduzida de volta à sala, onde os outros a aguardavam ansiosos para meter na Maisa. Os olhares famintos sobre seu corpo a fizeram sentir um tesão intenso percorrendo suas entranhas. Rubão a puxou para mais perto,, sentou ela no seu colo enquanto Nardão deslizava as mãos explorando sua xaninha enfim cada curva sua. Alexandre sorria satisfeito ao vê-la entregue, parecendo uma cadela no cio sabendo que aquela noite seria marcada por muita suruba e momentos inesquecíveis.
Maísa, sem hesitar, se colocou no centro da atenção, deixando que cada um aproveitasse sua presença e metessem muito nela. Ela sabia que Lucas seu corninho manso esperava ansioso pelos detalhes, pelos vídeos e fotos da putaria, e isso apenas aumentava seu prazer em saber que tinham feito sua mulher uma verdadeira quenga, putona de vários machos. Aquela noite seria um espetáculo que ela faria questão de narrar nos mínimos detalhes ao seu marido Lucas. Alexandre a puxou para o centro da roda, e os homens se aproximaram, prontos para fodê-la por completo. Os machos pegaram a Maisa colocaram-na de joelhos e cada deu o pau para ela chupar, o tarados batiam seus cacetões na cara dela e chamavam de puta piranha vadia chifadeira, puta safada de corno manso --- Agora nós vamos deixar Você toda lambuzada de gala para o seu marido Lucas lamber tudo. Então Alexandre deitou no sofá e fez Maisa sentar no pauzão dele, veio o Rubão por trás e carcou no cu dela e ela soltando um grito de tesão, após isso Nardão deu o pau pra ela chupar e Maisa punhetando o Reginaldo e o Vardinho. Foram se revezando e após quase uma hora não aguentando mais uns gozaram nos seus peitões e outros na sua cara, no cu e na buceta -- Vai embora agora sua PUTA e não vai se limpar, chega lá e faça seu marido Lucas corno limpar tudo com a lingua, filme tudo e fotografe e manda pra nós no Zap -- Disse Alexandre. Maísa se sentia a mais puta de todas, poderosa, desejada, exatamente como seu marido gostava. Ela incentivava cada um deles, provocando e se entregando ao prazer da situação. A música, as risadas e o desejo no ar tornavam aquele momento ainda mais intenso. Sabia que Lucas esperava ansioso pelos detalhes, e fazia questão de proporcionar um espetáculo inesquecível, deixando-se levar pelo prazer e pela excitação de ser o centro das putarias naquela noite especial. Já de madrugada, Maísa chegou em casa com os cabelos bagunçados, o corpo ainda vibrando de tanta adrenalina e toda lambuzada de porra os olhos brilhando de excitação e tesão. A maquiagem bastante borrada, o perfume misturado a outros aromas de machos tesudos, ela mal conseguiu abrir a porta antes de ser recebida por Lucas corninho manso.
Ele a olhou de cima a baixo, fascinado com muito tesão da sua mulher ter sido putona de vários machos. Ela estava um caos sensual, exalando cheiro de esperma, luxúria e satisfação. Cambaleante, com um sorriso malicioso no rosto, ela se jogou nos braços do corno Lucas, colando o corpo ao dele sem cerimônia.
— Amor… — ela murmurou com a voz rouca — Tô de volta... e tenho tanto pra te contar…
Lucas a segurou firme, sentindo o calor e o cheiro de macho no corpo dela. Sem dizer nada, apenas a conduziu até o quarto. Maísa sentou-se na cama, abriu as pernas lentamente e o olhou com aquele olhar de puta safada que ele conhecia bem.
— Limpa tudo, amor... lambe meus peitões e minha buceta cheia de porra daqueles machos pervertidos— ela sussurrou. — Quero sentir sua língua em cada pedacinho…enquanto bato punheta pra você seu corno. E vou continuar fazendo você meu corno com vários machos pauzudos.
E assim, com a madrugada como testemunha, ela começou a narrar cada detalhe da noite, enquanto Lucas a ouvia e explorava seu corpo com adoração, completamente entregue ao prazer de ser espectador e cúmplice da mulher puta que ele amava.